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21 de Dezembro - Quinta-feira - 14:00

Na pesquisa GMR, os presidenciáveis testados de centro-esquerda somaram 53,6% de intenções de voto, contra 25,9% do bloco de centro-direita. É um massacre. No povão, a onda é outra. De fato, Lula desequilibra a balança. Sem ele, a soma no CE cai para 21,1%, abaixo do CD. Ocorre que os votos lulistas tendem a migrar para nomes do mesmo campo na ausência do ex-presidente. É uma ilusão atribuir o massacre apenas ao desempenho de Lula. A essa altura, não dá para ignorar que o eleitor não está apoiando a agenda conservadora na economia. Sob qualquer ângulo que se analise as pesquisas, a onda real na população é o voto de insatisfação com os rumos das reformas liberais, o voto anticonservador.

21 de Dezembro - Quinta-feira - 11:30

A Gasmig tem muitas conquistas a comemorar, entre elas ter chegado aos 30 mil clientes, entre empresas e consumidores residenciais. A confraternização de fim de ano, realizada no Ilustríssimo, reuniu os funcionários das 19 gerências da empresa, que celebraram as metas alcançadas em 2017;

15 de Dezembro - Sexta-feira - 14:50

 

A Caixa de Assistência dos Advogados de Minas Gerais (CAA Vanguarda) promoveu, no dia 8 de novembro, atividades da Campanha Novembro Azul, de combate ao câncer de próstata. As ações de prevenção e conscientização foram realizadas na Justiça do Trabalho e no Fórum de Belo Horizonte.

14 de Dezembro - Quinta-feira - 20:00

A Confraria do Fogão a Lenha do Roberto Gontijo mais uma vez reuniu personalidades do mundo político, empresarial e cultural para conversar sobre as coisas de Minas. A Confraria recebeu o deputado federal Jaime Martins para um bate-papo sobre as perspectivas para o nosso Estado, que contou com a presença de lideranças como Vittório Medioli, Eros Biondini, Diego Andrade, Mário Heringer, Luiz Tibé e Luzia Ferreira.

14 de Dezembro - Quinta-feira - 17:00

Na pesquisa GMR, os presidenciáveis testados de centro-esquerda somaram 53,6% de intenções de voto, contra 25,9% do bloco de centro-direita. É um massacre. No povão, a onda é outra. De fato, Lula desequilibra a balança. Sem ele, a soma no CE cai para 21,1%, abaixo do CD. Ocorre que os votos lulistas tendem a migrar para nomes do mesmo campo na ausência do ex-presidente. É uma ilusão atribuir o massacre apenas ao desempenho de Lula. A essa altura, não dá para ignorar que o eleitor não está apoiando a agenda conservadora na economia. Sob qualquer ângulo que se analise as pesquisas, a onda real na população é o voto de insatisfação com os rumos das reformas liberais, o voto anticonservador.

14 de Dezembro - Quinta-feira - 15:30

O candidato de oposição à presidência da Fiemg, Flávio Roscoe, reuniu na Chácara Chiari 140 apoiadores, entre eles 88 dirigentes de sindicatos industriais e eleitores no colégio de 139 votos da entidade.

14 de Dezembro - Quinta-feira - 11:40

As cartas da oposição a Pimentel já foram dadas. Sem o coringão Anastasia, o jeito vai ser escolher entre Dinis Pinheiro e Rodrigo Pacheco, talvez o que estiver melhor na pesquisa na hora da definição, entre abril e junho. Muitas vozes na oposição defendem que os pré-candidatos disputem juntos. O problema é a ordem dos nomes na chapa de unidade: Dinis/Pacheco ou Pacheco/Dinis; quem concorre a governador e quem a vice? Aí, as opiniões tornam a se dividir. Não há consenso na avaliação de quem é o melhor candidato: os dois têm índices próximos nas pesquisas. Mas pode ser que o bloco resolva lançar os dois, para ampliar a crítica ao governo no primeiro turno e juntar forças no segundo. 
A estratégia dependerá da performance do adversário governador. Além, é claro, da decisão pessoal de Dinis e Pacheco. Pacheco está filiado ao PMDB, maior aliado do governo Pimentel. Deve ir para um dos partidos do bloco de oposição. Mas, enquanto não se muda, ele toca a campanha no PMDB mesmo, com apoio do vice-governador Antônio Andrade. Os dois já levaram eventos com a marca peemedebista a oito cidades. A última foi Sete Lagoas, neste sábado.

13 de Dezembro - Quarta-feira - 11:00

As centrais sindicais voltaram às ruas humilhadas e derrotadas. Foi o grito dos vencidos. A reforma trabalhista já está alterando, profundamente, as relações trabalhistas no país, à revelia dos sindicatos. E ainda acaba com a principal fonte de receita deles, o imposto sindical (R$ 2,9 bilhões em 2016). O governo 100% patronal e empresarial de Michel Temer colocou os sindicalistas de joelhos. E mergulhou o sindicalismo brasileiro em sua maior crise em décadas, talvez da história.


Os sindicatos deviam ter gritado antes da votação da denúncia contra o presidente Temer, quando tinham mais poder de pressão. Em vez disso, preferiram se fiar à promessa do Planalto, avalizada pelo deputado Paulinho da Força, líder da Força Sindical, de que seria criada uma nova contribuição financeira para os sindicatos por meio de uma MP, com vigência imediata. Após salvar o mandato, o presidente Temer quebrou o acordo e deve enviar um projeto de lei, que só vale depois de votado no Congresso; e os sindicatos que se virem para aprová-lo no Congresso de maioria patronal. O sindicalismo bobeou, e dançou. A humilhação dos sindicatos ainda é maior diante das concessões do governo às entidades patronais, que preservaram os bilionários recursos do Sistema S.


Mas, apesar de tão ferrados, os sindicatos ganharam algo precioso nessa reforma: um novo propósito de existir. Sem o dinheiro fácil do imposto, e dependentes da contribuição voluntária, os sindicalistas vão ter que deixar o conforto do peleguismo e correr atrás de associados. A mesma reforma que derrotou os sindicatos também os tornou mais necessários ao país.


Ùltimo a abolir a escravidão, o Brasil tem o maior número de trabalhadores domésticos no mundo e o título de um dos mais países mais desiguais. Com tal histórico social, não será surpresa nenhuma se a reforma der margem a casos de superexploração, o que dá aos sindicalistas uma grande oportunidade de reação. Eles podem capitalizar os abusos de patrões contra os empregados para reerguer os seus sindicatos e ainda influenciar na eleição do novo Congresso, apoiando nas urnas candidatos afinados com eles. Tudo que é criado por uma lei pode ser eliminado ou alterado por outra. Então, os sindicatos podem reverter muita coisa, não no grito e sim nas urnas.

12 de Dezembro - Terça-feira - 19:00

As centrais sindicais voltaram às ruas humilhadas e derrotadas. Foi o grito dos vencidos. A reforma trabalhista já está alterando, profundamente, as relações trabalhistas no país, à revelia dos sindicatos. E ainda acaba com a principal fonte de receita deles, o imposto sindical (R$ 2,9 bilhões em 2016). O governo 100% patronal e empresarial de Michel Temer colocou os sindicalistas de joelhos. E mergulhou o sindicalismo brasileiro em sua maior crise em décadas, talvez da história.


Os sindicatos deviam ter gritado antes da votação da denúncia contra o presidente Temer, quando tinham mais poder de pressão. Em vez disso, preferiram se fiar à promessa do Planalto, avalizada pelo deputado Paulinho da Força, líder da Força Sindical, de que seria criada uma nova contribuição financeira para os sindicatos por meio de uma MP, com vigência imediata. Após salvar o mandato, o presidente Temer quebrou o acordo e deve enviar um projeto de lei, que só vale depois de votado no Congresso; e os sindicatos que se virem para aprová-lo no Congresso de maioria patronal. O sindicalismo bobeou, e dançou. A humilhação dos sindicatos ainda é maior diante das concessões do governo às entidades patronais, que preservaram os bilionários recursos do Sistema S.


Mas, apesar de tão ferrados, os sindicatos ganharam algo precioso nessa reforma: um novo propósito de existir. Sem o dinheiro fácil do imposto, e dependentes da contribuição voluntária, os sindicalistas vão ter que deixar o conforto do peleguismo e correr atrás de associados. A mesma reforma que derrotou os sindicatos também os tornou mais necessários ao país.


Ùltimo a abolir a escravidão, o Brasil tem o maior número de trabalhadores domésticos no mundo e o título de um dos mais países mais desiguais. Com tal histórico social, não será surpresa nenhuma se a reforma der margem a casos de superexploração, o que dá aos sindicalistas uma grande oportunidade de reação. Eles podem capitalizar os abusos de patrões contra os empregados para reerguer os seus sindicatos e ainda influenciar na eleição do novo Congresso, apoiando nas urnas candidatos afinados com eles. Tudo que é criado por uma lei pode ser eliminado ou alterado por outra. Então, os sindicatos podem reverter muita coisa, não no grito e sim nas urnas.

12 de Dezembro - Terça-feira - 18:40

Aécio Neves apostou todas as suas últimas fichas no governo Temer ao afrontar caciques tucanos e trocar monocraticamente o presidente do PSDB, substituindo Tasso Jereissati por Alberto Goldman. O ato dramático do senador foi um gesto contundente de apoio ao presidente da República. Os dois políticos mais impopulares do país parecem estar elevando a sua aliança a um novo nível. Aécio e Temer indicam que vão juntos até o fim, como se unidos por um pacto de sangue.