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Após convite, Dinis Pinheiro se torna opção do PSB em BH

A ida do ex-presidente da Assembleia Legislativa para o PSB, se concretizada, seria uma possibilidade viável para que a atual base de Lacerda se unisse em torno de um único candidato

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PUBLICADO EM 15/03/15 - 03h00

Com a pretensão de se manter como protagonista na disputa eleitoral de 2016, o PSB, por meio do deputado estadual Antônio Lerin (PSB), convidou o ex-deputado e ex-candidato a vice-governador Dinis Pinheiro (PP) para ingressar no partido. Os socialistas, que comandam a Prefeitura de Belo Horizonte desde 2008, com Marcio Lacerda, não abrem mão de estar na cabeça da chapa majoritária que concorrerá ao maior posto da administração municipal da capital mineira. Para que isso ocorra, no entanto, seria necessário um nome de peso político, como Dinis, e que fosse de agrado tanto para o partido como para seus aliados históricos.

“Dinis é um nome histórico na política mineira. Um homem que agrada a todos do PSB, seria ótimo tê-lo como sucessor do Marcio”, diz Antônio Lerin, que fez, pessoalmente, o convite.

Ex-integrante do PSDB, Dinis Pinheiro possui bom trânsito no partido, fato que, de acordo com um interlocutor ligado aos tucanos, facilitaria a aceitação da sigla a uma nova aliança. “O PSDB está sofrendo com a ausência de nomes de peso para disputar a prefeitura. João Vítor Xavier é ótimo parlamentar, mas não tem estrutura política para ser candidato. Já o Rodrigo de Castro tem força, mas pode sofrer com resistência interna”, diz a fonte em conversa com a coluna.

A ida do ex-presidente da Assembleia Legislativa para o PSB, se concretizada, seria uma possibilidade viável para que a atual base de Lacerda se unisse em torno de um único candidato. Além de Dinis, os tucanos João Vítor Xavier e Rodrigo de Castro, o deputado Eros Biondini (PTB) e o vice-prefeito Délio Malheiros (PV) já se mostraram favoráveis à ideia de concorrer à sucessão do socialista. A ex-vereadora e atual secretária de Governo de Lacerda, Luzia Ferreira (PPS), no entanto, é ventilada como o nome favorito do prefeito para 2016.

O futuro do PSB em Belo Horizonte começou a ser escrito neste sábado, quando o congresso municipal do partido elegeu o diretório municipal e escolheu os delegados que irão participar do congresso estadual da legenda socialista.

Amarelinha no protesto

A venda de camisas da seleção brasileira cresceu assustadoramente nos últimos dias em uma loja em um shopping de luxo da região Centro-Sul de Belo Horizonte. Com o time de futebol em baixa desde a derrota vergonhosa para a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo, o motivo nada tem a ver com a equipe agora comandada por Dunga. É que a peça foi escolhida como vestimenta para muitos dos que irão aos protestos deste domingo contra o governo Dilma Rousseff. Grande parte dos que compraram a camisa, que custa R$ 349,90, pediu para estampar o “Fora Dilma” nas costas, no local onde normalmente fica o nome do jogador. Só que, por norma interna da fabricante da camisa da seleção, a estampa de protesto político não é permitida.

Mudança em concursos

O deputado Fernando Coelho Filho (PSB-PE) apresentou polêmico projeto de lei para impedir órgãos públicos de exigir conhecimento jurídico de candidatos em concurso quando não for necessária a conclusão do curso superior. Se for aprovado, o PL impedirá, por exemplo, que tribunais e outros órgãos do Judiciário possam pedir que os pretendentes a cargos técnicos tenham noções de direito. A proposta de Fernando Coelho Filho é que os órgãos públicos, após aprovarem os candidatos, deem cursos para ensinar o que eles precisarão saber para exercer seus cargos. De acordo com o parlamentar, não seria justo exigir dos pretendentes à função um conhecimento que não é oferecido pelos currículos do ensino médio.

FOTO: REPRODUÇÃO
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“salvar o Brasil”

Chapéu na mão. Elaborado pelos grupos Vem pra Rua, Patriotas e Frente de União Brasil, um panfleto curioso pede a colaboração em dinheiro de simpatizantes à causa: “salvar o Brasil” do PT e da presidente Dilma Rousseff. Os grupos argumentam que não têm patrocínio de partidos políticos nem do governo, e colocam um número de conta na Caixa Econômica Federal para depósitos. Segundo o panfleto, o recurso doado vai financiar a “luta contra o mal”.

43 EMENDAS foram recebidas pela comissão especial que está analisando a reforma política; o prazo para a apresentação terminou na quarta-feira

Duelo no PSOL
A divisão interna do PSOL, evidenciada pela disputa entre a executiva nacional do partido e a estadual do Rio de Janeiro, vai além da manutenção do Cabo Daciolo na sigla. A disputa entre correntes internas se expressou na indicação da expulsão da ex-deputada estadual Janira Rocha, aprovada no Rio, mas não concretizada devido à intervenção da executiva nacional. Enquanto o vereador carioca Renato Cinco entende que esta foi uma interferência impositiva, o presidente do partido, Luiz Araújo, descreve a situação como uma “sanção do diretório nacional sobre o diretório estadual”.

Parece aquele PT

Coincidentemente, o conflito é semelhante ao que ocorreu no interior do PT, partido de origem de muitos dos atuais integrantes do PSOL, na indicação para a disputa do governo do Rio de Janeiro em 1998. A executiva estadual do partido aprovou a candidatura de Vladimir Palmeira para concorrer a governador, mas uma intervenção do grupo majoritário nacionalmente impôs a aliança com Anthony Garotinho, então no PDT, com Benedita da Silva (PT) como vice. A diferença está no tempo que cada partido levou para ter esse tipo de intervenção da executiva nacional.

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