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Faltam locais para aterros sanitários

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PUBLICADO EM 24/09/06 - 00h02

O aterro sanitário de Belo Horizonte ainda tem uma "sobrevida" de dois anos e meio a três anos, na avaliação da Superintendente da Limpeza Urbana (SLU), Sinara Meireles Chenna.

O aterro atingiu a sua capacidade máxima, de 930 m acima do nível do mar, e a SLU apresentou um projeto alternativo para utilizar ao máximo a sua capacidade. O aterro sanitário é uma das unidades da Central de Tratamento de Resíduos Sólidos de Belo Horizonte, e fica no KM 531 da BR"040, no Jardim Filadélfia.

Na opinião do professor e consultor da ONU Sabetai Calderoni (leia entrevista na página seguinte), atualmente os aterros sanitários estão mais saturados, e essa saturação se dá principalmente nas regiões metropolitanas e grandes cidades.

Portanto, houve a necessidade de novos aterros, mais distantes, o que acarretou em mais custos, principalmente de transporte.

"Há alguns mandamentos divinos que dizem: "reciclarás", "reduzirás". E há um, em especial, que estabelece: "não transportarás". Como o homem contraria Deus nesse aspecto, arca com custos gigantescos", critica.

Passados 31 anos da inauguração do aterro, os moradores da região o vêem como um vizinho indesejável. "Antigamente, o cheiro era insuportável, hoje já não é tanto, mas quando chove ou faz calor piora muito", afirma a dona de casa Maria das Graças, moradora do Pindorama há 25 anos.

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