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CONTRA A HOMOFOBIA

BH realiza primeiro casamento coletivo homoafetivo da cidade

Celebração organizada pela Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais celebra seis meses da resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que garante direito a pessoas de mesmo sexo ao casamento

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  • Cidades - Do dia - Belo Horizonte MG
Casamento coletivo de aproximadamente 60 casais homoafetivo na defensoria publica de minas gerais 

FOTO: MARIELA GUIMARAES / O TEMPO 11.12.2013
    Para a maioria desses casais, isso significa a conquista de um sonho e a garantia de vários direitos
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    Para a maioria desses casais, isso significa a conquista de um sonho e a garantia de vários direitos
PUBLICADO EM 11/12/13 - 21h49

Há pouco mais de seis meses, a partir de uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), homossexuais de todo o país ganharam o direito de oficializar o seu casamento, que já era considerado união estável desde 2011. Nesta quarta-feira (11), para celebrar esse marco, a Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais realizou o primeiro casamento homoafetivo coletivo de Belo Horizonte. Para a maioria desses casais, isso significa a conquista de um sonho e a garantia de vários direitos.

“Já havíamos programado oficializar o nosso relacionamento em fevereiro do ano que vem, mas quando surgiu essa oportunidade, percebemos que era a hora. Queremos uma família, uma criança no futuro e todos os direitos de um casal normal”, conta emocionada a noiva Juliana Alves Pereira Barbosa, de 30 anos.

Segundo a coordenadora da Defensoria das Famílias e Sucessões, Paula Regina Fonte Boa Pinto, o órgão já atuam com a causa há muito tempo e o evento foi uma maneira de atender a demanda da classe. “A ideia do casamento coletivo foi para chamar a atenção da sociedade e dos próprios casais para esse novo direito que foi adquirido”, explica a coordenadora.

Além dos noivos, o auditório estava lotado de familiares e amigos, mas nem todos tiveram o mesmo apoio. Juntos há três anos e dividindo a mesma casa há um, Leonardo Gonçalves, de 30 anos, e Álan Junior de Carvalho Souza, 18, não tem o aval de suas famílias, mas foram adiante com a decisão e ainda planejam uma pequena cerimônia religiosa.

“Isso representa uma forma de protesto. É um coletivo se unindo para mostrar que diante da lei também somos casados”, conta Gonçalves. Eles revelam um desejo de ter filhos e o casamento é uma das formas de facilitar esse processo.

A cerimônia de ontem foi apenas uma solenidade de entrega das certidões oficiais, que já haviam sido assinadas previamente em cinco cartórios da capital. O casamento foi dividido em duas etapas: na primeira foram oficializados 31uniões e outras 30 na segunda celebração. Segundo Paula Pinto, uma das organizadoras do evento, a defensoria pretende ir além dessa ação e dar continuidade a esses casamentos coletivos na capital.

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