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Sala de reboco para cair no forró

Music Hall abriga mais uma etapa da iniciativa com a bandas e trios dedicados aos ritmos do Nordeste

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De volta ao Sala de Reboco, Trio Virgulino promete uma noite animada
PUBLICADO EM 17/02/17 - 03h00

Projeto que, de certa forma, moldou a cena forrozeira de Belo Horizonte, o Sala de Reboco segue com suas comemorações de 20 anos neste sábado (18), no Music Hall, recebendo Trio Virgulino, Baião Caçula e o DJ Flávio Bruno. Esta será a segunda edição comemorativa do projeto, que, até julho, ainda movimenta outras seis noites no Music Hall reunindo trios e bandas de Minas e do Brasil dedicadas aos ritmos nordestinos.

“Primeiramente, ficamos muito felizes com o espaço que o Guilardo abre para o forró em Belo Horizonte, que está em boas mãos desde os tempos de Lapa Multishow. Agora, ele reacende essa chama e está de parabéns por voltar com essa iniciativa. Estamos muito animados”, exalta Enok Virgulino, sanfoneiro do Trio Virguilino, em referência ao produtor cultural Guilardo Veloso, o homem por trás da criação do Sala de Reboco e do Lapa Multishow.

Principal atração desta edição, o Trio Virgulino volta a Belo Horizonte com seu autêntico forró pé de serra, ancorado em clássicos do gênero e em composições autorais, além de novidades para o público da capital. A formação do grupo conta com Adelmo Nascimento (triângulo) e Roberto Pinheiro (zabumba), além de Enok. “Sempre temos uma coisa nova para mostrar no repertório. Estamos preparando um disco novo, e pode ter certeza de que teremos novidades. A gente tem um carinho muito grande com o pessoal de Belo Horizonte e será uma apresentação muito animada”, adianta Enok.

Com 37 anos de forró, xote e baião na bagagem, o Trio Virgulino é, sem dúvida, um dos grandes nomes das duas décadas do Sala de Reboco, figurando no palco do projeto desde seus primórdios.

“Tudo começou lá no bairro Santa Tereza. A gente estava lá na Trash (antiga casa que abrigou alguns dos primeiros projetos de forró de Guilardo Veloso), depois no Blue Banana e, posteriormente, o Lapa Multishow. Ficamos felizes por acompanhar todas essas transformações desde o tempo em que BH tinha uma cena forrozeira mais tímida”, relembra o sanfoneiro. “O projeto sempre foi muito importante, pois reunimos forrozeiros antigos e novos, e caiu muito bem para Belo Horizonte, que até hoje tem uma cena muito bacana de forró. Fico feliz com essa trajetória”, pontua o músico, que destaca a longevidade da banda na cena forrozeira do país.

“Sempre queremos chegar mais longe. A música nordestina sempre teve altos e baixos, mas sobrevive, pois está arraigada no inconsciente popular. O Trio Virgulino acendeu uma chama que não se apagou até hoje. E sempre aparecem novos valores que se dedicam aos ritmos nordestinos. O mais importante disso é que a dança vai continuar sempre”, avalia Enok.

» Sala de Reboco. Shows com Trio Virgulino e Baião Caçula. Neste sábado (18), a partir das 22h, no Music Hall (av. do Contorno, 3.239, Santa Efigênia). Ingressos: 1º lote – R$ 20 e R$ 10 (meia); 2º lote – R$ 30 e R$ 15; 3º lote – R$ 40 e R$ 20. Venda antecipada no www.sympla.com.br/saladereboco

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