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Léo Gomide lamenta ocorrido e rechaça ofensas a Oswaldo de Oliveira

Repórter da Inconfidência ratificou que em momento algum dirigiu palavras ofensivas ao comandante alvinegro

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Oswaldo de Oliveira
Oswaldo de Oliveira e Leo Gomide bateram boca na última quarta-feira
PUBLICADO EM 08/02/18 - 15h30

Impedido de frequentar a Cidade do Galo nos próximos dias devido à confusão com o técnico do Atlético, Oswaldo de Oliveira, o repórter da Inconfidência Léo Gomide deu sua versão dos fatos ao programa “Bate-Bola”, da ESPN. Em entrevista ao canal, o jornalista lamentou o ocorrido e rechaçou que tenha dito qualquer palavra ofensiva em direção ao comandante alvinegro.

Perguntado sobre o início do bate-boca, ocorrido após um questionamento de Gomide a Oswaldo, o repórter se mostrou surpreso com a reação negativa do técnico a uma pergunta que ele julgou pertinente.

“Pelo que foi apresentado em campo, eu considerei e ainda considero pertinente o questionamento que seria feito. Porém, em vários momentos fui interrompido com a justificativa de que o repórter não deve fazer a análise e somente perguntar. Mas, eu tenho que embasar a minha pergunta, o que em nenhum momento eu pude fazer, porque fui interrompido”, justificou Gomide.

Sobre uma possível ofensa, Gomide ratificou que em momento algum dirigiu palavras ofensivas ao comandante alvinegro. Segundo o repórter da Inconfidência, nenhum dos presentes na coletiva de imprensa conseguiu captar alguma ofensa ao treinador.

 

“Eu disse que estava fazendo o meu trabalho. Repeti por mais de três vezes e ele repetiu que eu não deveria fazer análise, mas, sim, apenas a minha pergunta. Eu falei mais de três vezes: esse é meu trabalho e falei muito obrigado. Virei as costas para onde estava meu celular e fui interpelado abruptamente pelo treinador, que alega ter sido xingado. Não sei como, mas ele alega. As três pessoas que que estavam lá, estavam de fone de ouvido, assim como eu estava. Tinha um funcionário do clube que, ao que parece, não ouviu. No direito existe algo chamado prova negativa, que é quando você tem que provar algo que provam contra você, mas na verdade não há prova. Então esse é meu esclarecimento. Tentei fazer o questionamento e não foi possível. Quando eu estava desligando meu equipamento, aconteceram os fatos que as imagens mostram”, explicou.

O repórter da Inconfidência aproveitou para rechaçar a nota do treinador emitida nesta manhã ao qual acusa Gomide de ter proferido xingamentos como se torcedor fosse.

“Foi emitido uma nota oficial dizendo que que foi dito xingamento em nível de torcedor de arquibancada. Mas, a gente que trabalha com comunicação sabe que o microfone ali capta muito do áudio, mas não houve essa captação de áudio. Nenhuma. Houve uma alegação, mas nem prova negativa eu tenho que dar, porque não aconteceu”, concluiu.

Ancorado no mesmo programa, Oswaldo refutou a resposta e, posteriormente, tentou colocar um ponto final na polêmica.

 

“É lógico que ele não ia dizer aí o que ele falou ontem. Procurem o repórter da Globo do Acre que ele vai dizer a vocês. Eu não tomaria aquela atitude se ele não...Ah, vou pedir a vocês: vamos encerrar este assunto, porque ele já está se arrastando demais. Não é meu feito, não gosto disso. Ele tem a opinião dele, eu tenho a minha. Não tomaria essa atitude deliberadamente sem ter um motivo forte. Eu queria dizer aqui para vocês, por mim eu encerro por aqui e não quero dar prosseguimento a isso", pediu o treinador. 

Polêmicas do passado

Antes de também conceder entrevista à ESPN, Oswaldo de Oliveira havia conversado com os jornalistas do programa “Seleção SporTV”, da rede de televisão homônima. Segundo o comandante, ao chegar ao Galo, foi alertado do histórico de polêmicas de Gomide.

"Quando cheguei no Atlético, fui advertido por jogadores, comissão técnica e assessoria: 'olha, cuidado com o repórter assim, assim, assim, ele é perigoso, tem informantes no clube (...)", disse  Oswaldo, no SporTV.

Na mesma entrevista, Gomide afirmou que jamais entrou em qualquer polêmica semelhante comq qualquer outro treinador alvinegro desde que passou a ser setorista do clube, em 2011.

“Só queria fazer outra ponderação porque eu ouvi que essa situação já havia acontecido com outros jogadores, com outros profissionais. Eu sou setorista do Atlético deste 2011. Trabalhei com Dorival Júnior, Cuca, Paulo Autuori, Levir Culpi, Diego Aguirre, Marcelo Oliveira, Roger Machado, Rogério Micale e o Oswaldo. Desafio qualquer treinador desses que eu citei a dizer qualquer palavra de baixo calão que eu tenha dito, seja em alguma entrevista, seja dentro do CT, ou em alguma viagem. Uma pergunta mais ríspida, que talvez seja para instigar um pouco a resposta eu confesso que costumo fazê-la, mas acredito que estou no meu papel, mas o que não é o caso desta última quarta-feira, assim como reconheço que alguns momentos já errei, mas não neste caso, não neste caso”, concluiiu

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