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BH Melhor para Viver

Seminário discute o futuro de BH 

Evento inédito reuniu várias autoridades para debater temas com a sociedade

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BH MELHOR PARA VIVER
Sustentabilidade. Sérgio Myssior, gestor da MYR Projetos Sustentáveis, foi o primeiro palestrante do dia
PUBLICADO EM 25/11/15 - 04h00

 

Pensar no futuro de Belo Horizonte como uma cidade mais sustentável e inclusiva. Foi esse o objetivo do seminário BH Melhor para Viver, realizado ontem, no Hotel Ouro Minas, em Belo Horizonte, pelos jornais O TEMPO e Super Notícia com o patrocínio da Câmara de Vereadores da capital mineira.
 
Gratuito, o evento reuniu moradores da cidade e personalidades da política, da economia, do mundo empresarial, dentre outras, em um debate inédito sobre temas diversos, como desenvolvimento sustentável; oportunidades de requalificação da cidade; economia criativa; inteligência coletiva; mobilidade; governanças urbanas etc.

Sérgio Myssior, gestor da MYR Projetos Sustentáveis, abriu o ciclo de palestras. Ele destacou dados sobre temas preocupantes na capital, como desperdício de água, déficit habitacional, destinação adequada de resíduos sólidos, drenagem do solo, redução de gases atmosféricos e mobilidade urbana.

“Somos um país predominantemente urbano. Segundo dados do IBGE, 98% das pessoas vivem na cidade. O que temos que pensar é de que forma esses municípios estão sendo ocupados. Hoje, das cem maiores cidades do Brasil, apenas 41% delas têm tratamento de esgoto. E, embora BH se destaque na gestão de resíduos sólidos, ainda é preocupante a destinação dada a eles. Mais de 40% do lixo e do entulho não tem a destinação correta”, alertou.

Na sequência, Ana Carla Fonseca, doutora em urbanismo pela USP, desenvolveu o tema “Economia criativa e cidades criativas: novos eixos de desenvolvimento”. “Infelizmente, muito se investe em tecnologia e pouco em pessoas. Mas como atrair e manter esse trabalho criativo em BH? É preciso unir tecnologia e talento, trabalhar a cidade como mosaico de vocações e desenhar algo mais criativo”, frisou.
 
Christiane Guilherme Bretas, diretora de gestão de atenção à saúde da Unimed-BH, falou sobre o tema “BH do futuro: a importância de pensar no envelhecimento”. “A população idosa está aumentando. É preciso pensar em soluções para essa realidade”, destacou.

Em seguida, Alejandro Castañé, sócio e consultor sênior da Garimpo de Soluções, fez a palestra “Inteligência coletiva e governanças urbanas: redesenhando a cidade”. “A transformação exige engajamento. É preciso reinventar a relação entre governo e cidadãos, envolvendo diversos mecanismos”, concluiu.


Perspectivas de mudanças na cidade

Para Wellington Magalhães, presidente da Câmara de Vereadores de Belo Horizonte, o encontro desperta sensibilidade a respeito de temas importantes para a sociedade, fazendo com que Belo Horizonte se destaque cada vez mais. “Esse debate traz, ainda, perspectivas de mudanças”, disse Magalhães, que, ao lado do editor do Super Notícia, Rogério Maurício, e da editora adjunta de Economia de O TEMPO, Helenice Laguardia, foi um dos debatedores do encontro.

Já o vice-presidente da Sempre Editora, Luiz Tito, ressaltou que o seminário foi um canal de voz para lembrar aos governos que os cidadãos belo-horizontinos precisam ser ouvidos. “BH tem um papel central no Estado. Por isso, é tão importante debatermos os temas sustentabilidade e inclusão”, concluiu.

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