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19 de Janeiro - Sexta-feira - 08:00

Fiscalização nas praias

Neste artigo, vou comentar com você sobre a fiscalização de trânsito nas praias, para que suas férias sejam mais seguras, livres de dores de cabeça causadas por multas e, claro, sem gerar estresse a ninguém.

Neste período do ano em que nos encontramos, uma das atividades de lazer mais realizada pelas pessoas é ir à praia.

Reunir a família e os amigos, pegar o carro e curtir esse ambiente agradável é a combinação perfeita para aproveitar melhor o verão.

Porém, há vezes em que um simples passeio pode ser transformado em uma enorme dor de cabeça devido a algumas atitudes inadequadas de determinados veranistas.

Algumas dessas posturas, que atrapalham o descanso dos demais, têm relação com a utilização do veículo na praia.

Muitas vezes, alguns condutores podem imaginar que esse é um local livre de fiscalização e que as leis de trânsito não se aplicam a essas situações.

No entanto, se engana quem carrega essa crença.

Neste artigo, vou comentar com você sobre a fiscalização de trânsito nas praias, para que suas férias sejam mais seguras, livres de dores de cabeça causadas por multas e, claro, sem gerar estresse a ninguém.

Polêmicas que envolvem o trânsito de veículos nas praias


 

Existem alguns pontos geradores de polêmicas quando o assunto é circulação de veículos nas praias.

As opiniões costumam ser diversas e bem divididas, visto que há quem defenda a circulação de carros e outros veículos pelas areias e quem sustente que esse lugar deve ser destinado apenas aos pedestres.

Antes de qualquer coisa, é interessante ver o que diz o CTB (Código de Trânsito Brasileiro) a respeito das vias terrestres, especificamente em relação às praias.

Segundo o novo parágrafo único do artigo 2 do Código de Trânsito, válido desde janeiro de 2016, praias são consideradas vias terrestres.

Desse modo, as regras de circulação estabelecidas pelo CTB se aplicam, também, a esses locais.

Porém, é preciso saber que cada local define suas normas específicas de circulação, de acordo com as necessidades específicas de cada praia.

Tais normas são definidas pelo município em que a praia se encontra, e é necessário que os condutores tenham condições de tomar conhecimento do que pode ou não ser feito no local.

Isso é possível a partir da existência de sinalização que informe, aos motoristas, as regras para o uso de seus veículos na praia.

Uma questão polêmica entre os frequentadores desses locais diz respeito ao estacionamento dos veículos.

Sobre esse ponto, saiba que, se o local permite estacionamento de veículos mesmo em faixas de areia, você não estará cometendo nenhuma infração.

Por isso, é muito importante estar atento à sinalização e, também, à presença de fiscais de trânsito na área.

Caso você estacione em local proibido, poderá ser aplicada multa gravíssima, de acordo com as determinações locais. Essa infração está determinada pelo artigo 181 do CTB.

Essa penalidade poderá gerar 7 pontos em sua CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e, ainda, multa de R$ 293,47. 

Outra questão extremamente delicada envolvendo o trânsito nas praias tem a ver com o excesso de velocidade praticado por alguns condutores.

Sabemos que as praias, principalmente na estação mais quente do ano, estão repletas de pedestres e ciclistas, e dirigir acima da velocidade permitida no local pode causar um grave acidente.

Fique atento à velocidade permitida nas praias aonde você for, pois uma multa por excesso de velocidade pode ser de categoria gravíssima.

A diferença, neste caso, é que, além dos 7 pontos na carteira, a multa tem fator multiplicador de 3 vezes, resultando em uma dívida de R$ 880,41 e, também, na suspensão da CNH.

É possível mencionar, ainda, os casos de perturbação causados pelo abuso do uso de som nas praias.

Muitas pessoas vão a esses locais buscar tranquilidade. Porém, é comum surgir algum motorista com o som no volume máximo, fazendo com que todos os demais veranistas sejam obrigados a ouvir sua música.

O CTB afirma que as normas de utilização de som nos veículos são determinadas pelo CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito).

Porém, o artigo 228 do Código de Trânsito considera infração utilizar equipamento de som fora das regras do CONTRAN.

A penalidade para quem desobedecer às regras de limite de som no veículo consiste em multa grave de R$ 195,23 e soma de 5 pontos na carteira.

Você pode conferir as normas de utilização de som nos veículos na Resolução 624/2016 do Conselho Nacional de Trânsito.

Em caso de multas, é possível recorrer

Se você for multado na praia, lembre-se de que todo condutor tem a garantia do direito a recurso.

Neste caso, você pode contar com o apoio da equipe Doutor Multas. Nós estamos sempre prontos para ajudar.

Envie uma foto da sua notificação de autuação para meu e-mail doutormultas@doutormultas.com.br ou ligue para 0800 6021 543.

Esse artigo lhe foi útil? Compartilhe com seus amigos para que evitem problemas nas praias.

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18 de Janeiro - Quinta-feira - 08:00

Cassação da CNH

Diversos são os motivos para que os motoristas receiem perder seu documento de habilitação, pois possuir um veículo ajuda em muitas tarefas diárias, sendo útil, muitas vezes, inclusive para trabalhar.

A cassação da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) é, sem dúvida, o processo administrativo mais temido pelos condutores.

Diversos são os motivos para que os motoristas receiem perder seu documento de habilitação, pois possuir um veículo ajuda em muitas tarefas diárias, sendo útil, muitas vezes, inclusive para trabalhar.

Dessa forma, enxergar a possibilidade de ficar sem dirigir por 2 anos é de desesperar qualquer um.

Porém, neste artigo, vou mostrar para você que não é preciso entrar em pânico, pois existem meios que poderão lhe auxiliar a resolver a situação da melhor forma possível.

Você sabe como funciona o processo de cassação da CNH? Sabe como evitar que isso aconteça com você?

Leia este artigo até o final e descubra tudo o que é preciso saber.

O que é cassação da CNH?


 

A cassação da CNH é uma das penalidades previstas pelo CTB (Código de Trânsito Brasileiro).

Segundo o inciso V do artigo 256, a penalidade de cassação poderá ser aplicada, pelas autoridades de trânsito competentes, a condutores que cometerem infrações.

Já o CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) estabelece as normas para a realização dos procedimentos de cassação.

Uma das informações mais importantes a respeito da cassação da CNH diz respeito à abertura do processo, o qual deve ser notificado e enviado, via correio, diretamente para o endereço do condutor penalizado, segundo o próprio CONTRAN.

Para mais informações, clique aqui e saiba mais sobre o que determina o Conselho.

Quando a carteira de motorista é cassada, o documento perde a validade para sempre.

Isso significa que o condutor penalizado deverá passar por todo o processo de habilitação novamente, caso queira voltar a dirigir.

Com isso, é possível afirmar que essa é a penalidade mais grave imposta pelo CTB.

Quanto aos prazos de cassação, a notícia não é muito animadora, visto que é bem extenso e, como se não bastasse, é invariável.

Quando o documento de habilitação é cassado, o condutor fica impossibilitado de dirigir por 2 anos.

Dessa forma, apenas depois de cumprido o tempo da penalidade será possível procurar algum CFC (Centro de Formação de Condutores) para iniciar um novo processo de habilitação.

Ou seja, o motorista com a CNH cassada fica mais de 2 anos sem poder dirigir, pois é necessário contar o tempo de aplicação da penalidade e mais o tempo em que ele permanecer no novo processo.

Tenho certeza de que isso não é nada bom para você, pois entendo a falta que um veículo faz para boa parte da população.

Por isso, fique atento ao próximo tópico do texto, no qual irei apresentar quais são as situações causadoras de cassação da carteira.

Quando a CNH é cassada?

A partir de agora, vou comentar com você as infrações para as quais o CTB prevê a aplicação da penalidade de cassação da CNH.

Para isso, é interessante considerar o artigo 263 do Código de Trânsito. Nele, encontramos os casos que levam à cassação.

Segundo o inciso I do referido artigo, a cassação será aplicada a motoristas que forem flagrados dirigindo enquanto o processo de suspensão da CNH estiver ativo.

Já o inciso II lista uma série de infrações que, quando cometidas duas vezes no período de 12 meses, levam à cassação.

Para isso, listarei agora quais são essas infrações:

162-III: “Dirigir veículo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação, Permissão para Dirigir ou Autorização para Conduzir Ciclomotor”

163: “Entregar a direção do veículo a pessoa nas condições previstas no artigo anterior”

164: “Permitir que pessoa nas condições referidas nos incisos do art. 162 tome posse do veículo automotor e passe a conduzi-lo na via”

165: “Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência”

165-A: “Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277”

173: “Disputar corrida”

174: “Promover, na via, competição, eventos organizados, exibição e demonstração de perícia em manobra de veículo, ou deles participar, como condutor, sem permissão da autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via”

175: “Utilizar-se de veículo para, em via pública, demonstrar ou exibir manobra perigosa, arrancada brusca, derrapagem ou frenagem com deslizamento ou arrastamento de pneus”

Por fim, há ainda um caso em que a CNH pode ser cassada. Essa afirmação é feita no inciso III do artigo 263 e refere-se aos casos em que o condutor for condenado por delito de trânsito.

Por isso, é preciso estar atento às normas impostas pelo CTB para que você não acabe tendo complicações sérias envolvendo seu documento de habilitação.

É possível recorrer?

Por mais severa que seja essa penalidade, saiba que, ainda assim, é possível recorrer.

Lembre-se de que são 3 esferas recursais às quais você pode interpor recurso e defender seu direito de dirigir. São elas:

·         Defesa prévia;

·         1ª instância – JARI;

·         2ª instância – CETRAN.

Para isso, você pode contar sempre com o apoio do Doutor Multas.

Somos uma equipe técnica especialista em direito de trânsito e estamos sempre dispostos a ajudar.

Envie para doutormultas@doutormultas.com.br uma cópia da sua notificação ou ligue para 0800 6021 543 para que possamos analisar seu caso.

Se você achou esse artigo interessante, compartilhe e deixe seu comentário.  

12 de Janeiro - Sexta-feira - 08:00

Simulado do Detran

Muitas pessoas têm o sonho de poder tirar sua carteira de motorista e possuir um veículo para facilitar as tarefas do dia a dia. Conheça agora as etapas e faça um simulado do Detran para testar seus conhecimentos.

Muitas pessoas têm o sonho de poder tirar sua carteira de motorista e possuir um veículo para facilitar as tarefas do dia a dia.

É comum vermos jovens que, chegando aos 18 anos de idade, procuram um CFC (Centro de Formação de Condutores) para, enfim, darem abertura ao processo de primeira habilitação.

No entanto, dirigir é uma atividade que requer atenção e conhecimento das leis estabelecidas pelo CTB (Código de Trânsito Brasileiro).

 

Outros detalhes também precisam ser levados em consideração no momento de tomar a decisão de começar a dirigir, como, por exemplo, as regras de convivência no trânsito e os cuidados a serem tomados com o veículo para que ele apresente sempre boas condições de circulação.

Com isso, vou lhe ajudar a refletir sobre o que é tirar a carteira e ingressar nas vias do trânsito brasileiro.

Ao final deste artigo, trarei um bônus que, com certeza, auxiliará você a ter uma ideia um pouco mais clara acerca dos conhecimentos necessários a quem pretende se tornar condutor.

O que é o processo de habilitação?

O processo de habilitação é o momento em que o cidadão começa a se preparar para receber a permissão para dirigir.

Esse processo é composto por algumas etapas, as quais são compostas por exames em que o candidato precisa ser aprovado para que, ao final, receba sua Permissão Para Dirigir (PPD).

No início, é necessário se submeter aos exames de saúde física e mental e, também, ao psicotécnico.

Mais adiante, após assistir às aulas teóricas, se faz necessária a realização da prova teórica, composta por 30 questões, dentre as quais é necessário responder corretamente 21, ou seja, 70% do total.

Sobre a prova teórica, vou falar com você mais adiante neste artigo.

O último exame do processo é o prático de direção.

Nele, o candidato precisa provar, ao avaliador designado pelo DETRAN do seu estado, que conseguiu aprender o que lhe foi ensinado nas aulas práticas e que está apto a começar a dirigir.

Essa prova é composta pela tão temida baliza e, também, pela realização de um circuito determinado pelos avaliadores.

Sendo assim, é importante que você saiba, antes mesmo de começar o processo de habilitação, que essas etapas são muito importantes para sua formação como condutor.

Mas o que você sabe a respeito das leis de trânsito? Você conhece as regras básicas de convivência nas vias? Tem ideia de como manter a manutenção do seu veículo sempre em dia?

No próximo tópico, conversaremos um pouco mais sobre essas questões relevantes.

Conhecimentos teóricos necessários a todo condutor

Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, dirigir não implica somente em saber conduzir o veículo.

O bom condutor é aquele que entende o funcionamento do veículo e, ainda, do sistema que rege o trânsito do país.

Para isso, conhecer as leis do CTB é primordial, não apenas para evitar multas, mas também porque todas as regras possuem um objetivo em comum: prezar pela segurança de todos no trânsito.

Desse modo, é interessante destacar que se você está pensando em tirar sua carteira, a atitude mais adequada a ser tomada é esforçar-se para obter bom conhecimento das regras.

Pensando nisso, decidi dar uma força para você.

Como disse anteriormente, em determinado momento, você vai passar pela prova teórica, na qual serão cobrados conhecimentos específicos sobre as regras do CTB, direção defensiva, primeiros socorros e relacionamento interpessoal.

Considerando a importância de se preparar antes de realizar a prova, criei um simulado para você testar seus conhecimentos e, assim, ter uma ideia de como é a prova do DETRAN.

Além disso, neste simulado, separei algumas questões interessantes que, sem dúvida, lhe ajudarão a expandir seus conhecimentos de trânsito.

O teste está disponível no site do Doutor Multas. Não perca tempo e teste agora seus conhecimentos clicando aqui.

A dinâmica é simples. Ao acessar o simulado no site, você será conduzido às questões do teste. Cada pergunta possui algumas alternativas, dentre as quais apenas uma estará correta.

Ao final, você terá acesso às respostas corretas para conferir seus acertos e erros, caso ocorram.

Essa avaliação segue o padrão dos DETRANs de cada estado, contendo 30 questões.

Não esqueça, portanto, que é necessário acertar 21 para ser aprovado na simulação, assim como na prova real.

Uma última dica

Como já mencionei, ter conhecimento das regras do trânsito ajudam a evitar acidentes e multas.

Por isso, dirija sempre respeitando todas elas para evitar problemas.

Mas em casos de multas injustas, não deixe de entrar em contato com o Doutor Multas. Nós estamos aqui para ajudar.

Fale conosco pelo 0800 6021 543 ou envie cópia do seu auto de infração para doutormultas@doutormultas.com.br.

Farei uma análise do seu caso gratuitamente e, caso opte por recorrer comigo e com minha equipe, faremos seu recurso de forma personalizada.

Compartilhe esse artigo com seus amigos e convide-os para realizarem o simulado.

 

09 de Janeiro - Terça-feira - 08:00

Direção

O que acontece com nosso corpo quando sentimos sono? Como isso impacta na nossa capacidade de dirigir?

Estamos na época do ano em que muitas pessoas recebem suas férias.

Com isso, muitas optam por viajar e curtir momentos agradáveis de descanso e descontração com seus familiares e amigos, longe da rotina.

Para que a viagem seja mais cômoda e fácil, muitos motoristas decidem deslocar-se em seus próprios veículos.

No entanto, uma viagem deve ser muito bem planejada. E não me refiro apenas à programação de rotas e lugares a serem visitados.

É importantíssimo que haja planejamento das condições em que a viagem vai ser colocada em prática.

Isso envolve tanto as condições do veículo a ser utilizado quanto as da pessoa responsável por dirigir.

Neste artigo, vou explorar um assunto extremamente relevante: a segurança no trânsito.

Para isso, quero comentar com você alguns aspectos relacionados às condições físicas e mentais do condutor para que ele esteja apto a pegar a estrada.

Portanto, se você ainda pretende viajar neste verão ou conhece alguém que o fará, acompanhe este texto até o final.

O que acontece com nosso corpo quando sentimos sono?


 

Não é novidade afirmar que, para que possamos recuperar as energias gastas ao longo do dia, é preciso reservar algumas horas para dormir.

Nosso corpo costuma dar sinais claros de que precisa descansar e um dos principais é o sono.

Naturalmente, o anoitecer potencializa a produção de melatonina. Esse é o nome dado ao hormônio que nos prepara para dormir.

Ao escurecer, ocorre a baixa de temperatura corporal e, quanto menos luz, maior a produção da melatonina.

Assim, é natural que o ser humano sinta a necessidade de dormir, pois é nesse momento que ocorre a regulação do ritmo circadiano, o qual é a base do nosso ciclo biológico.

Com isso, em termos gerais, a média de horas de sono ideal é 7 horas diárias, para que o corpo possa, enfim, se reorganizar e recarregar nossa “bateria”. Mas claro que isso varia a cada pessoa, de acordo com as suas individualidades.

Dirigir com sono: quais os riscos?

Como vimos, o natural é dormir, em média, 7 horas por noite. Mas, quando viajamos, é comum estendermos o dia para aproveitarmos mais o passeio.

Porém, a sonolência aparece em algum momento e, quando acontece, não é tarefa fácil controlar.

O problema é que é comum acontecer quando o condutor está ao volante, até porque sabemos que viagens são, naturalmente, cansativas.

Porém, dirigir com sono é extremamente perigoso, pois nos coloca em estado de menor capacidade de atenção e, assim, as chances de um acidente são maiores.

Dados informados pela Veltec indicam que, entre as principais causas de mortes no trânsito, a sonolência ocupa a 3ª colocação.

O índice assusta ainda mais quando pensamos nas causas de acidentes em rodovias. De acordo com a mesma pesquisa, 50% dos acidentes nessas vias são ocasionados por condutores em estado de sono.

Além disso, um dado importante a ser considerado é que 3 segundos de cochilo ao volante é o suficiente para causar um acidente fatal.

Mas você é capaz de perceber quando entra em estado de sonolência? A seguir, vou destacar alguns indícios para que você fique ligado e saiba o momento necessário de parar o carro e descansar.

Principais sinais de sonolência

Muitas vezes, não é difícil perceber que estamos com sono. Porém, pode ser que você, no momento em que está dirigindo, acabe não percebendo que o sono chegou e que é necessário descansar antes de seguir adiante.

Um dos sinais aos quais é preciso dar atenção é bocejar e esfregar os olhos com frequência. Além disso, na medida em que o sono vai aumentando, é normal que a cabeça acabe pendendo para frente algumas vezes.

Outro sinal dado pelo nosso corpo é a dificuldade em manter a visão em foco. Com isso, pode ser que você pisque repetidamente.

E mais um sinal a ser notado, talvez um dos mais importantes, é permitir que o veículo saia da faixa. Quando isso acontece, é possível que o condutor acabe invadindo o acostamento.

No entanto, pode ocorrer de o veículo invadir a pista contrária. Nesse momento, as chances de acidente se tornam ainda maiores, aumentando as estatísticas desse tipo de acontecimento no trânsito.

Descanse

A dica que deixo para você hoje é simples: descanse.

Aproveite ao máximo sua viagem, mas não deixe de reservar um tempinho para recuperar as energias, tanto para seguir curtindo quanto para pegar a estrada de volta para a casa.

Preserve sua integridade e a de seus amigos e familiares. Se possível, tenha sempre algum outro condutor habilitado com você para que haja o revezamento da direção.

E nunca se esqueça de que, em caso de multas injustas, recorrer é o melhor caminho. Nisso, eu e minha equipe podemos ajudar.

Entre em contato pelo telefone 0800 6021 543 ou pelo e-mail doutormultas@doutormultas.com.br

08 de Janeiro - Segunda-feira - 08:00

Bike no carro

Veja como transportar sua bicicleta de acordo com a Lei e evitar multa.

Em período de férias, é comum o desejo de viajar e de transportar muitos objetos que podem ser utilizados na viagem. Então, começam a surgir dúvidas sobre como realizar o transporte adequado desses objetos para que não haja o risco de acidentes, nem de perdas ao serem transportados.

Transportar bikes no veículo nem sempre é uma tarefa simples, já que elas podem ocupar boa parte do espaço que pode ser utilizado para transporte de cargas, tornando difícil sua boa acomodação sobre o veículo. Por esse motivo, é importante que você conheça algumas regras para realizar o transporte. 

O Conselho Nacional de Trânsito, na resolução 589/2016, estabelece normas para que esse transporte seja feito com segurança, quando se trata de transporte na parte traseira do veículo.

Ao realizar o transporte da bicicleta na parte de trás do veículo, a placa de identificação não pode ser obstruída nem total nem parcialmente. Em caso de sobreposição pela bike, se torna obrigatório o uso de régua de sinalização e a instalação de uma segunda placa.

A régua de sinalização é um dispositivo semelhante ao para-choque de veículos de carga. Bem como eles, ela deve ser sinalizada com faixas reflexivas oblíquas, e fixada de forma segura na parte traseira do veículo, mas pode também ser utilizada com a estrutura de transporte de carga. O tamanho mínimo da régua deve ser 1 metro, não excedendo a largura do veículo.

Sobre a régua é que deve ser colocada a segunda placa. Conforme a resolução, ela deve ser acoplada bem no centro do dispositivo ou na própria estrutura do veículo, na qual a régua está afixada, do lado direito de forma que fique visível.

Se a bicicleta for transportada em veículos com caçamba, ela pode ser transportada com a tampa da caçamba aberta desde que não exceda os limites da tampa. Se o limite da tampa for ultrapassado, deve ser utilizado um extensor de caçamba e, nesses casos, também deve ser feito o uso da régua com a segunda placa.

A outra forma de transporte de bikes, sobre o veículo, também é possível de ser realizada seguindo algumas regras. Nesses casos, deve ser feita a utilização de suporte para transporte de bicicletas, o que permite que seja excedido o limite de 50 centímetros permitido para transporte de cargas.

 

Como faço para adequar meu veículo?

 

Para a colocação da segunda placa, o condutor deve levar o veículo para inspeção no Centro de Registro de Veículos Automotores (CRVA) do município em que o veículo está registrado.

Ao realizar a inspeção, a régua já deve estar instalada, seja no extensor ou na própria traseira do veículo. Na vistoria, será feita verificação quanto à fixação do equipamento e, após, será disponibilizada uma autorização para que o condutor possa fazer a solicitação da placa.

A placa deve ser solicitada em uma Fábrica de Placas e Tarjetas (FPT) credenciada e, após a confecção, ela deve ser levada ao CRVA para que seja fixada com o lacre.

Os custos para a instalação da segunda placa sobre a régua serão relativos à vistoria, que possui um valor de R$ 73,60 para veículos médios e R$110,40 para veículos pesados, e à fabricação da placa, que tem um valor médio de R$100 reais, mas que varia de estado para estado, de acordo com o Detran – RS.

Para o transporte de bike sobre o veículo, a instalação do suporte pode ser feita pelo próprio condutor, sem a necessidade de inspeção ou vistoria por órgãos credenciados de trânsito.

 

 

O que acontece se eu não adequar o veículo?

 

Caso o veículo não esteja adequado para o transporte da bicicleta, o condutor pode acabar sendo autuado. O Código de Trânsito Brasileiro não prevê normas específicas para o transporte de bikes que gerem uma penalidade específica, mas outras normas acabam sendo infringidas se houver o transporte inadequado.

O CTB indica, em seu Artigo 230, que a placa de identificação do veículo não deve ser ocultada nem total nem parcialmente. Assim, caso o condutor venha a transportar a bicicleta escondendo, mesmo que não totalmente, a placa do veículo, ele está sujeito a autuação por infração gravíssima.

A placa pode se tornar invisível tanto quando está acoplada inadequadamente na traseira do automóvel, como quando excede os limites da tampa da caçamba do veículo. Para esse tipo de infração, as penalidades são multa gravíssima, no valor de R$ 293,47, a adição de 7 pontos na CNH e a remoção do veículo.

O transporte inadequado da bike também pode levar ao cometimento de outro tipo de infração: o transporte de carga arrastando na via. É necessário, por isso, manter a bicicleta sempre bem presa ao veículo em que está sendo transportada, pois, conforme o Artigo 231, inciso II do CTB, é proibido arrastar sobre a via qualquer objeto que gere riscos de acidentes, inclusive cargas como bicicletas.

A multa para transporte de carga arrastando na via também gera, ao condutor, multa gravíssima no valor de R$ 293,47, 7 pontos na CNH e retenção do veículo.

 O transporte inadequado da bicicleta sobre o veículo também pode ser considerado infração quando não há a utilização do suporte apropriado. Nesses casos, o condutor pode ser autuado por transportar cargas excedendo o limite permitido.  

 A infração por transportar carga excedendo o limite gera multa grave no valor de R$195,23 adição de 5 pontos na carteira de habilitação.

 Estando com o veículo adequado, você poderá transportar a bike sem problema algum e sem o risco de ser multado. Caso isso aconteça, entre em contato comigo e com a equipe Doutor Multas pelo email doutormultas@doutormultas.com.br ou pelo telefone 0800 621 543.

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04 de Janeiro - Quinta-feira - 08:00

Como escolher seu combustível

Muitas vezes, ao parar no posto para abastecer o veículo, somos questionados sobre a preferência entre gasolina comum ou aditivada. Mas você conhece as diferenças?

Muitas vezes, ao parar no posto para abastecer o veículo, somos questionados sobre a preferência entre gasolina comum ou aditivada.

O problema é que nem sempre o condutor sabe qual a diferença entre os dois tipos de combustível e, com isso, acaba sem saber qual a melhor opção.

Por isso, resolvi abordar essa temática no artigo de hoje, a fim de esclarecer algumas dúvidas sobre gasolina comum e aditivada.

Se quiser tirar todas as suas dúvidas, não deixe de seguir a leitura até o final.

Gasolina comum x gasolina aditivada


 

Parece uma obviedade, mas a grande diferença consiste nos aditivos presentes na composição do combustível aditivado.

Dependendo da marca do combustível, ocorrem variações na fórmula de sua composição e da proporção de seus ingredientes.

O objetivo fundamental da gasolina aditivada é colaborar com a limpeza do motor e dos canais por onde passa o combustível.

Manter o sistema de alimentação limpo é importante para o bom funcionamento do motor e, além disso, é importante para que a emissão de poluentes seja menor.

Além disso, a limpeza desse sistema ajuda a diminuir os gastos com manutenções e com o consumo do motor.

Qual dos dois escolher?

Alguns especialistas afirmam que o ideal seria dar prioridade ao uso da gasolina comum. Porém, alternar entre eles seria uma opção, desde que a utilização do combustível aditivado seja feita de forma esporádica.

Uma dica interessante seria utilizar a gasolina aditivada uma vez a cada quatro abastecimentos com a comum. Não usá-la sempre representa, inclusive, evitar gastos sem necessidade.

Mas atenção! Caso você não possua um veículo flex, que são aqueles preparados para aceitar os dois tipos de combustível, é importante prestar atenção à seguinte recomendação.

Veículos que tenham rodado mais de 30.000 km utilizando apenas gasolina comum devem receber a gasolina aditivada aos poucos.

Realizar a mudança de combustível de forma brusca pode entupir o sistema, devido ao fato de o aditivo ser muito forte.

 Mas se sua dúvida tem mais relação com o custo benefício, a solução pode ser obtida analisando o tipo de situação que você precisa encarar no trânsito.

Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), veículos que encaram trânsito intenso e parado, que obriga o condutor a parar e acelerar várias vezes, deveriam ser abastecidos preferencialmente com gasolina aditivada.

Essa escolha se justifica pelo fato de este tipo de combustível contribuir para a economia de consumo e, também, para a preservação do motor.

Já aqueles condutores acostumados com trânsito livre, no qual é possível transitar mais livremente e com velocidade constante, a indicação é para que se dê preferência ao combustível comum.

Qual tipo de gasolina polui menos?

Em tempos de grande preocupação com o meio ambiente, é normal encontrar motoristas que escolhem o combustível do veículo a partir do questionamento “qual é menos poluente?”.

A resposta para essa pergunta pode não ser a mais animadora, visto que ambos poluem a atmosfera, pois não podemos esquecer que nos dois casos ocorre a queima de gases por meio de combustão.

Sendo assim, o que é possível afirmar sobre o nível de poluição causado pelos dois tipos de gasolina é que a comum polui mais que a aditivada.

Isso ocorre devido ao fato de a aditivada manter os bicos injetores mais limpos, contribuindo para uma emissão menor de hidrocarboneto e monóxido de carbono.

O futuro dos combustíveis

Já que os combustíveis fósseis, como é o caso da gasolina, não tem colaborado de forma efetiva para a preservação do meio ambiente, existem inúmeros debates acerca do uso de combustíveis alternativos que ajudam a minimizar o impacto ambiental gerado pelo crescente número de veículos em circulação.

Na Europa, já se fala em prazo para que saiam de circulação os veículos movidos a esses combustíveis. Na Alemanha, por exemplo, a proposta é tirar esses veículos das vias do país até o ano de 2030.

E para que seja possível retirá-los do trânsito, várias medidas são pensadas. Uma delas é a produção e popularização de veículos elétricos.

Na Holanda, por exemplo, a ideia é que até 2025 sejam concedidas licenças apenas a veículos movidos a eletricidade. Para isso, o governo estuda a possibilidade de que esse tipo de veículo chegue mais facilmente aos condutores.

No Brasil, a possibilidade de termos uma frota composta por veículos elétricos em sua maioria ainda parece distante.

Isso porque, além do alto preço cobrado por esses veículos, é necessário realizar uma série de mudanças no sistema de trânsito do país como, por exemplo, a forma como esses veículos seriam abastecidos.

No entanto, as montadoras já trabalham em propostas para estimular a comercialização de veículos elétricos no país.

Agora é com você!

Agora que você já sabe um pouco mais sobre as características dos dois tipos de gasolina abordados neste artigo, espero que fique mais fácil responder ao frentista do posto se quer abastecer com comum ou aditivada.

Quer saber mais sobre combustíveis? Clique aqui.

E não esqueça que, para qualquer dúvida que tenha ficado, você pode deixar seu comentário abaixo.

Precisa recorrer? Fale com a equipe Doutor Multas. Ligue para 0800 6021 543 ou escreva para doutormultas@doutormultas.com.br.

 

29 de Dezembro - Sexta-feira - 08:00

Moto no corredor

Não é de hoje que essa temática vem sendo pauta de discussões. Na verdade, quanto mais o tempo passa, mais se fala sobre a relação entre os condutores no trânsito, e a questão da passagem de motos entre os veículos acaba se fazendo presente nesse debate.

Não é difícil encontrar condutores que se estressam constantemente no trânsito. Em grandes cidades, essa sensação se acentua devido ao intenso fluxo de veículos em circulação.

Vários são os fatores que elevam o nível de estresse nas vias, e um dos mais comentados pelo Brasil diz respeito à circulação de motos entre os demais veículos, o que chamamos de moto no corredor.

 

Por ser um tanto arriscada, essa prática realizada por diversos motociclistas costuma incomodar. A ação pode causar acidentes, os quais geram, normalmente, prejuízos tanto aos condutores das motocicletas quanto aos dos automóveis.

Enquanto algumas pessoas defendem que essa prática está dentro da lei, outros contestam, alegando a periculosidade gerada pela passagem de motocicletas entre os corredores.

Mas e você, sabe se essa ação é legal? Neste artigo, vou explicar melhor e, ainda, comentar algumas novidades que envolvem o assunto.

O que diz a lei

Não é de hoje que essa temática vem sendo pauta de discussões. Na verdade, quanto mais o tempo passa, mais se fala sobre a relação entre os condutores no trânsito, e a questão da passagem de motos entre os veículos acaba se fazendo presente nesse debate.

Há certo tempo, mais precisamente até o ano de 1997, o CTB (Código de Trânsito Brasileiro) era enfático ao proibir a circulação de motocicletas entre outros veículos.

O artigo 56 do Código, responsável pela proibição, esclarecia que não era permitido a motocicletas, motonetas e ciclomotores a passagem nos corredores. Porém, o na época presidente Fernando Henrique Cardoso vetou esse artigo.

Sua alegação consistia na defesa de que, ao fazer tal proibição, o principal objetivo do uso das motocicletas se perdia. Ele se referia, no caso, à agilidade proporcionada por esses veículos aos motociclistas.

Além disso, Fernando Henrique defendia que a segurança dos motociclistas se deve mais a questões de prudência dos próprios, como a utilização dos itens de segurança obrigatórios e o cuidado com o excesso de velocidade.

O ex-presidente afirmava, ainda, que sobre essas questões de segurança já existiam outros artigos no CTB, os quais determinavam as regras e suas devidas punições a quem os desobedecia.

Porém, por mais que apenas o artigo 56 discorresse de forma mais específica sobre esse assunto, existem outros artigos que tratam de determinar a conduta adequada para a circulação de veículos, dentre eles as motocicletas, no trânsito brasileiro.

Um deles é o artigo que sucede o vetado por Fernando Henrique Cardoso. De acordo com o artigo 57, os ciclomotores devem se posicionar nas faixas mais à direita, preferencialmente na parte central.

Além disso, a lei determina que, caso exista alguma faixa destinada ao uso exclusivo de alguma espécie de veículo e essa estiver mais à direita, os ciclomotores devem, imediatamente, circular na faixa ao lado.

Outro artigo que determina as normas de circulação é o artigo 188. Nele, vemos que transitar ao lado de outros veículos, de modo que o trânsito seja obstruído, é infração. Ademais, temos o artigo 211, o qual considera infração de natureza grave ultrapassar veículos parados em fila por motivo de bloqueio da pista.

Posso destacar, ainda, o artigo 192, muito importante para a questão da segurança no trânsito. De acordo com o estabelecido pela lei, não manter distância segura em relação à parte frontal e lateral dos demais veículos é infração grave.

Projeto de Lei busca a regulamentação das motos nos corredores

Recentemente, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) aprovou o Projeto de Lei 5007/13, o qual busca regulamentar o tráfego de motocicletas, motonetas e ciclomotores entre veículos que estejam em fila.

A proposta prevê a autorização da passagem entre os corredores em locais de trânsito parado ou lento. Outra determinação do projeto consiste em afirmar que a ultrapassagem deve ser realizada em velocidade segura para o próprio motociclista, e também para os pedestres e demais condutores.

Outro ponto do PL 5007/13 é a circulação pela faixa mais à esquerda, caso existam mais de duas faixas na pista.

Caso o projeto seja aprovado, os municípios deverão trabalhar no planejamento das vias das cidades para que as regras passem a ser seguidas pelos motociclistas. Sendo assim, será necessário pensar em formas especiais de circulação em vias de muito movimento e, se for o caso, até a construção de pistas exclusivas para motocicletas.

É possível ser multado por andar de moto no corredor?

Como vimos, o CTB não prevê, ainda, restrições exclusivas para a circulação de motocicletas, motonetas e ciclomotores pelos corredores de trânsito.

Por outro lado, apresentei uma série de artigos do Código de Trânsito que podem, muitas vezes, embasar a autuação feita pelo agente.

No entanto, não podemos esquecer que erros acontecem e que você pode acabar sendo vítima de uma autuação injusta.

Nesse caso, você pode recorrer, evitando, assim, arcar com os prejuízos causados pela autuação indevida.

Por isso, fale com o Doutor Multas. Minha equipe e eu, estamos sempre dispostos a lhe ajudar. Ligue para 0800 6021 543 ou escreva para doutormultas@doutormultas.com.br.

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26 de Dezembro - Terça-feira - 08:00

CNH

Quantas pessoas passam o maior sufoco ao aprenderem a dirigir por sentirem dificuldades em fazer as trocas de marcha do carro? Você é uma dessas pessoas? Pois saiba que essa situação está prestes a acabar.

Quantas pessoas passam o maior sufoco ao aprenderem a dirigir por sentirem dificuldades em fazer as trocas de marcha do carro? Você é uma dessas pessoas? Pois saiba que essa situação está prestes a acabar.

No dia 5 de dezembro de 2017, o site da Câmara dos Deputados divulgou notícia sobre a aprovação da proposta que tem por objetivo permitir que os candidatos à primeira habilitação tirem sua CNH (Carteira Nacional de Habilitação) especificamente para conduzir veículos com câmbio automático.

 

A autora da proposta é a deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO), tendo tratado, inicialmente, somente da condução de motocicletas.

Porém, o deputado Hugo Leal (PSB-RJ), relator na Comissão de Viação e Transportes, apresentou substitutivo, estendendo a proposta à condução de carros e de demais veículos cujo câmbio seja automático.

Segundo o relator, a alteração da lei acarretará mudança também nos exames de direção, e, então, o candidato aprovado nesse exame específico estará autorizado a conduzir apenas veículos automáticos.

Com isso, caso o condutor possua CNH específica para carros de câmbio automático e seja flagrado conduzindo veículo de transmissão mecânica, será autuado por cometer infração gravíssima, receberá multa, pontos na carteira e terá seu veículo retido.

Mas você sabe a diferença entre transmissão mecânica e automática?

Nas próximas seções deste artigo, trago as principais características de cada uma para lhe ajudar a tomar a sua decisão no momento de iniciar o processo de habilitação.

Câmbio automático x câmbio manual: quais as diferenças?

Quando se pensa em veículo de câmbio automático, logo vem à mente o maior conforto oferecido, tendo em vista a não necessidade de realizar a troca de marchas. Isso porque, como o próprio nome nos sugere, essa troca é feita automaticamente.

Dessa forma, o condutor de um carro automático se vê dispensado da utilização do pedal de embreagem, tendo apenas a preocupação com os pedais de aceleração e freio.

Assim, diferentemente dos casos em que o veículo é de transmissão manual, a perna esquerda do motorista fica, ao longo de toda a viagem, em repouso.

Sem a necessidade de prestar atenção ao momento certo de realizar a troca de marcha, o condutor tem a possibilidade de ficar mais concentrado no trânsito, o que possibilita o aumento da segurança.

Outra vantagem do câmbio automático, em comparação ao câmbio manual, é que, com o segundo, a troca de marchas é necessária para que o veículo ganhe ou perca velocidade. Já com o primeiro, engatando a maçaneta D do câmbio, o veículo já pode se movimentar.

É interessante mencionar, ainda, que, com o câmbio automático, o motorista não possui a liberdade de escolher em qual marcha andar, o que o impossibilita de definir a marcha adequada para que a movimentação do veículo aconteça.

Qual dos 2 escolher?

Diante das diferenças apresentadas entre os dois tipos de câmbio, cabe ao condutor decidir entre a compra de um veículo com câmbio manual ou automático.

Aqui no Brasil, veículos automáticos normalmente possuem custo mais elevado do que os de câmbio manual.

Além disso, quem possui carros de câmbio automático afirma que a manutenção, em casos de apresentação de defeitos, é mais cara.

E parte das críticas se dá devido ao conforto oferecido por veículos automáticos. Segundo os conhecedores, o conforto oferecido por esse tipo de veículo aqui no Brasil é inferior ao dos veículos automáticos do exterior, como os comercializados nos Estados Unidos, por exemplo.

Uma curiosidade interessante, falando em Estados Unidos, é que muitos estadunidenses sequer sabem como trocar a marcha em veículos de câmbio manual.

Como manter o bom funcionamento de veículos automáticos?

Caso você esteja decidindo pela compra de um veículo automático ou já possua um, é importante ficar ligado às maneiras de mantê-los em bom funcionamento, até mesmo para evitar os gastos com reparos.

Um dos aspectos que merecem atenção é o fluido do câmbio automático. O vazamento desse fluido é forte indicador de problemas e isso é possível perceber, por exemplo, a partir de manchas avermelhadas que ficam em locais em que o veículo estiver estacionado.

Além disso, o painel de veículos automáticos apresenta uma luz indicadora de problemas no câmbio, o que significa que se ela estiver acesa é porque algum defeito está sendo anunciado.

Outra forma de verificar o bom ou mau funcionamento do câmbio automático é por meio do test drive “a quente”. Esse teste consiste no aquecimento do motor e do câmbio a partir da rodagem de 25 km.

Nesse percurso, caso sejam constatadas trepidações ou variações na troca de marcha, significa que o câmbio do veículo está com algum problema.

Então, você consegue definir agora entre veículo de câmbio automático ou manual?

Espero ter conseguido ajudar você a tomar sua decisão em comprar um veículo automático ou manual e, ainda, a escolher entre tirar CNH específica para carros automáticos ou passar pelo processo tradicional.

Caso tenha ficado alguma dúvida, você pode saber mais clicando aqui. Além disso, fique à vontade para deixar seu comentário.

E não esqueça que, em caso de multas, eu e a equipe Doutor Multas estamos aqui para prestar todo o auxílio necessário.

Ligue para 0800 6021 543 ou escreva para doutormultas@doutormultas.com.br.  

22 de Dezembro - Sexta-feira - 08:00

Bitcoin

Você sabe o que é bitcoin (BTC)? Caso não saiba, essa é uma moeda existente há mais de 9 anos e que possui uma característica bem peculiar: é totalmente virtual.

Você sabe o que é bitcoin (BTC)? Caso não saiba, essa é uma moeda existente há mais de 9 anos e que possui uma característica bem peculiar: é totalmente virtual.

Até certo momento, a criptomoeda era de uso limitado, servindo mais como forma de investimento. Porém, com o passar do tempo, sua utilização foi se tornando cada vez mais real.

Mas você sabe o que se pode comprar com bitcoins? E, ainda, sabe quanto custa 1 bitcoin?

Neste artigo, vou mostrar para você que é possível comprar até um carro com essa moeda virtual.

Cotação do bitcoin


 

Aos investidores de plantão, é interessante saber que investir em bitcoins tem se mostrado, cada vez mais, uma forma lucrativa de investimento.

Isso porque, até o momento da produção dessa matéria, 1 bitcoin valia mais de 66 mil reais. E, tendo em vista o momento de auge pelo qual a criptomoeda está passando, a tendência é o aumento dessa valorização.

Apesar de ser tão diferenciada, a cotação do bitcoin segue o modelo do mercado, tendo sua cotação equivalente à demanda, ou seja, quanto maior a demanda pela moeda, mais valorizada ela será.

Além disso, o lado vantajoso que muitas pessoas veem em comprar bitcoins é que o Banco Central não exerce controle sobre essa moeda e, ainda, é possível adquirir, com ela, produtos em diversos países ao redor do mundo.

Será possível comprar um carro com bitcoins?

Com o passar do tempo, muitos estabelecimentos no mundo todo passaram a aceitar o pagamento com bitcoins na venda de seus produtos.

Um dos maiores exemplos de produtos comprados com essa moeda são os jogos. Porém, há quem já tenha comprado carro utilizando bitcoins.

Em matéria publicada em dezembro de 2013, pelo site TECMUNDO, foi anunciada a compra de um carro luxuoso produzido pela Tesla, o Model S. O veículo foi adquirido na Califórnia por um comprador anônimo que pagou, a princípio, 55 BTC, o que hoje equivale, em reais, a R$ 3. 374.433,20.

No Brasil, já existe a possibilidade de adquirir um veículo e realizar o pagamento com a criptomoeda. É o caso da Tony Veículos.

Localizada em São Paulo, a concessionária disponibiliza uma série de carros que podem ser pagos por meio da utilização da moeda virtual. O anúncio dessa novidade para o mercado automobilístico do país foi feito em julho de 2017.

E a empresa garante a entrega a qualquer lugar do Brasil. Assim, você sequer precisaria ir até São Paulo para poder comprar seu veículo usando seus bitcoins.

Mas não é apenas isso que você pode comprar com bitcoins aqui no Brasil. É possível, por exemplo, hospedar-se em uma pousada localizada no litoral paulista ou em um hostel na capital catarinense, pagando tudo com a moeda virtual.

Como conseguir bitcoins?

Se você está pretendendo investir em bitcoins, fique ligado nessa seção do texto, pois irei explicar como fazer para obter a moeda.

Acessando o site mercadobitcoin.com.br, você precisará realizar seu cadastro, caso ainda não o tenha. Para comprar, é necessário possuir saldo em reais, pois será preciso realizar depósito para receber o crédito.

Quando você for direcionado à página de compra, você informará a quantidade de bitcoins desejada ou a quantia em reais a ser convertida.

A partir daí, você terá sua moeda virtual depositada em sua conta, também virtual.

Conclusão

Como podemos perceber, a linha que distancia o mundo virtual e o mundo real está se tornando cada vez mais tênue.

Uma das provas mais atuais disso é a utilização de moedas virtuais para realizar compras de produtos físicos.

Essa realidade pode representar uma mudança significativa no mercado, dentre eles, o de veículos.

Mas não esqueça que, independentemente de como você for pagar seu veículo, o mais importante é sempre dirigir de acordo com as leis de trânsito.

Dirigir conscientemente contribui para a manutenção da segurança no trânsito e, ainda, evita que você cometa infrações e acabe sendo multado.

Mas não esqueça que, em caso de multas injustas, estou sempre disposto a ajudar, assim como já ajudei mais de 5.200 motoristas.

Envie uma foto do Auto de Infração para doutormultas@doutormultas.com.br e eu farei uma análise gratuita do seu caso. Se preferir, ligue para 0800 6021 543.

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20 de Dezembro - Quarta-feira - 10:27

Uma das medidas educativas previstas pelo CTB (Código de Trânsito Brasileiro) é o curso de reciclagem.

Essa medida se aplica em determinadas situações como, por exemplo, em casos de suspensão da CNH (carteira Nacional de Habilitação).

 

 

 

O inciso VII do artigo 256 do CTB classifica a submissão ao curso de reciclagem como uma das punições a serem aplicadas aos condutores infratores.

Mais adiante, no artigo 268 do CTB, podemos encontrar os casos em que deve ser aplicada a penalidade. Afinal, não é apenas em casos de suspensão da CNH que o condutor deverá realizar o curso.

Vejamos o artigo na íntegra:

“Art. 268 - O infrator será submetido a curso de reciclagem, na forma estabelecida pelo CONTRAN:

I - quando, sendo contumaz, for necessário à sua reeducação;

II - quando suspenso do direito de dirigir;

III - quando se envolver em acidente grave para o qual haja contribuído, independentemente de processo judicial;

IV - quando condenado judicialmente por delito de trânsito;

V - a qualquer tempo, se for constatado que o condutor está colocando em risco a segurança do trânsito;

VI - em outras situações a serem definidas pelo CONTRAN.”

Porém, há casos em que ter de realizar o curso de forma presencial pode ser um grande transtorno ao condutor, devido aos horários disponíveis por conta de trabalho e outros compromissos diários.

Pensando nisso, o curso de reciclagem pode ser feito à distância em alguns estados brasileiros. Neste artigo, quero explicar para você como funciona a reciclagem na modalidade EAD.

Ficou curioso? Então, acompanhe o texto até o final.

Como funciona o curso de reciclagem?

Antes de comentar sobre a modalidade EAD do curso, considero interessante destacar as características do curso de reciclagem em sua modalidade presencial.

Todas as especificidades da reciclagem para condutores são definidas na Resolução Nº 168/2004 do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito).

Nesse documento, é possível encontrar informações sobre carga horária, conteúdos, como ocorrem os cursos, quem é autorizado a ministra-los e, inclusive, as modalidades em que são ofertados.

Conforme determinado pelo CONTRAN, o curso é composto por 30 horas aula, divididas da seguinte maneira:

Legislação de trânsito – 12 horas

Direção defensiva – 08 horas

Primeiros socorros – 04 horas

Relacionamento interpessoal – 06 horas

O curso é ofertado pelos CFCs (Centros de Formação de Condutores), sendo facultada ao condutor a escolha do centro onde gostaria de realiza-lo.

 Ao final das 30 horas, é preciso que o condutor faça a prova teórica, a qual é composta por 30 questões, sendo necessário responder corretamente, pelo menos, 70%.

A essa altura, você já deve estar se perguntando “mas como funciona o curso de reciclagem EAD?”. É exatamente sobre isso que tratarei no próximo tópico.

Curso de reciclagem EAD é igual ao curso presencial?

Talvez você até já saiba da existência do curso EAD para a reciclagem, mas pode ter muitas dúvidas sobre o funcionamento e, ainda, se é válido.

Caso você tenha sido penalizado e precise se submeter ao curso de reciclagem, mas não dispõe de tempo para realiza-lo presencialmente, saiba que a modalidade à distância é uma opção válida.

A Resolução Nº 659/2017 determina essa possibilidade, no inciso IV do artigo 2º. Confira:

Anexo II

(...)

 6. CURSOS ESPECIALIZADOS PARA CONDUTORES DE VEÍCULOS

(...)

IV – DO REGIME DE FUNCIONAMENTO

(...)

- O curso poderá desenvolver-se na modalidade de ensino à distância, através de apostilas atualizadas e outros recursos tecnológicos, não podendo a carga horária diária exceder a 20% do total da carga horária prevista para cada curso;

(...)

Aos poucos, os DETRANs de cada estado estão disponibilizando a opção de modalidade EAD para o curso de reciclagem.

Recentemente, o DETRAN RS ofereceu aos condutores gaúchos essa oportunidade. Em Minas Gerais, também é possível submeter-se ao curso EAD. O DETRAN MG possui alguns credenciados. São eles: eCNH, ePROVA, ICETRAN e inoveCNH.

Os condutores mineiros podem escolher uma dessas instituições para a realização do curso de reciclagem à distância. Para isso, você precisa acessar um dos sites listados acima, pois todos trazem as informações necessárias sobre como fazer sua inscrição.

A carga horária do curso é a mesma da modalidade presencial e, ao final, é necessário prestar a prova teórica. Nesse caso, a avaliação é realizada presencialmente, assim como os que optarem por fazer o curso presencial.

CNH suspensa? Posso ajudar.

Se o processo de suspensão da CNH foi aberto para você, lembre-se de que o recurso é um meio legal para evitar a perda do seu direito de dirigir.

Já ajudei muitos motoristas a seguir dirigindo, livrando-se de todas as etapas anteriormente comentadas. Assim, aconselho a busca de ajuda de especialistas.

Eu e minha equipe estamos sempre preparados para ajudar. Mande para mim a foto do seu auto de infração ou notificação de autuação para que eu faça uma análise gratuita da sua situação.

Tenha a certeza de que não medirei esforços para ajuda-lo a ter seu recurso deferido e, assim, evitar que você tenha sua CNH suspensa.

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