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Sala de Recepção - A casa do Samba
Zu Moreira
19 de Outubro - Quinta-feira - 12:30

O lançamento do primeiro CD de Dona Elisa, programado para às 20 horas de amanhã, sexta-feira (20/10), no Centro Cultural da UFMG, será na minha humilde avaliação um dos principais acontecimentos culturais da semana em Belo Horizonte. “Diploma da vida” reúne 12 faixas com composições próprias de Dona Elisa e também marca os 50 anos de carreira da cantora e compositora, nascida em Águas Formosas, no Norte de Minas.

"Estou me sentindo uma criança quando ganha um brinquedo.  Ou seja, feliz", garante Dona Elisa, ao falar do projeto coordenado por Carlinhos Visual e Camila Costa. Ela conta que as músicas são de sua autoria, todas inéditas. "Algumas fiz quando comecei a compor, ainda jovem", completa.

Abaixo, trecho da matéria especial que fiz para o extinto DT, há 10 anos, quando abordei a força da mulher no samba, tendo como destaque Dona Elisa, Jussara Preta, Dona Lúcia, Aline Calixto, Dóris do Samba, entre outras.

No universo do samba, a mulher sempre teve um papel de coadjuvante, apesar da sua importância para a formação des- se caldo cultural, que remonta ao início do século passado, quando Tia Ciata, a lendária baiana, reunia em seu terreiro, no Rio de Janeiro, nomes como Pixinguinha, Donga, João da Baiana, Sinhô, referências do re- pertório samba-choro do país. Esse quadro começou a se mo- dificar nos anos de 1960 e 1970, com a entrada em cena de intérpretes e compositoras do calibre de Beth Carvalho, Ivone Lara, Alcione, Clementina de Jesus, Clara Nunes, que mostraram ao mundo que o ritmo também pertencia a elas.

Se no berço do samba, o preconceito e a discriminação sempre foram obstáculos para a afirmação da mulher enquanto sambista, imagine em Minas Gerais? “Minha mãe sempre implicava, porque não queria que eu mexesse com música”, conta Ana Elisa de Sousa, a Donelisa, ao relembrar o início de sua trajetória como artista, ainda criança, em Águas Formosas, no Norte de Minas.

Hoje, alçada ao posto de representante feminina da Velha Guarda do Samba de Belo Hori-zonte, ao lado de Lúcia Santos, Donelisa vê, aos poucos, seu sonho de viver do palco e das luzes se realizar. Além de intérprete, é uma exímia compositora, com mais de 300 canções registradas. “Comecei a compor aos 22 anos. Faço letra e melodia, toda a vida foi assim”, emenda. Ela pretende um dia ter suas músicas reunidas em um disco, “para deixar um pouco de alegria para as gerações futuras”.

Prestes a completar 59 anos, essa empregada doméstica, filha de pai lavrador e mãe professora, já passou por muitas dificuldades, fitando a discriminação e o preconceito da sociedade. Come- çou a cantar aos 10 anos nas festi- nhas de colégio e aos 15 já estava dividindo espaço com os homens nos bares da vida. Na juventude, chegou a morar no Rio de Janei- ro, antes de buscar uma carreira artística em Belo Horizonte, na década de 1970. “Chegando aqui, me instalei, de cara, na marquise do edifício onde ficava a Mesbla (Rua Curitiba, quase esquina com Avenida Afonso Pena). Foi meu primeiro hotel”, brinca.

Mesmo sem lugar para morar, dormir e tomar banho, Donelisa não se curvou diante dos desa- fios e conseguiu, aos poucos, ocupar os espaços. Pelas mãos de José Luiz Alves, que se apresenta- va no Elite, foi à Ordem dos Músi- cos do Brasil para tirar sua cartei- ra e começar a atuar nos bares e clubes da cidade. “Aí comecei. Cantava no Tio Patinhas, no pró- prio Elite, com um repertório que tinha de tudo da MPB. Do sertanejo ao brega”, completa.

A escassez financeira e o ca- samento fizeram com que a sambista se afastasse do mundo artístico por 14 anos. Depois, voltou a se apresentar nas rodas até ser chamada, pelo maestro Jadir Ambrósio, para integrar o grupo Velha Guarda do Samba de Belo Horizonte, sempre com composições próprias, como o Samba da maioridade e Fogo cruzado (“Tu vives passando por fogo cruzado/ só vive lembran- do o passado,/ não sabes a vida viver/ jurando um amor que não pode suprir/ fingindo não gostar de mim,/ fingindo não me perceber…”

Neste ano, inclusive, Donelisa assinou o samba-enredo Itaúna, Cidade Educativa, da Inconfidên- cia Mineira, agremiação mais an- tiga em atividade em Belo Hori- zonte. “Acho que sou a primeira mulher a subir no caminhão para cantar um samba-enredo”, arris- ca-se. Em 2002, já havia participa- do do CD Santa folia, organizado pela prefeitura de Santa Luzia, com duas faixas: Bahia, Belô, san- ta folia e Com ou sem fantasia. “Aos poucos estou conseguindo caminhar, fazendo shows aqui e no interior”, comemora.

DT- CADERNO 2 - 9/07/2007

 

 

 

 

22 de Setembro - Sexta-feira - 14:00

 

Em um Carnaval marcado pela presença de Tim Maia, Wando, David Bowie e Belchior, homenagear Luiz Gonzaga Nascimento Júnior, o Gonzaguinha, é muito natural. Carioca do Morro do São Carlos (berço da Escola de Samba Estácio de Sá) e filho de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, viveu por mais de dez anos em Belo Horizonte, terra onde constituiu família e fez amigos.

Nessa fase da vida, na década de 1980, também produziu vários sucessos, como Lindo Lago do Amor, tema que inspirou o nome do Lindo Bloco do Amor, mais novo movimento do Carnaval de Rua de Belo Horizonte, que no próximo ano desfilará pela primeira vez para celebrar a vida e a obra de Gonzaguinha.

O lançamento do bloco está marcado pra esta sexta-feira, data que marca o aniversário de 72 anos do autor de “Começaria tudo outra vez”.

“Em tempos de ódio e intolerância, amor nunca é demais. Explode, coração! Viemos pra varrer preconceitos, distribuir alegria e exaltar as diferentes formas de amar. Somos o preto que satisfaz, as cores do arco íris, arquibaldos e geraldinos, marias e zés, ôh Dina, seu menino desceu o São Carlos, pegou um sonho e partiu!”, avisa o bloco em seu perfil no Facebook.

Para retratar esse imenso oceano musical, o bloco convocou três artistas que bebem na mesma fonte, embora com estilos diferentes: o rapper Flávio Renegado, a cantora Manu Dias e o sambista Alexandre Rezende.

O time de músicos também dispensa apresentação: no trombone, Leonardo Brasilino, na guitarra, Egler Bruno; no baixo, Aluísio Horta; na sanfona, Everton Coroné; e na percussão, Robson Batata, Mestre Rubem e Daniel Guedes e Paulo César (Cecé).

A bateria do Grêmio Recreativo Escola de Samba Cidade Jardim é a base, “o Gonzaguinha que pulsa.”

O projeto ainda conta com o artista plástico Léo Piló ficará responsável pela criação das fantasias e organização das alas, cujos temas dialogam com os clássicos do artista. Outro reforço de peso é o ilustrador Elifas Andreato, autor de mais de 500 capas de Lps e CDs da MPB, muitas delas retratando Gonzaguinha, um dos músicos mais querido pelo artista. Foto: Reprodução

Lançamento do Lindo Bloco do Amor
Flávio Renegado, Manu Dias, Alexandre Rezende e Bateria da Cidade Jardim
Data: 22 de setembro – sexta-feira
Horário: 22h
Local – Quadra da Escola de Samba Cidade Jardim – Rua do Mercado s/nº - Conjunto Santa Maria
Ingressos: R$ 10 (meia-entrada) R$ 20 (inteira)
Ponto de venda:
www.sympla.com.br e na bilheteria da quadra da Cidade Jardim
Informações: (31) 9 9916-0588

06 de Setembro - Quarta-feira - 10:35

Bira da Vila é um ativista do samba. Representante da mais alta patente do gênero da Baixada Fluminense, faz de seu quintal, o bairro de Vila São Luiz, em Duque de Caxias, morada para novos projetos que buscam valorizar novos talentos ao mesmo tem que reverencia a velha guarda.

Parceiro de Luiz Carlos da Vila, gravado por Beth Carvalho e Zeca Pagodinho, Bira da Vila mantém uma conexão com o samba de Belo Horizonte, onde tem parceiros de música e de copo, como Cabral, Ricardo Barrão e Fabinho do Terreiro.

Na noite desta quarta-feira, véspera de feriado de 7 de Setembro, a parada é o lançamento do seu mais novo trabalho, o Em Canto, recheado de de canções inéditas. A apresentação será no Teatro Carlos Gomes, às 19h, com a presença de convidados. 

Serviço:
Show Em Canto
Data e horário: 6 de setembro, às 19h
Local: Teatro Carlos Gomes - Praça Tiradentes, Centro - RJ
Duração: 1h30
Ingressos: R$ 30 (antecipado - até 22/08, com direito a CD) e R$ 60 no dia do show

 

 

 

 

 

  

18 de Agosto - Sexta-feira - 16:27

 

Um dos sambistas que mais batalha nessa Belo Horizonte, Nonato do Samba inaugurou há quase um mês, em Santa Teresa, o Botequim São Jorge. Todos os sábados, ele comanda uma roda com vários convidados. Samba na veia em pleno coração da boemia de Beagá. Há duas semanas, Cabral foi o convidado e não pude prestigiar o samba. Neste sábado, 19 de agosto, será a vez de Jussara Preta pedir passagem e comandar a festa e eu estarei a mais de 600 km de distãncia da capital.. Mas o que relamente importa é que Nonato continua sendo esse Quixote do Samba, um cara que sonha e realiza. Um bamba!

Aqui reproduzo texto publicado na ocasião das comemorações de seus 50 anos de idade.

Conheco Nonato do Samba há mais de 10 anos, por intermédio do amigo e produtor cultural Sandro Queiroz. Na época, apresentava o programa “Barato Total”, na saudosa rádio comunitária Santê FM, e o recebi no estúdio – que funcionava no prédio do Sindieletro – para a divulgação de seu primeiro trabalho solo, o CD “Momento Mágico”. Não tinha muita intimidade com os sambas daqui, mas, de cara, percebi que se tratava de um sambista com S. A música de trabalho, do genial Ricardo Barrão (em parceria com Alisson do Banjo e Keu), era “Eu tô voltando pra casa”, que recentemente foi regravada por Almirzinho.

Nonato sempre foi um compositor e intérprete corajoso e nunca abriu mão de seus ideais. Privilegia os compositores da nossa terrinha e não foi diferente quando gravou seu segundo álbum, Verdadeiro Brasileiro, que traz a ótima Prisioneiro – de Ricardo Barrão, Fabinho do Terreiro, Lado Raízes e Randler Carioca.

Paralelo à carreira artística, milita no mundo do samba, esforçando-se para unir a rapaziada e faze-lá descer a serra para intercâmbio com os parceiros do Rio, como Almir Guineto. Também promove shows e eventos, já foi proprietário de casa de samba e agora é responsável pela programação do Espaço Floresta, antigo Jequitibar, nas segundas, quintas e aos domingos.

Cria do subúrbio de Belo Horizonte, cresceu nas rodas de samba do Morro do Papagaio, e aos 15 anos ingressava na ala de bateria da Monte Castelo se tornando destaque na percussão. Nos anos de 1990, após gravar CD com o grupo Samba e Cia, produzido por Milton Manhães e Mauro Diniz, Nonato atravessou o planeta para apresentar seu trabalho no Japão e na Coréia.

Poderíamos ficar horas aqui falando dos serviços que Nonato prestou e ainda presta ao samba, com muita devoção e raça. Mas o momento é de celebração. Neste domingo, a partir do meio dia, ele recebe Fabinho do Terreiro, Alamir (Quintal do Pagodinho) e Margarete Mendes (vinda direto da Lapa) para comemorar seu aniversário de 50 anos. Mulher paga R$ 30 e Homem, R$ 40. Festejar o fim de semana sambando com essas feras, não tem preço. Vida longa, Nonato!  

10 de Agosto - Quinta-feira - 22:08

Porção mista de pastel chamada cartolamente de “Sala de Recepção”; moela à Mestre Jonas, caipirinha Fabinho do Terreiro e saquê ou vodka com melancia em homenagem (?) a Toninho Geraes. Petiscos e bebidas ganham nome de artistas e clássicos do samba no Geraes Restaurante & Arte, casa que se associou à cantora Gisele Couto para lançar o projeto Central do Samba.

Uma vez por mês, sempre às sextas-feiras, a mineira de Mariana reunirá um time de peso (Alexis Martins no cavaco; Geraldo Magela no violão sete cordas; Fábio Martins na percussão e Frederico Lazarine no pandeiro), que tem tudo para transformar as noites do centro de BH.

Segundo os idealizadores do projeto, Central do Samba “pretende fazer parte do calendário cultural da cidade. Mas bem ao estilo mineiro, que combina ainda com o nome do lugar, acompanhado da decoração, apoiada no estilo colonial das cidades históricas de Minas, o samba virá comendo pelas beiradas”.

“À medida que as pessoas vão se acostumando com a ideia e se apaixonando pelo lugar, que é mesmo incrível, vamos aumentando a dose. A ideia é que a Central do Samba em breve seja um evento semanal”, diz Giselle Couto.

A começar pela simpática homenagem a bambas de Minas Gerais, sempre é bom ganhar os espaços do centro da cidade, onde o samba sempre desfilou.

Serviço:
Giselle Couto e a Central do Samba

Local: Geraes Restaurante e Arte
Endereço: Rua São Paulo 387, Centro (quase esquina com Afonso Pena)
Dia: 11 de agosto (sexta-feira)
Hora: 19h
Entrada: R$ 10,00

27 de Julho - Quinta-feira - 17:15

O ano de 2017 marca a passagem de vários bambas do Rio de Janeiro. Já lamentamos a morte de Chiquinho Vírgula (Insesato Destino), o percussionista Pirulito, Luisinho Toblow e a perda de Almir Guineto, um dos fundadores do Fundo de Quintal. Hoje foi a vez de Luiz Grande, carioca da gema e filho de uma doméstica, que presentou o Brasil com obras do calibre de "Caviar" "Maria Rita" ou "Dona Esponja". Junto com Barbeirinho e Marcos Diniz, filho de Monarco, formavam, segundo Zeca Pagodinho, o Trio Calafrio. Esteve em Belo Horizonte no ano passado fazendo uma turnê pelas principais casa do ramo, tendo como anfitriões Cabral, Ricardo Barrão, Lucas Fainblat, entre outros.

Ao lamentar a morte de Luiz Grande, aos 71 anos, decorrente de problemas com diabetes, Bira da Vila se emociona: "Perdemos o Luiz Grande e o Guaraci, sete cordas da Portela. É essa parada do samba. A gente vai ficando velho, dá a vida por esse bagulho (samba) e depois fica aí abandonado. É tristão", diiz ele, ao comentar a  notícia que comoveu todo meio do samba.

Foto: reprodução/sindicato do samba

 

Clipe oficial Caviar

Homenagem de Emersson Ursoo

 

  

 

 




 

 

10 de Julho - Segunda-feira - 17:15

Foto: Beth Freitas                       

O mais talentoso e requisitado violão das Minas Gerais lançou nesta segunda-feira (10) a campanha de financiamento de seu mais novo rebento: a gravação de Verbetes Vol.1, quarto álbum e o primeiro em vinil da carreira de Thiago Delegado. Criado em Caratinga e formado em engenharia de Telecomunicações, Delegas é violonista, compositor, arranjador e assina a direção musical de discos de nomes do samba e da MPB, como Vander Lee, Dudu Nicácio, Janaína Moreno e Cinara Ribeiro. 

Além da gravação 100% analógica, parceria com o estúdio Bunker Analog, o projeto inclui a participação dos músicos Aloizio Horta, Christiano Caldas e André Limão e a produção de um minidocumentário sobre os bastidores da obra.

Envolvido em diversas frentes de trabalho, incluindo aí a gravação do programa A Hora do Improviso, na Rádio Inconfidência, Thiago Delegado terá o apoio suficiente pra seguir em frente com as próprias pernas.

Participem da campanha através do link: www.catarse.me/thiagodelegado

Sobre o projeto:

Depois dos discos “Serra Do Curral” (2010), “Thiago Delegado Trio: Ao vivo no Museu de Arte da Pampulha” (2012) e Viamundo (2015), Thiago Delegado lança mais um trabalho. Acompanhado de seu quarteto, o virtuoso violonista debruça-se no sambete, estilo consagrado nos anos 1950/1960. O álbum com oito faixas autorais homenageia o criador da Bossa Nova, Roberto Menescal, às vésperas do seu aniversário de 80 anos.

O disco foi batizado “Thiago Delegado: Sambetes Vol.1” e reúne além de Thiago, os músicos Aloízio Horta (baixo), Christiano Caldas (teclados e hammond) e André Limão Queiroz.

Em maio de 2017, o quarteto foi para o estúdio Bunker Analog, em São João Del Rei (MG), com a intenção de gravar todo o repertório de forma analógica, revivendo o processo de gravação contemporâneo do sambete. Ali nasceu a ideia de registrar em vídeo a viagem, as horas no estúdio, a convivência do grupo. Assim, Delegado que lançou um DVD em 2016 mostra que tomou gosto pelo o audiovisual e anuncia o lançamento de um minidoc juntamente com o vinil. E claro, o álbum também sairá em CD.

As faixas do Sambete Vol. 1

Lado A
Sambete do Menexca
Sambete da Malu
Maguá no Pagode
Sambete Preguiçoso

Lado B
Afrosambete
Sambete Americano
Garoto Matheus
Sambete nº2

Sobre Thiago Delegado

Thiago Delegado é violonista, arranjador e compositor. Reconhecidamente um dos mais ativos e criativos músicos da cena contemporânea mineira. Além da carreira solo, que conta com três CDs gravados, como violonista, gravou com Aline Calixto, Vander Lee, Flávio Renegado, Mestre Jonas, Zé da Guiomar, Flávio Henrique, entre outros. Como produtor, fez os arranjos de base e co-produziu o disco “Flor Morena”, de Aline Calixto, de quem também é diretor musical. Também foi diretor musical da cantora Janaína Moreno, Vander Lee (CD Sambarroco), Cinara Ribeiro, Dudu Nicácio, Grupo Tradição.

Além disso, o músico segue como anfitrião nos projetos “Delegas Samba Clube” e “DelegasCia”. Este último comemorou oito anos de existência com lançamento de DVD no ano passado. Desde 2014, Thiago acompanha a cantora Leila Pinheiro em turnê no formato voz e violão. É o responsável pelos arranjos e direção musical do Concurso de Marchinhas Mestre Jonas há seis anos. Atualmente apresenta o programa semanal A Hora do Improviso, na Rádio Inconfidência FM e Rede Minas e se prepara para o lançamento de mais um álbum autoral. O disco, o quarto da carreira, será em formato vinil e foi gravado em estúdio analógico.

Fonte:https://www.catarse.me/thiagodelegado

 

 

 

 

28 de Abril - Sexta-feira - 16:55

Mais de 20 atrações de samba e pagode nesse fim de semana de feriado do Dia do Trabalhador. A agenda está recheada de atrações, boa notícia pra quem preferiu ficar em BH, no período de folga. Tem o pessoal do Magnatas do Samba, Marina Gomes, Serginho BH, Dé Lucas e uma trinca de arrepiar: Áurea Martins, Cláudio Jorge e Sérgio Pererê, aniversário de Gisele Couto, o Santo Remédio de Bidu e companhia, festa vermelha e branco as minhas Vila Estrela e Cidade Jardim, e muito mais!

 

SEXTA-FEIRA (28/04)

 

 SÁBADO (29/04)

DOMINGO (29/04)

 

SEGUNDA (1º/05)

 

  

 

 

 

 

 

22 de Abril - Sábado - 10:05

No dia em que se comemora o "Descobrimento do Brasil", o blog tira da cartola uma composição do grande Gonzaguinha, em parceria com Ivan Lins, que trata com humor e irreverência o 22 de abril. Desenredo integra o álbum "Gonzaguinha da Vida", de 1979, (na gravação músicos de peso como Arthur Maia, Jota Moraes e Hélio Delmiro), mas continua atual. 

 

DESENREDO - Gonzaguinha e Ivan Lins

No dia em que o jovem Cabral chegou por aqui, ô ô
Conforme diversos anúncios na televisão
Havia um coro afinado da tribo tupi
Formado na beira do cais cantando em inglês

Caminha saltou do avião assoprando um apito em free bemol
Atrás vinha o resto empolgado da tripulação
Usando as tamancas no acerto da marcação
Tomando garrafas inteiras de vinho escocês

Partiram num porre infernal por dentro das matas, ô ô
Ao som de pandeiros chocalhos e acordeão
Tamoios, Tupis, Tupiniquins, acarajés ou Carijós (sei lá quem mais...)
Chegaram e foram formando aquele imenso cordão, meu Deus quibão
E então de repente invadiram a Avenida Central, mas que legal
E meu povo, vestido de tanga adentrou ao coral
Um velho cacique dos pampas sacou do piston
E deu como aberto, em decreto mais um carnaval

E assim, a Vinte e Dois daquele mês de Abril
Fundaram a Escola de Samba Unidos do Pau-Brasil''

21 de Abril - Sexta-feira - 09:47

Algumas dicas do que vai rolar neste fim de semana de feriado da Inconfidência Mineira. E lembro: se o seu evento não consta nesta agenda é só enviar um flyer e informações que incluímos no blog: redacaozm@yahoo.com.br. Boa diversão! 

SEXTA-FEIRA - 21/04

 SÁBADO - 22/04

DOMINGO - 23/04