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Paulo Navarro

Açúcar ou adoçante

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PUBLICADO EM Tue Feb 06 03:00:09 BRST 2018

Açúcar ou adoçante

Todo ano, a mesma coisa e as mesmas desculpas esfarrapadas. Dos dois lados. Com o Carnaval chegando, muitos relacionamentos são rompidos. Para se esbaldarem e chutarem o balde, casais terminam a relação e “soltam a franga” e/ou buscam nas plataformas de relacionamento outros parceiros novos. Enquanto durar a folia e a fantasia. Um desses sites é o Meu Patrocínio, para os “açucarados”.

Açúcar e farra

Carnaval, desde sempre, pode ser sinônimo de liberdade ou libertinagem. Com amigos que convidam para uma viagem sem o (a) parceiro (a). E é aí, com dois anos e 400 mil inscritos no Brasil, que entra o Meu Patrocínio, com um aumento de 10% no número de usuários neste período.

FOTO: Edy Fernandes/divulgação

A bela Gabriela Alam na boate Na Sala

curtas e finas

Mais sobre o “Carnaval & Patrocínio”.

Mentiras, falta de diálogo e possessividade, tão comuns durante o Carnaval, não encontram espaço na plataforma. Pelo contrário.

Os objetivos das relações são transparentes desde o início, sem cobranças inúteis, para curtir a folia.

“Não é Não!”. Esse é o adesivo que as mulheres estampam em seus corpos deixando claro, aos interessados (as) – principalmente aos ogros – que a aproximação/abordagem/paquera, no Carnaval, depende da permissão delas.

Elas se sentirão desrespeitadas se a insistência for grande, logo, virando assédio. “Não é Não”. Fim de papo!

Como Gisele Bündchen, o empresário mineiro Euler Fuad sofreu muito na final do Super Bowl LII, no último domingo, no U.S. Bank Stadium, em Minneapolis.

Ela, pela derrota do Patriots, de seu Tom Brady, contra o Philadelphia Eagles. Ele, pela simples performance fotográfica que fez durante o intervalo, no show de Justin Timberlake. Festa milionária, sob a temperatura de -21º C.

Açúcar e patrocínio

A plataforma Meu Patrocínio une e aproxima o que se conhece por “sugar daddies, mommies e babies”. Em bom português, homens e mulheres ricos e maduros, “patrocinando”, “bancando” e dando vida boa para jovens lindos e lindas, durante o Carnaval ou bem depois; um relacionamento.

Açúcar e pimenta

Para Jennifer Lobo, CEO e fundadora da plataforma, “o Carnaval acaba sendo o estopim para o fim de relações já frágeis. Uma pequena discussão a respeito daquilo que se pretende fazer durante a folia ganha força e são estimuladas pelo clima de ‘pecado’; frustrações latentes geram rupturas”. Com risco de arrependimento depois, é a fome com a vontade literal de comer. “Maduros e ricas apoiando” jovens em seus estudos, carreiras e estruturas emocionais e financeiras em troca de sexo ou companhia.

FOTO: Edy Fernandes/divulgação

Marcando presença no Udon, as irmãs Natália e Tatiane Benevides

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