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Ok, entendi.
01 de Dezembro - Sexta-feira - 08:00

CNH - Suspensão ou cassação

Conheça as diferenças entre a cassação e a suspensão da CNH, bem como as consequências impostas a cada uma dessas punições.

 

 

Sabemos que estar no trânsito requer muito cuidado para que todas as nossas atitudes estejam de acordo com as regras para sua boa utilização.

Ao obedecer às normas previstas no CTB (Código de Trânsito Brasileiro), estamos contribuindo para a construção de um espaço seguro, onde as pessoas podem circular sem que haja riscos à sua vida.

Além disso, não esqueça que o desrespeito às leis de trânsito resulta em punições, cujo objetivo principal consiste em reeducar o condutor para que ele não volte a cometer os erros novamente.

Nesse sentido, o CTB determina as medidas corretivas de acordo com o nível de gravidade apresentado por cada infração. Sendo assim, o código apresenta penalizações mais leves e, obviamente, algumas mais pesadas.

A multa é a primeira punição que nos vem à mente quando pensamos em aplicação de penalidades no trânsito. Porém, não podemos esquecer que, dependendo da situação, o condutor pode até mesmo perder seu direito de dirigir.

Dessa forma, é interessante destacar a suspensão e a cassação da CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Essas representam, sem dúvida, umas das maiores preocupações dos motoristas. Já pensou ser obrigado a parar de dirigir por um determinado período? Além disso, consegue se imaginar perdendo o direito de dirigir e tendo que se submeter, outra vez, ao processo de habilitação?

Na sequência deste artigo, explicarei para você as diferenças entre suspensão e cassação da CNH, de modo a ajudá-lo a esclarecer suas dúvidas a respeito dessas duas medidas corretivas tão preocupantes.

O que é suspensão da CNH?

O processo administrativo de suspensão da CNH caracteriza-se pelo impedimento de dirigir por um período que varia entre 6 meses e 1 ano.

Essa penalidade é aplicada quando o condutor atinge, em um espaço de tempo de 12 meses, 20 pontos registrados em seu documento de habilitação. Não esqueça que alcançar o limite de pontuação na CNH não é muito difícil, pois as infrações podem resultar no acréscimo de até 7 pontos na carteira.

Além desses casos, o artigo 261 do CTB, responsável por estabelecer as normas para suspensão da carteira, afirma, ainda, a suspensão da CNH em casos de infrações que, automaticamente, dão abertura ao processo de suspensão.

Nos próximos artigos que publicarei aqui, darei ênfase às infrações que suspendem a CNH.

O referido artigo define, ainda, o tempo de suspensão de 8 a 18 meses em casos de reincidência de infrações autossuspensivas.

O que é cassação da CNH?

A penalidade de cassação da CNH está prevista no artigo 263 do CTB. Nele, é possível encontrar três casos em que a carteira de motorista pode ser cassada.

Um deles é conduzir veículo estando com a CNH suspensa. Além disso, condutores condenados por delitos de trânsito também podem ter seu documento de habilitação cassado.

Outro caso de cassação da CNH é a reincidência em determinadas infrações. Sobre isso, gostaria de poder conversar com você em próximas oportunidades.

Entenda as diferenças entre suspensão e cassação da CNH

Podemos começar a enumerar as diferenças entre esses dois tipos de penalidade, destacando a rigidez com que cada uma é aplicada.

Certamente, a cassação é muito mais severa e danosa ao condutor do que a suspensão. Isso se deve, em um primeiro momento, ao período de duração de cada uma delas.

A suspensão, como vimos, pode durar até 18 meses. Já a cassação obriga o condutor a ficar 2 anos sem dirigir.

Além disso, para recuperar a CNH suspensa, basta realizar o curso de reciclagem em qualquer CFC (Centro de Formação de Condutores) e, ao final das 30 horas aula, submeter-se ao exame teórico.

Assim, cumprida a carga horária do curso teórico de reciclagem e obtido 70% do valor total da prova, basta esperar o fim do período de suspensão e voltar a dirigir.

Já no caso da cassação, o condutor precisa passar por todas as etapas do processo de 1ª habilitação.

Ou seja, terá que fazer todo o processo como se nunca tivesse obtido o direito de dirigir. Isso implica na realização de exames médicos, teóricos e práticos, bem como fazem todos os futuros condutores.

Mas não é apenas isso. Para requerer sua reabilitação, o condutor precisará esperar o fim do período de 2 anos de cassação, enquanto que os que tiverem sua CNH suspensa podem fazer a reciclagem durante o período de vigência da penalidade.

Posso recorrer em casos de suspensão ou cassação?

A resposta para esse questionamento comum é sim. Como condutor habilitado, você sempre tem direito de recorrer, até mesmo porque injustiças podem acontecer no momento da aplicação da penalidade.

Sendo assim, você poderá reunir provas e recorrer para evitar ter sua carteira suspensa ou cassada.

Por mais que esse procedimento possa ser feito sozinho, lembre que contar com apoio técnico especializado potencializa, consideravelmente, suas chances de vencer.

Portanto, eu e toda a equipe Doutor Multas estamos sempre à disposição para ajudar.

Por isso, fique à vontade para entrar em contato conosco e tirar suas dúvidas a respeito do seu caso. Nosso telefone é 0800 6021 543 e nosso e-mail é doutormultas@doutormultas.com.br.

Já ajudamos a evitar a suspensão e a cassação da CNH de muitos motoristas.

Conhece alguém que esteja correndo o risco de perder a CNH? Compartilhe esse artigo e permita que essa informação chegue até ele. 

 

29 de Novembro - Quarta-feira - 09:00

Trânsito

As situações mais irritantes que encontramos ao dirigir. Qual delas é a pior para você?

É inevitável. A rotina diária do brasileiro tem estado cada vez mais cheia de compromissos que não podem ser deixados para trás.

Desde levar os filhos para a escola até o momento de voltar para casa à noite, o brasileiro tem que dar conta de se deslocar em tempo hábil para resolver todas as situações do dia a dia.

 

Com isso, não podemos negar que um carro ou uma moto facilitam muito esse processo de vai e vem que somos obrigados a fazer. Porém, essa ajuda que os veículos nos dão gera uma consequência nítida no Brasil: o alto número de veículos em circulação nas vias do país.

Para que você tenha ideia, o site do IBGE estimou a existência de exatos 5.442.775 automóveis circulando na cidade de São Paulo no ano de 2016.

Dessa forma, podemos imaginar o quanto pode ser estressante encarar um trânsito repleto de veículos passando de um lado a outro, todos tendo que dividir o mesmo espaço. Não é à toa que vemos os enormes congestionamentos que os motoristas paulistanos acabam enfrentando diariamente.

Posso mencionar, também, as informações que o censo do IBGE apresenta, para o mesmo ano de 2016, sobre o número de automóveis na capital mineira. São 1.223.305 em circulação. Certamente, esse número já é suficiente para movimentar o trânsito de Belo Horizonte.

Vale lembrar que os números que apresentei anteriormente são apenas para carros e motos. Além desses, vários outros veículos, como ônibus e caminhões, por exemplo, rodam pelas ruas de Belo Horizonte e São Paulo.

Agora, se em cidades menores, com um número consequentemente inferior de veículos em circulação, já não é fácil encarar o trânsito todos os dias, imaginemos ter de compartilhá-lo com mais alguns milhões de veículos.

Sem dúvida, não é fácil. Porém, para piorar a situação, inúmeros são os condutores que parecem não dar muita atenção para o que dizem as regras estabelecidas pelo CTB (Código de Trânsito Brasileiro).

As mais diversas infrações são cometidas o tempo todo e, claro, quem acaba perdendo a cabeça é o condutor que apenas gostaria de sair de casa com seu veículo e resolver todos os assuntos necessários ao longo do dia.

Por isso, resolvi destacar 6 atitudes que mais irritam as pessoas no trânsito. Fique atento a cada uma e me diga: qual delas mais tira você do sério?

1.       Não sinalizar as manobras

Começo por uma atitude bem recorrente no trânsito. Muitas vezes, os condutores realizam manobras, como mudar de faixa ou fazer conversões (as famosas dobrar à esquerda ou à direita) sem sinalizar. Neste caso, quem acaba tendo que redobrar a atenção é o motorista do outro veículo, que precisa estar preparado para frear caso algum veículo apareça de repente.

2.       Abusar da buzina

Essa é de perder a paciência mesmo. Existem alguns condutores que tentam resolver tudo com a buzina. Não esqueça que esse é um recurso para estabelecer a comunicação com outros condutores, mas usá-lo em excesso acaba deixando os demais nervosos e, muitas vezes, irritados.

3.       Variar a velocidade

Como lidar com um veículo que vai à frente e não para de alterar a velocidade? Muitas vezes, sem que pareça necessário, alguns condutores aumentam a velocidade e, de repente, freiam. Essa postura é irritante e, principalmente, perigosa.

4.       Cortar a frente dos outros condutores

Essa conduta é extremamente perigosa e desrespeitosa. Digo isso porque o próprio CTB, em seu artigo 192, prevê a necessidade de manter distância em relação aos outros veículos, o suficiente para prezar pela segurança na via. Por isso, esse ato imprudente é, ainda, desrespeitoso, uma vez que o motorista que, aparentemente, poderia estar mais adiante, está, na verdade, obedecendo a lei.

5.       Ocupar duas vagas de estacionamento


 

Se dirigir em uma cidade com um alto número de veículos em circulação já é complicado, imagine encontrar lugar para estacionar. Muitos condutores acabam dando várias voltas até conseguirem deixar seu veículo e, quando conseguem, acabam deixando bem longe do seu local de destino. Não bastasse isso, não é difícil encontrar uma vaga inútil devido à existência de apenas um carro que ocupa duas vagas de estacionamento. Certamente, essa situação é estressante.

6.       Trocar várias vezes de faixa

Alguns motoristas dirigem alterando inúmeras vezes a faixa a ser utilizada. Isso acaba dificultando o trajeto dos outros condutores, que acabam tendo seu caminho cortado o tempo todo. Lembre-se que, em linhas gerais, as faixas à esquerda são destinadas às ultrapassagens e aos veículos em maior velocidade, enquanto as faixas mais à direita são destinadas a quem manterá velocidade menor. De qualquer modo, evite ficar alternado entre as duas.

Por fim, acho importante destacar que, além de irritantes, essas atitudes representam riscos à segurança de quem utiliza o trânsito, sejam condutores ou pedestres, e são passíveis de penalização em muitos casos.

Por isso, procure dirigir de forma consciente e tente manter uma boa relação com os demais condutores sempre. Isso, com certeza, ajudará na formação de um trânsito melhor para todos.

Se você gostou deste artigo, compartilhe com seus amigos. Além disso, não esqueça de comentar, aqui, qual dessas atitudes mais incomoda você.

Em caso de multas indevidas, fale com minha equipe pelo 0800 6021 543 ou pelo e-mail doutormultas@doutormultas.com.br.  

27 de Novembro - Segunda-feira - 08:00

Manutenção Preventiva

A melhor forma de diminuir gastos com consertos e possíveis interrupções no funcionamento desses equipamentos, sem dúvida, é fazendo uma manutenção prévia, ou seja, realizar intervenções antes do aparecimento de problemas

Diferentemente da manutenção corretiva, cujo objetivo é reparar danos, a manutenção preventiva visa prevenir e evitar falhas em equipamentos, de forma que sua performance não seja afetada. Esses equipamentos podem ser hidráulicos, industriais, automotivos, etc.

 

 

 

A melhor forma de diminuir gastos com consertos e possíveis interrupções no funcionamento desses equipamentos, sem dúvida, é fazendo uma manutenção prévia, ou seja, realizar intervenções antes do aparecimento de problemas.

O risco de você ficar empenhado será muito menor se houver um controle do funcionamento do seu carro.

Além disso, o custo pela manutenção preventiva tende a ser mais baixo do que os consertos oriundos da manutenção corretiva.

Nesse artigo, selecionei os itens que podem (e devem) estar inclusos na manutenção preventiva.

1.       Óleo do motor

O nível de óleo no motor é um dos principais itens a serem verificados, pois a falta de lubrificação gera atrito entre as peças. O resultado pode ser uma pane no sistema, perda de desempenho e consequente aumento no consumo de combustível.

A troca do óleo e do filtro deve obedecer à especificação de fábrica ou assim que alguns sinais, como coloração escura ou nível baixo, aparecerem. Quanto mais tempo o veículo estiver rodando, maior a degradação do óleo, por isso, o tempo de quilometragem também exige a troca.

2.       Alinhamento

Alinhar a direção e a suspensão do carro é imprescindível para que tudo esteja nos conformes.

O alinhamento dos pneus tem ligação direta com o desempenho do carro, e seu desequilíbrio é desconfortável ao motorista, que sente a direção pesando mais para um lado ou para outro, quando, na verdade, deveria estar harmoniosa.

Realizar o alinhamento periodicamente faz com que as rodas sejam mantidas alinhadas, evitando que os pneus sofram desgaste e precisem ser trocados com tanta frequência. Além disso, diminui os riscos de deslocamento abrupto e possíveis acidentes.

3.       Freios

Especialmente por ter relação com a segurança, a manutenção dos freios deve ser realizada com antecedência a eventuais adversidades.

A cada 10 mil km rodados, as peças que envolvem o sistema de freio pedem uma inspeção apurada. A manutenção pode incluir limpeza, lubrificação e troca das pastilhas, tambores e pinos.

4.       Líquido de arrefecimento


 

Por volta dos 30 mil km é recomendada a troca do fluido do arrefecimento, ou dependendo do aditivo, 120 mil km. O ideal é conferir a indicação do fabricante do veículo.

Confira se o aditivo a ser utilizado é adequado às especificações do carro. Além disso, tome cuidado com a procedência desses líquidos, verificando se são homologados e certificados.

É importante conferir se não há vazamentos na bomba d’água, limpar o radiador de forma que a circulação da água não seja obstruída e substituir o líquido do radiador.

5.       Velas

Caso as velas de ignição não funcionem adequadamente, o consumo de combustão aumenta assim como a emissão de poluentes.

Outras peças também sofrerão desgastes e terão a durabilidade afetada se as velas apresentarem defeito. Por isso, antes que ocorra aumento no consumo de combustível e o motor seja comprometido, substitua as velas conforme a data especificada pela montadora.

Procure fazer a troca por peças originais, caso contrário, há o risco de ocorrer falha no funcionamento do motor.

6.       Pressão dos pneus

Antes de mais nada, é importante verificar a medida de pressão adequada para o modelo do carro, indicada pelo fabricante.

A pressão inadequada nos pneus pode desestabilizar o consumo de combustível ou causar rupturas nos pneus, comprometendo a segurança.

É interessante, ainda, verificar o estado de conservação dos aros e possíveis desgastes nos pneus.

Procure um profissional


Embora alguns itens possam ser verificados e alterados pelo próprio proprietário do veículo, é indicado que a manutenção seja feita por um profissional.

Porém, esse fator não impede que o proprietário esteja atento e solicite, ao mecânico, as revisões que considerar necessárias, ainda mais tendo em conta que o proprietário é o único que pode observar os sinais que aparecem durante o funcionamento do veículo.

O seu carro está com a manutenção em dia?

 

23 de Novembro - Quinta-feira - 10:00

Multas de trânsito

São diversos os tipos de multas. Elas podem ser municipais ou estaduais; de responsabilidade do condutor, proprietário ou pessoa jurídica; e possuem níveis de gravidades: leve, média, grave, e gravíssima.

Quando uma pessoa se torna motorista, ela já está ciente de que transitar em vias públicas consiste em assumir riscos.

 Estar ao volante requer atenção em dobro, tanto para o motorista quanto para os pedestres e outros condutores.

 Por isso, como forma de garantir boas práticas do trânsito, existe o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Com ele, os motoristas são submetidos a regras para que a direção seja segura para todos.


 

Criado em 1997, o CTB estabelece não somente normas de conduta, mas também tipos de infrações e penalidades aos motoristas que não cumprem as leis de trânsito.

Quando falamos em penalidades, estamos falando diretamente sobre multas em dinheiro, apreensão de veículos e perda da carteira de habilitação.

Além dos valores que ficaram mais salgados no fim de 2016 (cerca de R$80 a R$3 mil), as multas também geram retirada de pontuação de acordo com a gravidade e, quando o motorista infrator atinge 20 pontos, perde a Carteira Nacional de Habilitação.

O condutor tem o diretor de contestar uma infração de trânsito. Mas afinal, quais são os tipos de multas e como recorrer?

São diversos os tipos de multas. Elas podem ser municipais ou estaduais; de responsabilidade do condutor, proprietário ou pessoa jurídica; e possuem níveis de gravidades: leve, média, grave, e gravíssima.

Abaixo, estão algumas das infrações mais cometidas, seus níveis de gravidade, valores e pontos na CNH.

Multas por infrações leves (R$88,38) – 3 pontos

·         Buzinar de forma sucessiva ou longa sem pretexto ou entre 22h e 6h;

·         Transitar em faixa destinada a circulação exclusiva (como corredores de ônibus e caminhões);

·         Estacionar a mais de 50 centímetros e menos de 1 metro da guia;

·         Parar na calçada ou faixa de pedestres;

·         Usar o farol alto em vias iluminadas;

·         Dirigir sem documentação obrigatória.

Multas por infrações médias (R$130, 16) – 4 pontos

·         Estacionar em guias rebaixadas;

·         Trafegar com placas diferentes do modelo do Contran;

·         Estacionar na frente ou sobre hidrantes, tampas de registros e galerias subterrâneas;

·         Estacionar na esquina nas esquinas e a menos de cinco metros do bordo do alinhamento da via transversal;

·         Não realizar a transferência do veículo em 30 dias;

·         Estacionar em locais que possui sinalização de embarque e desembarque de passageiros de transportes coletivos;

·         Estacionar em local/horário proibido.

Multas por infrações graves (R$195,23) 5 pontos

·         Estacionar a mais de 1 metro da calçada

·         Transitar na contramão em vias de sentido duplo;

·         Estacionar formando fila dupla;

·         Dirigir sem ou permitir que o passageiro não use cinto de segurança;

·         Não possuir equipamentos obrigatórios estabelecidos pelo Contran;

·         Não dar seta para mudança de faixa ou conversão;

·         Estacionar afastado da guia da calçada (meio-fio) a mais de um metro;

·         Fazer ultrapassagem pelo acostamento;

·         Não realizar a baixa do veículo que foi desmontado ou em estado de perca total.

Multas por infrações gravíssimas (de R$293,47 até R$2934,70) – 7 pontos

·         Avançar sinal de parada obrigatória;

·         Transitar na contramão em vias de sentido único;

·         Dirigir sem CNH ou com CNH vencida;

·         Dirigir sob influência de álcool (ou de qualquer substância entorpecente);

·         Transitar em calçadas, passarelas, gramados, canteiro central, e acostamento;

·         Executar retorno em local proibido;

·         Transitar em velocidade superior a 20% em relação à máxima permitida em vias rápidas / arteriais;

·         Transitar em velocidade ​​superior a 50% em relação à máxima permitida em vias coletoras / locais;

·         Não prestar socorro à vítima ou não adotar procedimentos para evitar perigo em caso de acidente;

·         Dirigir ameaçando pedestres ou outros motoristas.

Como recorrer?

Quando o condutor recebe uma multa por infração de trânsito que ele não cometeu, existe a possibilidade de recorrer da penalidade.

Assim que a notificação é feita, seja por um fiscal, correspondência ou notificação deixada no veículo, o autuado tem um prazo (geralmente de 30 dias) para que faça sua defesa e peça a anulação da infração.

O autuado não precisa pagar a multa para recorrer da autuação. Caso queira fazer o pagamento para aproveitar o desconto, ele pode reaver o valor em caso de anulação da infração.

A defesa da autuação deve ser apresentada ao órgão que emitiu a notificação da infração quando houve divergência na marca, cor, modelo ou placa do veículo informado, ou, ainda, horário e endereço errado, incompleto ou inexistente.

Se os argumentos forem aceitos a infração é arquivada. Caso o pedido seja indeferido, é gerado o boleto para pagamento da multa.

Também é possível contestar erros formais na elaboração da autuação, como motivo ou o indeferimento da defesa. Quem avalia o recurso é a Junta Administrativa de Recursos de Infrações (JARI). O prazo para entrar com o recurso é o mesmo de vencimento do boleto.

Um outro tipo de recurso é o recurso de multa pelo Conselho Estadual de Trânsito (Cetran), que serve para os casos em que o condutor deseja contestar o indeferimento do recurso enviado à Jari.

No Cetran o recurso é avaliado em segunda instância e o prazo para recorrer é de 30 dias, após o indeferimento na Jari. Este recurso deve ser encaminhado ao órgão autuador, que enviará o pedido ao Cetran junto com a análise anterior da Juri.

Ninguém sai de casa com o carro desejando ser multado. Nesse sentido, vale lembrar que a advertência é uma medida educativa.

A penalização leva em conta também o histórico do condutor. Por isso, antes de pensar em recorrer de uma multa por infração de trânsito, é necessário ter consciência de que dirigir com responsabilidade é o melhor caminho para evitar qualquer tipo de transtorno. 

 

22 de Novembro - Quarta-feira - 09:00

Pontos na CNH

Saiba como é o funcionamento do sistema de pontos na carteira. O que me motiva a trazer esse tipo de informação é a importância do conhecimento das leis, de modo a evitar tanto acidentes de trânsito quanto penalidades oriundas do descumprimento das normas.

Quando aprendemos a dirigir, logo pensamos em todos os benefícios que ter uma CNH (Carteira Nacional de Habilitação) pode nos proporcionar.

Imaginamos, logo, entrar em nosso carro ou subir na moto e sentir o gosto da liberdade que possuir um veículo nos proporciona.

Porém, o trânsito é um espaço que nos exige muito mais do que uma carteira de motorista e um meio de transporte. Precisamos ter atenção para nos prevenir de potenciais imprevistos.

Para que os condutores coloquem, de fato, atenção e busquem dirigir de forma consciente, existem regras que determinam o uso adequado das vias públicas. Neste caso, temos as resoluções dos órgãos responsáveis pelo trânsito e o CTB (Código de Trânsito Brasileiro), um dos códigos mais conhecidos pelos cidadãos brasileiros.

Neste artigo, quero apresentar para você o funcionamento do sistema de pontos na carteira. O que me motiva a trazer esse tipo de informação é a importância do conhecimento das leis, de modo a evitar tanto acidentes de trânsito quanto penalidades oriundas do descumprimento das normas.

 

Quanto você sabe sobre o CTB?

O CTB, como já sabemos, apresenta as determinações para o uso das vias públicas do Brasil. Nele, encontramos 341 artigos sobre diversos pontos referentes ao comportamento dos condutores, desde cuidados com os veículos até as infrações de caráter mais grave.

Falando em infrações, você sabe com exatidão o que acontece quando comete uma? Conhece as medidas educativas aplicadas aos condutores que desobedecem as leis?

No geral, as penalidades recebidas por desrespeitar as leis de trânsito não costumam andar sozinhas, isso porque o CTB prevê, para cada tipo de infração cometida, a aplicação de multa e o acréscimo de pontos à CNH.

Além dessas, outras medidas podem ser adotadas, visto que algumas infrações representam maiores riscos à vida do condutor e das demais pessoas que utilizam a via pública. Nestes casos, penalidades como apreensão do veículo e suspensão da CNH estão previstas e podem ser aplicadas.

O que é e como funciona o sistema de pontos na CNH?

Como podemos observar, nosso código de trânsito, em seu artigo 259, classifica as infrações em 4 tipos. Para visualizar de forma mais clara, acompanhe esse recorte que fiz da lei:

“Art. 259 - A cada infração cometida são computados os seguintes números de pontos:

I - gravíssima - sete pontos;

II - grave - cinco pontos;

III - média - quatro pontos;

IV - leve - três pontos.”

De acordo com o artigo destacado, temos, então, que as infrações são classificadas em leves, médias graves e gravíssimas.

Além disso, é possível perceber a determinação de pontuação específica para cada um desses grupos, a qual acompanha o nível de gravidade da infração cometida.

Assim, podemos ver que esse é o sistema de pontos ao qual me refiro desde o início deste artigo. A seguir, vou mostrar para você casos em que esses pontos podem ser somados à sua carteira.

Infrações gravíssimas – 7 pontos

Seguindo a ordem dos incisos do artigo 259, começo a apresentação dos pontos pelo tipo de infração mais grave e, logicamente, que acarreta em mais pontos na CNH: as infrações gravíssimas.

Dirigir embriagado é um exemplo bem nítido desse tipo de infração. Além dos 7 pontos atribuídos à CNH, é aplicada multa de R$ 2.934,70, isso porque, segundo o artigo 165, a multa é multiplicada em 10 vezes nestes casos.

Infrações graves – 5 pontos

Essas infrações têm um nível um pouco menor de periculosidade, mas o próprio nome indica que são, ainda, muito arriscadas.

Um exemplo prático desse tipo de infração é dirigir sem usar o cinto de segurança. O condutor flagrado sem cinto recebe 5 pontos na carteira e multa de R$ 195,23.

Infrações médias – 4 pontos

Essas infrações garantem ao condutor o acréscimo de 4 pontos na carteira e multa de R$ 130,16.

Posso citar como exemplo de infração média estacionar a menos de 5 metros da esquina. Essa atitude é bem comum de ser avistada pelas ruas do país. Então, não deixe de tomar cuidado com os locais e com a maneira como você estaciona seu veículo.

Infrações leves – 3 pontos

Como o próprio nome sugere, essas infrações representam um nível consideravelmente menor no que se refere aos riscos de vida, mas não podemos esquecer que, no trânsito, qualquer deslize pode terminar mal.

Por isso, o CTB prevê 3 pontos na carteira de quem cometer alguma infração desse tipo e, ainda, multa de R$ 88,38.

Um exemplo disso pode ser estacionar veículo desrespeitando as normas regulamentadas.

Cuidado com o acúmulo de pontos na carteira

Esse ponto é muito importante para todos os motoristas habilitados. O artigo 261 do CTB determina uma pontuação limite para que o condutor não perca seu direito de dirigir.

Neste caso, saiba que até 19 pontos registrados em 12 meses o condutor pode seguir dirigindo. Porém, ao chegar aos 20 pontos na carteira, é aberto o processo administrativo de suspensão da CNH.

Quando isso acontece, caso o proprietário da CNH não recorra ou tenha os seus recursos indeferidos, o condutor é obrigado a fazer um curso de reciclagem e a cumprir com o tempo de suspensão, o qual varia entre 6 meses e 1 ano, ou 12 meses a 2 anos, em caso de reincidência.

 

Evite que isso aconteça com você

Não esqueça de que recorrer de uma multa é direito seu enquanto condutor habilitado.

Assim, caso você seja injustiçado com a aplicação de uma penalidade indevida, recorrer é a melhor escolha para evitar todas as complicações provenientes de uma autuação.

Neste caso, estou sempre à disposição para analisar seu caso gratuitamente e, caso deseje, trabalhar na elaboração de um recurso personalizado para a sua situação.

Para isso, entre em contado pelo telefone 0800 6021 543 ou pelo e-mail doutormultas@doutormultas.com.br.

Conte com a ajuda de quem já evitou que 5.200 motoristas tivessem de arcar com penalidades injustamente recebidas.

20 de Novembro - Segunda-feira - 14:00

Segurança no Trânsito

Muito se tem falado, já há bastante tempo, sobre a questão da segurança no trânsito. No Brasil, esse tema parece não sair dos holofotes, tendo em vista a frequência com que vemos casos de acidentes com feridos ou mortos nas vias do país.

oportaln10.com.br/transferencia-de-veiculo-evitando-transtornos-72773/Muito se tem falado, já há bastante tempo, sobre a questão da segurança no trânsito. No Brasil, esse tema parece não sair dos holofotes, tendo em vista a frequência com que vemos casos de acidentes com feridos ou mortos nas vias do país.

 

Atualmente, nosso país aparece em 5º lugar no ranking de acidentes com morte no trânsito, segundo pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Ainda sobre os dados dessa triste estatística, temos o trânsito como o 9º principal causador de mortes no mundo.

Mas será mesmo que o trânsito é o verdadeiro culpado por tantas tragédias? Não podemos esquecer de que existem regras que determinam a melhor maneira de utilizá-lo, de modo a, principalmente, zelar pela vida do ser humano.

Em vista disso, faço o seguinte questionamento: você sente que está colaborando para a manutenção da segurança no trânsito?

Para ajudá-lo a chegar a uma resposta, apresentarei, no decorrer deste artigo, algumas dicas úteis que, sem dúvida, ajudam a formar um trânsito em que as pessoas se sintam mais protegidas.

Direção defensiva: o que é e para que serve?

É provável que você já tenha ouvido falar sobre direção defensiva. Talvez, ainda não tenha parado para pensar a que se refere esse termo e, além disso, qual a sua importância para o trânsito.

Pois bem, direção defensiva diz respeito à forma como o motorista dirige seu veículo, prestando a devida atenção a tudo o que acontece ao seu redor e com o seu automóvel.

A importância de dirigir defensivamente se dá devido à antecipação de atitudes que podem evitar um acidente em casos de surpresas que cruzam nosso caminho enquanto estamos realizando o percurso.

Assim, caso uma criança atravesse a rua repentinamente, por exemplo, se o condutor estiver dirigindo defensivamente, é muito provável que terá tempo hábil para frear o veículo e evitar que o pior aconteça.

Atitudes para a segurança no trânsito começam antes mesmo de sair de casa

Um condutor responsável e cauteloso é aquele que dá atenção a todos os detalhes que envolvem sua atuação como motorista.

Sua responsabilidade começa antes mesmo da saída com o veículo, pois existem cuidados a serem tomados com o automóvel para garantir seu bom funcionamento.

Tais precauções estão previstas até mesmo no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Se olharmos o artigo 27 do CTB, vemos, de forma clara, o que diz a Lei a respeito das normas para a circulação do veículo:

“Art. 27 - Antes de colocar o veículo em circulação nas vias públicas, o condutor deverá verificar a existência e as boas condições de funcionamento dos equipamentos de uso obrigatório, bem como assegurar-se da existência de combustível suficiente para chegar ao local de destino.”

Para complementar nossa discussão sobre segurança no trânsito, considero interessante mencionar o Manual de Direção Defensiva, produzido pelo Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN).

Gostaria de listar alguns itens que requerem frequente verificação, pois são componentes muito importantes que, em caso de pane ou mau funcionamento, podem ocasionar acidentes. Veja quais elementos precisam de revisão periódica:

1.       Combustível

2.       Nível de óleo do motor, da direção, da caixa de embreagem e dos freios

3.       Faróis e lanternas

4.       Pneus

5.       Palhetas do limpador

6.       Água do radiador

Além desses itens, há outros de extrema importância, sem os quais o ato de dirigir acaba ficando mais perigoso ou, ainda, a resolução de um imprevisto pode ser mais complicada, causando riscos aos demais condutores.

Estou falando, claro, do cinto de segurança, do macaco, do triângulo e do estepe. Estes utensílios possuem papel fundamental, pois sabemos que o principal objetivo do cinto é salvar vidas. Os demais equipamentos auxiliam na sinalização e reparos em casos de imprevistos com o veículo.

Dicas valiosas para um trânsito mais seguro

A partir de agora, trago algumas dicas que considero extremamente importantes para a manutenção da segurança no trânsito. Acompanhe com atenção, pois elas, definitivamente, podem salvar sua vida e as de outras pessoas.

1.       Não dirigir sonolento: essa dica vai para aquelas pessoas que preferem ou precisam dirigir à noite. Quando entramos em estado de sonolência, nossos reflexos diminuem e isso prejudica a condução.

2.       Cuidar as crianças no veículo: não deixe dar atenção às crianças no veículo. Elas devem estar devidamente sentadas nos assentos adequados à sua faixa-etária. Crianças no colo ou em lugares inadequados no veículo podem causar graves consequências.

3.       Não dirigir após beber: essa já não é nenhuma novidade. Pessoas com suas capacidades psicológicas alteradas pelo consumo de álcool podem causar danos irreparáveis no trânsito.

4.       Motociclistas também devem tomar cuidado: os motociclistas não podem esquecer que existem equipamentos importantíssimos para a sua segurança, como o capacete, por exemplo. Esse e outros itens podem salvar suas vidas em casos de acidentes.

Por fim, gostaria de lembrar que cada ato irresponsável no trânsito pode gerar graves acidentes e, na melhor das hipóteses, aplicação de penalidades, como multas e pontos na carteira.

Porém, caso você seja injustamente penalizado, eu e minha equipe estamos sempre dispostos a lhe ajudar. Nesses casos, entre em contato com o Doutor Multas.

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