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2018

PMDB pode lançar candidato

Segundo Jucá, partido terá nome na disputa presidencial se nenhum aliado defender legado do governo

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Ultimato. Presidente do PMDB, Jucá afirmou ontem que cabe ao PSDB escolher “como quer caminhar”
PUBLICADO EM 15/11/17 - 03h20

Brasília. O presidente do PMDB, senador Romero Jucá (RR), disse na terça-feira (14) que o partido pode lançar candidato à Presidência da República nas eleições de 2018 se o PSDB e nenhuma outra legenda da base aliada quiser defender o legado do governo Michel Temer. Questionado sobre a relação de seu partido com os tucanos, Jucá afirmou que o presidente vai deixar um legado que será “uma das espinhas dorsais” das discussões do pleito do ano que vem.

“Se não tiver ninguém para defender esse legado, o PMDB não vai ficar órfão e vai lançar um candidato à Presidência da República para defender esse legado. Michel Temer fez mágica, ele fez mais do que Mister M e David Copperfield juntos”, declarou.

Perguntado sobre se o PSDB defenderá esse legado, Jucá, que é líder do governo no Senado, respondeu que a sigla é que tem que decidir se é a favor ou não das medidas tomadas por Temer. O senador admitiu que a saída do tucano Bruno Araújo do cargo de ministro das Cidades, na segunda-feira (15), acelerou a reforma ministerial: “Isso precipita a discussão porque já é uma vaga que se abre”.

Indagado sobre o espaço dos tucanos na nova configuração, ele deu um ultimato à cúpula do PSDB que já prega o desembarque e disse que a permanência nos cargos dependerá de “qual tamanho o PSDB quer ter dentro do governo”. “O PSDB vai ter que definir que posição vai ter. A favor ou contra as medidas. Reconhecendo ou não tudo isso que está fazendo”, disse.

“A vontade de nomear para cargos em ministérios é dupla. Não vamos forçar o PSDB a nada. Mas o PSDB pode ajudar independentemente de ter cargo ou não, é um partido importante. O PSDB escolhe como quer caminhar, não depende do PMDB ou do governo”, afirmou Jucá, ressaltando que os tucanos passam por um “dilema interno” e precisam se resolver. “As alianças e os apoios em 2018 vão depender da postura do PSDB. Antes de 2108 tem 2017”, completou.

O PSDB ainda possui outras três pastas no primeiro escalão: os ministérios das Relações Exteriores (Aloysio Nunes), da Secretaria de Governo (Antonio Imbassahy) e dos Direitos Humanos (Luislinda Valois).

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