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Caso JBS

Procurador é preso por negociar propina para vazar investigação

Ângelo Goulart Villela teria recebido pagamentos de R$ 50 mil mensais no esquema

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PUBLICADO EM 18/05/17 - 09h10

O procurador de República Ângelo Goulart Villela foi preso nesta sexta-feira (18). Ele é suspeito de negociar propina para vazar informações de investigações sobre a JBS, conforme reportagem do site "G1". 

O gabinete em que ele trabalhava, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi alvo de mandado de busca e apreensão.

Conforme a delação de Joesley Batista, acionista do grupo, e outros elementos de prova colhidos pela Procuradoria-Geral da República (PGR), o esquema teria envolvido a negociação de pagamentos de R$ 50 mil mensais a ele.

Villela é integrante da equipe do vice-procurador geral eleitoral, Nicolau Dino, e recentemente estava cedido à força-tarefa das operações Greenfield, Cui Bono e Sépsis, que apura crimes relacionados à JBS. Joesley e os outros delatores da JBS teriam entregado provas de que o procurador repassou dados das apurações em curso aos investigados.

O procurador teria tido encontros com representantes da JBS sem comunicar aos colegas. Conforme as colaborações, numa ocasião, teria ligado para um dos investigadores da força-tarefa, na presença de integrantes do grupo empresarial, e colocado a conversa em viva-voz. Ele também teria tirado uma cópia de diálogo de procuradores sobre do caso, em grupo privado do Instagram, e repassado à empresa.

O procurador é suspeito ainda de gravar uma reunião na qual a força-tarefa tratava de uma possível colaboração do empresário Mário Celso Lopes, parceiro de negócios da J&F, holding que controla a JBS e outras empresas do grupo.

Atualizada às 9h28

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