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ANTES DA DISPARADA

JBS comprou grandes quantidades de dólares para lucrar com escândalo

Na noite dessa quarta-feira, empresa comprou dólares antes da disparada da moeda que aconteceu na manhã desta quinta e que bateu os R$ 3,43

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JBS ajudou a financiar campanhas de 1.829 candidatos de 28 partidos
Joesley Batista é afastado do comando holding da J&F
PUBLICADO EM 18/05/17 - 12h25

Para lucrar até o último minuto, a JBS comprou dólares em grandes quantidades antes do fechamento do mercado nessa quarta-feira (17). A informação é do jornal O Globo e dá conta de que nessa quarta a moeda registrou valorização de 1,67%, sendo negociada em R$ 3,13.

Já nesta quinta-feira (18) o dólar futuro disparou atingindo o limite máximo permitido de R$ 3,3235. A moeda subiu cerca de 5% e por volta das 11h, bateu os R$ 3,43.

A disparada do dólar aconteceu após a notícia de que Joesley Batista, um dos controladores do frigorífico JBS, delatou esquemas de propina e corrupção envolvendo nomes como o de Michel Temer, Aécio Neves e Eduardo Cunha. 

Entenda o caso

Nessa quarta-feira (17), foi revelado pelo jornal "O Globo" que o dono da empresa JBS, Joesley Batista, gravou declarações comprometedoras do presidente Michel Temer (PMDB) e do senador Aécio Neves (PSDB) durante conversas informais. Batista, que já possui um acordo de delação premiada com a Justiça Federal, levou as gravações ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que fossem homologadas. ]

Nestas conversas, o presidente teria sugerido que se mantivesse pagamento de mesada ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e ao doleiro Lúcio Funaro para que estes ficassem em silêncio. Já Aécio Neves teria pedido R$ 2 milhões para ajudar a pagar suas despesas com a defesa na Operação Lava Jato.

Devido a isso, foi deflagrada, na manhã de hoje, a operação Patmos, que prendeu a irmã do senador, Andrea Neves e outras duas pessoas após ser expedido mandados de prisão preventiva pelo ministro do Superior Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, relator dos processos ligados à Operação Lava Jato.

Veja mais - Caso JBS

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