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Tradição

Mineiro, Grupo Bamaq cresce com a abertura de novas lojas

Há 43 anos no mercado, negócio com presença em 11 Estados tem atuação em diversos segmentos

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Valorização. O diretor do Grupo Bamaq, Clemente Faria Junior, acredita no poder de inovação da equipe que faz a diferença na empresa
PUBLICADO EM 07/12/17 - 03h00

Confiante de que a companhia vai evoluir e inovar ainda mais, o diretor do Grupo Bamaq, Clemente Faria Junior, está otimista em relação a 2018 e, por isso, diz que a empresa não para de crescer com a abertura de mais duas lojas. “No nosso negócio, que é de varejo, temos investimento em tecnologia e na renovação das lojas. Estamos inaugurando uma unidade em Belém (PA) e uma loja em Recife (PE)”, conta Faria. Há 43 anos no mercado nacional, o mineiro Grupo Bamaq, com sede em Contagem, é formado por empresas que atuam nos segmentos de distribuição e locação de máquinas, veículos de passeio Mercedes-Benz e Fiat, consórcio, seguros, imobiliário e investimentos.

Com atuação em 11 Estados brasileiros (Minas Gerais e das regiões Norte e Nordeste), o plano de Faria é consolidar ainda mais a posição no país e aumentar a sinergia das empresas do grupo. “Se eu tenho uma empresa na Bahia, por que não vender seguro, consórcio e automóvel? A ideia nossa é essa”, explica Faria.

Além de ampliar a participação do grupo no mercado consumidor onde a marca já atua, Faria planeja expandir a cobertura territorial. “Tem mais quatro Estados que estamos avaliando”, diz.

Empregos e faturamento. O Grupo Bamaq tem aproximadamente 600 colaboradores diretos. Agora, segundo Faria, a tendência é esse volume crescer, e muito, porque o principal negócio da companhia – que é o de máquinas de construção – foi muito afetado pela crise. “Hoje, o negócio de máquinas é 40% do que era lá atrás (no grupo). Está se criando uma demanda reprimida grande, e, na hora que o mercado voltar, esperamos retornar àqueles patamares anteriores, então estamos falando mais do que dobrar de tamanho de mercado, e tudo isso vai caminhar junto”, acredita.

Em relação ao faturamento, Faria conta que já chegou a faturar quase R$ 1,3 bilhão. “Basicamente, como nosso negócio é varejo e tem uma necessidade de capital de giro grande, quando está vendendo muito, o dinheiro da empresa está no mercado, está em contas a receber, está no estoque. Quando reduz o faturamento, como aconteceu no nosso caso, que saímos de R$ 1,2 bilhão para mais ou menos R$ 500 milhões, então esse dinheiro que estava rodando acaba vindo para o caixa do grupo”, explica.

Para Faria, se a empresa tivesse um nível de endividamento alto, seria uma situação insustentável, “como foi para muitos concorrentes”.

Goleiros

Consórcio. O Grupo Bamaq colocou na praça uma campanha publicitária com os goleiros Victor (do Atlético) e Fábio (do Cruzeiro) para divulgar o consórcio Bamaq que a companhia oferece. 

 

Companhia escolhe padronizar nomes das empresas

O nome Bamaq era ligado somente ao segmento de distribuição e locação de máquinas. Além de fortalecer a marca Bamaq e devido aos planos de expansão nacional que o diretor do Grupo Bamaq, Clemente Faria Junior, quer realizar, o executivo optou por colocar o nome Bamaq em todas as empresas do grupo. “Lidamos com credibilidade, com confiança, com relacionamento e entendemos que isso tem muito mais sentido, já que vamos investir no mercado. Se tivermos uma marca que consolida o grupo, isso fortalece muito, e as empresas são muito integradas”, justifica o executivo.

Por isso, a partir deste mês, a Minasmáquinas Automóveis – concessionária de veículos de passeio da marca Mercedes-Benz – passou a se chamar Bamaq Automóveis. “Estamos entre as cinco maiores concessionárias de automóveis Mercedes-Benz do Brasil e continuaremos sempre buscando a excelência”, afirma Faria.

Para o público mineiro, assim como no restante do país, Faria explica que tem havido uma preferência maior pelos SUVs – os carros que têm apelo off-road, mas que muita gente usa na cidade. “No caso da Mercedes-Benz, é o GLA que é sucesso de vendas. Mesmo com crise, o negócio continua muito bem. É um sucesso incrível, e a marca é muito forte. Os carros cada dia surpreendem mais”, comemora Faria.

Visão empresarial

- Para o diretor do Grupo Bamaq, Clemente Faria Junior, o maior desafio que o empresário tem no país é a incerteza, a insegurança jurídica. “Muitas vezes, vai abrir uma loja nova, quer investir o capital, quer contratar as pessoas, mas não consegue o alvará de funcionamento, o CNPJ. São coisas que uma pessoa do exterior talvez não conseguiria entender”, diz.

- Outro desafio em empreender, de acordo com Faria, está em toda a parte tributária brasileira. “Como temos negócios em vários Estados, existe ICMS diferente em cada Estado, e é muito difícil entender isso tudo. Então, tem que manter um estoque muito maior porque não se consegue transferir. Além disso, a parte trabalhista é muito complicada”, conta. 

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