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Operação Tendão de Aquiles

Personalidade voltada para o crime, diz delegado sobre irmãos Batista

Juiz João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, expediu ordens de prisão contra Wesley e Joesley por jogo de mercado relacionado à delação premiada

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Joesley
Joesley se entregou à Polícia Federal no domingo, dia 10
PUBLICADO EM 13/09/17 - 12h27

O delegado da Polícia Federal Victor Hugo Rodrigues, da operação Tendão de Aquiles, definiu os irmãos Joesley e Wesley Batista como ‘pessoas que têm a personalidade voltada para a prática reiterada de crimes’. O juiz João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, expediu ordens de prisão contra Wesley e Joesley.

Wesley foi preso em casa, em São Paulo. O empresário foi levado para a Superintendência da Polícia Federal, por volta das 7h40.

Joesley já está preso temporariamente por ordem do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, por suspeita de violação de sua delação premiada.

Na Tendão de Aquiles, os irmãos são investigados pelo uso indevido de informações privilegiadas em transações no mercado financeiro ocorridas entre abril e 17 maio de 2017, data de divulgação de informações relacionadas a acordo de colaboração premiada firmado por ambos os presos e a Procuradoria Geral da República.

“Nós entendemos que é, sim, um caso de prisão preventiva dos dois irmãos, porque nós estamos diante de duas pessoas que são criminais confessos. Eles procuraram as autoridades e confessaram que corromperam centenas ou até talvez mais de mil servidores públicos e agentes politicos. Eles procuram as autoridades e se dizem arrependidos por esses crimes. Eles se comprometem a não mais praticar delitos e também ajudar na apuração dessea crimes. Agora, as investigações comprovam que de um lado eles, depois de fechar o acordo de colaboração, continuaram praticando crimes, de outro parece que há provas que não foram apresentadas no acordo de colaboração”, disse.

“Então, tudo indica e o inquérito confirmou que nos estamos diante de pessoas que têm a personalidade voltada para a prática reiterada de crimes. Pessoas que já foram objeto de seis operações da Polícia Federal simultâneas não pararam de delinquir certamente não vão parar de delinquir com a sétima operação. A prisão preventiva ainda que seja uma medida dura é a única que consegue fazer com que cessem finalmente de cometer crimes.”

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