Impossível

Em 1935, Freud negou possibilidade de cura gay

De forma direta, o psicanalista diz "não podemos prometer esse resultado", em reversão sexual

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Fundador. Teorias criadas pelo médico-neurologista Sigmund Freud serão discutidas durante o evento
Ele cita ainda exemplos de grandes pensadores e artistas que eram homossexuais. como Leonardo da Vinci
PUBLICADO EM 20/09/17 - 20h54

Em um carta escrita em 1935, Sigmund Freud, conhecido como pai da psicanálise, negou que a cura gay pudesse existir. A carta foi uma resposta para uma mãe que procurava ajuda ao filho, que se relacionava com outros homens. 

Em um trecho da carta, Freud diz que "homossexualidade não é nenhuma vantagem, mas ao mesmo tempo não é algo pelo qual deva se envergonhar. Não é um vício, uma degradação e nada que possa ser classificado como uma doença". De forma direta, ele diz que fazer com que o filho da mulher que pede ajuda não pode se relacionar com mulheres apenas por fazer terapia. "Não podemos prometer esse resultado".

Na sequência, o psicanalista afirma que "é uma grande injustiça e uma crueldade enxergar a homossexualidade como um crime".  Ele cita ainda exemplos de grandes pensadores e artistas que eram homossexuais. Platão, Michelangelo e Leonardo da Vinci. 

A carta vem sendo publicada em redes sociais depois de decisão da Justiça Federal em liberar terapia para reversão sexual, o que ficou conhecido popularmente por cura gay. 

 

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