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Constrangimento

Projeto de lei quer proibir revistas íntimas em presídios

O tempo gasto hoje na revista íntima dos visitantes seria maior que o da vistoria dos detento

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PUBLICADO EM 21/04/17 - 03h00

Um projeto de lei protocolado nessa quinta-feira (20) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) quer proibir as revistas íntimas durante visitas de familiares aos detentos do Estado. A proposta, de autoria do deputado Alencar da Silveira Jr. (PDT), prevê que, em vez de revista ser realizada no visitante antes de entrar no presídio, a vistoria seja feita no detento antes de ele voltar para a cela.

“Esse modelo já é adotado em países da Europa e pode perfeitamente ser adaptado para o Brasil. As revistas íntimas são vexatórias e expõem pessoas como mães, filhas e esposas, que nada têm a ver com o crime cometido. É o detento que tem que ser revistado posteriormente para ver se ele está retornado para a cela com algum objeto ilícito”, afirmou.

Segundo o deputado, essa medida seria viável, pois o tempo gasto hoje na revista íntima dos visitantes é maior que o da vistoria dos detentos.

“Outro benefício para os familiares é que hoje eles esperam longos períodos na fila, sem nenhum tipo de proteção, expostos ao sol e à chuva. Sem a necessidade de fazer essa revista íntima, seria muito mais ágil o procedimento de entrada durante os dias de visita”, detalhou.

Hoje, das 140 unidades prisionais de Minas Gerais, apenas 12 contam com equipamento de Body Scan, que por meio de raio X evita a revista íntima.

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