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CARO E INSEGURO

Para chefão da F-1, chance de corrida de rua em Londres é pequena

Principal preocupação dos organizadores é quanto á organização do evento e aos custos

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Hoje, às 8h12 (horário de Londres) os sinos do famoso Big Ben tocarão por três minutos
Ideia é incluir pontos turísticos como o relógio Big Ben no circuito
PUBLICADO EM 14/07/14 - 12h04

Apesar da aprovação de uma lei, na semana passada, que facilitará que corridas de carros sejam realizadas nas ruas da Grã Bretanha, a chance de Londres receber uma etapa do Mundial de F-1 é muito pequena, de acordo com Bernie Ecclestone.

Segundo o detentor dos direitos comerciais da categoria, duas coisas preocupam: patrocínio e segurança.

"Tudo dependeria de conseguirmos parceiros comerciais para esta empreitada, pois como vamos bancar isso?", questionou o dirigente inglês em entrevista à Press Association.

"A notícia [da aprovação da lei] é boa, mas não sei se conseguiríamos fazer uma corrida de rua porque não é barato fazer isso de uma maneira segura. Corridas de rua são caras. Vamos esperar para ver o que acontece. Pelo menos é um bom sinal e um passo na direção certa", completou Ecclestone.

A realização de uma corrida nas ruas de Londres é um antigo sonho do dirigente. Em 2012 os planos para uma etapa da F-1 ser realizada na cidade foram discutidos e um traçado para a prova chegou inclusive a ser estudado. A ideia seria fazer com que o circuito passasse por pontos turísticos da capital inglesa, como o Big Ben e o Palácio de Buckingham.

Boris Johnson, prefeito de Londres, também é um entusiasta da ideia, mas conta com a oposição de membros do Conselho de Westminster, a autoridade local que seria responsável pela organização da prova.

A mudança na legislação foi anunciada na última sexta-feira (11), durante um evento na fábrica da Williams, pelo primeiro ministro inglês, David Cameron.

Pela nova lei, os conselhos locais terão o poder de fechar ruas para realizar eventos, o que abre a oportunidade para que corridas de motos, carros e ralis sejam realizados na Grã-Bretanha.
Antes, os eventos tinham de ser aprovados pelo Parlamento.

"Estamos mudando a legislação para dar mais autonomia aos conselhos, o que é uma grande notícia para os esportes a motor. Mais corridas, mais eventos, mais dinheiro entrando em nosso país e mais sucesso para esta indústria extraordinária", afirmou Cameron na sexta-feira.

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