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Além das titulares

Força do banco fez Camponesa-Minas ter novo desempenho contra o Bauru

Substituições do técnico Paulo Coco deram certo para reverter 2 a 0 aberto pelas paulistas na Arena da Rua da Bahia

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camponesa minas comemora ponto contra bauru
Substituições foram decisivas para que Minas conseguisse encontrar melhor ritmo
PUBLICADO EM 20/03/17 - 14h18

 

O Camponesa-Minas teve que se virar contra o Genter Bauru-SP, no último sábado, em duelo que abriu a série quartas de final da Superliga feminina. Vendo que o time não se encontrava em quadra, o técnico Paulo Coco não teve outra opção a não ser mexer na equipe. No entanto, suas mudanças foram primordiais para evitar um tropeço que deixaria o time um pouco mais distante da próxima fase.

Além da central Fran, entraram em quadra a ponta Rosamaria e a levantadora Karine, que acabaram atuando por mais tempo do que a torcida se acostumou. As ações do treinador surtiram efeito na vitória, de virada, no tie-break. Os dois times voltam a se enfrentar nesta terça-feira, às 21h30, no interior paulista. Com mais uma vitória, o Minas se garante nas semifinais. A partida terá transmissão ao vivo do SporTV.

"Digo sempre que temos nove titulares. Jogadoras como a Priscila Daroit, a Karine, a Rosa e a Fran, todas essas são consideradas titulares. São atletas que possuem uma presença mais efetiva dentro das partidas. Se uma não está bem, aparece a chance da outra dar conta do recado. É importante termos opções para os momentos de dificuldade, em que um outro estilo é necessário", avalia o treinador.

Vendo que a levantadora Naiane tinha dificuldades na distribuição, Paulo Coco usou a experiente Karine para mudar o contexto do duelo. A armadora mostrou sua qualidade dando um outro ritmo ao time. "Temos mais que sete atletas. Temos um grupo de 14, 16 jogadoras. Todas estão preparadas para os momentos de necessidade. Neste primeiro jogo, a experiência acabou me favorecendo. O Paulo foi feliz nas mudanças, a Rosa entrou bem em um momento importante", analisa.

Não encaixaram. Ao contrário da maior parte da temporada, o técnico Paulo Coco começou o jogo com a ponta Priscila Daroit no lugar de Rosamaria, a terceira maior pontuadora da Superliga.

"A intenção era dar um equilíbrio maior no passe. Nos treinos, a distribuição ia melhor com a Daroit em quadra. Ela vinha tendo um bom saque e foi bem na reta final do returno, ao contrário da Rosa, que caiu de rendimento. Contra o Bauru, o nosso ataque não estava respondendo e resolvemos colocar a Rosa para uma maior agressividade. Acabou dando certo", comemora o treinador.

Outra mudança que se mostrou necessária foi na armação. Naiane apresentava altos e baixos para deixar as atacantes na melhor condição, comprometendo o resultado do time. "Acho que ela tem tido dificuldades até pelo fato do time ter se formado durante a temporada. Isso atrapalha a levantadora a ter referências, muda muito a forma de jogar. Ela é jovem e está passando por um processo de evolução. Quando perdeu a tranquilidade, a Karine segurou o jogo. A Naiane vem crescendo e jogar mal faz parte deste aprendizado", reforça.

 

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