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Eliseu Padilha foi incumbido de monitorar delação, diz doleiro

Funaro afirma que “percebeu a informação havia sido passada por Mariz a Michel Temer, e que Temer prontamente acionou Geddel para sondar o depoente”

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Eliseu Padilha
Eliseu Padilha diz que Funaro tenta obter benefícios na cadeia
PUBLICADO EM 13/09/17 - 03h00

BRASÍLIA. O doleiro Lúcio Funaro disse em delação premiada que o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) “ficou incumbido” de monitorar as chances de ele fazer um acordo com a Procuradoria Geral da República (PGR). Segundo o depoimento, Eliseu Padilha valeu-se, “para tanto, da sua amizade com os líderes dos escritórios e causídicos que o defenderam”.

Funaro, considerado operador do PMDB da Câmara, aponta Antônio Cláudio Mariz, Eduardo Ferrão e Danier Gerber, este último atual advogado de Padilha, como os criminalistas responsáveis por ajudar nesse monitoramento. Todos chegaram a atender Funaro. O delator disse, ainda, que Ferrão é “amigo de longa data” de Padilha.

O operador relatou que, no fim de junho de 2016, pouco antes de ser preso, estava em negociação com o escritório do advogado Figueiredo Basto sobre a possibilidade de fazer delação e que, sem querer, enviou uma proposta de honorários para seu advogado à época, Mariz de Oliveira. Logo depois, Funaro recebeu de Geddel uma mensagem em que o então ministro “perguntou se o depoente estava fazendo delação”.

Diante do fato, Funaro afirma que “percebeu a informação havia sido passada por Mariz a Michel Temer, e que Temer prontamente acionou Geddel para sondar o depoente”.

Mariz de Oliveira disse que Funaro o acusou de repassar a informação, mas depois pediu desculpas. Padilha disse que Funaro “procura criar condições” para “melhorar situação de prisioneiro”.

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