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Paulo Navarro

Diga não

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PUBLICADO EM Fri Jan 12 03:00:40 BRST 2018

Diga não

Na rede, um vídeo onde dois jornalistas lamentavam e condenavam nossos altos e extorsivos impostos. Um dos maiores do mundo e com retorno zero. Pagamos muito e temos saúde, educação etc em frangalhos. Eles lembraram uma antiga campanha: “Diga não ao Leão”. Campanha para fazer a população pressionar o governo, exigindo mudanças na tributação. Todo ano, sem perdão e falha, os impostos sobem.

Hurre não

A causa? Um aumento de R$ 0,20 nas passagens de ônibus. Num país que tem mil escândalos de corrupção por dia. Por que somos assim? Por que deixamos o governo cometer tantos abusos? Em outros países, por muito menos, governos caem. Será trauma de Tiradentes morto por isso?

FOTO: Edy Fernandes / divulgação

Monaline Alvarenga, coordenadora de markenting do Hotel Ouro Minas

curtas e finas

A peça “Intimidade Indecente”, é sucesso, não por acaso, desde outubro de 2017.

O texto de Leilah Assumpção é a vitrine dos 40 anos de um casal: o cotidiano, o envelhecimento, a sexualidade, a velocidade do avanço tecnológico e a intolerância.

Comemora também os 27 anos de resistência e teimosia do Teatro da Cidade, de Pedro Paulo Cava. Até 4 de março, na Campanha de Popularização do Teatro.

O Fofa Fest 2018 agita o Carnaval carioca com a essência da Ilha do Amor, no Maranhão, na Marina da Glória, Rio de Janeiro. Dia 12 de fevereiro.

Pensamento do dia: “Chuva é igual prostituta. Dormir com ela é uma delícia, mas pra sair na rua é complicado...” (Arisfódeles).

O Minas e a ObservaPed realizam, até abril, a exposição fotográfica Heróis de verdade, no Centro Cultural Minas Tênis Clube.

Dos dias 13 a 28 de fevereiro no Minas 1; de 5 a 31 março na Praça de Esportes do Minas 2; e de 1º a 30 de abril também na Praça de Esportes Minas 2.

Grite não

No centro de São Paulo, temos até o Impostômetro, que mede o trilhão de impostos que pagamos. A dupla falou também da passividade do brasileiro que reclama muito, mas faz nada. Não pressiona, não manifesta, não briga nas ruas. A última vez, com pequeno resultado, foi em 2013.

Jeitão brasileiro

Dica para os antissociais viajando de avião: escolha gótica e estrategicamente um assento que não tenha janela. O máximo a perder é a vista para do Rio de Janeiro e é ótimo livrar-se de gente interessada em paisagens. Assentos sem janela nos poupam de jogar conversa fora. Raramente chatos se instalarão ao lado, poupando-nos de vozes e assuntos cretinos. Temos espaço para dar uma cochilada. Escapamos também do insuportável sol, sem sofrer, por antecipação, o inferno que nos espera em terra.

FOTO: Edy Fernandes / divulgação

Em almoço empresarial, Valentino Rizzioli e o empresário Celso Picchioni

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