Recuperar Senha
Fechar
Entrar

Idiomas

A força dos idiomas orientais 

Conhecimento em idiomas asiáticos abre portas para estudo e trabalho

Enviar por e-mail
Imprimir
Aumentar letra
Diminur letra
758_0NTE9TPI
“Tive a chance de conviver em meio a uma comunidade internacional com alta produção científica.” René Teixeira Engenheiro de telecomunicações
PUBLICADO EM 22/08/15 - 03h00

Apesar de menos popular do que o inglês, o mandarim é o idioma mais falado no mundo e, cada vez mais, está atraindo a atenção dos brasileiros. “A maior parte dos alunos é de universitários que buscam uma melhora no currículo e maiores chances de um bom emprego após a formatura. A China é o maior parceiro comercial do Brasil desde 2009, e o volume comercial só vem aumentado ao longo dos anos”, explica Enrico Brasil, diretor geral do Huawen, Centro de Cultura e Língua Chinesa.

Segundo ele, muitas empresas buscam falantes de mandarim e português para a abertura de escritórios de representação na China (ou aqui no Brasil, no caso dos chineses) e estão procurando pessoas aptas a fazerem traduções diversas de reuniões, montagem de máquinas e até nas transações comerciais de uma infinidade de produtos diferentes.

“Frequentemente, recebemos pedidos de traduções e divulgação da abertura de vagas de emprego para falantes de mandarim e português. Então, quem fala a língua tem uma vantagem bem grande no mercado de trabalho competitivo”, ressalta Brasil.

Japonês. Falar japonês também pode abrir muitas portas. Quando ainda era estudante, o engenheiro de telecomunicações René Teixeira  se matriculou em um curso do idioma oriental. Com o conhecimento em inglês somado aos estudos da nova língua, ele conseguiu bolsas de estudo na Universidade de Tóquio, onde morou por oito anos e concluiu mestrado, doutorado e pós-doutorado. “Tive a oportunidade de conviver em um ambiente excitante, em meio à comunidade internacional, com alta produção cientifica e valorização das atividades de pesquisa e desenvolvimento”, destaca Teixeira.

De acordo com Tatsuo Kanashiro, diretor-presidente do Instituto de Cultura Oriental (ICO), o relacionamento entre o Brasil e o Japão é maduro e o governo nipônico tem grande interesse em investir por aqui. “O bom relacionamento entre esses países, que já é sólido, vem crescendo ainda mais. Com a globalização, existe a necessidade de aumentar esse relacionamento para que novas parcerias sejam criadas para atenderem aos interesses de todos. Portanto, novas portas serão abertas aos brasileiros”, explica Kanashiro.

O que achou deste artigo?
Fechar

Idiomas

A força dos idiomas orientais 
Caracteres restantes: 300
* Estes campos são de preenchimento obrigatório
Enviar Comentário

Li e aceito os termos de utilização
Compartilhar usando o Facebook
ou conecte-se com

ATENÇÃO

Cadastre-se para poder comentar

Comentar com Facebook Comentar com Twitter