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20 de Julho - Quinta-feira - 23:50

Reviravolta no PMDB de Minas: Não vai com Aécio nem com Pimentel (o que é bom para Aécio). Mas sempre com Temer. Segundo Newton Cardoso, Aécio não acerta nada com partido para 2018, porque“vai estar preso” até la.



“Política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito, olha de novo e já mudou”: a frase de Magalhães Pinto nunca foi tão certa no país. E o PMDB é um bom exemplo. Horas após a coluna comentar manobras para levar o partido a mudar de lado em Minas, passando do campo de Pimentel para o de Aécio, informa-se uma reviravolta na cúpula: segundo o ex-governador Newton Cardoso, já está a caminho carta de Brasília autorizando eleições no diretório mineiro em outubro. O pleito havia sido adiado por 01 ano pelo presidente nacional Romero Jucá, num ato que garantia no comando do diretório mineiro um aliado dos tucanos, Antônio Andrade. A mudança de Jucá, liberando as eleições, ocorreu após conversas com o filho do ex-governador, deputado Newton Jr. 

NOVO ARRANJO 
Newton pai nega que a mudança de Jucá tenha relação com a denúncia contra Temer na Câmara. Mas, admitiu o apoio em peso dos deputados do PMDB-MG ao presidente. Segundo o ex-governador, mesmo insatisfeita com Temer (“ele esqueceu Minas”), a bancada terá que votar a favor do presidente se o partido fechar questão sobre isso. E ninguém duvida que a cúpula peemedebista, sob a batuta de Jucá, irá fechar questão sobre o voto. E fará isso “em agosto”, segundo Newton.

LADO PRÓPRIO 
O novo PMDB que sairá das eleições internas não será aecista, na avaliação do ex-governador. “Não tem acordo do Temer com o Aécio”, disse ele, acrescentando que o senador tucano não tem como acertar nada para 2018 porque “vai estar preso” até lá. Mas, por outro lado, segundo Newton, o partido também não ficará com o PT nem dará aval à chapa de Pimentel com Adalclever. O novo curso do PMDB-MG seria a candidatura própria. 

APOIO DE BASE 
Ainda ontem, por coincidência, outro peemedebista mineiro, o deputado Isauro Calais, ligou para a coluna e fez comentários que completam as palavras do ex-governador. O deputado defendeu a consulta aos diretórios municipais para definir o rumo do partido em 2018. Nas contas de Newton, o candidato próprio é desejo de “100%” das bases peemedebistas. 

TUDO CERTO 
Para Aécio Neves e para a oposição mineira, a eventual retirada do PMDB do governo Pimentel para lançar candidato próprio, em vez de apoiar um nome tucano, não seria o ideal mas também não seria uma saída ruim. Com certeza, seria melhor do que o PMDB continuar apoiando o PT. Já Michel Temer vai confirmando sua astúcia política e ameando votos por todo lado.

20 de Julho - Quinta-feira - 21:00

REVIRAVOLTA NO PMDB DE MINAS: NÃO VAI COM AÉCIO NEM COM PIMENTEL (O QUE É BOM PARA AÉCIO). MAS SEMPRE COM TEMER. SEGUNDO NEWTON CARDOSO, AÉCIO NÃO ACERTA NADA COM O PARTIDO PARA 2018, PORQUE “VAI ESTAR PRESO” ATÉ LÁ.

19 de Julho - Quarta-feira - 15:00

Acordo entre Temer e Aécio prevê PMDB juntos nas eleições no ano que vem. Temer gostaria que o candidato á governador fosse Paulo Abi - Ackel, enquanto Aécio sonha com Anastasia

O acordo político entre Temer e Aécio prevê atuação forte do Planalto no PMDB para aliá-lo ao PSDB em Minas nas eleições. No desenho acordado, a legenda de Temer reforçaria o palanque tucano para ajudar a campanha do próprio Aécio e do candidato que ele vier a lançar ao governo. Na outra mão, o senador mineiro trabalha para manter Temer no cargo, articulando apoios na base aliada contra a denúncia do presidente. 
Temer manda no PMDB através do senador Romero Jucá, presidente da legenda e seu fiel escudeiro. Em tese, a dupla tem meios para enquadrar o partido em Minas. A intervenção seria possível com dissolução do diretório regional e sua substituição por uma comissão provisória controlada, com membros escolhidos a dedo para determinar os rumos da convenção que decidirá, em meados de 2018, os candidatos e alianças do partido. O plano é viável, embora discutível na Justiça. Agora, se Temer estará no poder e terá força para tocá-lo, isso já são outros quinhentos.
Jucá já mostrou de que lado joga a cúpula em Brasília ao adiar as eleições no PMDB que estavam previstas no fim do ano. Com isso Jucá melou o plano do grupo de Adalclever Lopes, aliado de Pimentel, para assumir o diretório mineiro. Em caso de intervenção federal, o atual presidente Antonio Andrade, inimigo de Pimentel, ficaria fortalecido para conduzir o PMDB na direção do PSDB, como deseja. Se Temer continuar na presidência, fica ameaçada a chapa dos sonhos do PT para a reeleição de Pimentel. Os petistas querem Adalclever para novo vice do governador. 
A chapa de Temer e Aécio para o governo de Minas ainda não tem nomes. Se o presidente pudesse indicar, o candidato a governador seria a sua nova paixão: Paulo Abi-Ackel, autor do relatório a seu favor na Câmara. Mas o favorito do presidente não tem apoio nos partidos. E Aécio segue sonhando com Anastasia, apesar das negativas deste. Não faz tempo, Aécio disse que Anastasia é, sim, candidato ao governo, só que ainda não sabe disso.

19 de Julho - Quarta-feira - 11:00

Queridinhos no poder

O deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) caiu nas graças de Temer com o relatório favorável ao presidente que apresentou na CCJ. Agora, é um dos frequentadores mais bem recebidos em ambos os palácios: o Planalto (onde foi visto quatro vezes recentemente) e o Jaburu (onde almoçou no sábado). Se Temer ficar, o tucano mineiro vai estar com tudo no governo.

19 de Julho - Quarta-feira - 09:30

Movimento “Fica Temer” avança na Câmara Federal


Se a denúncia contra Temer fosse levada à votação hoje, ela cairia no plenário da Câmara Federal. Ele não seria processado e ficaria no cargo As projeções indicam que o presidente possui os votos necessários (172) para ganhar a parada. Só o PMDB e o Centrão de seis partidos garantem por baixo uns 200 deputados, considerando uma taxa razoável de traição de até 15%. A tendência predominante na base aliada é Fica Temer, ao menos neste momento.
O apoio ao presidente vem sendo retribuído com liberação generosa de emendas ao orçamento e quitação de dívidas do governo com fornecedores. Mais de meio bilhão saiu dos cofres só em junho. A partir de agora também vão entrar na roda os cargos federais, inclusive ministérios. Isso, sem falar nas moedas de troca pouco detectáveis como, por exemplo, as usadas por Lúcio Funaro, o doleiro que está detido na PF como suposto operador, ou seja, entregador de malas. 
Em resumo, como acontece em toda votação importante no Congresso, entra em ação o tradicional “toma-lá-dá-cá”, que integra nossa cultura política há décadas. Se a posição do parlamentar não tivesse um preço, se não existissem negociatas com os votos nos legislativos brasileiros, jamais haveria uma Lava Jato. O que a força-tarefa vem investigando é exatamente isso: o comércio contínuo de leis, projetos e medidas governamentais, elaborados pelo executivo e aprovados pelos legislativos para atender empresas que retribuem o apoio doando dinheiro para campanhas. 
O movimento “Fica Temer” está sendo embalado exatamente pelas práticas politicas que levaram as pessoas ao desencanto com a política. E pode ficar pior. Há sinais fortes de que as delações de Eduardo Cunha e Lúcio Funaro incluem nomes e valores de um esquema armado em 2015 no Congresso para, segurem o queixo, compra de votos no impeachment.

16 de Julho - Domingo - 13:00

Levantamento CP2 revela que Kalil lidera as preferências para governar esta na do tanto na pesquisa espontânea quanto na estimulada. Está à frente de lacerda, Pimentel, Anastasia e Aécio, que recebeu apenas 0,9% de citações espontâneas.

alexandre kalil

Pesquisas inéditas do Instituto CP2 mostram que Alexandre Kalil mantém a popularidade e o status de principal liderança de BH, 06 meses após a sua posse. O prefeito lidera as preferências para governar o Estado em todos os cenários pesquisados na cidade, tanto nas respostas espontâneas como nas estimuladas. O acompanhamento da CP2 vem sendo feito mensalmente, desde abril, com mil eleitores de todas as regiões da capital.

Aparentemente, o exercício do poder desgastou pouco a imagem de Kalil. Nos levantamentos espontâneos, o prefeito saiu de 5,7% em abril, subiu a 6,4% em maio e desceu para 3,5% no mês passado. Apesar da queda ao seu menor patamar, Kalil continuou à frente dos demais nomes que pontuaram em junho (Lacerda, Pimentel, Anastasia e Aécio). Na pesquisa estimulada, Kalil também variou para baixo, passando de 39% ou 38% para 36%, conforme o cenário, mas ainda teve mais intenções de voto que a soma de todos os outros nomes sugeridos aos eleitores e preferidos por mais de 1%.

Os levantamentos também revelam o colapso politico de Aécio, cujo apoio popular em BH evaporou. O senador tucano, governador 02 vezes com votação recorde, recebeu em junho apenas 0,9% de citações espontâneas para o governo. Em abril, ele tinha 4,8%, quase 05 vezes mais. Na pesquisa estimulada, seus índices caíram 70% em 03 meses, de 15,5% para 4,8%. Uma surpresa para muitos pode ser o desempenho de Anastasia. Tido como imbatível no estado, o senador teve 2,3% das menções espontâneas, ficando em 4º lugar em junho, atrás de Pimentel, Lacerda e Kalil. Os índices de Anastasia têm mostrado constância, variando entre 2% a 3%. Por não ser pré-candidato, seu nome não foi testado nas pesquisas estimuladas da CP2.

 

15 de Julho - Sábado - 23:00

Dinis e as boas políticas

Dinis e as boas políticas

Existem as boas políticas. E as más. Cabe a nós escolher a que queremos para nosso povo e para nós mesmos.Clique na fotonovela e conheça o Dinis.

13 de Julho - Quinta-feira - 13:00

Política "boca de siri" da lava jato desperta suspeitas de que v~em aí revelações de alto impacto

A tênue vantagem conquistada por Temer nos últimos dias pode se dissipar a qualquer momento se vierem novas acusações da Lava Jato, que ora ouve dois delatores do presidente e do PMDB: o artífice do impeachment, Eduardo Cunha e o operador Lúcio Funaro. A Lava Jato é um fator imponderável que aumenta a incerteza sobre o desfecho da crise em torno de Temer. Ela passa por fase de introspecção: trabalha-se muito, no maior silêncio. 
Não está vazando nada da força-tarefa sobre as novas delações. A política ‘boca de siri’ já desperta suspeitas de que esteja sendo preparado um novo ‘big bang’, com revelações de alto impacto, para estourar antes da apresentação da 2ª denúncia contra Temer. O único rumor que saiu nos últimos dias da Lava Jato não tem a ver com Cunha ou Funaro e sim com Antônio Palocci. Ouviu-se de fontes internas que a delação do ex-ministro subiu ao telhado, de novo: ele continuaria relutante em dar nome a todos os bois envolvidos no setor financeiro.

12 de Julho - Quarta-feira - 13:00

BH Maravilhosa

Conheça os lugares mais lindos de Belo Horizonte. Veja a capital mineira com um outro olhar, aquele que enxerga os aspectos mais encantadores das mais belas cidades do mundo. Clique aqui e veja.

12 de Julho - Quarta-feira - 10:00

Tudo em cima

Em agosto, José Fernando Coura será reeleito por aclamação na presidência do Sindiextra, o sindicato da mineração, mais importante setor econômico de Minas. A unidade dos mineradores contrasta totalmente com a divisão existente na entidade principal da indústria mineira, a Fiemg.
Além de consensual, a nova chapa de Coura tem muito peso. O presidente do Sindiextra conseguiu atrair para a entidade muitos executivos de ponta e membros da alta cúpula das mineradoras no estado. A nova direção tem até um futuro CEO global: Marcos França, da Belocal, que há poucos dias estava prestes a assumir em Bruxelas a presidência mundial do grupo belga Lhoist, um dos grandes internacionais em cal e derivados.