Recuperar Senha
Fechar
Entrar

Aposta

Uma atriz para ficar de olho  

Jovem mineira Flávia Borges volta ao país, depois de participar de produções teatrais e televisivas nos EUA

Enviar por e-mail
Imprimir
Aumentar letra
Diminur letra
H-
Atuação. Na peça norte-americana “The Goddess”, a atriz viveu o papel de um empregada
PUBLICADO EM 03/03/14 - 03h00

Aos 16 anos, Flávia Borges deixou a família em Ipatinga para fazer curso de atriz e dar continuidade aos estudos acadêmicos em Belo Horizonte. Quando isso aconteceu, ela não previa que onze anos depois já teria participado de três produções norte-americanas.

Tudo aconteceu meio por acaso. Depois de uma visita a Disney, ela decidiu terminar o curso de publicidade nos país. “Era uma forma de melhorar meu inglês e ter uma experiência fora”, explica Flávia.

Foi morando lá que começou a conhecer algumas pessoas e não demorou para retomar à vida de atriz. “Tive muita dificuldade, pois atuar em outra língua, mesmo com o domínio completo dela, é muito mais difícil. Além disso, é mais complicado para atrizes latinas conseguirem papéis de atrizes nativas”, comenta.

Isso, porém, não foi obstáculo suficiente para impedi-la de conquistar uma vaga na peça “The Goddess”, dirigida por John Mossman. “Consegui o papel de forma inusitada. Estava fazendo aulas e o diretor me viu, gostou do meu trabalho e acabou modificando uma personagem para que eu a interpretasse”, relata a atriz.

Modesta, ela afirma que “era um papel pequeno, mas consegui certo destaque na crítica norte-americana”. Não só ela, como a peça, que venceu o Jeff Awards, principal prêmio do teatro da região de Chicago.

Dos palcos, a jovem atriz rumou para uma série televisiva. Ela participou de um dos episódios de “The Mob Doctor”, do canal Fox. Além disso também fez parte da produção cinematográfica “Serial Daters Anonymous” (ainda sem tradução), estrelado pelo ator Sam Page, de “Mad Man”. “É uma comédia romântica bem legal que, acredito, terá uma boa repercussão”, comenta Flávia.

De volta ao Brasil, a atriz agora trabalha em um curta-metragem, “Suicídio”, no qual é protagonista e coprodutora. “O filme conta a história de um brasileiro que mora nos Estados Unidos e, depois de sofrer um grande drama, resolve se matar”, adianta a atriz.

Mas a grande relevância para ela nesse projeto é desempenhar o papel de produtora, pois assim caminha para o amadurecimento profissional. “Acho importante para todo ator conhecer todos os processos que fazem parte de um filme ou de uma peça de teatro. Estou gostando muito, não acho que serei produtora definitivamente, mas com certeza vale muito pelo aprendizado”, comenta.

Atualmente vivendo entre os dois países, a atriz almeja trabalhar em produções brasileiras, pois ainda não tem experiência por aqui. “Visitei o Projac para conhecer uma das produtoras de elenco da Globo, e depois farei testes para que eles conheçam um pouco do meu trabalho”, revela.

Com serenidade na voz, ela faz um balanço de sua trajetória. “Sei que tenho um longo caminho a percorrer, mas já é bem gratificante para mim, que sai do interior, ter atuado em produções tão grandes. Ao mesmo tempo, assusta um pouco viver tudo isso que está acontecendo, mas sei que é só o começo”, afirma.

O que achou deste artigo?
Fechar

Aposta

Uma atriz para ficar de olho  
Caracteres restantes: 300
* Estes campos são de preenchimento obrigatório
Enviar Comentário

Li e aceito os termos de utilização
Compartilhar usando o Facebook
ou conecte-se com

ATENÇÃO

Cadastre-se para poder comentar

Comentar com Facebook Comentar com Twitter