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Ok, entendi.
26 de Janeiro - Sexta-feira - 23:37

Cerveja é Cultura

Confira os principais eventos que vão rolar na capital mineira que envolvem cerveja artesanal

 Hoje é dia da nossa agenda cervejeira! Nada melhor do que aproveitar o sábado de folga para curtir aquele evento com boa música, boa gastronomia e excelentes rótulos de cervejas para experimentar. E você, já sabe o que fazer neste sábado? Aqui vão as minhas sugestões!

 

Atitude – Cerveja artesanal, comida e diversão

Hoje está sendo realizada mais uma edição do Atitude, que une cerveja artesanal, comida e diversão lá no quintal do Chalé, no Buritis, em Belo Horizonte. O evento, que vai de 12h até as 22h, conta com a participação de cerca de dez cervejarias, bandas e dj’s, espaço kids gratuito com monitor até as 18h e você ainda pode levar seu cãozinho que a festa é pet friendly.

A novidade nessa edição são as degustações guiadas e gratuitas de 5 rótulos de cervejas participantes do evento. As degustações serão coordenadas pelo beer sommelier Johnnie Lustoza.

Para participar, basta se dirigir ao stand do Price Beer no momento do evento e se cadastrar nas turmas, que acontecerão nos seguintes horários: 13:30h; 15h; 16:30h e; 18h. As vagas são limitadas por horário!

Os ingressos custam R$ 10,00 e podem ser adquiridos pelo sympla.com/atitude

Convites LIMITADOS, sujeito à breve espera em caso de lotação.

Impropriedade: 18 anos (menores, somente acompanhados pelos Pais)

Local: Avenida Professor Mario Werneck, 530 – Buritis (logo atrás do Chalezinho)

Para mais informações clique AQUI.

(Foto: Facebook/Reprodução)

 

Chope Time

E do outro lado da cidade, hoje vai ser realizado o Chope Time, o 2º encontro de cervejarias artesanais e food trucks do bairro Castelo, na capital mineira, uma feira para toda a família, de 10h às 18h.

São 12 cervejarias participantes, além de food trucks e restaurantes. O evento é pet friendly e também conta com espaço kids com monitor. Para animar a festa, a programação musical conta com cinco bandas.

A entrada é gratuita mediante doação de 1 kg de alimento não perecível (exceto sal e fubá) por pessoa.

O endereço é Avenida dos Engenheiros, 1510, Castelo, Belo Horizonte.

Para mais informações clique AQUI.

 

Ouça o programa Cerveja é Cultura, que vai ao ar às terças e quintas-feiras às 12h30 e às 21h na Rádio Super Notícia 91,7 FM! Siga no Instagram e curta no Facebook!

25 de Janeiro - Quinta-feira - 23:49

Cerveja é Cultura

O IBU - International Bitterness Unit - indica o nível de amargor das cervejas

RENATA ABRITTA

Hoje em dia é cada vez mais comum encontrarmos cervejas artesanais no mercado e são tantas opções que fica difícil escolher. Principalmente quem está começando a conhecer esse universo cervejeiro pode encontrar dificuldades em optar por uma ou outra.

Então aí vai uma dica para os iniciantes. Em muitos rótulos de cervejas você vai encontrar escrito IBU. Em inglês, IBU é abreviatura de International Bitterness Unit, que no português é uma unidade internacional de amargor. Ou seja, pelo número do IBU a gente consegue ter uma noção se aquela cerveja é muito ou pouco amarga.

Escala

A escala do IBU vai de 0 a 120. Quanto maior o IBU mais amarga será a cerveja. Vamos aos exemplos: essas cervejas comerciais chamadas de pilsen, as famosas loiras geladas (que na verdade são do estilo american lager) possuem IBU de 8 a 15. São cervejas leves que combinam bastante com o verão.

As cervejas de trigo também possuem amargor baixo, e o IBU delas também costuma variar de 8 a 15. Até por isso esse estilo costuma ser a porta de entrada para o maravilhoso mundo da cerveja artesanal, visto que a maior parte das pessoas, quando experimenta outros estilos, ainda não está acostumada com o índice de amargor.

Para contrastar totalmente com esses estilos acima eu posso citar a Imperial Indian Pale ale, ou Imperial IPA, que pode ter índice de amargor de 60 a 120. Já imaginou? Vale ressaltar que nosso paladar só consegue perceber até mais ou menos 80!

Curiosidade

Para efeito de curiosidade: o que confere amargor à cerveja é o lúpulo, que é uma planta trepadeira da família das canabidáceas – isso mesmo, a mesma da maconha, só que ela não tem efeitos psicoativos, ou seja não dá barato.

Então, fica a dica pra você que está começando a experimentar cervejas artesanais. Confira no rótulo o IBU para ter uma noção do nível de amargor. Ele vai de 0 a 120. Quanto mais alto, mais amarga a cerveja!

OBS: Podemos notar diferenças de amargor nas cervejas de estilos diferentes com o mesmo IBU, porque o dulçor da cerveja interfere no amargor, mas isso já é um assunto mais aprofundado para os entendedores de cerveja. Para quem está só começando, saber isso já está de bom tamanho.

 

Ouça o programa Cerveja é Cultura, que vai ao ar às terças e quintas-feiras às 12h30 e às 21h na Rádio Super Notícia 91,7 FM! Siga no Instagram e curta no Facebook!

Para ver exemplos de cervejas e variações de IBU CLIQUE AQUI.

23 de Janeiro - Terça-feira - 22:46

Cerveja é Cultura

Double IPA da cervejaria Verace foi eleita por concurso internacional a melhor cerveja brasileira

RENATA ABRITTA

No mercado de cervejas artesanais tem novidade todos os dias! Diversos rótulos são lançados em um intervalo bem pequeno de tempo. E cada um melhor do que o outro e de um estilo diferente para agradar a todo tipo de paladar.

Mas você já se perguntou qual é a melhor cerveja do Brasil atualmente? Segundo a última edição da Copa Cervezas de América, realizada em Santiago, Chile, no fim do ano passado, a melhor cerveja do Brasil é a Disturbed, uma Double IPA mineira! Isso mesmo, a Cervejaria Verace, localizada no Jardim Canadá, em Nova Lima, é a responsável por esse feito.

A Disturbed é uma Double IPA, ou seja, uma cerveja com bastante amargor (IBU 81, a escala que vai de 0 a 120) e teor alcoólico de 8,1%. Ela é feita com lúpulos americanos e australianos. Essa cerveja maravilhosa harmoniza com carnes gordurosas, linguiça, pizza calabresa e comida mexicana apimentada.

O mestre-cervejeiro da Verace, Túlio Silva, conta que para elaborar a receita, o primeiro passo foi provar as melhores Double IPAs do mercado para ter um parâmetro dos demais rótulos.

Por que Disturbed?

O nome Disturbed refere-se à perturbação sensorial que ela causa. “Ela tem uma carga aromática muito cítrica, com presença de maracujá, melão e manga, porém, apesar de todo esse aroma, trouxemos um amargor bastante potente”, afirma Túlio.

E apesar dos altos índices de amargor e teor alcoólico a cerveja tem um drinkability muito alto, ou seja, ela é fácil de beber, agrada ao paladar. No Festival Brasileiro da Cerveja 2017, realizado todos os anos em Blumenau, a Disturbed chamou bastante atenção. Ela também foi escolhida a melhor cerveja do Ourobier, festival de cerveja artesanal de Ouro Preto, além da grande premiação da Copa Cervezas de América 2017.

Novidades!

Mas não pense que o mestre-cervejeiro se acomodou com essa bela criação, ele já anuncia novidades. "Para 2018, vamos dançar duas novas IPAs: uma American IPA e uma nova Double IPA, com características diferentes da Syrena e da Disturbed. Então aguardem que 2018 promete também!”, pontua o mestre-cervejeiro.

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18 de Janeiro - Quinta-feira - 21:09

Cerveja é Cultura

Produzida em Ribeirão das Neves, na região metropolitana, cerveja Monasterium ficou conhecida mundialmente por suas leveduras ouvirem canto gregoriano e pela qualidade

RENATA ABRITTA

De acordo com algumas pesquisas, a vibração acústica do canto gregoriano é capaz de alterar o metabolismo dos seres vivos. Foi então que um cervejeiro teve a ideia de utilizar esse benefício na produção de uma cerveja: a Tripel Monasterium.

Ela é produzida pela Falke Bier, microcervejaria localizada no município de Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, e foi inspirada nas receitas dos monges belgas do século XIX.  

A Monasterium é maturada em uma adega subterrânea durante 40 dias a uma temperatura de 19º, ao som de canto gregoriano. Segundo o mestre Marco Falcone, que é proprietário da Falke Bier, professor da Academia Sommelier de Cerveja e juiz internacional, o canto gregoriano não foi escolhido por acaso.

Ele explica que as leveduras que escutam a música tem melhor desenvolvimento e melhores condições de sobrevivência, o que favorece a produção de uma cerveja com mais qualidade.

A Monasterium é tão diferenciada que foi a primeira cerveja brasileira a ser arrolhada em uma garrafa de espumante. Ela é refermentada e gaseificada na própria garrafa. Tem IBU (índice de amargor) de 18, em uma escala que vai de 0 a 120, e teor alcoólico de 9% ou seja, o dobro das cervejas comerciais chamadas de pilsen. É uma cerveja conhecida mundialmente.

“A Falke Monasterium é a primeira cerveja tripel feita no brasil engarrafada em garrafas de champanhe como os espumantes. E ela tem um aspecto muito especial que é ficar adormecida em uma adega subterrânea ao som de canto gregoriano durante 40 dias a uma temperatura fixa de 19 graus durante todo esse período. Isso conserva muito melhor a cerveja e dá para as leveduras a capacidade de fazer um cerveja muito melhor. Então, a Monasterium conquistou o mundo. Hoje ela é uma cerveja que é conhecida em todo o planeta e isso nos dá muito orgulho”, afirma Falcone.

Vivre Pour Vivre


E de uma Monasterium que deu errado e ficou com alto nível de acidez, a Falke Bier criou a Vivre pour Vivre, acrescentando outras leveduras, deixando maturar por mais anos e refermentando-a com jabuticaba.

“Depois que ela ficou dois anos na garrafa ela é vertida em um tanque de fermentação junto com suco de jabuticaba e ela vai ter uma terceira fermentação com as leveduras da casca da jabuticaba”, explica Falcone. 

Pelo seu longo processo de produção, por ter muita perda de insumos e por ser uma cerveja feita com uma fruta sazonal a Vivre pour Vivre é considerada um brinquedo de luxo e é vendida a cerca de R$ 300. E já aviso: ela é bem rara de ser encontrada.

Ouça o programa!

 

Assita:

Aviso aos visitantes da fábrica da Falke Bier

Arquitetura alemã na Falke Bier, localizada no município de Ribeirão das Neves, na região metropolitana de BH

 

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11 de Janeiro - Quinta-feira - 20:31

Cerveja é Cultura

Famoso Romeu e Julieta agora pode ser degustado de forma diferente

RENATA ABRITTA

 Em Minas Gerais, todo mundo já ouviu falar de Romeu e Julieta. E eu não estou falando dos personagens de Shakespeare, mas da sobremesa típica mineira que nasceu da combinação de goiabada com queijo!

Pois é, ela foi a inspiração para a criação da cerveja ‘Dünn Mercado’. O novo rótulo da Dünn Cervejaria é uma homenagem ao Mercado Central, onde a cervejaria está localizada, e um dos mais importantes pontos turísticos da capital.

“Nada melhor do que fazer uma cerveja com a cara do Mercado voltado para o turista e homenageando esse lugar que tem a cara de BH”, afirma o cervejeiro Macoud Rademacker Patrocinio.

A Dünn Mercado é uma American Amber Ale, com 4,5% de teor alcoólico, com 30 de IBU (índice de amargor), sendo muito aromática e com amargor típico. A sugestão de harmonização é obviamente com um queijo mineiro.

“É o Romeu e Julieta. A goiabada cascão acompanha o queijo, queijos nobres, queijos Minas, enfim, toda a linha de queijos. O presunto parma também cai muito bem com essa cerveja. Se você pegar o queijo Minas e ir tomando a cerveja gradativamente, sentindo o gosto e comendo esse queijo, a harmonia é perfeita!", afirma Patrocínio.

Além de cervejas, insumos e equipamentos cervejeiros, a Dunn também oferece cursos de fabricação de cerveja em casa. No próximo dia 20, será realizada a primeira edição deste ano, de 8h às 18h com o renomado professor Carlos Henrique de Faria Vasconcelos, (nosso querido CH), que é mestre cervejeiro da Hofbräuhaus Belo Horizonte. Para inscrições e mais informações acesse  dunncervejaria.com.br.

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Cerveja de goiabada foi inspirada na sobremesa típica mineira Romeu e Julieta. (Foto: César Tropia/Divulgação)

Cerveja é homenagem ao Mercado Central, um dos principais pontos turísticos de BH. (Foto: Moisés Silva/OTempo)

Para harmonizar com a cerveja de goiabada, os diversos queijos do Mercado. (Foto: Leo Fontes/ OTempo)

09 de Janeiro - Terça-feira - 19:50

Cerveja é Cultura

Pesquisas de doutorado da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG) confirmaram que benefícios do kefir foram repassados à cerveja que será produzida por cervejaria do Sul de Minas

RENATA ABRITTA 

Há mais de 10.000 anos a cerveja é apreciada pela humanidade e apresenta propriedades benéficas aos seres humanos, contribuindo para a melhora da qualidade de vida. Nas civilizações antigas, inclusive, ela foi usada como alimento e para hidratação.

Com o desenvolvimento das pesquisas, percebemos hoje que é possível fazer cervejas cada vez mais saudáveis. A beersomellier e cervejeira Kamila Leite Rodrigues, da cervejaria Senhorita, que o diga. Ela acaba de concluir a tese de doutorado dela na Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG) provando que a cerveja produzida a partir de "grãos" de Kefir faz bem à saúde.

“A ideia de fazer uma cerveja de kefir surgiu a partir dos conhecimentos de que o kefir produz uma bebida fermentada usando-se como nutriente-base o leite, o açúcar mascavo ou frutas. Além disso, ele é composto por diversas bactérias e leveduras, dentre essas a saccharomyces cerevisiae - levedura utilizada na produção da cerveja. Então, a primeira ideia foi testar a fermentação do kefir no mosto cervejeiro e observar as propriedades de atenuação, floculação e os compostos aromáticos formados a partir desta fermentação”, explica a pesquisadora.

O kefir é considerado um alimento probiótico e funcional e possui características anti-inflamatórias e antiulcerogênicas. Durante as pesquisas do doutorado, kamila buscou fazer uma cerveja que mantivesse essas características probióticas e as expectativas foram consumadas.

“Nossos testes mostraram que as propriedades protetoras contra a formação de úlceras e a inibição de inflamação foram mantidas na cerveja de kefir assim como nós observamos na bebida fermentada com açúcar mascavo”, conta a cervejeira.

E assim nasceu a cerveja Simbiose, que já foi aprovada pelo Ministério da Agricultura e vai ser produzida pela cervejaria Senhorita, localizada em Paraguaçu, na região Sul de Minas Gerais.

A cerveja de kefir foi categorizada como uma Specialty Beer. Ela possui notas levemente ácidas, frutadas e rústicas. O teor alcoólico é bem baixinho, de 3,5%, e o IBU é 10, ou seja, amargor bastante suave, menor que o das cervejas comerciais chamadas de pilsen.

Em breve a novidade estará disponível pra gente experimentar. Para saber mais acompanhe nosso blog, siga nossas redes sociais e envie sua sugestão para cervejaecultura@supernoticiafm.com.br. Curta a página no Facebook e siga o cervejaecultura917 no Instagram.

O Cerveja é Cultura vai ao ar na Rádio Super Notícia 91,7 FM às terças e quintas-feiras, às 12h30 e às 21h, e no sábado às 12h30 você confere a nossa agenda cervejeira com as atrações cervejeiras do fim de semana!Foto : Wikimedia Commons / Divulgacao

 

Rótulo provisório da Simbiose, cerveja de Kefir.

A pesquisadora, cervejeira e beer sommelier kamila Leite Rodrigues

19 de Dezembro - Terça-feira - 12:00

Cerveja é Cultura

Espaço terá estandes de cervejarias, bares, empórios e padarias, além de cursos e eventos durante a semana

Hoje eu vim contar uma novidade para os amantes da boa gastronomia e, claro, de cervejas artesanais que moram em Belo Horizonte e região. Em 2018, o Jardim Canadá vai receber o Mercado Cervejeiro. O espaço será um centro gastronômico que unirá estandes de grandes cervejarias mineiras, bares, sorveterias, empório e padarias para receber o grande público aos fins de semana e para realização de eventos e cursos durante a semana.

Grandes marcas cervejeiras como Krug Bier, Backer, Prússia, Loba, Capa Preta (entre as cervejarias), Bar do Antônio e Sorveteria Universal já reservaram seu espaço.

A idealizadora do projeto é a empresária Fernanda Ribeiro Massote, formada em Tecnologia em Gastronomia e Sommelier pela ABS Minas. Segundo ela, uma das propostas do empreendimento é também fomentar cursos e eventos na área da gastronomia, com grande destaque em cerveja e panificação.

Para saber mais, ouça o programa desta terça-feira! 

O Mercado Cervejeiro vai funcionar na Avenida Montreal, 232, no Jardim Canadá, em Nova Lima. A gente avisa aqui a data da inauguração! Siga o @cervejaecultura no instagram e até a próxima!

05 de Dezembro - Terça-feira - 19:07

Cerveja é Cultura

Cervejaria Brüder patrocina BH Beatle Week 2017 e lança cerveja especial para evento

Olá amantes de uma boa cerveja! O programa de hoje é pra quem também gosta de boa música! A partir desta quarta-feira, começa o BH Beatle Week 2017.

Este ano, os beatlemaníacos vão poder assistir a shows incríveis dedicados aos garotos de liverpool no Ouro Minas Palace Hotel e no Centro Universitário UniBH, no Buritis.

São bandas e artistas de vários estados do Brasil e de países como Itália, Inglaterra, Estados Unidos, Argentina e Chile. além de, claro, da nossa querida minas gerais também!

Mas, aí você me pergunta? “Renata, mas esse programa não é sobre cerveja?”. Exatamente, meu povo. É que a patrocinadora oficial da festa é a Cervejaria Brüder, que possibilitou a realização desta edição da festa.

Então, nada melhor do que curtir o som dos Beatles acompanhados de uma boa cerveja artesanal! De acordo com o Rafael Patrício, cervejeiro prático da Brüder essa é uma das melhores harmonizações!

Para o evento, a Cervejaria lançou a Lonely Hop Bitter, uma Best Bitter exclusiva! 

Quer saber mais? Assista o programa desta terça-feira, 05/12!
Para comprar ingressos e conferir toda a programação acesse www.sympla.com.br/bhbeatleweek

Nova cerveja lançada especialmente para o BH Beatle Week. Foto: @oncevaibh

 

27 de Novembro - Segunda-feira - 11:47

Cerveja é Cultura

Café Viena, no bairro Funcionários, possui 1.250 rótulos de 42 países diferentes

Imagine visitar um lugar que possui a maior carta de cervejas da América Latina? Esse lugar está mais perto do que você imagina, aqui mesmo em Belo Horizonte. O Café Viena, localizado no bairro Funcionários, tem hoje à nossa disposição cerca de 1250 rótulos diferentes de 42 países. Pra manter tudo isso geladinho, são necessárias 35 geladeiras.

A casa Austríaca surgiu há quase duas décadas para ser simplesmente um Café, por isso o nome Café Viena. A ideia de inserir cervejas especiais no cardápio surgiu de forma despretensiosa, com poucas marcas que logo caíram no gosto dos clientes.

O proprietário do estabelecimento Wellerson Paulinelli, que também é chef de cozinha e cervejeiro, conta que essa carta tão extensa atrai a atenção não só de moradores da capital mineira, mas também de turistas que, em passagem por BH, aproveitam para conhecer a casa.

Mas, além de vender cervejas de diversas partes do mundo, o local também produz seus próprios rótulos com destaque para a Viena, uma bebida estilo lager que não é filtrada, possui cor dourada, forte turbidez e segue a lei da pureza alemã.

Para saber mais ouça o programa Cerveja é Cultura:

O Café Viena fica na Avenida do Contorno, 3.968 - Funcionários. Aberto de segunda à sábado, para almoço e happy hour.

Confira as fotos:

15 de Novembro - Quarta-feira - 17:17

Cerveja é Cultura

Cine Growler é gratuito e vai apresentar cinco filmes na Praça da Glória

No próximo sábado (18/11) a Praça da Glória, no bairro Eldorado, em Contagem, vai receber uma edição do Cine Growler, que une duas paixões dos brasileiros: cinema e cerveja.

(Pra quem não sabe, growler é um recipiente de plástico, vidro, cerâmica ou alumínio no qual você pode levar seu chope para qualquer lugar.)

A ideia do Cine Growler é fazer um evento para pessoas de todas as idades ao ar livre! Vão ser apresentados gratuitamente cinco filmes, entre médias e curtas metragens, para homenagear o “Dia da Consciência Negra”, comemorado no dia 20.

A programação conta ainda com a Feira das Delícias, que é um espaço para o público degustar diferentes rótulos de cerveja artesanal produzidas pelas cervejarias mineiras Uaimii (Itabirito), Velho Brasa (Contagem) e Büffel (Contagem).

Durante o evento, haverá também um workshop gratuito sobre conhecimentos básicos para a produção de cerveja artesanal com o cervejeiro Marcus Cruz. Estão previstas 30 vagas, as inscrições são gratuitas e por ordem de chegada. O curso começa às 14h.

Ouça o programa Cerveja é Cultura desta quinta-feira e saiba mais sobre o evento.

SERVIÇO: CINE GROWLER

Data: 18 de novembro (sábado)

Local: Praça Nossa Senhora da Glória – Eldorado, Contagem

Horário: 11h às 22h

Facebook: https://www.facebook.com/cinegrowler/

Instagram: @cinegrowlerproduçoes

Foto: Rodrigo Tinôco/Divulgação

PROGRAMAÇÃO

11h – Abertura Feira das Delícias

Cervejarias artesanais participantes: Uaimii (de Itabirito), Velho Brasa (de Contagem), Büffel (Contagem)

Comidinhas: Barrancus Bar, Kitutu Gourmet

Diversos: Barbearia Jean Martins, Cuenda Acessórios e Amuletos, Benkip Fashion Design

Espaço kids: Movido a Fantasia (maquiagem infantil), desenho livre e fraldário

11h/15h – DJ Aída

Produtora cultural e DJ, amante do rock, soul, jazz e pop, leva a boa música de todos os tempos aos bons ouvidos.

11h - Abertura Exposição Tony Vieira

Apresentação em totens da vida e obra do cineasta radicado em Contagem.

14h/19h- Oficina “Básico para Cervejeiros” com Marcos Cruz

Introdução aos conhecimentos básicos para a produção de cerveja artesanal. Vagas: 30 alunos

15h/19h – DJ Bené Ramalho

Pioneiro na cena Black Music de Belo Horizonte e região, seu som é recheado de pérolas do funk, soul, samba e MPB.

15h/19h – Oficina Pequeno Pajé

Espaço Pajezinho: recreação infantil com o Instituto O Pequeno Pajé (de Contagem)

Espaço lúdico educativo onde crianças de todas as idades se divertem e aprendem, tendo como principal campo propositor a arte-educação.

15h/19h – Pic Nic Cultural

Bikefoods com doces, sucos, espetinhos e outras delícias para rechear um pic nic divertido e original

19h – Solenidade em Homenagem a Tony Vieira

Exibição do clip e desenlace da fita

19h30/21h30 – Cine Growler

Exibição de filmes de realizadores mineiros e convidados

Oxum (Denis Leroy)

Um pouco mais de um mês (André Novais/Filmes de Plástico)

Cores e Botas (Juliana Vicente/ Preta Porte Filmes)

Africanidade (Contato Filmes e Estúdio Criatura)

Égun - Os Mistérios do Mar (Helder Quiroga/ Mosquito Project, Solo Filmes e Contato Filmes)

22h – Encerramento

 

FILMES SELECIONADOS

 

Oxum (MG)

Direção: Denis Leroy

Duração: 09 min

Ano: 2015

Sinopse: O curta-metragem OXUM apresenta a saga dos orixás para salvar a humanidade da seca e da fome, culminando no sacrifício de Oxum que, de um lindo pavão, vê-se transformar-se em abutre. Baseada na mitologia iorubá.

Um pouco mais de um mês (MG)

Produção: Filmes de Plástico

Direção: André Novais Oliveira

Duração: 22 min     

Ano: 2013     

Sinopse: Um homem e uma mulher em começo de namoro enfrentam a primeira crise do relacionamento. Aos poucos, fica evidente o estranhamento ainda presente na relação dos dois e as inseguranças e receios típicos do início de um relacionamento.

Cores e Botas (SP)

Produção: Preta Porte Filmes

Direção: Juliana Vicente

Duração: 15:53 min   

Ano: 2010

Sinopse: Joana tem um sonho comum a muitas meninas dos anos 80: ser Paquita. Sua família é bem sucedida e a apóia seu sonho. Porém, Joana é negra, e nunca se viu uma Paquita negra no programa da Xuxa. “Cores & Botas” discute os padrões estéticos estabelecidos pela mídia e sua influência na formação das crianças traz também uma reflexão acerca da construção da auto-imagem da família negra.

Africanidade (MG)

Produção: Contato Filmes e Estúdio A Criatura

Duração: 06:25 min  

Ano: 2016

Sinopse: A constante negação da sociedade brasileira ao seu racismo é o tema do episódio “Africanidade” da série Educação e Cidadania, iniciativa da ONG Contato. A abolição da escravatura em 1888 rompeu ou iniciou o processo de descriminação racial no Brasil? A partir de uma análise sobre a origem do preconceito e da desigualdade de oportunidades, é levantada a necessidade do resgate da cultura africana na formação do povo brasileiro.

Égun - Os Mistérios do Mar (MG)

Produção: Mosquito Project, Solo Filmes e Contato Filmes

Direção: Helder Quiroga

Duração: 12 min

Ano: 2015

Sinopse: Um pescador busca compreender os fatos que levaram à morte de seu pai. Em linguagem poética, o filme aborda a relação entre a condição sociocultural de moradores de uma comunidade litorânea e a tradição do candomblé.