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MUNDIAL DE HANDEBOL

Convidada, torcida brasileira estreia vestida de Chapolin

Mundial de Handebol é o primeiro "teste" do Catar, para a Copa do Mundo de 2022

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Torcedores
Torcedores fizeram festa na entrada da Arena Lusail, local do jogo entre as seleções do Brasil e do Catar
PUBLICADO EM 15/01/15 - 16h59

O primeiro teste para a Copa do Mundo de 2022. Assim o Catar trata a organização do Mundial masculino de handebol, de 15 de janeiro a 1º de fevereiro.

Dois dos três ginásios que vão sediar os jogos a partir desta quinta-feira foram construídos para o evento. E alguns dos primeiros torcedores a testarem a Arena Lusail, onde acontece a cerimônia de abertura, foram brasileiros.

Dezoito convidados, com passagens e hospedagem pagas pela organização, chegaram em Doha, diretamente do Brasil, na quarta-feira e foram assistir à estreia da seleção nacional contra os donos da casa nesta quinta.

De verde, amarelo e azul -com parte deles vestidos de Chapolin-, a torcida brasileira chegou cerca de três horas antes do jogo (às 15h30, de Brasília) para conhecer a nova arena.

"Estou vibrando", disse Gislene Mello, 46, professora de educação física de São Bernardo do Campo (Grande São Paulo).

Ela foi convidada, via Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), devido ao trabalho de mini-handebol que desenvolve com 80 crianças (meninos e meninas) na escola estadual Maristela Vieira, na cidade do ABC paulista.

Sem restrições ou orientações em relação às vestimentas que poderia usar no país islâmico, ele lamenta apenas o fato de bebidas alcoólicas não serem vendidas dentro ou fora das arenas. "Pedimos cerveja no hotel e, com cara de bravo, o rapaz só respondeu 'no, beer, no beer'. É proibido", contou Gislene.

A Arena Lusail, com capacidade para 15.300 torcedores, foi construída a cerca de 15 km do centro de Doha, capital do Catar. A cidade de Lusail, que é planejada e ainda está sendo construída, também será sede da cerimônia de abertura e final da Copa-2022.

Luxuosa, com quatro andares, cerca de 30 camarotes suntuosos, 12 telões, restaurantes, lanchonetes e dois locais reservados para os torcedores rezarem (um masculino e outro feminino), a arena fica isolada, no meio de uma região desértica do pequeno país do Oriente Médio.

Além do emir Tamim bin Hammad al Thani, junto com a família real, alguns chefes de estado e representantes das outras 23 delegações são esperadas para a cerimônia de abertura do Mundial.
 

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