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Paulo Bressane

A esquerda cansa II

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PUBLICADO EM 12/07/17 - 03h00

Naquela que foi minha última coluna semanal, disse que eventualmente iria publicar alguns artigos aqui, no O TEMPO, mas que precisava desintoxicar a mente porque me havia cansado da politicagem nefasta e do desconhecimento intelectual dos esquerdopatas. Pois bem, no último dia 8.6 publiquei um artigo - “A esquerda cansa: é preciso incentivar o pensamento liberal” – imaginando que iria continuar recebendo críticas pesadas, afinal, ser liberal no Brasil é ser estigmatizado como alguém que luta contra os trabalhadores, que odeia os pobres e outras baboseiras criadas para enganar os mais incautos neste país de analfabetos políticos doutrinados pela esquerda socialista e comunista.

Para minha surpresa, recebi apenas incentivos para continuar pregando o pensamento liberal. Será que a esquerda está acordando? Não é bem assim: na página dos leitores, li o seguinte comentário: “O Brasil nunca teve tanto emprego como nos governos Lula e Dilma. Foi a primeira vez que o país conseguiu pleno emprego. Quem acabou com isso foram os golpistas”.

Esse modo de pensar demonstra como a cegueira ideológica ofusca a verdade dos fatos. Aliás, essa falácia do leitor também é defendida pelo professor de um de meus filhos. Já deveria ser claro para todos que os governos não criam empregos sustentáveis, mas sim a pujança da iniciativa privada. E, quanto ao “pleno emprego na era Lula”, este de fato aconteceu, mas devido não a ele, e sim a uma conjuntura econômica mundial que tirou milhões da pobreza em todos os países emergentes. Porém, esse proficiente efeito global foi temporário nesta lesa pátria, vitimada pela corrupção que alimentava os planos de poder eterno e as políticas públicas insustentáveis geradas pelos governos petistas, que assim protagonizaram a pior crise de nossa história.

Recomendo a leitura de um artigo na excelência do site do Instituto Mises: busquem no Google por “O que realmente permitiu o grande crescimento econômico brasileiro da última década”.

O socialismo nunca rendeu frutos para o desenvolvimento da economia, ao contrário, sempre colheu fracassos e corrupção de sobra nos países onde foi implantado. E, nestas terras de incontáveis benesses assistencialistas, não há como gerar um bem-estar social sustentável se a máquina pública continuar explorando-nos com impostos abusivos e direcionando o butim de forma perdulária, burocrática e ineficiente para o assistencialismo improdutivo. Tampouco há mais espaço para a “social-democracia”, representada pelo PSDB e PMDB, entre outros partidos, que nos imobilizam com suas intervenções políticas e uma desastrosa burocracia estatal.

A casa caiu, precisamos reerguê-la com os tijolos da liberdade e uma educação proficiente. Encerro com o e-mail do diplomata Paulo Roberto de Almeida: “A esquerda cansa, mas ela não se cansa, e continua a fazer propaganda viciosa, convencendo os incautos e os ingênuos. E os liberais? Estão parados?”

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