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Zema chama prédio da Filarmônica de "monstruosidade da elite" e d...

Olho Neles

Zema chama prédio da Filarmônica de "monstruosidade da elite" e diz que conhece mais de cultura popular que Anastasia

Candidato rebateu declarações de adversário de que ele iria acabar com incentivos culturais

11/10/18 - 17h04

O candidato do Novo ao governo de Minas Gerais, Romeu Zema, rebateu as declarações de seu adversário de que ele iria acabar com os incentivos culturais no Estado. O candidato do PSDB, Antonio Anastasia, publicou nessa quinta-feira em suas redes sociais críticas ao empresário de Araxá. "O outro candidato vai desmantelar a cultura do Estado, acabar com todos os incentivos e com a Secretaria de Cultura", disse o tucano.

Zema disse que artistas famosos foram privilegiados nas gestões anteriores e afirmou que a melhor política cultural é garantir que a população tenha dinheiro para atividades de lazer. "Eu diria que a cultura tem privilegiado artistas famosos, protegidos dos reis. Eu sou totalmente favorável à prática cultura. O que faz um povo ter cultura forte é um povo que tem emprego, que pode sair a noite e ir em um show, que pode viajar para participar de um congado. Não adianta nada o governo dar milhões para alguns artistas se a grande maioria sequer tem dinheiro para ir no cinema, no teatro ou participar de um evento cultural"

Zema disse ainda que conhece mais de cultura popular do que Anastasia e deu a entender que considera a construção do novo prédio da Filarmônica de Minas Gerais um desperdício. "Quero que a população tenha força para exercer essa cultura popular. Eu vim do interior, conheço muito mais do que ele sobre folia de reis, congado que provavelmente ele viu poucas vezes na vida e eu já vi muito. Quem tem dinheiro vai preservar essa cultura tão rica que nós temos. Não é construindo um edifício fenomenal para uma elite frequentar que nós estaremos fazendo cultura. A cultura é do povo e não de uma elite que frequenta uma monstruosidade que custou milhões"

O novo prédio da Filarmônica, situado no Barro Preto, região Centro-Sul de Belo Horizonte, custou aos cofres públicos R$ 114 milhões e foi viabilizado ainda na gestão de Antonio Anastasia. 

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