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na mira da justiça

Acusado de estupro durante o Pan, Thyê desembarca no Rio de Janeiro

Goleiro reserva da seleção brasileira de polo aquático está sendo apontado como autor de abuso sexual contra canadense

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thye ventura polo aquatico
Thyê alegou que ato sexual foi consensual
PUBLICADO EM 26/07/15 - 16h44

Com semblante abalado, o goleiro reserva da seleção brasileira de polo aquático, Thyê Bezerra, desembarcou no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, na tarde deste domingo. O jogador retornou de Kazan, na Rússia, onde se preparava para o Mundial da modalidade, e enfrentará em terras tupiniquins a acusação de estupro durante o Pan-Americano, em Toronto, Canadá.

Thyê foi apontado como autor de crime de abuso sexual de uma mulher de 22 anos horas após o Brasil disputar a final de polo aquático, no Pan, no último dia 16 de julho. O jogador alegou que a relação foi consensual.

Seu desembarque contou com esquema para protegê-lo do assédio geral e da imprensa. O deslocamento foi tenso, já que temia-se que ele fosse detido em algum país que tivesse tratado de extradição com o Canadá. Thyê foi recebido no aeroporto pelo seu primeiro técnico, Carlinhos, e amigos, que trataram de retirá-lo rapidamente do local. Nã houve algum membro da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) ou do Comitê Olímpico do Brasil (COB) para recepcioná-lo em solo carioca, embora as entidades tenham manifestado apoio ao jogador desde a divulgação dos fatos.

O gerente executivo de esportes do COB, Marcus Vinícius Freire afirmou que não foi notificado oficialmente a respeito da denúncia. "Não tivemos acesso ou fomos notificados oficialmente de nada, nem pela polícia nem pelo comitê. A polícia canadense anunciou (o caso) e fez um pré-julgamento. Se fosse meu filho eu não traria para cá (Brasil). Não faz sentido trazê-lo", disse.

“Falo dele o que falaria das minhas filhas, pois o considero um filho. Nunca tirou um palito fora do lugar. É amigo dos amigos. Querido e amado por todos. O que deixa todo mundo revoltado é a acusação sem provas. Se tem prova, você vai lamentar, mas sem provas é condenar com antecedência e não aceito isso com ninguém. Uma exposição pública. A polícia canadense sabia que ele não estava mais lá. Era só fazer uma ligação para o COB ou para o comitê canadense. Ele passou pelo aeroporto. Por que não fizeram isso antes de ele sair do país? É uma coisa nebulosa. Enquanto não houver nada em contrário, eu e comunidade do polo aquático somos 100% Thyê”, disse Carlinhos. 

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