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14 de Junho - Quinta-feira - 14:28

O MY Team está disponível grátis para download nas versões Android e iOS pelo link: http://onelink.to/myteam

Depois de alcançar mais de 18 mil downloads em cerca de um ano de funcionamento, o app que estava tinha apenas nas versões Atlético e Cruzeiro ganha agora a modo Seleção Brasileira para os jogos do Brasil na Copa.

 A equipe de do aplicativo de entretenimento My Team se prepara para conquistar novos campos. Depois de alcançar mais de 18 mil downloads em cerca de um ano de funcionamento, o app que estava tinha apenas nas versões Atlético e Cruzeiro ganha agora a modo Seleção Brasileira para os jogos do Brasil na Copa.

Para quem não conhece, o My Team trata-se de um aplicativo em que todas as rodadas  o torcedor dá a escalação do time, o placar do jogo e aponta os jogadores do seu time que irão fazer os gols. Assim, pontua em toda as rodas e ganha prêmios também. Isso porque, o aplicativo premia com uma camisa oficial do clube de coração todo mês quem mais pontuar, além de outros prêmios até mesmo por rodada. Agora para Copa, apenas na primeira fase serão 3 camisas oficiais da Seleção Brasileira. Uma por sorteio para quem estiver cadastrado, outra para quem pontuar mais na primeira fase, e outra para quem mais indicar amigos (essa pessoa recebe um código para convidar) até o término da primeira fase da Copa.

“O brasileiro tem o futebol como uma das suas maiores paixão. Vimos isso, já com os clubes Atlético e Cruzeiro. Não poderíamos deixar de fora a Copa do Mundo, quando o País praticamente para”, observa Téo Scalioni um dos sócios do My Team.   Segundo ele, no Brasil as pessoas acham que entende mais de futebol do que a outra, e com o aplicativo é a hora de tirar a prova e ver quem realmente mais pontua. “Acaba que acontece aquela disputa saudável e bacana com os amigos, e ainda com a enorme possibilidade de ganhar prêmios”, reforça.

Além da possibilidade de jogar com a Seleção, a novidade também fica por conta do My Team Parceiros. Nele, os estabelecimentos como bares e restaurantes podem lançar suas promoções, se divulgarem e ao mesmo tempo, privilegiar os usuários da ferramenta e permitir que ganhem vantagens nesses lugares conveniados. “O bar lança uma promoção de quem acertar o placar por exemplo ganha um tira-gosto. Os usuários vão para lá, assistem o jogo, consomem e ainda levam mais gente. Bom para o estabelecimento que vende mais e bom para o usuário que tem o prêmio benefícios”, explica Téo, reforçando que para participar da promoção o estabelecimento também não paga nada não, basta disponibilizar o prêmio promocional.

MY Team está disponível grátis para download nas versões Android e iOS pelo link: http://onelink.to/myteam

23 de Maio - Quarta-feira - 17:37

Hub Minas Digital, programa de inovação aberta, realizou ação setorizada

Gestores de RH, reunidos para discutir soluções em BH, são impactados por soluções para setor apresentadas por startups

 

4º Inspiration Day (ID), workshop idealizado pelo HUB MINAS DIGITAL* (HMD), realizado ontem, dia 22 de maio, no Guaja Coworking, bairro Funcionários, reunião cerca de 150 pessoas, dentre elas, cerca de 100 altos executivos. As atividades foram dividas entre minipalestras e momentos de aproximação entre as empresas e integrantes de startups selecionadas.

“A metodologia empregada foi a de detectar desafios, buscar entendê-los, acelerar processos e buscar de soluções para encontrar resultados por meio da inovação aberta. Tudo isso de forma rápida, eficiente e com baixo custo”, explicou Rodolfo Zhouri, coordenador do HMD.

Com a realização de mais este Inspiration Day powered by The Bakery, o HMD concluiu o seu 2º Ciclo de Inovação Aberta. Gigantes de setores como siderurgia, logística, energia, pesquisa, alimentação, bancário, educação à distância, entre outras vivenciaram os dinâmicos processos desenvolvidos pela equipe do programa.

Startups e corporações participantes

Participam do evento de ontem MRV e Direcional Engenharia; CSN; Caixa Econômica Federal; Santander; Drogaria Araújo; Fundep; Ferrous; Sambatech; Unimed BH; Bamaq; Fundação Renova; Café 3 Corações entre outras que formaram um total de mais de 40 corporações presentes.

 

Gupy; Timco; Pin People; Colaboradores; Solides e Witseed foram as startups selecionadas para apresentarem suas soluções.

Opinões

Com trajetória fundamentada na área de Recursos Humanos, a psicóloga Nira Goldstein  diz que o maior desafio das corporações, hoje, é saber encontrar quais as ferramentas certas para se promover atração e realizar recrutamento de novos colaboradores. “Atualmente, dispomos de inúmeros sistemas para executar este fundamental trabalho nas empresas. Não só o de recrutamento e seleção, mas o de retenção de talentos o das tecnologias para treinamento, que são diversas e eficazes”, explica.

Contudo, na opinião da profissional, mesmo que a forma de se trabalhar na área tenha mudado muito, já que não há mais pilhas de currículo em papel, entre outras características de tempos passados, nenhum sistema ou ferramenta irá substituir a importância da aproximação humana, da perspectiva do “olho no olho”. “Esse contato direto faz toda a diferença na hora de se tomar decisões. Ouvir o que o profissional tem a dizer, perceber sua energia e vibração com determinada perspectiva e, assim, poder entender mais de suas competências e habilidades, isso nenhuma máquina pode nem, jamais, poderá fazer. Portanto, creio que o maior desafio dos RHs de hoje é saber equilibrar o uso de novas tecnologias com a existência do ser humano que está lá, do outro lado, pleiteando uma colocação. Fato é que, melhor que seja uma solução tecnológica de mercado, nunca se pode deixar de realizar uma entrevista pessoal. Este processo é fundamental, inclusive, para se buscar mensurar o grau de alinhamento do candidato com a cultura daquela empresa”, conclui Goldstein, que é gestora de desenvolvimento profissional há 15 anos e responsável, entre outras ações de destaque no mercado nacional, por capitanear a montagem do corpo de colaboradores de uma das maiores startups de conteúdo digital do Brasil, hoje com cerca de 2 mil colaboradores em seu quadro funcional.

Segundo Zhouri,  esta foi a primeira vez que um ciclo se realizou com foco em setor específico. “Em todas as nossas ações pregressas, envolvemos médias e grandes empresas aleatoriamente, seguindo a mesma metodologia que nos norteia desde o início dos trabalhos de campo. Conseguimos encaixar a grande maioria delas (empresas) em um espaço diferente para desenvolvimento de seus desafios e  o encontro das soluções que buscavam. Na grande maioria dos casos, conseguimos designá-las para trabalhar com startups especializadas e os resultados foram, fortemente, satisfatórios”, afirma ele, que complementa: “Contudo, achamos por bem tentar, como uma alternativa de segmentação, relizar este ID e este novo ciclo que se anuncia de uma maneira inovadora, aplicando as técnicas para setores internos das corporações. Neste caso específico, aquele que talvez seja o coração delas: os Recurso Humanos, também conhecido com Departamentos de Gestão de Talentos”, finaliza.

Sobre o HUB MINAS DIGITAL (HMD)

Programa de estímulo à inovação aberta, implementação de processos de transformação digital corporativa e de fortalecimento do empreendedorismo de integração e disrupção. Tem como objetivo sistêmico convidar e detectar empresas para trazê-las ao universo desenvolvimentista e aproximá-las de startups que oferecem soluções técnicas de impacto e qualidade.  O HUB MINAS DIGITAL é um programa do Governo de Minas Gerais promovido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SEDECTES).

Com a conclusão de seu 4º Inspiration Day e prestes a dar início ao 2º Ciclo de Inovação Aberta, o HMD objetiva, sobretudo, apoiar, de maneira incondicional, inovação aberta em empresas de médio e grande porte de Minas e do Brasil. Promove, também, e permanentemente, a conexão dessas corporações com os agentes do ecossistema mineiro de inovação.

A motivação para o surgimento do HUB MINAS DIGITAL veio da percepção dos inúmeros e persistentes desafios que as empresas enfrentam para se manterem competitivas em um cenário desafiador e de rápidas mudanças. A pressão natural imposta por novos modelos de negócio e novas tecnologias faz que se gere, a todo tempo, ameaças e oportunidades de níveis altíssimos no mercado. É nesse campo que o HMD se apresenta e se oferece, a quem interessar evoluir, como o principal agente motivador em Minas Gerais, prestando suporte às empresas que necessitam fazer parte deste movimento evolutivo.

Por fim, o HUB MINAS DIGITAL tem como públicos-alvo as médias e grandes empresas (receita bruta (ideal) superior a R$4,8 milhões por ano) sediadas no Brasil.

Inspiration Day Junho

Garantindo uma atmosfera perfeita para boas conversas e novos negócios, o HMD vai realizar, no próximo mês de junho, mais um Inspiration Day. Dessa vez, será na histórica cidade de Tiradentes, região Central de Minas Gerais. O evento se dará durante a realização do Conexão Empresarial  – Tiradentes – promovido pelo Grupo VB de Comunicação. A data ainda não foi definida pelos organizadores.

 

 

 


 

  

 

23 de Maio - Quarta-feira - 17:37

Hub Minas Digital, programa de inovação aberta, realizou ação setorizada

Gestores de RH, reunidos para discutir soluções em BH, são impactados por soluções para setor apresentadas por startups

 

4º Inspiration Day (ID), workshop idealizado pelo HUB MINAS DIGITAL* (HMD), realizado ontem, dia 22 de maio, no Guaja Coworking, bairro Funcionários, reunião cerca de 150 pessoas, dentre elas, cerca de 100 altos executivos. As atividades foram dividas entre minipalestras e momentos de aproximação entre as empresas e integrantes de startups selecionadas.

“A metodologia empregada foi a de detectar desafios, buscar entendê-los, acelerar processos e buscar de soluções para encontrar resultados por meio da inovação aberta. Tudo isso de forma rápida, eficiente e com baixo custo”, explicou Rodolfo Zhouri, coordenador do HMD.

Com a realização de mais este Inspiration Day powered by The Bakery, o HMD concluiu o seu 2º Ciclo de Inovação Aberta. Gigantes de setores como siderurgia, logística, energia, pesquisa, alimentação, bancário, educação à distância, entre outras vivenciaram os dinâmicos processos desenvolvidos pela equipe do programa.

Startups e corporações participantes

Participam do evento de ontem MRV e Direcional Engenharia; CSN; Caixa Econômica Federal; Santander; Drogaria Araújo; Fundep; Ferrous; Sambatech; Unimed BH; Bamaq; Fundação Renova; Café 3 Corações entre outras que formaram um total de mais de 40 corporações presentes.

 

Gupy; Timco; Pin People; Colaboradores; Solides e Witseed foram as startups selecionadas para apresentarem suas soluções.

Opinões

Com trajetória fundamentada na área de Recursos Humanos, a psicóloga Nira Goldstein  diz que o maior desafio das corporações, hoje, é saber encontrar quais as ferramentas certas para se promover atração e realizar recrutamento de novos colaboradores. “Atualmente, dispomos de inúmeros sistemas para executar este fundamental trabalho nas empresas. Não só o de recrutamento e seleção, mas o de retenção de talentos o das tecnologias para treinamento, que são diversas e eficazes”, explica.

Contudo, na opinião da profissional, mesmo que a forma de se trabalhar na área tenha mudado muito, já que não há mais pilhas de currículo em papel, entre outras características de tempos passados, nenhum sistema ou ferramenta irá substituir a importância da aproximação humana, da perspectiva do “olho no olho”. “Esse contato direto faz toda a diferença na hora de se tomar decisões. Ouvir o que o profissional tem a dizer, perceber sua energia e vibração com determinada perspectiva e, assim, poder entender mais de suas competências e habilidades, isso nenhuma máquina pode nem, jamais, poderá fazer. Portanto, creio que o maior desafio dos RHs de hoje é saber equilibrar o uso de novas tecnologias com a existência do ser humano que está lá, do outro lado, pleiteando uma colocação. Fato é que, melhor que seja uma solução tecnológica de mercado, nunca se pode deixar de realizar uma entrevista pessoal. Este processo é fundamental, inclusive, para se buscar mensurar o grau de alinhamento do candidato com a cultura daquela empresa”, conclui Goldstein, que é gestora de desenvolvimento profissional há 15 anos e responsável, entre outras ações de destaque no mercado nacional, por capitanear a montagem do corpo de colaboradores de uma das maiores startups de conteúdo digital do Brasil, hoje com cerca de 2 mil colaboradores em seu quadro funcional.

Segundo Zhouri,  esta foi a primeira vez que um ciclo se realizou com foco em setor específico. “Em todas as nossas ações pregressas, envolvemos médias e grandes empresas aleatoriamente, seguindo a mesma metodologia que nos norteia desde o início dos trabalhos de campo. Conseguimos encaixar a grande maioria delas (empresas) em um espaço diferente para desenvolvimento de seus desafios e  o encontro das soluções que buscavam. Na grande maioria dos casos, conseguimos designá-las para trabalhar com startups especializadas e os resultados foram, fortemente, satisfatórios”, afirma ele, que complementa: “Contudo, achamos por bem tentar, como uma alternativa de segmentação, relizar este ID e este novo ciclo que se anuncia de uma maneira inovadora, aplicando as técnicas para setores internos das corporações. Neste caso específico, aquele que talvez seja o coração delas: os Recurso Humanos, também conhecido com Departamentos de Gestão de Talentos”, finaliza.

Sobre o HUB MINAS DIGITAL (HMD)

Programa de estímulo à inovação aberta, implementação de processos de transformação digital corporativa e de fortalecimento do empreendedorismo de integração e disrupção. Tem como objetivo sistêmico convidar e detectar empresas para trazê-las ao universo desenvolvimentista e aproximá-las de startups que oferecem soluções técnicas de impacto e qualidade.  O HUB MINAS DIGITAL é um programa do Governo de Minas Gerais promovido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SEDECTES).

Com a conclusão de seu 4º Inspiration Day e prestes a dar início ao 2º Ciclo de Inovação Aberta, o HMD objetiva, sobretudo, apoiar, de maneira incondicional, inovação aberta em empresas de médio e grande porte de Minas e do Brasil. Promove, também, e permanentemente, a conexão dessas corporações com os agentes do ecossistema mineiro de inovação.

A motivação para o surgimento do HUB MINAS DIGITAL veio da percepção dos inúmeros e persistentes desafios que as empresas enfrentam para se manterem competitivas em um cenário desafiador e de rápidas mudanças. A pressão natural imposta por novos modelos de negócio e novas tecnologias faz que se gere, a todo tempo, ameaças e oportunidades de níveis altíssimos no mercado. É nesse campo que o HMD se apresenta e se oferece, a quem interessar evoluir, como o principal agente motivador em Minas Gerais, prestando suporte às empresas que necessitam fazer parte deste movimento evolutivo.

Por fim, o HUB MINAS DIGITAL tem como públicos-alvo as médias e grandes empresas (receita bruta (ideal) superior a R$4,8 milhões por ano) sediadas no Brasil.

Inspiration Day Junho

Garantindo uma atmosfera perfeita para boas conversas e novos negócios, o HMD vai realizar, no próximo mês de junho, mais um Inspiration Day. Dessa vez, será na histórica cidade de Tiradentes, região Central de Minas Gerais. O evento se dará durante a realização do Conexão Empresarial  – Tiradentes – promovido pelo Grupo VB de Comunicação. A data ainda não foi definida pelos organizadores.

 

 

 


 

  

 

23 de Maio - Quarta-feira - 17:12

Para a pesquisa foram entrevistados mais de 400 empresas em oito países

Estudo da Accenture sinaliza que o aumento das restrições à livre circulação de dados, produtos, serviços e talentos de TI nas fronteiras entre países está transformando o ambiente empresarial global e pode inibir estratégias e planos de crescimento e inovação das empresas.

 Novo estudo da Accenture (NYSE:ACN) sinaliza que o aumento das restrições à livre circulação de dados, produtos, serviços e talentos de TI nas fronteiras entre países – chamado de “fragmentação digital” – está transformando o ambiente empresarial global e pode inibir estratégias e planos de crescimento e inovação das empresas.

 Diante de uma série de desafios, o estudo destaca como algumas empresas pesquisadas já estão enfrentando os obstáculos crescentes à globalização em seu planejamento estratégico e faz quatro recomendações para ajudar as empresas a recalibrar sua transformação digital.

 Para o relatório, entitulado “Digital Fragmentation: Adapt to Succeed in a Fragmented World“, a Accenture Research entrevistou mais de 400 Chief Information Officers (CIOs) e Chief Technology Officers (CTOs) em empresas multinacionais de oito países; conduziu entrevistas aprofundadas com especialistas em política, economia e negócios digitais e realizou pesquisas e análises complementares.

 Ele mostra que 74% dos líderes de negócios entrevistados esperam sair de um mercado geográfico, atrasar e até mesmo abandonar planos de entrada de mercado ao longo dos próximos três anos em decorrência do crescimento das barreiras à globalização.

 O estudo mostra que a tendência da “globalização digital”, alimentada por dados de fluxo livre, está dando lugar à “fragmentação digital”, impulsionada por barreiras crescentes à globalização. Um desses exemplos é a quadruplicação de medidas comerciais restritivas adotadas pelos membros do G20 desde a crise financeira global, passando de 324 em 2010 para 1.263 em 2016; outro é a triplicação nas últimas duas décadas do número de países com leis de privacidade de dados, de 34 em 1995 para mais de 100 em 2015.

 Além disso, o impacto da fragmentação digital em empresas multinacionais representa uma ameaça ao crescimento e à inovação. Mais da metade acredita que o aumento das barreiras à globalização irá comprometer suas habilidades para: usar ou oferecer serviços baseados na nuvem (citado por 54% dos entrevistados, contra 14% que discordam); usar ou oferecer serviços de dados e analytics em mercados nacionais (54% contra 15%); e operar efetivamente entre diferentes padrões nacionais de TI (58% contra 18%).

 “Nosso estudo deixa claro que as empresas estão começando a fazer mudanças fundamentais em seus planos estratégicos e operacionais para várias áreas, incluindo arquiteturas de TI globais, recrutamento de talentos de TI, estratégia física de localização de TI segurança cibernética”, afirma Omar Abbosh, Chief Strategy Officer (CSO) da Accenture. “Essas regras podem fornecer salvaguardas críticas para a nova economia digital. Mas elas deveriam ser desenvolvidas para estimular, em vez de inibir, o crescimento e a inovação. Um diálogo mais intenso entre empresas e governos poderá ajudar.”

 De acordo com o estudo, mais da metade acredita que esse aumento nas barreiras à globalização irá forçar suas empresas a repensar suas: arquiteturas globais de TI (para 60% dos entrevistados); estratégia física de localização de TI (52%); estratégia e capacidades de segurança cibernética (51%); relacionamento com fornecedores de TI locais e globais (50%) e estratégia geográfica para talentos de TI (50%).

 A fragmentação digital também irá criar inúmeros desafios operacionais para empresas, aumentando o custo e a complexidade de fazer negócios. Por exemplo, 91% dos entrevistados acredita que o aumento de barreiras à globalização irá aumentar os custos de TI ao longo dos próximos três anos. Os principais fatores esperados para o aumento de custos de TI são o custo de insumos de abastecimento, como o talento informático; requisitos para duplicar ou multiplicar infraestrutura de TI, como data centers; e o cumprimento de diferentes padrões nacionais de TI.

“Diferentemente do discurso de vários evangelizadores digitais, as fronteiras nacionais importam, sim”, afirma Armen Ovanessoff, Diretor da Accenture Research. “Os líderes de negócios estão se dando conta de sua responsabilidade na formulação das regras para nosso futuro digital. Quando pensamos nas transformações profundas que ainda estão por vir em áreas como inteligência artificial, biotecnologia e Internet das Coisas, fica claro que este é apenas o início de uma jornada complexa que exige cooperação transfronteiriça e entre setores”.

 Apesar de todos esses desafios, o estudo destaca que muitas empresas estão começando a planejar suas respostas à crescente fragmentação. Na verdade, quatro em cada cinco (ou 80%) das empresas entrevistadas afirmaram que já estão avaliando os obstáculos crescentes à globalização em seu planejamento estratégico e cerca da metade (51%) já está reorganizando suas arquiteturas e estruturas de governança globais.

15 de Maio - Terça-feira - 15:01

Artigo da Jazz Digital Hacks

Por Sérgio Antônio Figueiredo - fundador e success maker na Jazz Digital Hacks

 

 Você não leu errado meu amigo, é isso mesmo. Não só as empresas, como também nós reles mortais. Todos

podemos ser donos de um canal de televisão e nos relacionarmos diretamente com nosso público, sem

intermediários. Aliás, me permita uma correção, com intermediários, e eu explicarei isso no decorrer do texto.

Marketing de conteúdo funciona e todos nós já sabemos. As redes sociais e a Netflix quebraram a televisão

tradicional, nós também já sabemos. Youtube invadiu as salas e as smart tvs… Bom, isso pode ser novidade

para alguns, uma vez que a tv digital só chegou 100% nas casas brasileiras em meados de novembro do ano

passado. Mas, isso também não é tão novidade assim.

Todavia, o que me motivou a escrever esse texto aqui no pulse é uma revolução que eu estou vendo acontecer no Stories. Sim, o Facebook atirou onde viu e acertou onde não viu.

Para entender esse fenômeno eu resolvi apresentar esse texto no seguinte esquema: i) a história, ii) a guerra dos tronos e iii) o prefeito.

1- A história

Antes do Mark Zuckerberg decidir que ia dominar o mundo - digo isso porque depois da compra do Instagram ele começou a brincar de Monopoly com as redes sociais, bem antes disso, o Instagram era uma rede social praticamente sem fins lucrativos, capitaneada por fotógrafos profissionais e amadores que viam na rede um espaço para mostrar e divulgar trabalhos artísticos. Logo em seguida, vieram os hipsters (sempre eles) com suas postagens de traveling, moda e food. O Instagram e seus filtros possibilitava a todos a alcunha de cool. Bem, o resto é história e alguém escreverá sobre ela. O meu ponto aqui é que o Facebook viu o potencial crescente e comprou por 1 bi a brincadeira dos descoladinhos de plantão. E claro, com uma intenção muito óbvia: monetizar o máximo possível essa brincadeira.

Nos anos seguintes o que mais ouvi nas minhas rodas de amigos era: “o Instagram virou farofa”, “o Facebook tornou o Instagram uma mer..”, “saí do Instagram” e blá blá blá… Nunca entendi porque hipster odeia farofa e farofeiro é um adjetivo ruim. A verdade é que o Facebook popularizou o Instagram, o deixou mais acessível e com maior usabilidade. E, claro, encheu o app de anúncios.

Nesse contexto, o Instagram ficou relegado ao segundo plano e assim era de bom tamanho. Até que na surdina veio de mansinho o Snapchat e deixou nosso querido Mark Zuckerberg, já prefeito da cidade por ter comprado o Whatsapp, de cabelos em pé. Tão logo, o prefeito ordenou: façam uma proposta!

2- A guerra dos tronos

A guerra dos tronos pela vida real, ou melhor, aquele Snap no banheiro que todo mundo já fez um dia. Mas, vamos aos fatos: o Snapchat nasceu em meados de 2011, mas foi em 2013/14 que ele se popularizou no Brasil. Atingiu seu ápice no verão de 2016 e depois “ninguém sabe e ninguém viu”.

A promessa da marca era clara. Veríamos um pedacinho da vida íntima das pessoas em um espaço de tempo curto. Como o brasileiro tem que ser estudado, logo os Snaps íntimos e escatológicos viraram febre. Novas celebridades como Taynara O.G. nasceram, brigas de famosos foram transmitidas em tempo real . E o Snap não se rendeu às ofertas milionárias do Facebook.

3- O prefeito de Facenopoly ou facebanco imobiliário

Zuckerberg ao ter o seu orgulho ferido, lançou o stories que rapidamente tomou o lugar do snap nos celulares brasileiros. O que o prefeito não esperava era que o facebook também perderia seu favoritismo.

Uma pausa para eu contar uma pequena história: eu e minha noiva nos conhecemos pelo Facebook, essa rede social era de certa forma importante para nós. Pois bem, comecei a perceber que o Instagram estava na moda de novo, quando descobri que minha noiva tinha saído do Facebook e só usava Instagram. No carnaval, fui à cidade onde minha irmã mora e descobri que ela tinha deletado o aplicativo. Fui tentar contato com a minha host sister finlandesa pelo messenger do Facebook e ela me respondeu duas semana depois dizendo: desculpas, eu nunca acesso aqui, você me contacta mais rápido pelo Instagram.

E aqui está meu ponto: eu estou longe de dizer que o Stories é a bola da vez, aliás provavelmente não é ou já é passado. O fato é que eu me peguei pensando em fazer o Stories de uma marca virar um canal de televisão.

 Quero saber de vocês nos comentários, é possível ou viajei muito? Se gostou pode curtir e compartilhar

 

 

11 de Maio - Sexta-feira - 17:02

Desenvolvido por 13 alunos o robô utiliza inteligência artificial para realizar os movimentos

Criado pela Equipe de Desenvolvimento em Robótica Móvel da Faculdade de Engenharia Mecânica (Edrom), da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), será um dos representantes brasileiros na competição mundial de robótica, que acontecerá entre 16 e 22 de junho, em Montreal, no Canadá.

 Um robô criado pela Equipe de Desenvolvimento em Robótica Móvel da Faculdade de Engenharia Mecânica (Edrom), da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), será um dos representantes brasileiros na competição mundial de robótica, que acontecerá entre 16 e 22 de junho, em Montreal, no Canadá.

Batizado de Sakura, o robô humanoide vai competir no torneio que coloca robôs autônomos para disputar partidas de futebol. Atualmente, Sakura está passando pelos ajustes finais, mas o robô já é considerado o nono melhor do mundo na categoria Teen Size, que contempla robôs de 80cm a 140cm.

Desenvolvido por 13 alunos sob a orientação do professor Rogério Sales Gonçalves, o robô utiliza inteligência artificial para realizar os movimentos e buscar os objetivos do jogo, sem que nenhum humano utilize qualquer tipo de controle remoto para orientá-lo.

Competição

Organizada pela Robocup Federation, a Robocup 2018 Montreal tem como objetivo incentivar o avanço nas áreas de inteligência artificial e robótica. A iniciativa tem a ambiciosa missão de ser capaz de criar um time de robôs capaz de vencer os humanos campeões da Copa do Mundo de 2050.

Na edição deste ano, 35 equipes vão participar da competição, que deve contar com o trabalho de 4 mil pessoas e o envolvimento de 5 mil robôs

26 de Abril - Quinta-feira - 17:02

O encontro une uma instituição tradicional com a inovação

O programa opera na articulação, promoção e desenvolvimento de acordos de cooperação internacional entre instituições de ensino mineiras e instituições internacionais e tem como principal diferencial o efeito coletivo que se estende a todo o território do estado de Minas Gerais

 A Faculdade Arnaldo foi a primeira instituição privada de ensino superior, a ser convidada para fazer parte do Núcleo Mineiro de Internacionalização do Ensino Superior (NUMIES). O convite foi realizado pela Secretaria do Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior nesta semana.

 Criado pelo governo de Minas Gerais, o NIUMES tem por objetivo fomentar políticas públicas de apoio a Internacionalização às Instituições de Pesquisa, Ciência, Tecnologia e Inovação sediadas em Minas Gerais. O programa opera na articulação, promoção e desenvolvimento de acordos de cooperação internacional entre instituições de ensino mineiras e instituições internacionais e tem como principal diferencial o efeito coletivo que se estende a todo o território do estado de Minas Gerais.

Essa característica permite que o programa seja atrativo ao cenário internacional devido às múltiplas possibilidades de intercâmbios em diversas áreas do conhecimento! Para além, ao passo que se manifesta como um bloco de universidades, institutos tecnológicos e instituições de ensino e de inovação de todo o estado, o NUMIES viabiliza o desenvolvimento e o crescimento inclusivo.

Sob a presidência da SECTES – e a coordenação de mais outras cinco instituições, a saber: Secretaria de Estado de Casa Civil e de Relações Institucionais; Secretaria-Geral da Governadoria, por intermédio da Assessoria de Relações Internacionais; Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais; Universidade do Estado de Minas Gerais; Universidade Estadual de Montes Claros – promove a aproximação de renomadas Instituições de Ensino internacionais ao ecossistema mineiro de Ciência, Tecnologia e Inovação

Assim, o Núcleo fomenta ações de cooperação técnica e científica por meio da mobilidade acadêmica, cotutela, dupla diplomação, promoção de workshops e seminários internacionais, programas de pesquisa conjunta e o que mais se faz necessário à inserção ainda mais profunda do estado na Economia do Conhecimento.

 

 

25 de Abril - Quarta-feira - 15:53

Inovação aberta é proposta em grande evento, amanhã, na capital

Identificação de desafios para conexão entre empresas e startups será foco dos trabalhos

 “Inovar não é simplesmente colocar puffs na empresa, pintar as paredes de cores vivas, criar um ambiente de descompressão para os colaboradores ou montar uma piscina de bolinhas. A inovação é muito mais que isso.”

É dessa forma que Rodolfo Zhouri, coordenador do Hub Minas Digital (HMD), analisa algumas ações que acontecem no universo corporativo. Para ele, algumas empresas querem dizer que estão inovando quando na verdade apenas modificam ambientes para tentar gerar algo mais agradável os olhos dos outros.

“A transformação realmente inovadora vai muito além de simples e pequenas ações como estas. Ela pede coragem, espírito empreendedor e aguerrido. Requer audácia para executar ações de impacto, que possam transformar uma realidade instalada que, muitas vezes, está defasada. Inovar é mexer em processos, produtos e serviços. É melhorar o que está sendo oferecido ou, desejável também, desenvolver o novo, de mais agregado valor e que, sobretudo, ajude a mudar a vida de clientes, consumidores, empresas e, maneira geral, de uma sociedade inteira. Isso tudo, somado, estimula, diretamente, todo o cenário econômico de um estado ou do país ”, conclui Zhouri.

Com esse pensamento em punho, Zhouri dá início, amanhã, a mais um Ciclo de Inovação Aberta do HMD, programa da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sedectes), pasta do Governo mineiro.

Entre as médias e grandes corporações inscritas estão gigantes como Vallourec, Anglo American, Embraer, FCA, Minas Máquinas, Diário do Comério, entre muitas outras.

Esta etapa do programa inclui visita a startup de marketing de conteúdo,  no Espaço Séculus, workshops e painéis no Seed – programa de aceleração de startups do Governo de Minas – e uma reunião, ao final do dia, para networking e confraternização dos executivos participantes.

Parceria Internacional

Depois de concluir com êxito seu ciclo-piloto de inovação aberta, no primeiro bimestre de 2018, com quatro grandes empresas do país e ter executado com sucesso outra etapa do Inspiration Day, durante o Minas Digital Summit, realizado no Hotel Ouro Minas, no início deste mês, a equipe do HMD se vê à frente de novos e estimulantes desafios. Em parceria com a inglesa The Bakery, primeira aceleradora de desafios corporativos do mundo, Zhouri e sua equipe agora vão partir para o maior desafio da história do HMD, criado no ano passado.

Além de buscar as conexões exatas com startups de alto desempenho e poder de resolução de gargalos, ao final de próximo mês, o HMD realiza novo ciclo, para outras empresas de médio e grande porte. E assim será sucessivamente, até que 60 corporações estejam participando do programa, que dura três meses, para, ao final, outra turma de empresas entrar.

PROGRAMAÇÃO

Confira, abaixo, a programação desse dia inspirador: 

·         13h30 as 15h30: Visita à startup Rock Content (R. Paraíba, 330 - 22º andar - Funcionários, Belo Horizonte);

·      16h00 as 19h00: Workshop Hub Minas Digital de Inovação Aberta com The Bakery no Seed - Aceleradora de startups do Estado de MG (Praça Rui Barbosa 104 - Centro, Belo Horizonte);

·         19h00 as 21h00: Encerramento e Networking com startups no Seed.

 

 

24 de Abril - Terça-feira - 16:16

Um dos pilares do curso está na simplicidade, na total desconstrução da linguagem comum da gestão, com vários termos em inglês em que muitas das vezes, nem o empresário sabe o que significa.

Curso do IDEBRASIL mostra ao pequeno e médio empreendedor como melhorar a gestão em diferentes frentes de atuação em seu negócio

 

     O empresário precisa realizar uma reflexão à frente do negócio. Ele está sendo um bom gestor? Controla o estoque de forma inteligente? Lidera e motiva a equipe? Os preços dados e as políticas de descontos estão corretos?  O fluxo de caixa é bem utilizado?  Mas, como saber essas respostas se ele não tem o conhecimento do que é certo?

    São vários os empreendedores à frente de empresas, que não possuem essas respostas independentemente se o resultado do negócio está positivo ou fechando no vermelho. Para atender essa dor do mercado, o Instituto de Desenvolvimento Empresarial – IDEBRASIL, realiza com frequência, cursos voltados ao pequeno e médio empresário, buscando fazê-lo entender na prática sobre o negócio. No total, mais de 23 mil empresas já passaram pelo curso no Brasil ministrado pelo instituto que possui quase 20 anos de atuação no ramo.

      Um dos pilares do curso está na simplicidade, na total desconstrução da linguagem comum da gestão, com vários termos em inglês em que muitas das vezes, nem o empresário sabe o que significa. Também, possui uma metodologia voltada aos problemas e necessidades reais do empreendedor brasileiro. Resultado de pelo menos duas décadas de estudos e testes em campo.  

      Outro diferencial dos cursos do IDEBRASIL é que durante os módulos, o empresário pode abrir suas questões, dificuldades e até mesmo números aos consultores do Institutos. Tendo o telefone direto do consultor, o empresário pode requerer uma visita técnica para que o consultor, após minuciosa análise, possa fazer um aconselhamento ao empreendedor sobre o negócio.

    “ Diferentes de outros cursos que possuem muita teoria e enorme distância das realidades vividas, em nosso curso apresentamos o que realmente vivem os pequenos e médios empresários brasileiros”, afirma Leonardo Navarro, sócio-diretor da empresa IDEBRASIL. Segundo ele, é essencial a construção do conhecimento para a melhoria da gestão. No entanto, é preciso ser uma construção baseada em fatos, e não apenas na teoria. “Se fosse assim, 100% das pessoas que formaram em administração teriam sucessos nos negócios e sabemos que não funciona dessa maneira”, observa Navarro.             

       Basta observar a quantidade de empresas que fecham as portas no Brasil. Hoje, quase metade das empresas criadas não passam do terceiro ano de vida e 84% dos empreendimentos estão perdendo dinheiro ou no máximo ficando no zero a zero, ou seja, empatando os resultados sem lucros.

      Sem falar que com a globalização, inovações e mudanças tecnológicas, o empresariado se vê obrigado a se reciclar todos os dias. E isso também é observado no curso IDEBRASIL, que mostra as tendências e caminhos do mercado. 

         O curso é dividido em seis módulos: Custos; Negociação Compras e Estoque; Finanças; Administração Estratégica; Empresas; e Marketing. Em cada um desses temas, o empresário observa com exemplos reais de mercado os porquês dos erros e acertos das empresas. Uma excelente oportunidade para o empresário verificar os pontos fortes e fracos vividos em sua empresa em cada tema.  Saiba mais: www.idebrasil.com.br

 

18 de Abril - Quarta-feira - 17:22

Atitudes pessoais e aspectos comportamentais serão discutidos

Carlos Freitas, coordenador do Colégio Loyola e mestrando em Gestão e Organização do Conhecimento na UFMG, diz é preciso aliar conhecimento teórico e atitude pró-ativa

 Por Giuliano Le Senechal

Conseguir uma boa vaga no disputado mercado de trabalho não é tarefa das mais fáceis nos dias de hoje. Pensando em como ajudar nesse passo inevitável a qualquer um, a Horizontes Coaching promove, amanhã, em Belo Horizonte, o Workshop “Os cinco segredos de pessoas de sucesso profissional”. O evento acontecerá entre 20h e 21h:30 no Guaja, localizado na Avenida Afonso Pena, 2.881, bairro Funcionários. Os ingressos podem ser acessados por meio da plataforma Sympla acrescentando o título do seminário na barra de busca da internet.

Segundo Carlos Freitas, a proposta do workshop é, sobretudo,  abordar aspectos  das atitudes pessoais e os  comportamentais essenciais que são valorizados  para a entrada no mercado de trabalho. “Enfatizamos que aspectos técnicos sem aspectos comportamentais, em um mundo tão fluido e mutante como o que vivemos, não valem muito. É preciso haver integração entre as habilidades e competências para obter sucesso nesta fase”, observa o trainer.

Freitas, que é coordenador pedagógico do tradicional Colégio Loyola, capitaneou os dois primeiros anos de atividade do ILO - Inovação Loyola - e é mestrando em Gestão e Organização do Conhecimento, pela UFMG, chega para somar ao já conhecido e sedimentado time de diretores da empresa Horizontes Coaching. Esta, por sua vez, já opera em escolas da capital, trabalhando aptidões e vocações com alunos em ano de Enem ou vestibular.

Por falar em vida e trabalho no segmento educacional, Freitas tem como foco de pesquisa, no seu trabalho de conclusão de mestrado, a tomada de decisão de gestores de primeiro escalão em escolas e empresas.

De acordo com o  estudante e docente, “é muito importante ter especializações, como MBA e outros tipos de modalidades de extensão”.  Porém, é fundamental somar ao conhecimento teórico uma atitude pró-ativa, focada, com propósito de vida e de missão. “Estas são as características que constituem o diferencial do profissional que o mercado aspira”, conclui Freitas.