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First Down
05 de Fevereiro - Segunda-feira - 17:41

Crônica

As alegrias e as frustrações de uma trajetória que valeu a pena


Por Leandro Cabido

Tudo começou há 20 anos, quando comprei um boné. Aquele boné. No início, gostei das cores – era um verde-musgo com a aba preta. O símbolo era uma águia, ousada, com cara brava. Na época, eu já entendia de futebol americano, mas ainda com a internet nos seus primórdios e pouco acesso aos jogos, ainda não era um apaixonado pelo jogo.

Alguns anos depois, com banda larga, conseguia ver mais. Ainda estava no ensino médio, com aquelas dúvidas típicas de um adolescente qualquer, quando realmente me envolvi de fato. Procurava todo fim de semana algum streaming chinês para acompanhar as partidas e me deparei com o time da Filadélfia. Aqueles caras de verde correndo com a bola, com o seu treinador usando o boné. O meu boné.

Assim, toda semana, eu passava procurando informações e tentando saber mais daquele time que fazia uma cidade parar todo domingo do segundo semestre. A Filadélfia é aquela típica cidade nortista norte-americana. Fria, gélida, com ares fechados, e ausente de grandes entretenimentos. Assim, era fácil perceber os motivos que levavam seus moradores a enxergarem no futebol americano uma alegria.

No começo, achava estranho os motivos de até naquele momento, termos disputamos apenas um Super Bowl – e isso já no longínquo janeiro de 1981. Não conseguia entender porque conseguíamos bons resultados dentro de nossa base de disputa, mas quando saíamos, éramos derrubados.

A grande decepção aconteceu em 2005. Vi Donovan McNabb tentar fazer a história acontecer, mas assistindo de camarote Tom Brady consolidar mais uma conquista. Era o começo de uma época mais complicada, e muitas vezes, dolorosa.

Torcer para o Eagles era uma mistura de alegria, perseverança e frustração constante. Você pode até achar que isso faz parte do cotidiano de um torcedor, mas você nunca se acostuma a tantas porradas. Inclusive, o boné, nesta altura, havia sido devorado pela minha labrador Yumi. Até ela havia se cansado de se frustrar. Era como se meu cachorro me avisasse para eu parar de sofrer.

Anos se passaram e realmente depositei alguma esperança em Michael Vick. Não pela sua história com cachorros – claro que não – mas pelo seu estilo de jogo mais ousado. Em vão.

Quando não tinha que esperar mais nada, Nick Foles me despertou também com alguma possibilidade. Mal eu sabia que anos depois, ele seria um grande herói. Também em vão.

Meus companheiros de First Down acharam, a princípio, que a escolha por Carson Wentz no draft havia sido cara demais. Eles tinham razão: afinal, porque cedemos tanto em troca de um jogador que sequer jogava na primeira linha das grandes universidades? Coisas que jamais entenderemos.

A temporada 2017 começou para empolgar, como no ano anterior. Deixei as barbas de molho em virtude da decepção de 2016. Semanas se passaram, vitórias se consolidando, e a minha confiança aumentava.

No dia em que Wentz se machucou, estava certo que não seria nada sério, até que as primeiras notícias apareceram de Los Angeles. Era como se eu tivesse tomado um murro. O QB era nosso melhor jogador, e sem ele, não acreditava em nada. Talvez, que nem passasse do Divisional. Foles voltava ao protagonismo, e eu sem saber no que pensar, já previa um desempenho abaixo do esperado.

Contra o Atlanta Falcons, duelo difícil, mas confiava na plenitude da nossa defesa. Avançamos, no sufoco, mas avançamos.

Já na semana seguinte, contra o Minnesota Vikings, eu não esperava absolutamente nada. NADA. Vi o jogo sozinho, com a minha esposa já dormindo. Quando os touchdowns começaram a pipocar, eu não parava de gritar. Sim, gritar.

Ouvi muito ao longo da semana relatos como: “o que aconteceu contra Atlanta foi um acidente”, ou “a defesa do Vikings é muito boa e eles tem QB”, como se Foles e nada fossem a mesma coisa.

Minha esposa brigava comigo, com medo de acordar a vizinha, já idosa. Eu não me importava. Eu só gritava: “Estou no Super Bowl! Estou no Super Bowl!”, enlouquecido. Era como se eu tivesse mandando toda uma comunidade calar a boca.

No futebol americano, os underdogs costumam aparecer. Não como no nosso futebol, mas aparecem. E nada do que a gente via no Lincoln Financial Field poderia ser considerada uma zebra. Era superior demais. Era um time de profissionais contra um de novatos. Fato. O Super Bowl era o próximo destino.

No domingo, com a cabeça em Mineápolis, eu só imaginava as possibilidades. “E se a nossa secundária não funcionar?”. “E se Foles sentir a pressão de estar no maior palco de seu esporte?”. Esvaziei a mente e tentei apenas focar no jogo contra eles. Contra a dinastia. Contra o campeão. Contra o New England Patriots.

O Super Bowl é aquela coisa. Nunca acontece o que a gente espera. Ainda mais com o meu time em campo.

Um festival de touchdowns, pena que para os dois lados. Digo 'pena' porque não aguentava mais sofrer. Esperava só uma defesa melhor posicionada, pensando sempre porque raios não conseguíamos parar Gronk e as big plays de Brady.

Conforme as coisas aconteciam, minha confiança aumentava ou diminuía. No momento da virada de New England, ainda mantive a cabeça no lugar. Apenas coloquei na minha mente que tínhamos que controlar o relógio para soltar um Field Goal com Elliot.

Ok, cravamos um touchdown. Era como se um peso saísse das minhas costas, mas meu maior medo estava por se libertar. Tom Brady e seus últimos dois minutos e meio de arrancada para a glória.

Quando tudo caminhava para a tal glória, acostumada e enjoadamente cuspida pelos torcedores rivais, acontece o inexplicável. Um fumble. O FUMBLE.

Nesse momento, eu não acreditava.

Fiquei gritando, enquanto meus irmãos apenas falavam que ainda não havia acabado.

Sim, havia. Para mim, havia acabado. Vinte anos depois. Era o fim de um sofrimento.

O resto vocês sabem. Elliot faz o Field Goal, Brady pega a bola para tentar, de novo, a glória, mas já era tarde. Filadélfia já registrava um terremoto. E eu, finalmente, aliviado.

Tudo por causa de um boné.
 

29 de Novembro - Quarta-feira - 15:19

Alviverde em jardas

Parceria entre Coelho e Minas Locomotiva promete movimentar ainda mais o mercado na capital mineira

                                     Uarlen Valerio/O Tempo


O futebol americano ganhou mais uma nova identidade nesta quarta-feira (29) em Belo Horizonte. O América, tradicionalíssimo no futebol, firmou parceira com o Minas Locomotiva, um dos mais antigos clubes da modalidade no Estado. Assim, surgiu o América Locomotiva, que foi lançado oficialmente no CT Lanna Drumond, na capital mineira, com a apresentação dos uniformes de jogo, que serão utilizados a partir de 2018.

Participaram do evento Alencar da Silveira Jr., presidente do Coelho, Thiago Paranhos, presidente do Minas Locomotiva e Erley Lemos, diretor de marketing e negócios do alviverde, que explicaram como funcionará a parceria, visando a Brasil Futebol Americano (BFA), principal competição da modalidade no país. “Para nós, é uma parceria muito importante e com várias possibilidades para o futuro. Logo nas conversas iniciais, percebemos que América e Minas Locomotiva poderiam ter muitos negócios convergentes, o que garante um projeto sustentável a longo prazo. Somos um Clube centenário e vitorioso, que está se unindo a uma agremiação de vanguarda e também acostumada a vencer. Nossos valores são parecidos e, com certeza, o América Locomotiva vai dar sequência de forma positiva a essas histórias”, disse Alencar, que lembrou que o contato entre as partes começou há um ano.

Para Paranhos, a relacionar a marca do Locomotiva com o América é uma grande vitória para o clube, que venceu o Minas Bowl em 2016, no Mineirão. “É com alegria enorme que estamos aqui. É uma parceria que nós conseguimos firmar, um sonho que realizamos por estar juntos de uma marca tão forte como a do América. Esperamos que seja uma no de vitórias e que a marca América Locomotiva seja um grande vencedor”, afirma Thiago.

O plano de negócios para a construção do América Locomotiva leva em conta usar o Coelho como referência, além de comercialização da produtos referentes ao novo time e, claro, do capacete, marca registrada do esporte. “Esse não é um projeto no qual o América apenas cede seu escudo e camisa. Estamos apostando em negócios em conjuntos que darão sustentabilidade a tudo o que planejamos. Queremos atingir novos públicos e miramos em uma modalidade moderna e que, de certa forma, ainda é novidade no Brasil”, concluiu Erley.

A junção de marcas não é novidade no futebol americano. O Sada Cruzeiro, atual tricampeão mundial de vôlei - que leva o nome do time de futebol -  também leva sua identidade para o futebol americano após parceria com o Get Eagles, que chegou a vencer a Liga Nacional, uma espécie de Série B na última temporada. A Raposa, inclusive, decide o título da BFA no próximo dia 10, no Independência, contra o João Pessoa Espectros.

25 de Setembro - Segunda-feira - 14:48

A RESPOSTA

Após declaração impensada de Trump, uma onda de protestos marcou a semana 3 da NFL; presidente conclamou boicote aos jogos, mas o que se viu foi uma união jamais vista no esporte mais praticado da América

Por Josias Pereira

A primeira emenda da constituição dos EUA assegura aos seus cidadãos o direito da liberdade de expressão e de se reunirem pacificamente para fazerem pedidos ao governo. Mas este compromisso sagrado lhes tem sido mitigado nos últimos meses, ratificado na fala impensada do presidente Donald Trump na última semana no Alabama. O comandante em chefe da nação mais poderosa do mundo provocou uma onda de protestos em massa dos atletas norte-americanos ao dizer que se fosse dono de um time da NFL demitiria um jogador“filho da p...” que se ajoelhasse durante o hino nacional.

O discurso frágil, fulgaz e raivoso tornou-se característico na fala do líder, capaz de dizer dentro da ONU que varreria a Coreia do Norte do mapa. Parece que Trump ainda vive sob os holofotes da ancoragem de “O Aprendiz”, o programa que estrelou durante boa parte de sua vida como magnata do mundo dos negócios. Afinal de contas, ao invés de buscar soluções, é muito mais fácil dizer “você está demitido”.

Existe muito mais por trás do simples ato de ajoelhar-se quando o símbolo máximo dos EUA é entoado. A discussão levantada pelo quarterback Colin Kaepernick na última temporada reflete uma lógica de perseguição de séculos, uma mazela engendrada em uma América dos sonhos, mas também privativa e incapaz de solucionar seus problemas internos. Não é de hoje que o racismo incomoda os EUA. As demonstrações em Charlottesville no mês passado, quando nacionalistas brancos iniciaram protestos conclamando até a Klu Klux Klan são a prova disso. O racismo incomoda tanto que gestos como os de Kaepernick e agora milhares de atletas deixam a nítida impressão de que os discursos de Martin Luther King Jr. continuam apenas no “eu tenho um sonho”.

A diferença é que Trump mexeu justamente com uma parcela da população de seu país extremamente ativa e que sabe muito bem a força de sua imagem. Não é de hoje que a representatividade dos atletas norte-americanos é elogiável. Por vários anos, as transformações sociais que eclodiram na América foram propagadas pelo esporte. Os esportistas jamais fugiram à luta. Não seria diferente desta vez.

Tudo começou como um chamariz para a necessidade de um basta à violência e ao abuso policial na abordagem a jovens negros. E é importante que as pessoas se recordem disso. É inquietante ver que o ajoelhar-se tornou-se o principal motivo da discórdia, sendo que a origem do ato merece sim discussão.

Até quando os abusos permanecerão? Até quando as oportunidades serão movidas pela cor de sua pele? Até quando mais e mais jovens negros serão mortos de forma indiscriminada pela polícia? Até quando cada vida negra será apenas uma estatística?

A fragilidade do discurso de Trump mais uma vez volta à cena, na tentativa burra de limitar o motivo da causa de Kaepernick e tantos outros atletas ao desrespeito à América. Mas ora, afinal de contas, não são os EUA que vêm desrespeitando seus cidadãos?

Era de se esperar do presidente uma postura pacificadora e conciliadora, mas, ao invés disso, Trump foi mexer logo com a parcela dos EUA que mais trabalha em prol da pluralidade do país. Os atletas não perdoaram e nem perdoarão. A guerra está declarada.

Encerro este texto talvez com uma das opiniões mais lúcidas dos atletas nestes dias críticos para a América.

"Um Presidente dos EUA cujo nome apenas gera divisão e fúria, cujas palavras inspiram discórdia e ódio, jamais poderá fazer a América grande de novo (o slogan de campanha de Trump)”, escreveu o ex-jogador Kobe Bryant em seu Twitter.
 

11 de Setembro - Segunda-feira - 17:26

Acabou a seca

Habemus futebol americano e o First Down resenha para você o que de melhor rolou nos gramados. É pra comemorar de pé, pessoal!



Por Gustavo Guimarães

O Kansas City Chiefs chegou chegando pra cima do New England Patriots. A vitória alcançada no Gillette Stadium, por 42 a 27, na quinta-feira, pode ser considerada uma zebra das grandes. É que quando você é o atual campeão da NFL, conta com Tom Brady, Rob Gronkwoski e tem Bill Bellichick, o pika dos treinadores a expectativa é sempre grande em torno do time. Mas não foi dessa vez. O destaque da partida foi o running back calouro Kareem Hunt, que marcou 3 TD’s e calou o estádio com nome de barbeador.

Domingo cheio de ação

Aperta o botão de acelerar e vamos direto para as partidas de ontem. O Buffalo Bills venceu o New York Jets, por 21 a 12, valendo pelo divisional da AFC Leste. Nenhuma surpresa aqui. Os Bills e o Miami Dolphins, que teve sua partida adiada por causa do furacão Irma, sonham em desbancar o New England Patriots na divisão. Já o New York Jets é franco favorito para ser o pior time entre os 32 da NFL. Eita!

O Atlanta Falcons mostrou que vai tentar alcançar a glória que lhe fugiu nos últimos minutos do Super Bowl passado. O time viajou até Chicago e passou pelos Bears por 23 a 17. Na próxima semana, podemos esperar um Mercedes-Benz Stadium lotado. A nova casa da equipe vai servir de palco para o jogão contra o Green Bay Packers, no próximo Sunday Night. Jogaço!

Por falar em Green Bay Packers, o time recebeu o Seattle Seahawks, no Lambeau Field, e o jogo foi um tanto quanto enfadonho para quem assistiu. A expectativa era alta, são duas franquias que prometem ir longe na NFC. Os Packers saíram de campo com a vitória, por 17 a 9, triunfo de número 100 na carreira de Aaron Rodgers, mas o jogo não empolgou em momento algum.

Sacos de pancada mostram reação

Jacksonville Jaguars e Cleveland Browns, duas tradicionais cartas branca pra quem conhece a NFL, apresentaram desempenhos dignos nessa primeira rodada. Os Jaguars foram até Houston e venceram os Texans por 29 a 7. Alguém viu a defesa o JJ Watt em campo? 

O Cleveland Browns até perdeu seu confronto com o Pittsburgh Steelers, em casa, por 21 a 18. Mas fica a impressão de que o panorama do jogo poderia ter sido diferente caso o Myles Garrett, primeira escolha geral do draft passado, estivesse em campo pra tocar terror no ataque adversário. Será que esse ano os Browns conseguirão sair da mediocridade que assola a equipe desde o início dos tempos? Quem viver, verá!

Ficou feio

Todo ano a gente espera alguma coisa do Cincinnati Bengals, mas o que vimos, ontem, na derrota contra o Baltimore Ravens foi assustador. Andy Dalton conseguiu ser interceptado 4 vezes e os Bengals saíram de campo zerados. Isso mesmo. 20 a 0 para os Ravens e vaias para o time da casa.

Outro time que deixou sua torcida preocupada foi o New York Giants. No clássico contra o Dallas Cowboys, encerrando os jogos do domingo, horário nobre na tevê e exibição fraquíssima do ataque liderado por Eli Manning. O Dallas, que não tinha nada com os problemas do visitante, foi marcando um field goal aqui, outro acolá, e venceu por 19 a 3. Manning alcançou sua 216a interceptação em 202 partidas. Bela maneira de celebrar sua ducentésima partida seguida comandando os Gigantes e Nova Iorque. #NOT


 

19 de Julho - Quarta-feira - 09:09

Onças x Halcones

Informação foi divulgada pelo Blog First Down em sua página no Instagram na noite dessa terça; data sera propícia pois o Gigante da Pampulha estará completamente liberado

Por Josias Pereira

O Blog First Down na noite dessa terça-feira já trazia em seu perfil no Instagram a notícia de que o Mineirão, em Belo Horizonte, seria sede do clássico entre Brasil e Argentina, no dia 16 de dezembro, informação divulgada por fontes junto a BFA - Brasil Futebol Americano. Na manhã desta quarta-feira, a confirmação por parte da Confederação Brasileira de Futebol Americana em postagem no Facebook. 

Há algum tempo era interesse da BFA e também da CBFA a realização de um jogo da seleção brasileira em solo mineiro. A data é propícia, pois o Mineirão estará completamente liberado e sem jogos do futebol da bola redonda.

Detalhes da venda de ingressos e a organização do evento serão divulgados ao longo dos meses, mas o confronto entre Onças e Halcones promete ser um passo definitivo na consolidação do FABR e também de Minas Gerais como um dos grandes palcos da modalidade no país.  

26 de Maio - Sexta-feira - 14:36

NÃO VAI FALTAR RAÇA

Na última temporada, running back anotou 12 touchdowns corridos, 696 jardas totais em nove jogos disputados, 77 jardas por jogo e 7,90 jardas de média por jogada

Por Josias Pereira

O Sada Cruzeiro Futebol Americano não para de reforçar o elenco para a disputa da BFA, a liga brasileira de futebol americano. Na manhã desta sexta-feira, o time anunciou a contratação do running back Well Garcia, MVP de ataque da última temporada da Superliga Nacional, e campeão com o T-Rex.

O jogador, de 28 anos, é o 13º reforço do time celeste para 2017. Ele acumulou números expressivos na última temporada, anotando 12 touchdowns corridos, 696 jardas totais em nove jogos disputados, 77 jardas por jogo e 7,90 jardas de média por jogada.

Well não vê a hora de encarar um novo desafio na carreira e celebra a chance de poder atuar em um time como o Sada Cruzeiro. "Expectativa é a melhor possível para este novo desafio. Vivo para novos desafios. Quero aprender mais e mais, e passar para os mais novos o pouco que eu sei no futebol americano nacional", afirma o atleta, em rápido contato com o FIRST DOWN. 

Ele também comentou sobre suas características em campo e a experiência que acumulou no campeão nacional. "Jogo com alegria e sempre respeitando os adversários.  Nestes últimos anos no T-Rex, eu tenho trabalhado duro, faça chuva ou faça sol, dia e noite, e é isto que eu vou trazer para Belo Horizonte e o Sada Cruzeiro", completa Well.  

O Sada Cruzeiro Futebol Americano está na semifinal da Copa Minas. A equipe entra em campo no próximo dia 3 de junho para encarar o Araxá Red Wolves, às 18h30, no Sesc Venda Nova, por uma vaga na grande decisão do certame estadual.  

26 de Maio - Sexta-feira - 12:06

NESTE SÁBADO

Em preparação para a BFA, a nova liga de futebol americano do país, equipe mimeira terá desafio frente ao atual campeão candango; evento está programado para começar às 10h, no Sesc Venda Nova

Por Josias Pereira  

Em preparação para a disputa da BFA - Brasil Futebol Americano -, a nova liga de futebol americano do pais, o Minas Locomotiva entra em campo neste sábado, no Sesc Venda Nova, para encarar o Tubarões do Cerrado, no Guará Bowl, a partir das 10h, com o duelo entre os adversários marcado para começar às 14h. O ingresso para o evento custa R$30, com meia entrada, e pode ser adquirido no site www.sympla.com.br, até um dia antes do evento, ou no local, no dia do Guará Bowl. A partida festiva será um teste de fogo para os mineiros, que não atuam desde a tranquila vitória sobre o Betim Bulldogs por 66 a 0 na abertura do extinto Campeonato Mineiro, no início de março. 

De lá para cá, com a opção de não disputar a Copa Minas, o Locomotiva tem se dedicado aos treinamentos, que até certo tempo da temporada contaram com o treinador norte-americano John Alexander Booker. Ele se mantém como o Head Coach, só que longe da sideline, uma vez que está fora do país, mas retornará para a BFA.

Mesmo sem a presença física de Booker, a equipe agora tentará colocar em prática todos os ensinamentos adquiridos e dar uma pequena mostra do que o torcedor pode esperar na BFA, o grande desafio da temporada.

E o adversário promete impor dificuldades, O Tubarões do Cerrado são os atuais campeão do torneio candango e já avançaram a três Play-offs nacionais.

Em toda a história do confronto entre mineiros e brasilienses, foram oito partidas, com seis vitórias dos Tubarões do Cerrado e duas do Minas Locomotiva. Somados todos os jogos, a equipe de Brasília marcou 132 pontos na defesa belo-horizontina, contra 78 do Locomotiva.

Eventos para toda a família e comunidade do futebol americano 

A bola vai voar às 14h, mas o evento está programado para começar às 10h. Com o conceito chamado de GameDay Journey, o Minas Locomotiva prepara atrações para toda a família, que incluirão foodtrucks e foodbikes, oferecendo produtos para agradar todos os paladares, além de Área Kids com monitores dedicados para garantir a diversão da criançada durante todo o evento, e um esperado show de habilidades aberto a todos os atletas. 

O Showdown Bruiser/CrossFit V6 será uma competição para demonstrar as habilidades físicas dos jogadores. Normalmente, é um evento que acontece antes do Pro Bowl da NFL, o jogo das estrelas do futebol americano nos Estados Unidos.

O Showdown do Guará Bowl terá quatro provas adaptadas do evento original, para promover a interação entre jogadores e o público. O foco é testar a capacidade de força, agilidade, técnica e espírito de equipe dos participantes.

Podem participar atletas de qualquer equipe de futebol americano, maiores de 16 anos, e é necessário se inscrever pelo www.sympla.com.br. Os inscritos serão divididos --por sorteio-- em duas equipes (Team Bruiser e Team Crossfit V6) e vão disputar três provas para decidir qual é a melhor. A quarta prova será entre os atletas da equipe vencedora para definir o Most Valuable Player (MVP) da competição. O atleta mais valioso vai ganhar prêmios exclusivos tanto da Bruiser Equipamentos quanto do Crossfit V6.

21 de Abril - Sexta-feira - 20:27

COPA MINAS

Mesmo com a negativa da prefeitura de Juiz de Fora, que não permitiu o confronto no Mário Helênio, equipe da Zona da Mata dá exemplo de força e encara time de Betim em duelo que pode valer classificação

 Por Equipe First Down  

Neste sábado, às 18h30, o SESC Venda Nova será palco de um duelo especial. O JF Imperadores encara o Betim Bulldogs em confronto que pode valer, inclusive, a classificação de uma destas duas equipes à próxima fase da Copa Minas de Futebol Americano. O First Down separou cinco razões para você não perder este confronto, marcar presença e apoiar o FA mineiro na luta contra os desmandos de muitos que querem atrapalhar o crescimento da bola oval. A todos estes, fica o recado: vamos resistir.

1 - A negativa da Prefeitura de Juiz de Fora

As últimas semanas foram de extrema turbulência para o Juiz de Fora Imperadores, uma agremiação que reúne além do futebol americano esportes como o beisebol e o flag. A equipe teve negado o pedido para poder atuar no estádio Mário Helênio, o principal palco esportivo de Juiz de Fora. Foram dias de campanha, inclusive com um protesto que gerou repercussão nas redes sociais, mas a Prefeitura da cidade da Zona da Mata se mostrou irredutível e não liberou o local alegando, dentre outros motivos, a prática do FA como prejudicial para o estado do gramado. Vale lembrar que o Tupi, time de futebol da cidade, sequer avançou à fase final do Campeonato Mineiro.

2 - A luta do JF Imperadores

Sem campo para atuar, o JF Imperadores se viu obrigado a procurar auxílio e decidiu trazer o jogo para Belo Horizonte, um processo de deslocamento que trará, inevitavelmente ônus à equipe, mesmo com o auxílio da BFA - a Brasil Futebol Americano. Em contato com o First Down, o presidente da equipe, Laércio Azalim Jr., destacou que os custos da equipe com o deslocamento, alimentação e deslocamento podem ultrapassar R$ 5 mil. Mesmo assim, o time juizforano é valente e promete jogar a vida no confronto deste sábado.

3 - Betim faz sua estreia na Copa Minas  

O time da região metropolitana fará sua primeira partida na Copa Minas e quer mostrar sua evolução técnica após ter deixado uma má impressão na derrota para o Minas Locomotiva, quando da estreia no extinto Campeonato Mineiro desta temporada. O time, comandado pelo HC Ramon Lopes, é jovem e já derrubou o Juiz de Fora Mamutes, equipe que fundida ao Juiz de Fora Red Fox deu origem ao Imperadores. Os atletas estão ansiosos para o raio cair novamente no mesmo lugar e confirmarem sua força dentro do cenário estadual. 

4 - Rivalidade já criada  

Por conta deste triunfo em Betim, no primeiro jogo de futebol americano que a cidade recebeu em toda a sua história, uma espécie de rivalidade entre as equipes se estabeleceu. Obviamente, o Mamutes, à época, não contava com vários de seus reforços e sequer tinha os atletas do Red Fox. No entanto, a série entre estas equipes, se assim podemos dizer, está empatada em 1 a 1, já que a equipe de Juiz de Fora venceu um amistoso contra o mesmo Bulldogs no ano passado. O duelo no SESC Venda Nova será então o tira-teima. 

5 - Ingressos acessíveis 

Os ingressos para Juiz de Fora Imperadores e Betim Bulldogs estão sendo vendidos a R$ 20, com meia entrada, pelo site www.centraldoseventos.com.br. Também é possível adquirir o bilhete em postos físicos da Central dos Eventos, em Belo Horizonte, Contagem, Betim, Sete Lagoas e Divinópolis, cujos endereços completos podem ser consultados no site da empresa.

  

05 de Abril - Quarta-feira - 10:44

O VENCEDOR

Em enquete bastante disputada, o time de Araxá levou a melhor sobre os celestes do Sada Cruzeiro Futebol Americano

Por Equipe First Down

Depois de quase dois mil votos, eis que chegamos a um veredito sobre o uniforme mais bonito da Copa Minas 2017. Com 32% dos votos, o grande vencedor é Araxá Red Wolves, que superou o Sada Cruzeiro FA, segundo colocado na preferência dos internautas com 28%. 

Para conquistar a vitória nesta peleja, o Red Wolves teve 590 votos. O uniforme com um tom dourado e vermelho foi até comparado por alguns seguidores do UFC com a armadura do Homem de Ferro.

O terceiro uniforme que mais bombou entre a galera foi o do Juiz de Fora Imperadores, que estreou com derrota no último domingo. A camisa branca, com detalhes em dourado, remete imediatamente ao New Orleans Saints.

Completam a enquete o Uberaba Zebus, em quarto, com 11% da preferência, seguido pelo Betim Bulldog's, com 8% e o Unimed Miners, com 7%.  

27 de Março - Segunda-feira - 16:23

VAI COMEÇAR

Torneio terá a participação de seis equipes; jogo de abertura colocará frente a frente Sada Cruzeiro FA e JF Imperadores no próximo domingo, às 10h, no Horto

Por Josias Pereira

Uma coletiva na manhã desta terça-feira na Arena Independência, em Belo Horizonte, dará o pontapé inicial na 1ª edição da Copa Minas de Futebol Americano. O evento vai apresentar a competição, que será disputada por seis equipes - Sada Cruzeiro Futebol Americano, Juiz de Fora Imperadores, Betim Bulldogs, Uberaba Zebus, Araxá Red Wolves e Unimed Miners - e terá início exatamente no próximo domingo, às 10h, no Independência.

O primeiro jogo do torneio colocará frente a frente Sada Cruzeiro e JF Imperadores, dois dos times mais fortes da Copa Minas.

O evento desta terça-feira no Horto contará com as presenças do presidente da FEMFA, Abraão Coelho; o diretor de esportes da entidade, Laércio Azalim Jr.; o secretário de Estado de Esportes de Minas Gerais, em exercício, Ricardo Sapi; e representantes dos clubes que disputam a competição.

Ainda segundo a Federação Mineira de Futebol Americano, a FEMFA responsável pela realização do torneio, na coletiva serão também apresentados o regulamento da Copa Minas e os uniformes e equipamentos oficiais das seis equipes que disputam o torneio. Os representantes da FEMFA vão repercutir, ainda, a participação da comunidade do Futebol Americano de Minas Gerais na organização do esporte no Brasil e o planejamento dos clubes do Estado para se adequarem às competições nacionais.