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PUBLICADO EM Mon Sep 04 03:00:00 BRT 2017

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Fundador do Laticínios Porto Alegre, o mineiro João Lúcio Barreto Carneiro tomou posse para mais um mandato, até 2020, à frente do Sindicato da Indústria de Laticínios de Minas Gerais (Silemg). A entidade reúne mais de 150 associados no Estado que tem a maior bacia leiteira do Brasil. “A cada dia as propriedades rurais brasileiras geram cerca de 90 milhões de litros de leite com emprego e renda a milhares de pessoas movimentando a economia local e nacional”, disse Carneiro. O empresário quer fortalecer os laticínios mineiros. “Trabalhamos para que Minas continue batendo os seus recordes de produção e seja reconhecido pela qualidade do seu leite”, afirmou Carneiro, que quer aumentar o consumo per capta de leite. 

Indústria de laticínios
 
Numa indústria que gera 300 mil empregos além dos postos gerados no transporte do leite e pelos mais de 1 milhão de produtores de leite, o presidente do Conselho Nacional da Indústria de Laticínios, Luiz Fernando Esteves, disse que há uma tendência de queda de preço de leite ao produtor em plena entressafra, o que é uma coisa rara. “O ponto crucial para nós é um ajuste entre o que o consumidor consegue pagar e o que o produtor pode produzir recebendo qual preço pelo seu leite”, aponta. Esteves diz que há uma nova realidade de preço médio pago ao produtor que já ficou próximo de R$ 1,50 o litro há cerca de quatro meses. “Hoje, todos estão trabalhando entre R$ 1,20 a R$ 1,30 o litro com tendência em agosto de R$ 1,10 a R$ 1,20”, observa. 
 
Queijeiro
 
A partir de 2018, Fábio Scarcelli, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Queijo, acredita que o setor deve retomar um crescimento de 3% a 4%. No berço do queijo, Scarcelli diz que a venda de muitas empresas em Minas ao capital estrangeiro será um aditivo bom ao mercado. “Elas vêm com mais tecnologia e capital o que vai contribuir para o crescimento das empresas nacionais”, observa. O setor queijeiro fatura mais de R$ 20 bilhões por ano e, segundo Scarcelli, Minas Gerais é responsável por 33% da produção o que são quase R$ 7 bilhões.
FOTO: Edy fernandes
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Na solenidade de posse da diretoria do Silemg, na sede da Fiemg, em Belo Horizonte, da esquerda para a direita, secretário de Agricultura de Minas Gerais, Pedro Leitão; presidente do Silemg, João Lúcio Barreto Carneiro; presidente da Fiemg, Olavo Machado Jr; e os empresários Luiz Fernando Pires e Agnaldo Diniz Filho

 

Vivo Conquista

A Vivo superou 50,04% de market share (participação) no mercado de pós-pago em Minas Gerais, conforme a Anatel. “Essa conquista é fruto de uma estratégia focada em melhorar a experiência de uso com qualidade de conexão e com o jeito Vivo de atender”, diz o diretor da Vivo no Estado, Renato Gomes. Esse ano, a Vivo chegará a quase 350 localidades mineiras com a tecnologia 4G. No 3G, a expansão se dará em 131 novas localidades e os 853 municípios mineiros terão a cobertura da Vivo em 2017. 

Orinoco Gold

Há mais de três décadas no setor de mineração de ouro, Hélcio Guerra trocou a direção da AngloGold Ashanti pela australiana Orinoco Gold, que veio para o Brasil há alguns anos e está acreditando e investindo US$ 3 milhões em pesquisas geológicas em Goiás. “Em Minas Gerais, a Orinoco não está, por enquanto. Mas estamos atentos a qualquer oportunidade em Minas por ser o maior Estado minerador em ouro”, conta Guerra. O executivo explica que as empresas continuam procurando áreas para pesquisas em Minas Gerais. 

FOTO: Edy Fernandes
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Hélcio Guerra, da Orinoco Gold; presidente do Sindiextra, José Fernando Coura; e o diretor de relações institucionais da Ferrous, Cristiano Parreiras

 

Sindiextra

Por mais um mandato à frente do Sindicato da Indústria Mineral do Estado de Minas Gerais (Sindiextra) – que tem 900 empresas cadastradas –, José Fernando Coura diz que vai lutar para Minas não perder a corrida num setor que tem 230 mil funcionários no Estado. “A competição internacional é fantástica, o mundo está atraindo investimentos e nós temos nossas dificuldades. Minas compete com o mundo: Austrália, Peru, Chile, Colômbia, Canadá, África do Sul. E compete com o próprio Brasil com os Estados de Goiás e Bahia que estão com projetos arrojados e o Pará que vem crescendo fortemente sua produção mineral. Então, o desafio é lutar pela competição em Minas Gerais”, contou Coura, ainda impressionado com o que viu em recente viagem ao Peru.

Samarco
 
O retorno das atividades da Samarco tem a defesa de José Fernando Coura. “Foi um acidente de engenharia, os culpados têm que ser punidos e têm que ser levadas em consideração todas as responsabilidades de recuperação do dano ambiental. Mas manter a empresa fechada é perenizar o acidente, então, não vejo motivo disso continuar. Espero que a empresa possa voltar a gerar emprego e renda particularmente para a região de Mariana e Ouro Preto”, defende. Coura acha difícil o retorno da Samarco neste ano, mas não acha impossível. “Não podemos matar a empresa”, conclui. 
 
 
FOTO: Edy Fernandes
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Na posse da diretoria do Sindiextra no Memorial Vale, em Belo Horizonte, da esquerda para a direita, Humberto Alves Pereira; Wagner Espanha; Hélcio Guerra; presidente do Sindiextra, José Fernando Coura; e Ruben Fernandes

 

Santander

Em recente palestra a investidores em Belo Horizonte, o economista do Santander Everton Gomes disse que a projeção do banco é que a taxa Selic caia ainda mais neste ano e chegue a 7,5%. Sobre o quadro de desemprego, Gomes disse que o momento atual é de estabilização do mercado de trabalho. É provável que nos próximos trimestres o saldo de criação de novas vagas passe a ser positivo. “A taxa de desemprego vai cair”, acredita.

Minas e a Vale

Na última década, a Vale investiu cerca de US$ 10 bilhões em Minas Gerais. Assim, o diretor de planejamento e desenvolvimento da Vale, Lúcio Cavalli, diz que pode até parecer que a Vale não está fazendo investimentos no Estado, mas é que agora a mineradora está na fase de colher os resultados. Mas é só o mercado reagir que a gigante volta a investir no Estado, pois tem projetos em preparação. “Temos três ou quatro projetos que podem ser implantados nos próximos anos. Vai depender do mercado e do preço do minério”, informa.

 

Permanência 
 
Minas Gerais é responsável por 50% do minério de ferro da Vale no Brasil, com 200 milhões de toneladas por ano, e assim permanecerá por muito tempo, segundo Lúcio Cavalli. “Temos recursos e reservas no Estado que justificam os investimentos. Vamos continuar em Minas. Existe um mito grande de que os investimentos que foram feitos em Carajás (Pará) vão tirar o espaço de Minas Gerais. Muito pelo contrário”, diz. Cavalli explica que o fato de ter investido em minérios de alto teor em Carajás faz com que a mineradora consiga produzir em Minas Gerais minérios de baixa qualidade para fazer o blend (mistura). “Estamos estendendo a vida útil dos recursos e das reservas existentes. Estamos maximizando o aproveitamento e o retorno financeiro dos recursos e isso é muito bom para Minas”, informa Cavalli. 
 
 
FOTO: Edy Fernandes
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Diretor de planejamento e desenvolvimento da Vale, Lúcio Cavalli, e Eugênio Fonseca
 

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