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Olho neles
16 de Agosto - Quinta-feira - 19:14

PPL

Registrado no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) nas últimas horas do prazo legal, o perfil do candidato ao Senado Federal Bispo Damasceno (PPL-MG) no Divulgacand - o sistema de divulgação de candidaturas oficial da Justiça Eleitoral - aparentemente está com foto de outra pessoa. Por meio do sistema é possível ver diversas informações pessoais dos candidatos e seu histórico em outras eleições. Segundo consta no sistema, Bispo Damasceno já disputou outras dois pleitos. Em 2006, para deputado federal e em 2014, para suplente no mesmo cargo. Em nenhum dos pleitos ele chegou a ser eleito. Entretanto, a foto do candidato nas outras duas eleições é de um homem diferente da eleição deste ano.

 
Pelas fotos, seu primeiro suplente Atila Ribeiro (PPL-MG), 56 anos e o segundo suplente Adriano Carvalho (PPL-MG), 57 anos, também aparentam ter idades inferiores às mencionadas nos registros. No caso do Bispo Damasceno há ainda outros conflitos. Na eleição de 2006, o candidato declarou R$ 46 mil em bens à Justiça Eleitoral, não declarou sua cor e disse ter o curso superior completo. Em 2014, o valor em bens declarado cresceu 34 vezes, alcançando o montante de R$ 1,5 milhões. Além disso, o candidato disse ser branco e voltou atrás em sua formação, dizendo ter somente, como formação, o ensino médio completo.

 

 Nas eleições deste ano, Bispo Damasceno declarou não possuir nenhum bem, ser negro e voltou a dizer que tem como formação o curso de ensino superior completo.
 


Bispo Damasceno (2006)

 

Bispo Damasceno (2014)

 

 

 

Foto do Bispo Damasceno (2014)


Fonte: DivulgaCand

 

 

 

 

16 de Agosto - Quinta-feira - 17:02

Olhos Neles

Petista acusa tucanos de usarem 'testa-de-ferro' para tentar impugnar a sua candidatura

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) usou o seu Twitter para atacar o candidato a deputado federal que entrou com o pedido de impugnação de sua candidatura ao Senado por Minas Gerais. "Mais um escondidinho de tucano. Resolveram, com mãos de gato, usar um testa-de-ferro dos tucanos, uma laranja do MBL, para continuar dando seus golpes contra a soberania popular" publicou a petista em seu perfil.

Ela se refere ao pedido de impugnação apresentado pelo candidato a deputado estadual pelo PSC, Leonardo Vitor. Ele entrou com ação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) questionando a situação de Dilma que mesmo sofrendo o impeachment não teve seus direitos políticos cassados.

Leonardo rebateu a ex-presidente, respondendo à mensagem postada por Dilma no Twitter. "Sra. Dilma, eu impugnei sua candidatura não por manobra, mas para desfazer a burrada que o STF e o Senado fizeram ao fatiar a constituição e não tirar os direitos políticos de uma presidente após o impeachment. Eu já estava com saudades de gritar fora Dilma", postou o candidato. 

15 de Agosto - Quarta-feira - 21:48

Ao Senado

Em um espaço de três horas, o registro de candidatura ao Senado da ex-presidente Dilma Rousseff já contava com dois pedidos contestando a postulação da petista. O primeiro pedido partiu do advogado e candidato a deputado estadual Leonardo Vitor de Oliveira e foi realizado antes mesmo do registro feito por Dilma.

A petista entrou com a documentação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) às 21h01. Doze minutos depois, o advogado Mariel Marra, autor do pedido de impeachment da ex-presidente, de Michel Temer (MDB), de Fernando Pimentel (PT) e do pedido de cassação do vereador Wellington Magalhães (PSDC) representou contra a candidata ao Senado. 

15 de Agosto - Quarta-feira - 18:10

POLÊMICA

Depois de ter ido até o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG), na última segunda-feira (13), para barrar que o nome da coligação PT-PR-PCdoB-DC fosse "Lula Livre", o deputado estadual Léo Portela (PR) precisou ir "correndo" até o TRE na noite desta quarta-feira (15) por acreditar estar sendo boicotado pelo PT na sua inscrição como candidato à reeleição.

"Estão falando agora que o sistema não está reconhecendo alguns dos meus documentos. É uma coisa absurda e sem dúvidas se trata de uma retaliação", contou Portela.

Chegando lá, o deputado conseguiu resolver a questão burocrática, mas atestou que seu nome foi registrado de maneira incorreta. "Colocaram meu nome de candidato como Léo Potela. Já fizemos um pedido de alteração, o que deve atrasar na entrega do nosso CNPJ para a campanha", disse. 

O prazo limite para o registro das candidaturas foi até as 19h desta quarta-feira (15).

Na segunda-feira, ele e seu pai, o deputado federal Lincoln Portela (PR-MG), entraram com um mandado de segurança preventivo para alterar o nome da coligação - da qual eles fazem parte - que, até então, se chamava "Lula Livre". Depois da ação, o PT batizou a aliança de "Do lado do povo". 

 

 

15 de Agosto - Quarta-feira - 15:14

Viagem

Petistas foram à capital federal participar de ato pela candidatura do ex-presidente Lula e deixaram advogados cuidando da inscrição em Minas

O governador de Minas Gerais e candidato à reeleição, Fernando Pimentel (PT), foi para Brasília no início da tarde dessa quarta-feira (15) para acompanhar o ato de registro da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está preso desde abril em Curitiba, condenado por corrupção, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A ex-presidente e candidata ao Senado por Minas Dilma Rousseff (PT) também está na capital federal para participar do evento.

Enquanto isso, a candidatura da coligação integrada pelos dois petistas em Minas ainda não foi registrada no Tribunal Eleitoral Regional (TRE). Segundo interlocutores, os advogados da coligação devem se encarregar de registrar a chapa. Ainda de acordo com a fonte, a demora para o registro é a indefinição de quem irá ocupar a segunda vaga de candidato ao Senado na composição. “Nós estamos negociando com o PSB, mas, caso não dê certo a aliança, a vaga deverá ser preenchida por alguém do PT, que pode ser o deputado estadual Paulo Guedes ou o deputado federal Miguel Corrêa”, contou.

15 de Agosto - Quarta-feira - 09:08

Raça

No dia 6 deste mês, Mourão afirmou que o Brasil 'herdou a cultura de privilégios dos ibéricos, a indolência dos indígenas e a malandragem dos africanos'

Após fazer declarações polêmica contra indígenas, africanos e a península Ibérica (Portugal, Espanha e Andorra), o candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), general Hamilton Mourão (PRTB), declarou-se de raça “indígena” ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O registro de candidatura da chapa ocorreu na terça-feira (14).

No dia 6 deste mês, Mourão afirmou que o Brasil “herdou a cultura de privilégios dos ibéricos, a indolência dos indígenas e a malandragem dos africanos”.

A afirmação rendeu contra Mourão um pedido de investigação junto ao Ministério Público do Rio Grande do Sul. Isso porque a Ong Educação e Cidadania de Afrodescendentes (Educafro) considerou a afirmação racista.

O vice na chapa de Bolsonaro é natural de Porto Alegre, capital gaúcha. Ele declarou patrimônio de pouco mais de R$ 400 mil ao TSE. (Heitor Mazzoco)
 

 

 

 

14 de Agosto - Terça-feira - 19:37

No TRE

Depois de ter anunciado que o registro dos candidatos da coligação petista seria feita hoje no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG), a Executiva estadual do PT não conseguiu entrar em um acordo e definir o nome que irá ocupar a segunda vaga para o Senado na chapa. Amanhã é o último dia do prazo estipulado pela legislação eleitoral para o registro.

Nos bastidores, petistas afirmam que quem deve disputar a corrida eleitoral ao Congresso, ao lado da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), deve ser um integrante do PT. No entanto, a fonte deixou claro que as portas da coligação estão abertas para o PSB e, caso ele venha indicar a chapa, o partido poderá indicar o nome que quiser para o posto. “Até então não está definido, mas devemos optar entre o deputado estadual Paulo Guedes (PT) ou o deputado federal Miguel Corrêa (PT)”, contou a fonte.

Segundo interlocutores petistas, à princípio, a intenção era que a vaga fosse ocupada por algum membro do PSB, o que, segundo fontes socialistas, não deve acontecer por conta do imbróglio jurídico envolvendo o partido.

14 de Agosto - Terça-feira - 15:51

'QUAL O PROBLEMA?'

O vereador Fernando Borja (Avante), da Câmara Municipal de Belo Horizonte, agora candidato a deputado federal, registrou ter R$ 250 mil em dinheiro em espécie ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG). 

Questionado pelo blog se a informação estava correta, Borja confirmou. "É isso mesmo, saí da empresa em que atuava e recebi. Qual o problema? Não posso guardar dinheiro?", indagou, de volta, o vereador. 

Ao todo, Borja registrou um patrimônio de R$ 2 milhões. 

14 de Agosto - Terça-feira - 15:46

Eleições 2018

O tucano Antonio Anastasia (PSDB) foi o quarto candidato a registrar candidatura ao governo de Minas Gerais. Na chapa denominada "Reconstruir Minas", o professor declarou R$ 1,3 milhão em bens, como apartamento, aplicação de renda fixa e outros bens imóveis. 

O candidato a vice-governador na chapa, Marcos Montes (PSD), declarou patrimônio de quase R$ 7,9 milhões. Na proposta de governo, os políticos dizem que desejam fazer um governo voltado para a qualidade de vida das pessoas visando a integridade física, econômica, funcional e emocional, que sã "as razões basilares da ação do Estado organizado."

A coligação é formada por PSDB / PSD / SOLIDARIEDADE / PTB / PPS / PMN / PSC / DEM / PP / PTC / PATRI / PMB.

 

 

14 de Agosto - Terça-feira - 14:27

Redes sociais

Coordenador da campanha de Pimentel ainda lembrou frase atribuída a FHC

O ex-secretário de Governo Odair Cunha, coordenador de campanha do governador Fernando Pimentel (PT), retornou hoje ao Twitter. O primeiro post deixou claro que o espaço será utilizado para responder adversários e colocar suas posições sobre alguns dos temas que movimentarão a disputa eleitoral.

Na estreia, Odair Cunha disparou contra o senador Antonio Anastasia (PSDB), que disse em reportagem de O TEMPO que não vai nacionalizar a disputa ao governo de Minas. "Engraçado, o senador organiza um golpe no Brasil e agora vem para Minas e diz que não vai discutir questões nacionais? Lembre-se que não somos uma ilha. Aprendeu bem com o FHC: 'Esqueçam o que escrevi'", disse Odair Cunha na publicação.

O petista fez referência a uma frase atribuída ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Em 1993, o jornal "Folha de S.Paulo" afirmou que, em jantar com empresários, o então ministro da Fazenda de Itamar Franco teria dito: "esqueçam o que escrevemos no passado, porque o mundo mudou e a realidade hoje é outra". FHC sempre negou que tivesse dito tal frase, mas ela acabou ficando famosa como sua desde aquela época.