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Celebração no Sindusfarq

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PUBLICADO EM Mon Jan 15 03:00:00 BRST 2018

FOTO: Edy Fernandes

Nas comemorações dos 85 anos do Sindusfarq, da esquerda para a direita: Otacílio dos Santos Rodrigues (Hipolabor Farmacêutica); Mariana Alves Silva (Alva Cosméticos); Kênia Carolina Lima Teixeira (Bravir Industrial); Cleonízia Silva Martins (Mutari); o presidente da Fiemg, Olavo Machado Jr.; Lígia Maria Goes Bicalho Mattos (Maxibrasil Indústria de Cosméticos); Eunice Ramiro Gomes (Laboratórios Osório de Moraes); e o presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Farmacêuticos e Químicos para Fins Industriais no Estado de Minas Gerais, Carlos Mário de Moraes 

Força econômica

Os setores químico, petroquímico, farmacêutico e cosmético têm grande representação econômica e social em Minas Gerais. São 72 mil pessoas empregadas nessas atividades, e as indústrias pagam R$ 9,2 bilhões em impostos. De acordo com o presidente do Sindusfarq, Carlos Mário de Moraes, 45,82% da arrecadação de ICMS recolhido do setor industrial de Minas Gerais provém das empresas dessas áreas, o que corresponde a 22,56% de todo o ICMS recolhido no Estado. No nível nacional, a representatividade é ainda maior. Hoje, o Brasil é o terceiro mercado mundial de consumo de produtos cosméticos, atrás apenas da China e dos Estados Unidos. 

Reformas

Leandro Narloch disse que a reforma da Previdência é ruim, amarga como um remédio, mas é o que precisamos neste momento. “Se a gente continuar gastando e consumindo todos os doces que o governo oferece, que os políticos oferecem, a situação vai ficar cada vez pior, e nosso resultado vai ser a crise que a Grécia teve anos atrás, só que cem vezes maior, porque o Brasil é cem vezes maior que a Grécia, ou então o que o Rio de Janeiro vive hoje, com ano letivo de universidade estadual sendo cancelado por falta de dinheiro”, comparou. 

FOTO: Fabiano Aguiar/Divulgação

Presidente da Katz Construções, Daniel Katz, lança neste ano o Alameda do Araripe Haras Residence, condomínio de alto luxo localizado na Costa do Descobrimento, no Sul da Bahia

Ousadia

Daniel Katz conta que aceitar essa nova modalidade de pagamento reforça a busca constante da construtora por inovação e tecnologia. “O mercado exige ousadia, adaptações, e quem não acompanha as mudanças não evolui, não se mantém vivo nas novas realidades. Precisamos enxergar além e acreditar”, justifica. Os que apostaram no bitcoin antes de sua valorização hoje possuem um patrimônio considerável, em função de sua constante valorização no mercado desde 2011. De janeiro a novembro de 2017, o ativo valorizou 1.500%. 

Gravidade

Para Sergio Bruno Zech Coelho, não é preciso ser economista para entender a gravidade do problema: “É uma questão de pura aritmética: quando se gasta mais sem aumentar as receitas, a insolvência é inevitável, trazendo com ela a total incapacidade de investir e gerar recursos para os serviços básicos, que já são tão deficientes”. “É crucial acabar com os mecanismos que favorecem as classes privilegiadas e prejudicam os assalariados de menor renda”, arremata o economista. 

Celebração no Sindusfarq

Aos 85 anos, o Sindicato das Indústrias de Produtos Farmacêuticos e Químicos para Fins Industriais no Estado de Minas Gerais (Sindusfarq) vive um momento de fortes resultados no setor. O presidente da entidade, Carlos Mário de Moraes, conta que, entre as conquistas do sindicato junto aos órgãos federais e estaduais, podem-se destacar a luta pela redução da alíquota de impostos e a sensibilização dos governos para a inclusão de indústrias em programa de regularização fiscal, além da melhoria na área regulatória e do fomento para a inovação de processos e produtos. “Essas, entre outras iniciativas, possibilitaram a ampliação da competitividade, principalmente em meio à crise dos últimos anos”, informa Moraes.

Narloch no IFL-BH

Para dizer que a reforma da Previdência é o começo de uma reforma fiscal no país, o escritor Leandro Narloch costuma usar uma metáfora do filósofo Aristóteles que é a seguinte: “O que você prefere, ir a uma farmácia ou a uma loja de doces?”. “É claro que a gente prefere ir a uma loja de doces, só que a loja pode te deixar gordo, com diabetes e vários problemas, se você abusar. Tomar o remédio, muitas vezes, é pior, mas resolve seu problema. É essa maturidade que a gente precisa ter agora”, disse o escritor, que fez palestra a integrantes do Instituto de Formação de Líderes (IFL-BH), em Belo Horizonte. Depois do “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”, Narloch lançou “Escravos: A Vida e o Cotidiano de 28 Brasileiros Esquecidos pela História”.

FOTO: Edy Fernandes

Durante encontro de integrantes do Instituto de Formação de Líderes (IFL-BH), da esquerda para a direita, Guilherme Moretzsohn; o presidente do IFL-BH, Marcelo Candiotto; o escritor e palestrante Leandro Narloch; e Rafael Ohana

Bitcoin na Katz

A moeda digital criptografada que tem transformado o mercado financeiro, o bitcoin, agora pode ser usada para comprar imóveis, lotes e outros empreendimentos da Katz Construções. Com essa medida, a empresa mineira de projetos de alto luxo dentro e fora de Minas Gerais passa a oferecer mais uma possibilidade de pagamento. Para Daniel Katz, presidente da construtora, a moeda virtual é também uma chance para os investidores adquirirem seu primeiro imóvel. “Muitos detentores de bitcoins são jovens, alguns inclusive ainda residiam com os pais quando apostaram na criptomoeda. E agora, com os rendimentos, podem comprar imóveis para morar ou mesmo para se tornarem investidores, revendendo ou alugando o imóvel”, argumenta Katz.

Patriotismo

Autor do livro “Clubes Sociodesportivos – Gestão Eficaz”, o economista Sergio Bruno Zech Coelho tem criticado o período de extrema decadência moral, ética, política e econômica do Brasil. “A degradação de nosso sistema institucional é evidente nos recorrentes escândalos de corrupção. Os Três Poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – estão desacreditados, e a desesperança da população cresce, principalmente, entre os mais jovens”, critica. Para Coelho, diagnósticos não faltam, mas, a questão sem resposta é: “quem realizará a tarefa”. “Estamos carentes de lideranças e de propósitos, e prevalecem os interesses pessoais. O antigo “espírito público” desapareceu do nosso vocabulário e também do nosso cotidiano”, reconhece Coelho.

FOTO: Minas Tênis Clube/divulgação

Presidente do Conselho Deliberativo do Minas Tênis Clube, Sergio Bruno Zech Coelho; ex-ministro Carlos Mário Veloso; e o presidente do Minas Tênis, Ricardo Santiago 

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