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ROTATÓRIA SE TRANSFORMOU EM DEPÓSITO DE LIXO

Próximo à avenida Avaí, no bairro Dom Bosco, na região Noroeste de Belo Horizonte, existe uma rotatória que há mais de um ano se transformou em um bota-fora. No local, se encontra de tudo, desde sofás velhos a fogão, além de lixo por toda a parte. Moro próximo à  rotatória e, como todos os moradores, fico incomodado com essa sujeira, sem contar que ela pode se tornar foco de animais peçonhentos. A Prefeitura de Belo Horizonte precisa tomar providências sobre essa situação. Pagamos um valor absurdo de IPTU para não termos nenhum retorno? Enquanto isso, a cada dia, mais lixo se acumula no local.  

Otávio Henrique 

Resposta

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), por meio da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), esclareceu que o local em questão, a avenida Avaí esquina com a avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, recebe a coleta de lixo domiciliar às terças-feiras, quintas-feiras e sábados e que os resíduos de deposição clandestina são retirados duas vezes por semana, às segundas-feiras e sextas-feiras, com um total mensal de 30 toneladas recolhidas. A prefeitura informou ainda que  disponibiliza a Unidade de Recebimento de Pequenos Volumes, na URPV Aminthas Jacques, no fim da avenida que recebe o mesmo nome. Segundo o PBH, a população poderá levar terra, poda e entulho a esse local, evitando, assim, deposições clandestinas. O órgão esclareceu que a reclamação será encaminhada para a Secretaria de Serviços Urbanos, para providências quanto à colocação de resíduos de forma inadequada. 

LÂMPADA ESTÁ QUEIMADA HÁ SEIS MESES 

Gostaria de fazer uma reclamação sobre a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). Sou moradora do beco Itatiaia, e há seis meses estamos sofrendo com uma lâmpada que está queimada próximo ao número 865. O beco fica perto da rua Desembargador Bráulio, no bairro Vera Cruz, na região Leste da capital. Chego em casa todos os dias depois das 23h e, por causa da escuridão, me sinto insegura ao passar pelo local. A rua se tornou um ótimo ponto para pessoas de má índole se esconderem. Um dos meus vizinhos, de vez em quando, coloca uma lâmpada da sua casa na janela para iluminar a área, ou seja, além de pagar pela energia que gasta em casa, paga para iluminar a rua, o que deveria ser trabalho da PBH. A prefeitura não resolve nossos problemas. Antes, em três dias, a situação era resolvida, mas atualmente nada é feito por nós. Além disso, moram idosos nessa região, que por falta da luz podem sofrer um acidente. Apesar de pagarmos  impostos absurdos, nossas solicitações não são atendidas. 

Tânia

Resposta

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), por meio da Sudecap, informou que o  leitor deve fazer a solicitação de manutenção e melhoria do sistema  de iluminação pública por meio dos canais oficiais de atendimento. Segundo a prefeitura, nesse setor, o cidadão receberá um número de protocolo para acompanhar, no site  da PBH, o andamento dos serviços solicitados.  O pedido pode ser feito pelo portal da PBH na internet; por telefone, discando 156; pelo aplicativo da prefeitura no celular; ou presencialmente, no BH-Resolve e nas sedes das regionais. 

Meu problema é...

Estou com suspeita de diabetes gestacional. O que isso pode acarretar para o bebê?

Alice Silva – Belo Horizonte

Resposta

Diabetes gestacional é uma situação em que a mulher grávida tem excesso de açúcar no sangue. A glicose é transportada pela corrente sanguínea até a célula. Para penetrar nela, precisa receber ajuda de uma substância, chamada “insulina”, fabricada no pâncreas. Nas gestantes, a placenta produz substâncias que bloqueiam a ação da insulina e dificultam a entrada da glicose na célula. Em gestações normais, o pâncreas aumenta a produção de insulina. As mulheres que não conseguem produzir essa insulina extra desenvolvem diabetes gestacional. A melhor maneira de saber se sua glicose está elevada é por meio do exame de sangue, que deve ser realizado no início da gestação e, novamente, por volta do quinto mês (24 semanas). A glicose elevada no sangue durante a gravidez pode trazer problemas para o bebê, como parto prematuro, hipoglicemia, icterícia e, em casos raros, morte intrauterina. Se o controle do diabetes na gestação for adequado, normalmente, nada acontecerá com você ou seu bebê. Anelise Nogueira, endocrinologista e professora do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG

RECLAMAÇÃO NÃO FOI ATENDIDA

Desde 6 de abril, venho solicitando à Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) que troque as lâmpadas de iluminação pública localizada na rua Alvares de Azevedo, próximo ao número 182, no bairro Colégio Batista, na região Leste da capital. Quando fiz a solicitação, que recebeu os protocolos 253011019 e 254031846, me deram o prazo-base para cumprir com o serviço. No entanto, o tempo previsto já passou, e o trabalho não foi realizado. Quando entrei em contato com a PBH, fui informado de que a lâmpada estava funcionando normalmente, o que não é verdade. Agora, quando tentamos contatar o setor responsável pelo serviço, não somos atendidos. O descaso da prefeitura da capital com a segurança dos cidadãos é vergonhoso.

Maria C. Carneiro

Resposta

A prefeitura, por meio da Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap), orientou que o leitor entre em contato com a Ouvidoria Geral do município e faça a reclamação. A prefeitura informou que esse é o canal oficial de comunicação para esse tipo de demanda. Segundo o órgão, o leitor receberá um número de protocolo para acompanhar a solicitação que fizer.

RUA ESTÁ SEM ILUMINAÇÃO PÚBLICA

Eu gostaria de fazer uma reclamação para a Prefeitura de Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte. Existe uma lâmpada queimada na rua Astrapeia, próximo ao número 145, no bairro Nossa Senhora de Fátima. Já solicitamos a troca, mas até hoje não realizaram o serviço. Quando entrei em contato com a prefeitura, me informaram que não há uma equipe para fazer a troca, pois ainda iam contratar os profissionais que efetuariam o serviço. O lugar é muito perigoso, e estamos correndo riscos constantes com essa situação. O interessante é que continuamos pagando a taxa de iluminação pública. Se nós não temos os serviços básicos, acredito que essa cobrança é indevida.

Resposta

A Empresa de Construções, Serviços, Projetos, Transporte e Trânsito de Betim (Ecos) explicou que a verba proveniente da taxa de iluminação pública é aplicada na manutenção e na melhoria da iluminação pública no município. Segundo o órgão, foi realizado pelas gerências regionais do município um levantamento de todas as demandas relacionadas à iluminação pública. A previsão é que, em 20 dias, tais demandas sejam atendidas. A Ecos esclareceu que o atraso na execução das referidas manutenções se deu por conta de diversas irregularidades encontradas no contrato de iluminação pública firmado com o município. Diante desse fato, a Ecos informou que o contrato com a empresa até então responsável pelo serviço foi encerrado antes do final de sua vigência e que um novo contrato já está sendo celebrado. O órgão ressaltou ainda que o período que a cidade ficou desprovida de manutenção na iluminação pública foi necessário para que fossem providenciadas todas as medidas administrativas para a regularização de um novo contrato. A atual administração reafirmou ainda que preza pelas estritas legalidade, moralidade e transparência e que, portanto, não poderia continuar a executar um contrato com suspeitas de ilicitudes.

Área de parque em BH foi desmatada

Desde 2016, venho observando que estão desmatando uma grande parte da mata localizada no parque Lagoa do Nado, no bairro Itapoã, na região da Pampulha, em Belo Horizonte. Nesse longo período, percebi que muitas árvores tiveram a madeira cortada e agora estão marcadas com placas com a inscrição “levar”. Gostaria de saber para onde essa madeira será levada. Quem é que vai beneficiar-se dessas retiradas e do desmate de uma área que deveria ser preservada? Ouvi dizer que os funcionários que não concordaram com as supressões ou questionaram as atitudes foram transferidos. Precisamos de esclarecimentos, pois estamos preocupados com nossa fauna e flora. Sem contar as nascentes do local.

Resposta

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), por meio da Fundação Municipal de Parques, informou que a supressão de árvores no Parque Lagoa do Nado está amparada em laudo técnico assinado por uma bióloga e um engenheiro agrônomo da própria fundação. A prefeitura esclareceu que o trabalho de manejo arbóreo em locais como os parques tem como objetivo a manutenção do ecossistema da área ou a restauração dele, no caso de espaços que sofreram degradação, para propiciar o retorno às características ecológicas originais e o equilíbrio biológico desses espaços. A PBH informou que, por se tratar de uma área urbana, é necessário também que se compatibilize esse manejo com os usos que a população faz do espaço, garantindo a segurança e o conforto dos usuários do parque. Assim, segundo a prefeitura, o referido laudo atesta a necessidade de supressão de espécies exóticas, não naturais do ambiente, que causam o desequilíbrio da flora e da fauna locais. Também foram suprimidas seis árvores de outras espécies, por apresentarem risco de queda e acidentes e ameaçar a integridade física dos usuários do parque. O órgão ressaltou ainda que as áreas onde houve supressão serão reflorestadas gradualmente, com espécies nativas dos biomas da Mata Atlântica e do Cerrado. A Prefeitura de Belo Horizonte informou ainda que alguns resíduos dessas supressões ainda se encontram no parque em função de um estudo para o reaproveitamento da madeira para o artesanato e para o projeto que já existe no parque, por meio do qual artistas transformam o resíduo em esculturas entalhadas à mão. O órgão esclareceu que outros resíduos de poda foram reaproveitados em reparos em demais parques e na construção de bancos e mesas, como os que existem no parque das Mangabeiras e no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, ambos na região Centro-Sul.

Ruas do bairro Xangrilá têm mato com 2 m de altura

Eu gostaria de fazer uma reclamação sobre a Prefeitura de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Várias ruas do bairro Xangrilá estão tomadas de mato, que passa de 2 m de altura. O matagal traz enorme insegurança para os moradores e aumenta os riscos de proliferação dos mosquitos da dengue. A situação é uma verdadeira vergonha, um descaso da prefeitura com nosso município.

Mário Barros Dunga

Resposta

A Prefeitura de Contagem informou que a equipe de limpeza e manutenção urbana segue um cronograma de trabalhos. Segundo o órgão, a ação nas ruas do bairro Xangrilá já está programada. A prefeitura esclareceu que está regularizando vários serviços, entre eles os de capina e de varrição. Em fevereiro, segundo o órgão, foi assinado novo contrato para normalizar a execução e ampliar o cronograma de limpeza da cidade. Foi informado ainda que, no contrato anterior, a capina era realizada uma vez ao ano em cada região e que, agora, o serviço será feito três vezes por ano.

SESC NÃO DÁ INFORMAÇÕES SOBRE INGRESSOS, E TELEFONE ESTÁ INDISPONÍVEL

Motivada por uma nota publicada pelo Super Notícia na edição do último dia 8 de abril, fui ao Sesc Palladium para assistir à Orquestra de Ouro Preto. Na ocasião, seria feita uma apresentação em homenagem a Tom Jobim no dia 9 do mesmo mês. Chegando ao local, “quebrei a cara”, pois recebi a informação de que os ingressos já se haviam esgotado há meses. Acontece que, no dia anterior, telefonei para a portaria para saber mais sobre o espetáculo e a venda de ingressos e não recebi nenhum retorno, pois o telefone estava inoperante. A direção do teatro deveria ser menos amadora e respeitar mais os expectadores que se propõem a prestigiar os eventos programados. Essa atitude não é um favor, mas sim uma prova de atenção aos clientes.

Conrado

Resposta

O Sesc informou que lamenta o ocorrido e que os ingressos se esgotaram em 4 de abril. Segundo a empresa, essa informação foi divulgada em seus canais oficiais de comunicação. O Sesc informou ainda que o espetáculo em referência faz parte da série Domingos Clássicos, realizada no segundo domingo de cada mês. Nesse caso, segundo a instituição, a venda de ingressos é aberta sempre na apresentação anterior, ou seja, com um mês de antecedência, e fica à venda até o dia do espetáculo ou enquanto houver lugares disponíveis. O Sesc informou ainda que os clientes podem buscar informações sobre a programação pelo contact center, de segunda-feira a sexta-feira, das 7h30 às 19h30, e aos sábados, das 8h às 14h. A empresa ressaltou que tem a missão de contribuir para o bem-estar e a melhoria da qualidade de vida de comerciários e sociedade.