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Marco Pigossi prepara um 2018 de muitos papéis

Após 'A Força do Querer', ator estará em cena em 'Onde Nascem os Fortes'

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marco pigossi
Trabalho. Pigossi terá passagem marcante na supersérie
PUBLICADO EM 03/01/18 - 03h00

Rio de Janeiro. Marco Pigossi abriu mão de férias longas após encerrar, no fim de outubro, “A Força do Querer”, novela da Globo hit de audiência em 2017. Depois de dez dias sobre duas rodas (ele é louco por motos) no deserto do Atacama, no Chile, o ator foi direto para o set da supersérie “Onde Nascem os Fortes”, na Paraíba.

“Passei uma semana e meia respirando dentro do capacete para esvaziar o personagem anterior. Aceitei esse novo trabalho logo após a novela por vários fatores, mas também por ser apenas uma participação”, explica o paulistano de 28 anos.

Com nove novelas e duas minisséries na carreira, Pigossi queria ser dirigido por José Luiz Villamarim. Os dois iriam trabalhar juntos no remake de “O Rebu”, em 2014, mas o ator foi remanejado para a novela “Boogie Oogie”, que foi ao ar naquele mesmo ano. “Desde lá a gente tentava conciliar as datas”, diz Pigossi.

Apesar de breve, a passagem por “Onde Nascem os Fortes” promete ser marcante. É o sumiço do seu personagem, o aventureiro Nonato, que desencadeia a ação da produção das 23h, que estreia em abril na Globo.

No roteiro de George Moura e Sergio Goldenberg, o jovem vai para o sertão praticar trilha de bicicleta com a irmã gêmea, Maria (Alice Wegmann). Ele desaparece – ninguém saberá se está morto ou não – após se estranhar com o poderoso empresário Pedro Gouveia (Alexandre Nero).

“É um personagem que se mete em confusão, tem uma inconsequência”, conta o ator.

Com direção artística de Villamarim, a supersérie, uma das apostas da emissora para 2018, é uma história de amores impossíveis, perdão e ódio, em 53 capítulos.

“A passagem de Nonato pela história tem que ficar marcada, as pessoas precisam sentir falta dele. Não queria que o personagem fosse visto como um playboy arrogante”, explica.

Após interpretar tipos atléticos, como o piloto de avião Rafael, de “Boogie Oogie”, o policial Dante, de “A Regra do Jogo” (2015) e o caminhoneiro Zeca, de “A Força do Querer”, o ator gravou novas cenas de briga e de ação para a supersérie:

“Sou bom de porrada cênica (risos). Já bati e apanhei tanto... A parte das cenas de briga é a que menos me preocupa. Tomei muito tiro em ‘A Regra do Jogo’, mas a gente pega os truques, é uma coreografia”, ressalta o artista.

Trajetória. Pigossi começou a estudar teatro aos 13 anos, e largou a natação aos 17 (era profissional) para se dedicar aos palcos. Estreou na TV na minissérie “Um Só Coração” (2004), e se destacou no papel do gay divertido da novela “Caras e Bocas” (2009). Além do vídeo, atuou em peças como “O Santo e a Porca” (2011) e “O Auto da Compadecida” (2012).

Em 2018, será visto como protagonista dos filmes “O Nome da Morte”, de Henrique Goldman, e “A Última Chance”, de Paulo Thiago, exibidos no último Festival do Rio. No primeiro, vive um tipo inspirado no matador de aluguel Júlio Santana, que teria assassinado 492 pessoas nos anos 80.

“É uma denúncia de um Brasil que é terra de ninguém, lembra o universo de ‘Onde Nascem os Fortes’”, compara ele com a nova produção da Globo.

“A Última Chance” é baseado na vida de um ex-presidiário, traficante e clonador de carros, que mudou sua trajetória ao dar aula de artes marciais no presídio.

“Esse filme é uma história de superação”, adianta Pigossi.

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