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Força do Sada Cruzeiro ultrapassa titulares e chega ao time reserva

Apesar de jovens, jogadores do banco comemoram bom aproveitamento do maior número de chances que apareceram na atual temporada

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mendez e alan sada cruzeiro
Alan afirma que tenta absorver ao máximo informações passadas por Marcelo Mendez
PUBLICADO EM 20/04/17 - 07h04

 

Um time multicampeão dificilmente se faz apenas com seis ou sete titulares. A presença de suplentes, em um momento ou outro das várias competições que aparecem durante uma temporada, será inevitável e ter todos os jogadores do elenco prontos para entrar e corresponder é mais uma das missões do treinador. No Sada Cruzeiro, Marcelo Mendez sabe bem do seu papel de deixar seus atletas titulares e reservas em 'ponto de bala'. Contusões e imprevistos são recorrentes e podem aparecer em momentos cruciais, fazendo um jogador de pouca rodagem no time principal ganhar espaço, precisando manter o nível de atuação para não comprometer o resultado final.

Nos últimos anos, o Sada Cruzeiro conta com atletas jovens no seu banco de reservas. A devida experiência para cada um deles foi dada de forma gradativa, atingindo seu melhor momento, talvez, na atual temporada, quando os suplentes entraram com uma maior frequência. O planejamento feito pela comissão técnica do Sada Cruzeiro, de dar rodagem, aos poucos, para estes jogadores em início de carreira, mostra ter sido bem cumprido. As opções, mesmo não sofrendo alteração nos nomes, hoje se mostram em um novo patamar para fazer o maior time brasileiro de todos os tempos manter sua qualidade quando substituições são necessárias.

"A filosofia do time sempre foi de dar tempo de quadra para todos, este ano isso aconteceu com mais frequência e todos mostraram suas condições de jogar e disputar uma vaga no time titular. Claro que já temos uma cara, um sexteto formado, mas é importante apostar nestes jovens, dando a eles ritmo e entrosamento. Isso é importante para dar ao treinador a segurança necessária para quando precisar mexer. Ao mesmo tempo, estes atletas também se sentem confiantes para quando entrarem. Isso é fundamental para um jogador se sentir à vontade", indica o levantador William.

Entre os reservas que entram com mais frequência, estão o levantador Cachopa e o oposto Alan, acionados nas inversões de cinco e um. O central Éder Levi costuma aparecer para incomodar a recepção adversária com seu saque balanceado e Rodriguinho é quase um titular depois de mostrar seu potencial, do início ao fim de torneios importantes como Mundial e Sul-Americano.

"Jogamos a Superliga B juntos e isso ajuda demais para o nosso entrosamento. Serviu também para nos dar experiência para quando chegasse a oportunidade no time principal. Os treinos são pegados, nos fazem jogar no nosso mais alto nível, até para exigir bastante dos titulares. Isso só ajuda o time como um todo. Boa parte dos reservas teve boa passagem pelas seleções de base do Brasil e vejo nosso time bem servido nas opções", comenta o oposto Alan.

Para ele, a sequência que uma Superliga proporciona faz o torneio ser único. "É uma competição longa, onde temos seguidas chances de mostrar nosso valor. Os treinos são uma boa preparação para quando a hora do 'vamos ver' chegar", completa Alan. 

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