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Região Centro-Sul

Polícia prende suspeito de arrombar e furtar caixas eletrônicos

Crimes aconteceram em agências nos bairros de Lourdes e Santo Agostinho

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Super - CIDADES - Do dia -  BELO HORIZONTE , MG Policia Civil desarticula quadrilha especializada em arrombamento de caixas eletronicos com macarico  FOTO: MARIELA GUIMARAES / O TEMPO / 13.9.2017
Super - CIDADES - Do dia - BELO HORIZONTE , MGPolicia Civil desarticula quadrilha especializada em arrombamento de caixas eletronicos com macarico Na foto: o suspeito detido Alex Sinezio da SilvaFOTO: MARIELA GUIMARAES / O TEMPO / 13.9.2017
PUBLICADO EM 13/09/17 - 20h15

Na tarde desta quarta-feira (13), a Polícia Civil apresentou um homem apontado com um dos integrantes de uma quadrilha especializada em arrombamentos e furtos  a caixas eletrônicos da região Centro-Sul de Belo Horizonte. A investigação começou neste ano e outros dois homens  também foram presos. Os bandidos são conhecidos como "caixeiros", que saíam de outro Estado e vinham cometer crimes em Minas Gerais.

Segundo a delegada Danielle Altaf, na capital, os crimes ocorreram em agências nos bairros de Lourdes e Santa Agostinho. “Eles saíam de Joenville de ônibus ou carro. O maçarico, usado nos crimes, chegava na cidade como encomendas. O trio ficava uns dois dias na capital escolhendo as agências”.

Com o alvo escolhido, o plano era colocado em prática: os bandidos aproveitavam o desbloqueio do sensor de presença das agências, às 6h, e dois deles entravam, enquanto um ficava na rua vigiando. Com o maçarico, a dupla arrombava os caixas, e ainda colocava um suporte de blackout para evitar que a luz do equipamento ficasse em evidência.

“Acreditamos que em Minas Gerais tenha ocorrido outros 17 crimes dessa natureza. A quadrilha também agia em São Paulo e temos informações de atuações também na Bahia”, detalhou Danielle.

Em Sorocaba, cidade paulista, foram presos outros dois homens. “Eles não saíam de cada agência com valores entre R$ 30 mil e R$ 40 mil. A princípio, os investigados responderão por furto e organização criminosa”, finalizou a delegada.

Dinheiro virava carros

Na volta para Santa Catarina, os bandidos já estavam sem o dinheiro roubado. Isso porque o bando comprava carros em Minas com o valor furtado. A tática era para que,  caso eles fossem parados em alguma abordagem policial nas estradas, não levantassem suspeita. “Era uma espécie de lavagem do dinheiro.  Quando chegavam no destino, eles vendiam os carros. Além disso, em Joinville, não há registro de ações criminosas do grupo”, disse a delegada Danielle.

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