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MOTORISTAS NÃO CUMPREM QUADRO DE HORÁRIOS

Eu gostaria de fazer uma reclamação ao Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DEER-MG) referente à linha de ônibus 7900 (Santa Cruz/Belo Horizonte). Uso esse meio de transporte diariamente,e, atualmente, os motoristas não estão seguindo o quadro de horários proposto a eles. Embarco no carro no segundo ponto, ou seja, em menos de cinco minutos após o veículo ter saído da garagem, na teoria, ele deveria passar por mim. No entanto, os ônibus das 19h40 nunca passam dentro do horário e, por isso, temos que ficar esperando pelo próximo, que passa apenas depois das 20h. Além disso, há outros motoristas que sempre atrasam, isso quando não passam direto ou ficam na segunda faixa, tão colados em outros carros que não conseguimos identificar qual é a linha. Para não ficarmos no ponto esperando por outro ônibus, temos que ir para o meio da rua, correndo riscos, apenas para sinalizar para o ônibus. É um absurdo pagarmos R$ 5 por esse atendimento ruim. São poucos os bons motoristas da linha.

Leitor

Resposta

O Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DEER-MG) informou que realiza rotineiramente ações de fiscalização. Segundo o órgão, em função da reclamação apresentada sobre o descumprimento do horário da linha 7900 (Santa Cruz/Belo Horizonte), uma equipe vai realizar uma vistoria específica para averiguar o problema relatado. O DEER-MG ressaltou que, se forem constatadas irregularidades, o consórcio vai ser autuado. A autarquia esclareceu ainda sobre a importância da participação dos usuários na fiscalização dos serviços prestados no sistema de transporte metropolitano. Reclamações e sugestões devem ser encaminhadas pelo telefone 155, opção 6 para atendimento@deer.mg.gov.br ou participacao@transportes.mg.gov.br. DEER-MG

COMPLEXO ESPORTIVO ESTÁ ABANDONADO

Eu gostaria de fazer uma reclamação sobre o estado do Complexo Esportivo Vale do Jatobá, no bairro Jatobá,na região do Barreiro, em Belo Horizonte. O local encontra-se em completo abandono. Há muito tempo a Prefeitura de Belo Horizonte deixou de cuidar do lugar. Existe mato em toda a extensão do poliesportivo, os brinquedos estão quebrados, e vários locais estão danificados e pichados, sem falar na sujeira. Além disso, a tela está cheia de buracos, o que permite que os usuários de droga entrem no local e o façam de esconderijo. A prefeitura da capital precisa fazer alguma coisa, tomar uma atitude.

Leitor

Resposta

A Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Smel) de Belo Horizonte informou que realizou em fevereiro um levantamento das demandas de reparos no Complexo Esportivo Vale do Jatobá. Segundo o órgão, os procedimentos para esses serviços estão em andamento. A Smel ressaltou ainda que o complexo também sofre com atos de vandalismo, o que requer conscientização da população quanto à preservação do patrimônio público. Smel 

TARIFAS DE ÔNIBUS NA REGIÃO METROPOLITANA TÊM VALORES ALTÍSSIMOS

Eu fico impressionado com os preços das passagens de ônibus da região metropolitana de Belo Horizonte. São todas muito caras, e, aparentemente, ninguém faz nada para ajudar a população que usa esse tipo de transporte. As linhas de ônibus de Contagem para Belo Horizonte, por exemplo, têm um percurso de aproximadamente 20,5 km, e as passagens passaram de R$ 5,60 para R$ 5,80, o que não é nada justificável, principalmente devido às condições dos ônibus. Outras tarifas que são absurdas são as dos coletivos de Belo Horizonte, que custam R$ 4,05. Se fazemos uma comparação desses valores com os de outras cidades, vemos como pagamos preços altíssimos por aqui. A área de São Paulo é aproximadamente 4,6 vezes maior que a de Belo Horizonte e, recentemente, a passagem paulista passou de R$ 3,80 para R$ 4. No Rio de Janeiro, com uma extensão aproximadamente 3,8 vezes maior que a de nossa capital, as taxas do transporte público são de R$ 3,80. Isso sem falar que todos os veículos de transporte dessas cidades têm ar-condicionado. Portanto, o questionamento que quero levantar é por que pagamos valores tão altos. Será que há interesse de pessoas atrás desses preços?

Leitor

Resposta

A Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas de Minas Gerais (Setop-MG) informou que os reajustes tarifários fazem parte do contrato de concessão. Segundo a secretaria, os preços são calculados para garantir o equilíbrio financeiro do sistema. A Setop-MG esclareceu que as variantes que interferem no aumento dos custos no sistema de transporte metropolitano são principalmente combustível, salários e benefícios da mão de obra, além de preço dos veículos e custos de rodagem, como, por exemplo, pneus, câmaras, protetores, peças e acessórios. Sendo assim, a autarquia ressaltou que não há como comparar as tarifas com as de outros sistemas, muito menos com as de outros municípios brasileiros, pois cada cidade tem sua metodologia própria, a fim de equalizar a tarifa com custos e demanda de cada sistema. A Setop-MG afirmou ainda que a tabela com os itens que compõem os custos dos veículos pode ser acessada no site da secretaria (transportes.mg.gov.br/images/documentos/ESTRUTURA_TARIFARIA.pdf). Setop-MG

CARROS DE SOM CONTINUAM FAZENDO BAILES EM BAIRRO

No mês passado, fiz uma reclamação a esta coluna sobre a falta de policiamento no bairro Itaipu, na região do Barreiro, em Belo Horizonte. Na ocasião, relatei que, diariamente, nós, moradores do local, sofremos com carros de som que passam pelas ruas com música em volume ensurdecedor e com os bailes funks que acontecem nas vias, em que se ouvem até barulhos de tiros. Como resposta, a Polícia Militar (PM) informou que realiza operações no local e lançamento de policiamento motorizado. Além disso, o órgão informou que sempre atende todas as chamadas de emergência que recebe do bairro. No entanto, tudo não passa de falsas alegações. Quando telefonamos para a PM e reclamamos da situação, eles nunca aparecem, nos enrolam e não fazem nada. Quando voltamos a entrar em contato, a polícia alega que som alto não é prioridade do órgão. A única conclusão a que conseguimos chegar é que a corporação tem medo de atuar no bairro, onde os marginais mandam e desmandam na PM. Depois de muito telefonar para o número de emergência, no último dia 3, apareceram duas viaturas no local, pararam, olharam o baile acontecendo, riram e foram embora. Eles não têm respeito com os prejudicados. O pior é que a PM sabe onde é o problema e como ele acontece, e não faz nada.

Leitor

Resposta

O Comando do 41° Batalhão da Polícia Militar (BPM) esclareceu que diariamente são realizadas operações e lançamento de policiamento motorizado no bairro e que todas as solicitações e denúncias sobre crimes e fatos que interfiram na ordem pública são verificadas in loco pela corporação. A PM informou que todos os chamados registrados no 190 são atendidos e que a Polícia Militar busca solucionar da melhor forma todas as demandas em sua esfera de competência. O órgão ressaltou ainda que o comando da 12ª Companhia encontra-se à disposição para receber, avaliar e discutir, junto com a comunidade, soluções para as denúncias apresentadas de forma responsável no endereço ou telefone abaixo: 12ª Cia. PM – avenida Senador Levindo Coelho, 2.136, Vale do Jatobá, (31) 3385-5139. A PM informou que trabalha ininterruptamente para solucionar todas as demandas que são pertinentes a sua atividade fim e se coloca à disposição dos cidadãos por meio dos telefones 190 ou 181 (Disque-denúncia).

GATOS SÃO ENVENENADOS NO PARQUE MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE

Eu gostaria de fazer uma denúncia à Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). Diariamente vou ao Parque Municipal Américo Renné Giannetti, conhecido como Parque Municipal, no centro da capital mineira, para fazer um passeio e alimentar os gatos que ficam por lá. No entanto, no fim da semana passada, quando estive no local, vi que havia quatro gatos mortos. Fui conversar com um guarda, e ele me disse que foi um cachorro que atacou os felinos. Entretanto, os gatos mortos não tinham marcas de arranhões muito menos de mordidas. Por isso, acredito que os animais possam ter sido envenenados, o que é um absurdo, na minha opinião. Os gatos são animais inofensivos, e é um absurdo que esse caso passe em branco.

Leitor

Resposta

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) informou que assinou, em agosto do ano passado, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG)para tratar da situação dos gatos do Parque Municipal Américo Renné Giannetti. Ainda de acordo com a administração municipal da capital mineira, estima-se que, atualmente, existam mais de 300 felinos dentro do parque e que a quase a totalidade deles tenha sido abandonada, o que se configura crime de acordo com a legislação atual. A prefeitura esclareceu também que a população de gatos do Parque Municipal é a maior colônia dessa espécie em local público de Minas Gerais. Os animais abandonados no parque, segundo a PBH, ficam vulneráveis às ações predatórias de outros animais, inclusive dos próprios gatos que, por instinto, rejeitam novos membros na colônia, como provavelmente aconteceu no caso citado pelo leitor. A administração ressaltou que a Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica, juntamente com a Guarda Municipal e outros órgãos da PBH, como secretarias de Saúde e de Meio Ambiente, está atuando intensamente para coibir o abandono de animais no local, evitando, assim, novas ocorrências como essa. Prefeitura de BH

MOTORISTA ESTACIONA CARRO NA ENTRADA DE UMA GARAGEM

Quando um veículo estaciona na porta de sua garagem e, após um longo tempo buzinando, ninguém aparece para retirar o carro, acreditamos que, depois de ligar para o Batalhão da Polícia de Trânsito (BPTran), algo será feito. Mas parece que em Belo Horizonte não é assim que as coisas acontecem. Depois que fiz o contato com a BPTran e aguardei um bom tempo, apareceu em minha casa, na rua Turfa, no bairro Prado, na região Oeste da capital, dois agentes da polícia. No entanto, a presença deles de nada adiantou. Já havia feito dois registros, nos dias 30 e 31 de janeiro e, apesar da garagem estar nítida e o veículo claramente estacionado em um lugar que impossibilitava meu acesso ao local, os agentes alegaram que não poderiam aplicar uma multa nem rebocar o carro. Isso porque, segundo eles, o meio-fio não estava rebaixado e ainda afirmaram que, como havia feito dois registros, iriam informar à Central para não atender mais os meus chamados. Dá para entender? O cidadão é impedido de retirar seu veículo da garagem por causa de um infrator e não pode contar com a ação dos responsáveis pela operação de trânsito?

Leitor

Resposta

A Polícia Militar de Minas Gerais, por meio do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), informou que atua diariamente na fiscalização do trânsito, por meio das atuações da Unidade Integrada de Trânsito (UIT), que é composta por agentes do BPTran, da BHTrans e da Guarda Municipal. O BPTran salientou ainda que, no dia do ocorrido, uma equipe da UIT esteve no local e verificou que não havia infração de trânsito. Pois, segundo o órgão, para se caracterizar a infração prevista no Art. 181 inciso IX do Código de Trânsito Brasileiro é necessário que o veículo estacionado esteja em frente à guia de calçada e que esta esteja rebaixada e destinada à entrada e saída de veículos, o que não era o caso. A polícia ressaltou ainda que o Código de Posturas de Belo Horizonte também prevê que na edificação que tenha acesso de veículos há a necessidade do rebaixamento do meio-fio ou rampa de acesso. BPTran

AVENIDAS ESTÃO SEMPRE SUJAS

Gostaria de solicitar à Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) que tome alguma providência sobre as avenidas Machado e Sebastião Brito, no bairro Dona Clara, na região da Pampulha. Os comerciantes desses locais jogam, diariamente, lixo por toda a via, deixando tudo com mau cheiro e uma péssima aparência. Para piorar a situação, aparentemente a prefeitura não faz a limpeza da região, pois as duas avenidas estão sempre sujas. Essa situação pode causar o entupimento de bueiros e problemas para todos os moradores. Inclusive, na avenida Sebastião Brito sempre acontecem alagamentos no período chuvoso, e acredito que estejam ligados ao grande acumulo de lixo das vias. A PBH precisa tomar alguma providência.

Leitor

Resposta

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), por meio da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), informou que as duas vias mencionadas são atendidas por coleta domiciliar três vezes por semana. Segundo o órgão, as bocas de lobo da região são limpas mensalmente durante o período chuvoso para diminuir os riscos de alagamentos. A SLU ressaltou que, ao longo do ano, esses bueiros são limpos, pelo menos, a cada três meses, sendo que, na última segunda-feira, houve ação de desobstrução das bocas de lobo na área citada. A administração esclareceu ainda que a remoção dos resíduos de deposição clandestina é realizada uma vez por semana. A SLU informou que toda a cidade é atendida por serviços regulares de limpeza urbana. Por isso, é tão importante que a população colabore, mantendo as vias limpas, não jogando lixo em ruas, avenidas e lotes vagos. A superintendência afirmou que denúncias podem ser feitas pelo telefone 156 ou pelo portal da prefeitura (www.pbh.gov.br), no link Fale Conosco. Prefeitura de BH

MOVE NÃO DISPONIBILIZA COMPRA DE CARTÃO

Gostaria de fazer uma reclamação aos Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros Metropolitano (Sintram). No último dia 25, fui pegar o Move Metropolitano na estação Odilon Behrens, e eu não tinha o cartão Ótimo. Quando fui adquirir o cartão, o agente da estação me informou que tinha para vender apenas um bilhete unitário e que este não permite a integração com as linhas alimentadoras. Quando questionei o fato de não ter o produto, o atendente me falou que a única forma de embarcar era com o unitário e pagar por outro bilhete na estação onde eu fosse embarcar em outra linha alimentadora. Com isso, uma passagem de R$ 5, que já é um valor absurdo, saiu por R$ 12. Como o Sintram pode permitir o embarque só com o cartão e não o disponibilizar para compra?

Leitor

Resposta

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros Metropolitano (Sintram) informou, em nome do Consórcio Ótimo de Bilhetagem Eletrônica, que o funcionário agiu de maneira equivocada e indevida durante o atendimento prestado ao usuário. Segundo o sindicato, as providências quanto ao comportamento do colaborador já estão sendo tomadas. O Sintram esclareceu que todas as estações de transferência e terminais do Move Metropolitano possuem o cartão Ótimo Cidadão para venda, possibilitando, assim, a integração. O órgão ressaltou ainda que será feito o ressarcimento imediato ao usuário do valor gasto por ele desnecessariamente. O Sintram reiterou que está aberto a esclarecer quaisquer dúvidas e a sanar os prejuízos causados pelo atendimento indevido. O telefone do SAC Ótimo é (31) 3516-6000. Sintram