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Dolce Vita

Retratos em P&B

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MAT01-SD2S
Pedalando ao pé da letra neste início do ano na orla carioca, o titular da coluna aposta em novos horizontes e deixa para trás o exaustivo exercício do ano que passou de manter em pé uma imaginária bicicleta. E convida: vamos nessa que é bom à beça!
PUBLICADO EM 13/01/18 - 04h00

Lança-perfume

Não foram as argentinas que fizeram e aconteceram nas areias de Copa e Ipanema neste início de ano, mas as pencas de jovens chilenas, lindas!

Os argentinos estavam mesmo na praia vendendo suas empanadas, não as “da lata”, mas as “dos Hermanos”.

Além dos haitianos, os argentinos disputavam as areias com os ambulantes brasileiros, muito por causa do peso, o real vale seis vezes mais.

E valia muito a pena, mesmo sob o sol de 40º. A inflação deles vende uma latinha de cerveja a R$ 17. Também disputam os centímetros quadrados das praias cariocas as performáticas tribos gays de todo o planeta.

Carícias mil e gerais, confirmando a fama do Rio de Janeiro ser 100% “gay-friendly”, aberto, amigável a gays, ou “amigayveis”.

O que impressiona nos escandalosamente gays, na praia, é o exibicionismo, gritos, sussurros e performance exibicionista de dançarinos.

Tatuagens são epidemia; bizarrice e mau gosto cobrem quase o corpo todo.

Entre os “tarlinhas” (corpo de Tarzan e cabeça de galinha), as “janinhas” (corpo de Jane e cabeça de galinha) são um colírio.

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