COBERTURA ESPECIAL

CasaCor Minas 2017

Coquetel de lançamento da CASACOR reuniu grandes nomes

Mostra será realizada até o dia 17 de setembro

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PUBLICADO EM 14/08/17 - 18h06

O coquetel de inauguração da CASACOR Minas, maior mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo do Estado, aconteceu na quinta (10), no casarão onde funcionava a extinta Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA), na rua Sapucaí, no bairro Floresta.

Diversas pessoas marcaram presença no local, e as expectativas para o evento, que acontecerá até o dia 17 de setembro, são muitas.

"Todos estão se envolvendo com  intensidade. Há um astral muito bom na ocupação desta casa. Existe bastante história dentro e nos entornos do local. A CASACOR é um evento consolidado, que conta com parceiros fortes", diz Juliana Grillo, diretora da mostra.

Profissionais experientes também destacaram toda a relevância do evento. Para Rodrigo Aguiar, que assina a Sala de Banho, por exemplo, participar da CASACOR é uma injeção de ânimo. "Conhecemos muitas pessoas e ficamos antenados às tendências de decoração", afirma.

Já Mauricio Bomfim, responsável pelo Estúdio Gourmet, frisou que as expectativas são ótimas. "Creio que haverá um público muito grande. Já é a segunda vez que participo", diz.

Os ingressos estão disponíveis para venda na bilheteria da CASACOR Minas, na rua Sapucaí, 283, no bairro Floresta, ou pelo site www.blueticket.com.br. O preço é R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia). 

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Vagão histórico e familiar

Locomotiva, localizada no jardim do casarão que recebe a CASACOR 2017, se transforma em um ambiente de lazer

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kiasdkaskdas
Ambiente foi pensado para reunir amigos e familiares
PUBLICADO EM 16/08/17 - 18h23

Os visitantes da CASACOR Minas encontrarão muitas surpresas na mostra deste ano. A primeira delas é ver o antigo casarão da Rede Ferroviária Federal, localizado no bairro Floresta, novamente ocupado. O local estava fechado há mais de dez anos.

O resgate histórico também pode ser acompanhado no projeto que apresenta ao visitante um local de lazer em sintonia com a construção do antigo palacete. Trata-se de um vagão, que já existia no local, e virou um espaço que pode ser aproveitado por toda a família.

“A locomotiva está localizada na entrada do casarão, no lado direito. A minha proposta foi restaurá-la e projetar uma cobertura. Então, eu fiz um local de lazer com espaço gourmet, piscina com deck, mesas para almoço e degustação, além de um espaço kids. Ou seja, é um lugar em que se pode reunir com familiares e amigos”, explica a  responsável pelo projeto, Gislene Lopes.

A visitação é aberta ao público de terça a sexta-feira, das 15h às 22h. Aos sábados, das 13h às 22h, e aos domingos das 13h às 19h.

Os ingressos custam R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada). As vendas ocorrem na bilheteria da CASACOR Minas, na rua Sapucaí, 383, bairro Floresta, ou pelo site www.blueticket.com.br.

 

 

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Espaço para agradar aos olhos e ao paladar

Irmãos Farkasvölgyi apresentam ambiente que mescla arte, gastronomia e arquitetura para visitantes da CASACOR Minas

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Agnes Farkasvölgyi entre os diretores da mostra Eduardo Faleiro e Juliana Grillog
PUBLICADO EM 06/08/17 - 03h00

Mesclar arte, gastronomia e arquitetura para agradar tanto aos olhos quando ao paladar dos visitantes da CASACOR Minas 2017. Essa é a intenção dos irmãos Farkasvölgyi. O arquiteto Bernardo criou um restaurante que dialoga com o cardápio montado pela irmã, a chef de cozinha Agnes, para receber os visitantes a fim de saborear diversos pratos durante a mostra, que começa neste sábado (12) e segue até 17 de setembro em Belo Horizonte.

No cardápio, às terças-feiras, as iguarias servidas serão ostras e frutos do mar. Às quartas-feiras quem vai comandar a cozinha será o chef Felipe Caputo, sob a supervisão de Agnes, com um menu fitness que inclui pratos vegetarianos e veganos.

Já às sextas-feiras, os convidados experimentarão o jantar #NaMesadaAgnes – conceito já conhecido por quem frequenta o bufê Bouquet Garni, restaurante do qual ela é sócia. Trata-se de um menu com preço fixo, com três opções de entrada, prato principal e sobremesa. Aos domingos, a chef servirá um brunch especial a partir das 11h.

Inovação. Um dos grandes destaque do projeto está nas alturas. Trata-se de um telhado coberto por pouco mais de 1.300 fios esticados um a um. A ideia é de Bernardo. De acordo com ele, são dez quilômetros de tear colorido que criam uma onda. “Sempre reparo no teto dos restaurantes que frequento e decidi implementar algo nesse trabalho”, comenta.

Além disso, o restaurante conta com um balcão para a finalização dos pratos, que poderá ser acompanhada pelos clientes. Outra atração é que parte da obra do fotógrafo mineiro Wilson Baptista – falecido em 2014 – será exposta no espaço, assim como uma das esculturas do artista plástico Leo Santana.

Cada detalhe foi combinado entre os irmãos. “Pedi para ele um ambiente menor para atender bem cada cliente e proporcionar uma experiência completa. É por meio da decoração que demonstramos o carinho que temos em receber aquelas pessoas”, ressalta Agnes. Ela ocupou o Museu de Arte da Pampulha na edição anterior da mostra.

Encontro. A organização da CASACOR Minas realizará nesta terça-feira (8), das 10h às 13h, o brunch de imprensa. Na ocasião, todos os ambientes estarão disponíveis para visitação e fotos. No local, estarão presentes importantes influenciadores digitais e jornalistas.

Também serão apresentadas as principais novidades da 23ª edição do evento, incluindo todo o trabalho de recuperação desenvolvido no casarão da Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA), localizado na rua Sapucaí, 383, no bairro Floresta.

O espaço, que está fechado há mais de dez anos, foi construído nas primeiras duas décadas do século XX. Todo o processo de restauração ficou sob a supervisão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Com a abertura oficial do evento, a mostra cumpre o compromisso de devolver o prédio para a cidade e seus habitantes. O antigo palacete abrigará as instalações do Museu Ferroviário, entre outras atividades.

Grandeza. O evento é reconhecida como a maior mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo das Américas. São mais de 20 realizações em diversos Estados e cidades do Brasil. Já as apresentações internacionais serão feitas em países como Estados Unidos, Peru, Chile, Equador, Bolívia e Paraguai.

COZINHA INUSITADA - PROGRAMAÇÃO

Dia: 15.8
Horário: 17h30 às 19h30
Chef:Vinícius Justo
Nome da aula: Água, Terra e Fogo

Dia: 24.8
Horário: 20h às 22h
Chef: Felipe Galastro e Sandro
Nome da aula: Devaneios sobre Ferro, Lenha e Fogo

Dia: 25.8
Horário: 20h às 22h
Chef: Carol Stoffella e Fe Calvo
Nome da aula: Não informado

Dia: 29.8
Horário: 20h às 22h
Chef: Américo Piacenza
Nome da aula: O Segredo por detrás das Cantinas Italianas

Dia: 31.8
Horário: 20h às 22h
Chef: Vinícius Justo
Nome da aula: Cozinha Fit, Funcional e Vegana

Dia: 5.9
Horário: 20h às 22h
Chef: Thiago Chiericatti
Nome da aula: Não informado

Dia: 6.9
Horário: 20h às 22h
Chef: Leo Paixão
Nome da aula: Alta Gastronomia: Sabor em Detalhes

Dia: 12.9
Horário: 20h às 22h
Chef: Bruna Martins
Nome da aula: Não informado

Dia: 13/9
Horário: 20h às 22h
Chef: Não informado
Nome da aula: Não informado

Dia: 14/9
Horário: 20h às 22h
Chef: Jaime Solares
Nome da aula: Não informado

Dia: 16/9
Horário: 17h30 às 19h30
Chef: Beto Haddad
Nome da aula: De Volta da China

*Aula aberta ao público. O objetivo é que os participantes vejam um renomado chef produzir uma refeição para, em seguida, reproduzir em um jantar. Ingressos à venda pelo site www.blueticket.com.br. Valor: R$ 170 (inclui bebida harmonizada – cerveja ou vinho; água, entrada, prato principal e sobremesa).

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Encantamento e contemporaneidade

Maior mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo do Estado chega à sua 23ª edição com programação especial e novidades

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PUBLICADO EM 24/07/17 - 14h18

Novos olhares, experimentação, ampliação do conhecimento. Em sua 23ª edição, a CASACOR Minas, maior mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo do Estado, chega com a missão de ampliar o processo de morar bem nos dias atuais. De 12 de agosto a 17 de setembro, os visitantes terão a oportunidade de entrar em contato com diversos ambientes e ações, como quatro workshops de fabricação digital, algo recém-chegado ao evento.

Com essa novidade, o público será coautor do ambiente Guaja Sapucaí. A participação, no entanto, não fica por conta apenas da concepção do espaço. Os presentes vão, ainda, fabricar o mobiliário, seguindo as orientações de profissionais experientes, liderados por Denis Fuzii e Rafael Cordeiro.

O encontro também propõe um novo olhar sobre Belo Horizonte e a respeito da forma como a cidade vem sendo apreendida pelos próprios moradores e pelos turistas. Nesta edição, inclusive, a mostra será abrigada no casarão onde funcionava a extinta Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA), na rua Sapucaí, 383, no bairro Floresta.

Os números também têm se mostrado positivos. A expectativa é de que 40 mil pessoas visitem o local até o fim do evento. Além disso, devem ser geradas diversas vagas de emprego, sendo 800 ocupações diretas e mais de 5.000 indiretas. Ao todo, serão 40 ambientes da mostra. “Será um desafio para que arquitetos, designers de interiores e paisagistas possam surpreender o público com projetos que consigam trazer o design para mais perto das pessoas. O espaço que escolhemos possibilita ambientes mais amplos, capazes de trazer muitas possibilidades de reflexão sobre a moradia com foco no essencial. A ideia desta edição é mostrar que a vida pode ser mais simples”, explica Juliana Grillo, diretora da mostra.

A arquitetura do palacete encanta os visitantes e não foi diferente com o diretor da mostra, Eduardo Faleiro. “O pessoal da extinta Rede Ferroviária Federal me trouxe para conhecer o casarão e fiquei completamente apaixonado. A partir disso, ficamos cerca de seis meses em negociação. Como o imóvel é tombado, precisei ir em todos os órgãos competentes”, conta.

O fato de ser tombado não é um problema para os diretores da mostra. De 23 edições, 13 foram realizadas em imóveis considerados patrimônio ou em processo de tombamento. “Nós fizemos na Casa do Conde em 2000 e, naquela edição, tivemos o maior público da história da CASACOR Minas Gerais. Temos um relacionamento muito bom com os institutos de patrimônio histórico e artístico estadual e nacional e, agora, com a Rede Ferroviária e com a VLI, que são parceiros da mostra nesse empreendimento”, afirma Juliana.

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Mais brilho na Sapucaí

Evento promove a valorização da rua onde é realizada e de seu entorno, proporcionando novos ares a BH

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PUBLICADO EM 24/07/17 - 14h36

A CASACOR Minas, que neste ano será realizada em um imóvel na rua Sapucaí, não somente ocupa a rua, mas também a respeita e tem planos de fazer dela algo ainda maior, com eventos que focam a diversidade e que exploram os encantos do local.

Na edição deste ano, o imóvel está sendo reformado para abrigar toda a programação, as exposições e os visitantes. Muitos deles, inclusive, vêm de fora da cidade especialmente para participarem de tudo isso e ter a oportunidade de entrar em contato com uma arquitetura e características culturais vibrantes, que se expandem para além dos limites do lugar onde acontecerá a mostra.

“Nos últimos anos, a ocupação da rua foi acontecendo de maneira espontânea. Com a retomada do Carnaval em Belo Horizonte, começou a haver ali uma efervescência cultural. A CASACOR acompanha esses movimentos culturais. Trazendo esse evento, que gera tanta visibilidade, para a rua, conseguimos mostrar como é importante a ocupação desse espaço da cidade”, afirma Eduardo Faleiro, diretor da mostra.

No período em que acontecerá a CASACOR, de 12 de agosto a 17 de setembro, a rua, que fica localizada entre as avenidas Assis Chateaubriand e Contorno e chama a atenção com seus postes de iluminação antigos e balaustradas, também deverá contar com uma programação especial. Conforme ressalta Faleiro, aos domingos, por exemplo, o local deverá ser fechado para abrigar um conjunto de atividades que envolvem “boa comida e boa música”. Além disso, também será criado um roteiro cultural da região, que será disponibilizado nas mídias digitais do evento e distribuído como uma espécie de mapa na casa.

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Resíduos tem viés sustentável

Cerca de 128 metros cúbicos de materiais foram retirados na primeira fase da reforma do casarão

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PUBLICADO EM 24/07/17 - 14h45

Com o tema  'Foco no Essencial', a 23ª edição do CASACOR Minas Gerais tem por objetivo valorizar o que é a essência de cada ambiente e o que é mais importante em cada paisagem. Por isso, atentos ao tema da sustentabilidade, os profissionais da CASACOR iniciaram o processo de descarte dos resíduos da restauração do casarão que receberá a mostra. Até meados de julho, cerca de 128 metros cúbicos de materiais já haviam sido retirados do local e tiveram uma destinação adequada.

“Retiramos 39 metros cúbicos de madeira, que foram doados para a J&E Reciclagem. Outros 9 metros cúbicos de lã de vidro, provenientes de forros, foram doados para o projeto social 'Seu Vizinho', localizado no Aglomerado da Serra e também serviram para a utilização da montagem de um sistema de isolamento acústico dentro da própria CASACOR. Além disso, 24 metros cúbicos de alumínio e ferro, provenientes dos forros, divisórias, eletrocalhas e luminárias foram destinados para reciclagem na empresa Koprum e 48 metros cúbicos de entulho foram enviados para o aterro sanitário”, conta Juliana Grillo, diretora da mostra.

Segundo ela, a proposta é produzir um evento que minimiza os impactos ambientais, além de contribuir com a redução dos custos da obra. “Não é à toa que a CASACOR é reconhecida como a maior e melhor mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo das Américas e reúne, anualmente, renomados profissionais em 20 cidades do Brasil e seis internacionais”, ressalta.

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O antigo reaparece

Processo de restauração identifica pinturas originais após a retirada de camadas de tinta

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PUBLICADO EM 24/07/17 - 15h09

Para receber a 23ª edição da CASACOR Minas, o imóvel onde funcionou a extinta Rede Ferroviária Federal S/A(RFFSA), construído nas primeiras duas décadas do século XX, vem passando por um processo de restauração. Sob a supervisão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o local irá abrigar, futuramente, as instalações do Museu Ferroviário, entre outras atividades.

Nos últimos dias, a restauradora Maria Caldeira, uma das responsáveis pela execução de um estudo que conduzirá o processo de restauro após a mostra, identificou que existem pinturas originais, em cinco cômodos do local, que estão sendo descobertas após a retirada de algumas camadas de tinta. No entanto, pode ser que tenha mais em outros espaços. As pinturas encontradas misturam tons claros e escuros, criando efeitos marmorizados e imitação de madeira.

“Ainda é muito cedo para precisarmos o estilo, a época e garantir que estas pinturas ocupam cômodos inteiros do casarão. Porém, nossa meta é apresentar, em breve, um estudo técnico sobre o que está sendo encontrado e suas características. Tudo ficará visível em alguns ambientes durante a CASACOR Minas”, revela.

O importante casarão integra o conjunto arquitetônico da praça da Estação e possui cerca de 4 mil metros quadrados. Depois de 13 edições ocupando imóveis tombados, o evento deste ano volta a acontecer em uma edificação que é patrimônio cultural.

Para a diretora da CASACOR Minas, Juliana Grillo, “um bem tombado possui regras de prevenção que devem ser respeitadas para que as intervenções realizadas nos ambientes não afetem a integridade das construções originais, a fim de não desconfigurar ou perder a autenticidade genuína da casa”.

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PUBLICADO EM 24/07/17 - 15h22

Diretor Executivo: Heron Guimarães | Editora Executiva: Lúcia Castro | Secretaria de Redação: Michele Borges da Costa, Murilo Rocha e Renata Nunnes | Gerente comercial: Alessandra Soares | Coordenador de projetos especiais: Tadeu Campos | Editora de projetos especiais: Dayse Resende Reportagem: Juliana Siqueira e Leonardo Cunha | Fotografia: Jomar Bragança/Divulgação e Leo Fontes

 

 

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