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25 de Abril - Terça-feira - 15:00

Brasil tem choque de desconfiança externa após crise da carne e delação da Odebrecht

Empresários que atuam no agronegócio e na exportação de grãos observam o aumento da insegurança externa em relação ao Brasil. Ontem, um deles saiu deprimido de uma reunião com estrangeiros que têm interesse no país e estão reticentes em investir até para manter as atuais posições no mercado nacional. A imagem brasileira ficou seriamente abalada após 02 escândalos seguidos de impacto internacional: a crise da carne e a delação da Odebrecht. Foi um duplo choque na confiança externa.

 

CASO TRIPLE A

A delação Odebrecht chocou meio mundo por revelar uma corrupção de proporções inimagináveis no Brasil, onde a empreiteira comandou um Estado paralelo dentro do Estado, e também pela importância da própria delatora. Trata-se de um grupo global, presente em vários países, inclusive nos EUA, onde construiu o mais novo anexo do aeroporto de Miami, além de uma das torres mais vistosas da cidade. Até a Lava Jato, a Odebrecht era uma espécie de “triple A”, jargão das agências de risco para classificar empresas merecedoras de todo crédito. Hoje, ela é inclassificável.

 

OUTRO NÍVEL

O empresário deprimido acha que a desconfiança hoje se dá em nível mais elevado ou profundo. Está em jogo a credibilidade das instituições do país e sua capacidade em lidar com uma crise que vai apresentando dinâmica própria e escapando ao controle de qualquer poder ou autoridade.

 

PANE GERAL

Um exemplo de como as nossas instituições estão sendo vistas no exterior: ontem, em El País, um espanhol radicado no México, Antônio Navalón,  questionou o papel delas nos 30 anos de corrupção da Odebrecht: “Onde estavam os promotores anticorrupção e os sistemas de fiscalização dos gastos públicos? Como é possível que todos os controles tenham falhado?”.

 

25 de Abril - Terça-feira - 15:00

Brasil tem choque de desconfiança externa após crise da carne e delação da Odebrecht

Empresários que atuam no agronegócio e na exportação de grãos observam o aumento da insegurança externa em relação ao Brasil. Ontem, um deles saiu deprimido de uma reunião com estrangeiros que têm interesse no país e estão reticentes em investir até para manter as atuais posições no mercado nacional. A imagem brasileira ficou seriamente abalada após 02 escândalos seguidos de impacto internacional: a crise da carne e a delação da Odebrecht. Foi um duplo choque na confiança externa.

CASO TRIPLE A

A delação Odebrecht chocou meio mundo por revelar uma corrupção de proporções inimagináveis no Brasil, onde a empreiteira comandou um Estado paralelo dentro do Estado, e também pela importância da própria delatora. Trata-se de um grupo global, presente em vários países, inclusive nos EUA, onde construiu o mais novo anexo do aeroporto de Miami, além de uma das torres mais vistosas da cidade. Até a Lava Jato, a Odebrecht era uma espécie de “triple A”, jargão das agências de risco para classificar empresas merecedoras de todo crédito. Hoje, ela é inclassificável.

OUTRO NÍVEL

O empresário deprimido acha que a desconfiança hoje se dá em nível mais elevado ou profundo. Está em jogo a credibilidade das instituições do país e sua capacidade em lidar com uma crise que vai apresentando dinâmica própria e escapando ao controle de qualquer poder ou autoridade.

PANE GERAL

Um exemplo de como as nossas instituições estão sendo vistas no exterior: ontem, em El País, um espanhol radicado no México, Antônio Navalón,  questionou o papel delas nos 30 anos de corrupção da Odebrecht: “Onde estavam os promotores anticorrupção e os sistemas de fiscalização dos gastos públicos? Como é possível que todos os controles tenham falhado?”.

25 de Abril - Terça-feira - 12:15

Baile do Coroné reúne forrozeiros de BH e ícones musicais

O Baile do Coroné reuniu a juventude forrozeira numa noite de música e muita dança no Mercado Distrital do Cruzeiro, com a apresentação de dois ícones da música nacional: o rapper brasiliense Rapadura e o sanfoneiro e multi-instrumentista Éverton Coroné. Os dois se reuniram em BH pela primeira vez desde o encontro na Alemanha em 2016. E  o show de forró foi o máximo. Clique na capa da fotonovela para ver as imagen

24 de Abril - Segunda-feira - 16:00

Propaganda de terceirização lembra nova realidade do trabalho no país

A terceirização irrestrita está nas ruas, literalmente. A Fiemg começou a espalhar cartazes em BH elogiando a medida e agradecendo os deputados que a aprovaram. A campanha publicitária da indústria mineira deve chamar à nova realidade quem ainda não estava atento às mudanças nas relações de trabalho no país. Não é exagero dizer que o emprego tal como se conhece hoje caminha para extinção gradual e irreversível, substituído pelo trabalho terceirizado e temporário previsto na nova legislação.

PRESENTE GREGO

A propaganda empresarial estampa de modo bem visível o rosto e nome de cada deputado mineiro que votou pela terceirização irrestrita (total de 26, contra 18 que rejeitaram). A ideia foi premiar o parlamentar que votou favorável com um elogio público. Mas, fica a dúvida se o elogio fará bem aos elogiados. Ou vai atrapalhar a reeleição deles. Segundo pesquisa Vox Populi neste mês, a rejeição à terceirização chega 83% no Sudeste.

24 de Abril - Segunda-feira - 15:30

Terceirização irrestrita promete choque de eficiência com trabalho precário

Os assalariados desconfiam da terceirização aprovada no país. Temem virar horistas com contratos de até 09 meses, sem férias, 13º e fundo de garantia. Seus receios são reforçados por manifestações de juízes e procuradores que alertam para os riscos de precarização das condições de trabalho e até de aumento do serviço escravo. No mais, a terceirização irrestrita, que é uma bandeira do empresariado, está sendo implantada no país em momento ruim para o trabalhador, em meio a taxas recordes de desemprego.

 

CHOQUE DE EFICIÊNCIA

Por outro lado, o empresariado tem argumentos sólidos para sua tese de que a terceirização será fator de modernização e dinamização, gerando aumento da produtividade e das ofertas de trabalho. O fato é que a demissão no país se tornou caríssima para o setor privado e quase impossível na área pública. Agora, sem a blindagem da CLT, o trabalhador terá que apresentar mais desempenho para permanecer no mercado. Em tese, a terceirização pode dar um choque de produtividade e eficiência no capitalismo brasileiro.

 

NOVO SETOR PÚBLICO

Se a terceirização vai fazer mais bem ou mal, isso dependerá da capacidade das instituições nacionais de corrigir distorções e abusos. O futuro imediato do país ainda está em construção. Mas, uma coisa já é certa: as mudanças devem ser intensas no setor público, onde a terceirização tem um enorme espaço para avançar. E assim atingirão com força a classe média.

 

JÁ COMEÇANDO

A propósito: um órgão do Estado vai contratar terceirizados para 04 vagas abertas em sua estrutura. Daqui pra frente, essa opção será crescente. O grosso do serviço púbico é passível de terceirização. Há analistas em gestão pública dizendo que até 80% das funções no Estado e 60% nas prefeituras podem ser preenchidas por empresas fornecedoras de mão de obra. E com vantagens para o gestor, que poderá demitir e substituir os indesejáveis.

24 de Abril - Segunda-feira - 13:00

Cortes de Kalil na PBH não economizam nem 1% dos gastos com servidor

Nas contas do próprio governo Kalil, a PBH vai poupar R$ 30 milhões/ano com a reforma administrativa que acaba de enviar à Câmara Municipal. O valor não chega a representar nem 1% dos gastos da máquina municipal com salários e encargos de pessoal em 2017, previstos em R$ 4,5 bilhões. Os cortes teriam que ser muito maiores para ter impacto fiscal.

É DE PRAXE

Na realidade, a mexida na PBH está servindo para ajustar a máquina aos moldes desejados pelo novo prefeito. É de praxe. Não se recorda em anos ou décadas recentes de nenhum prefeito na capital (assim como governador no Estado) que não tenha alterado a estrutura da administração. O setor público vive em constante reforma, mudando a cada novo governo para se adaptar aos ocupantes – e ficar mais ou menos na mesma.

24 de Abril - Segunda-feira - 12:00

Lista fechada com fundo público pode ser única alternativa para viabilizar as eleições de 2018

Querer, ninguém quer. Mas pode ser inevitável a aprovação da lista fechada de candidatos legislativos na reforma política a ser votada no Congresso até outubro.  É uma contingência econômica. Sem doações empresariais, o jeito está sendo adotar o financiamento com recursos públicos, que são limitados e não dão conta de bancar milhares de candidatos em campanhas independentes. Na lista fechada, as campanhas são feitas em blocos. E o custo dessaba. Hoje, não se vislumbra opção. A não ser que os políticos prefiram queimar seu patrimônio pessoal para pagar o esforço de eleição.

QUESTÃO DE CUSTOS

Na eleição de 2014, 25.172 candidatos informaram ao TSE despesas de R$ 5 bilhões. E gastaram um tanto inestimado por fora. Em 2018, sem doações empresariais e com a Lava Jato à solta, a verba vai despencar. Em Brasília cogita-se um fundo público de R$ 2,2 bilhões, no máximo. Mais que isso, o Tesouro nem aguenta. É obvio que o sistema atual não cabe no fundo. Mas com a lista fechada a verba pode bastar, já que a campanha parlamentar (o grosso) seria feito pelos partidos, cada qual com a sua relação de nomes.

REVOLUÇÃO

A adoção da lista fechada seria uma mudança imensa na cultura política do país. Uma revolução mesmo. O brasileiro habituou-se a votar no candidato. Na lista fechada, votaria em partidos e nas suas ideias. A campanha seria menos personalizada e bem mais programática.

DOIS GUMES

Críticos da lista fechada alertam que ela serviria para esconder candidatos ruins. Isso pode ocorrer. Mas, por outro lado, o partido se arriscaria a ficar sem voto e representação parlamentar se apresentar uma má lista, já que o eleitor poderia escolher outro com melhores nomes além de boas ideias.

REFERÊNCIA

Para se inteirar sobre o modelo de lista, recomenda-se assistir a um seriado dinamarquês exibido há poucos meses pelo Globosat: O Governo, sobre uma líder política em campanha para eleger candidatos do partido que acabara de criar. Lá se adota um modelo flexível de lista fechada.

 

24 de Abril - Segunda-feira - 11:00

II Encontro de Delegados da CAA/MG

A Caixa De Assistência Dos Advogados De Minas Gerais - CAA/MG realizou o II Encontro de Delegados da entidade, no Hotel Mercure, com a presença de mais de 200 representantes da instituição de todo o estado. O evento contou também com uma homenagem ao artista Oscar Araripe, que recebeu diploma e a medalha da comenda Lyda Monteiro Da Silva, símbolo da OAB pela democracia. Clique na capa da fotonovela para saber mais

24 de Abril - Segunda-feira - 09:40

Com desgaste de caciques, PSDB depende de Doria para voltar ao Planalto

O novo Ibope divulgado nesta semana confirma o enorme desgaste dos tucanos e aponta João Doria como o nome no PSDB mais competitivo (se não único) para 2018. Presidenciáveis de longa data e de outras campanhas, Alckmin e Aécio tiveram potencial de voto estimado em 22%, abaixo do ainda pouco conhecido prefeito de São Paulo (24%), que leva vantagem também na rejeição bem menor (32% contra 62% de Aécio e 54% de Alckmin). No cenário revelado pela pesquisa, as chances do PSDB de voltar à presidência estão hoje na mais nova e vistosa estrela do partido. A opção dos tucanos está se afunilando: ou é Doria, ou pode não ser ninguém.

PRIMEIRO O FORO

Alckmin continuará trabalhando seu nome para a sucessão de Temer. Mas, um plano B no colete. Ao menos a um aliado ele já admitiu disputar o Senado e apoiar o lançamento de Doria. Alvo de inquérito na Lava Jato, a prioridade do governador em 2018 será obter um mandato com direito a foro privilegiado. Ele não correrá riscos: buscará a eleição mais certa.

ESTÁ PODENDO

Sem pendências judiciais até aqui, Doria não precisa correr atrás do foro. Pode assumir riscos altos em 2018. Muitos duvidam que ele deixe a maior prefeitura do país para buscar uma eleição incerta à presidência. Mas, a pressão para que saia candidato será forte. E ele tem dado repetidos sinais de que irá encarar a candidatura, se ela cair no seu colo. Doria entrou na política com grandes ambições. Está na chuva para se molhar. E pode.

 

24 de Abril - Segunda-feira - 09:32

Primeira reunião itinerante da nova Gestão em Ibirité

A reunião Itinerante da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte – GRANBEL, ocorreu no auditório da Secretaria de Educação na Prefeitura Municipal de Ibirité/MG, no dia 18 de abril de 2017. Clique na capa da fotonovela para saber mais