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Influenza

Vacinação contra a gripe já ocorre em 25 UBSs de Betim

Dia D da mobilização no país será em 13 de maio; meta da prefeitura é imunizar 95% dos grupos prioritários

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Mito
Muitos acham que a vacina dá gripe, mas como ela é produzida por vírus morto, não causa a doença
PUBLICADO EM 19/04/17 - 20h03

Desde a última segunda-feira (17), 25 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Betim estão realizando a vacinação contra gripe Influenza H1N1. Em todo o Brasil, o desafio da campanha é reverter o crescimento dos casos da doença e reduzir as mortes causadas pelo vírus Influenza. De 2014 a 2016, Betim registrou 24 mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave e três óbitos por Influenza. No mesmo período, 149 pessoas deram entrada nas unidades públicas de saúde da cidade com síndrome respiratória e 13 foram diagnosticadas com Influenza.

A previsão é que município receba 95 mil doses da vacina e a expectativa, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, é imunizar 95% dos grupos prioritários até o dia 26 de maio, prazo do fim da campanha. O dia D da mobilização em todo o país será em 13 de maio. A campanha deste ano foi antecipada por causa do aumento dos registros fora do período mais crítico. Os casos mais graves se concentram durante o inverno, mas, em 2016, houve um grande número de notificações nas demais estações do ano.

A vacina permite a proteção contra os vírus A (H1N1), H3N2 e Influenza B. Como os vírus são mutantes, a composição da vacina é feita somente depois da indicação da Organização Mundial da Saúde sobre as cepas (variações dos vírus) que circularam com mais frequência nos últimos meses na região.

Além do período de vacinação ter sido antecipado, o público-alvo da campanha foi ampliado. Agora, os professores das redes pública e privada também poderão ser imunizados. Os demais contemplados são idosos, crianças de seis meses a 5 anos, trabalhadores da saúde, mulheres até 45 dias após o parto, indígenas, presos, adolescentes que cumprem medidas socioeducativas e funcionários do sistema prisional. Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e hipertensão, também podem ser imunizadas, desde que haja prescrição médica.

“A vacinação para o público prioritário deve ocorrer todo ano porque a quantidade de anticorpos (defesa do organismo) diminui ao longo dos meses, reduzindo o grau de proteção. Também pode ocorrer a circulação de vírus diferentes de um ano para outro.  Muitas pessoas acreditam que a vacina da gripe causa gripe, mas isso é mito. Ela é produzida por vírus morto, com isso não causa a doença”, explicou Renata Vaz de Melo Carvalho, enfermeira da Central de Vacinas da Secretaria de Saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, tratam-se de grupos com maior risco de complicações devido à gripe. A meta deste ano é vacinar 90% do público-alvo, índice maior do que nos anos anteriores, quando a meta girava em torno de 80%. Para isso, serão distribuídas 60 milhões de doses no país.

Contraindicação

A vacina é contraindicada para crianças menores de 6 meses e pessoas com história de reação anafilática  a doses anteriores ou alergia grave, comprovada, a ovo de galinha e derivados.
 

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