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UFMG terá novo forno para a síntese de grafeno 

Centro de Tecnologia em Nanotubos de Carbono (CTNanotubos) da universidade é o primeiro do país

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Pesquisa sobre forma cristalina do carbono é desenvolvida na UFMG
PUBLICADO EM 12/03/16 - 03h00

O Centro de Tecnologia em Nanotubos de Carbono (CTNanotubos) da UFMG ganhará um novo forno de CVD (Chemical Vapor Deposition), que permitirá ampliar a capacidade de produção de grafeno – uma das formas cristalinas do carbono, assim como o grafite e o diamante – em dez vezes a partir de abril.

O forno é um equipamento que propicia o “crescimento” de grafeno em substratos (camadas) de metal, utilizando um gás com carbono, como o metano. O CTNanotubos é o primeiro centro de pesquisa e desenvolvimento de grafeno e nanotubos de carbono do país.

A professora Glaura Goulart Silva, coordenadora executiva do CTNanotubos, explicou que o grafeno obtido por meio do forno de CVD é aplicado em sensores (de gases tóxicos, de pressão e de temperatura) e em displays (smartphones, TVs, computadores). O novo forno possibilitará a produção de grafeno com melhor qualidade estrutural. Segundo a especialista, o grafeno já estava sendo sintetizado em escala de pesquisa, mas “agora a escala vai aumentar para produção pré-industrial”.

O equipamento, com financiamento da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), custou cerca de R$ 800 mil e é composto por um forno principal e módulos de controle de vácuo, entrada e pressão de gases e temperatura.

São Paulo. Na edição de anteontem, O TEMPO lembrou que foi inaugurado, no início do mês, o primeiro centro privado de pesquisa avançada em grafeno da América Latina, no campus da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo. O MackGraphe contou com um investimento de R$ 100 milhões.

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