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03 de Fevereiro - Domingo - 23:00

Detran

Para conhecer melhor os serviços que são oferecidos nos DETRANs, acompanhe a leitura deste artigo.

Se você é habilitado, com certeza já ouviu falar no DETRAN. A sigla quer dizer Departamento Estadual de Trânsito e trata-se um órgão do Poder Executivo Estadual cujo papel é formar condutores, fiscalizar e administrar o trânsito de veículos. Para conhecer melhor os serviços que são oferecidos nos DETRANs, acompanhe a leitura deste artigo.

Um DETRAN para cada estado

Cada estado e o Distrito Federal possuem um DETRAN, e nos municípios estão distribuídos postos de atendimento. Há algumas pequenas variações entre um DETRAN e outro, como valores de serviços ou como acessá-los (pela internet ou presencialmente, por exemplo).

Reunimos, aqui, os principais serviços oferecidos pelos DETRANs em geral, mas é importante ressaltar que, para acessar o que o condutor necessita, é necessário verificar a disponibilidade do DETRAN de seu estado.

Funções do DETRAN

Algumas das principais funções exercidas pelos DETRANs são:

·         fiscalização de trânsito nas vias;

·         avaliação de condições psicológicas e físicas dos candidatos à habilitação;

·         normatização da formação de condutores;

·         fiscalização dos condutores;

·         oferta de serviços diversos em relação à CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Podemos dividir os serviços ofertados pelos DETRANs em três grandes blocos: aqueles relacionados à CNH, veículos e infrações. Conheça, a seguir, os principais serviços oferecidos por este órgão em cada categoria.

Serviços relacionados à CNH

Você que é habilitado já sabe que a CNH possui um prazo de validade e, por isso, deve ser renovada a cada 5 anos. Este é um dos serviços de responsabilidade do DETRAN, mas há, ainda, muitos outros. O DETRAN é responsável pela emissão de documentos, mas possibilita também a consulta da situação da CNH. Veja os principais serviços oferecidos em relação à habilitação:

·         renovação de CNH;

·         emissão da primeira habilitação;

·         consulta de pontos na CNH;

·         emissão de certidões e consulta de autenticidade da CNH;

·         segunda via da CNH;

·         emissão da CNH digital;

·         consulta, atualização e transferência de endereço;

·         suspensão e cassação da CNH;

·         mudança ou adição de categoria da CNH;

·         reabilitação de condutor com CNH cassada;

·         inclusão de pessoa com deficiência física;

·         histórico do condutor;

·         inclusão de Curso Especializado;

·         inclusão de Atividade Remunerada.

Serviços relacionados à documentação de veículos terrestres

Além dos serviços relacionados à CNH, cabe também ao DETRAN emitir e fiscalizar documentos relativos a veículos terrestres. Veja alguns dos principais serviços que podem ser acessados por meio do DETRAN:

·         emissão de ficha de arrecadação, de compensação ou boleto para pagamento do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores);

·         débitos, restrições e vistoria de veículo (seu ou que deseja adquirir);

·         transferência de endereço;

·         transferência de proprietário;

·         licenciamento anual;

·         registro e emplacamento de veículo 0 km;

·         gravame para veículo financiado ou quitado;

·         cópia ou segunda via de CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo).

Serviços relacionados a infrações de trânsito

Caso você tenha cometido alguma infração de trânsito, saiba que há diversos serviços ofertados pelo DETRAN em relação a este tema. Por exemplo, se outra pessoa estava dirigindo seu veículo e cometeu uma infração, os pontos podem ser transferidos da sua CNH para outro condutor, e, para acessar este serviço, você deverá procurar o DETRAN. Além disso, veja outros serviços ofertados relacionados a infrações de trânsito:

·         liberação de veículo ou documento apreendido;

·         emissão de notificações e multas de trânsito;

·         consulta de infrações de veículo;

·         Defesa Prévia;

·         recurso à JARI;

·         recurso ao CETRAN.

Recursos de multas

Aqui, você conheceu um pouco mais sobre os serviços oferecidos pelos DETRANs. Como dissemos, alguns deles podem ser acessados pela internet, outros demandam a presença em um posto de atendimento. Para saber como acessar o serviço do DETRAN de seu estado, consulte o site.

Nós, do Doutor Multas, além de trazermos conteúdo relevante aos nossos leitores, também somos especialistas em orientação a respeito de recurso de multa de trânsito. Talvez você não saiba, mas todo condutor tem direito a recorrer das multas de trânsito recebidas, com possibilidade de sucesso em três etapas diferentes.

Para tanto, é preciso respeitar o prazo apresentado no auto de infração. Dentro deste período, é possível apresentar evidências e argumentos que indiquem que a multa tenha sido aplicada indevidamente. Em alguns estados, como em São Paulo, todo o processo pode ser feito online. O DETRAN ainda disponibiliza os modelos de formulários em seu site para preenchimento do condutor, além de orientações de como proceder.

Em um primeiro momento, o recurso (chamado de Defesa Prévia) é apresentado ao órgão responsável pela aplicação da penalidade. No site do DETRAN, será possível acompanhar o  andamento do processo.

Caso seja indeferido, é possível recorrer à segunda etapa: a JARI (Junta Administrativa de Recursos de Infrações) é a responsável pelo julgamento em primeira instância. Caso ainda assim haja indeferimento, resta a última etapa, de responsabilidade do CETRAN (Conselho Estadual de Trânsito), em segunda instância.

Os recursos administrativos de multas de trânsito podem ser feitos diretamente pela pessoa que sofreu a penalidade, mas é possível também buscar orientação profissional caso necessite. Se este for seu caso, conte com o Doutor Multas! Somos especialistas em recursos de multas de trânsito e podemos fazer uma análise gratuita de seu caso. Caso o condutor escolha dar seguimento em seu recurso conosco, passaremos todo o procedimento, passo a passo, de como o recurso deverá ser feito e onde deverá ser apresentado. Entre em contato pelo e-mail doutormultas@doutormultas.com.br ou pelo telefone 0800 6021 543.

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31 de Janeiro - Quinta-feira - 23:40

Pneus

Os pneus de uso automobilístico são projetados com diferentes características, destinadas a diferentes tipos de pistas em que trafegam os veículos. Por isso, no mercado de acessórios para automóveis, é possível encontrar três tipos de pneus: os on road, os of road e os mistos.

Os pneus de uso automobilístico são projetados com diferentes características, destinadas a diferentes tipos de pistas em que trafegam os veículos. Por isso, no mercado de acessórios para automóveis, é possível encontrar três tipos de pneus: os on road, os of road e os mistos.

Os pneus on road  são destinados a equipar veículos que trafegam em pista asfaltada. Esse modelo é específico para rodar em pista lisa, pois garante maior aderência do veículo à estrada. Tal aderência é promovida pela caracterização do acessório, marcada por um número menor de sulcos em relação aos outros modelos de pneus. Os sulcos do pneu on road também são menos profundos do que os outros dois modelos, aspecto que também auxilia na aderência do carro à pista.

Pneus of road são indicados para carros que trafegam, na maior parte do tempo, em vias não asfaltadas. Esse tipo de pneu é projetado para possuir maior número de sulcos, que são também mais largos e profundos em relação ao on road. Essa caracterização é que permite que o veículo se adapte melhor a uma pista com irregularidades diversas, garantindo maior segurança ao trafegar.

Os pneus classificados como mistos devem ser utilizados em veículos que rodam tanto em estradas de chão como em vias asfaltadas. Esse tipo de pneu une as características dos dois modelos citados anteriormente em um só acessório. O pneu misto é composto por um número maior de sulcos em relação ao on road, sendo quase tão estriado quanto o of road. Seus sulcos são, no entanto, menos profundos do que os observados em pneus para uso em estradas não asfaltadas. Essas características permitem que o acessório não prejudique a segurança em veículos que trafegam com a mesma frequência nos dois tipos de vias.

A utilização de pneus diferentes do modelo indicado para cada tipo de estrada pode acabar levando ao rápido desgaste do acessório, prejudicando a segurança ao utilizar o veículo. Pneus of road podem acabar chegando ao estado careca mais rápido, gerado pelo desgaste das partes salientes em relação aos sulcos, que são mais profundos  que os vistos nos demais modelos.

Já o uso de um modelo on road em estradas não-pavimentadas não gera desgaste da peça, mas pode não oferecer a segurança necessária por falta de aderência a superfícies irregulares, como as vistas em estradas de chão. Esse modelo de pneu também pode ser prejudicado por não ser suficientemente resistente aos obstáculos encontrados nas estradas não-pavimentadas, podendo, até mesmo, ter partes cortadas por pedras ou outras partículas vistas em estradas de terra.

O pneu misto, por ser projetado para rodar nos dois tipos de estradas, não apresenta contraindicações para uso. Contudo, o motorista deve estar atento ao fato de, realmente, haver tráfego frequente nos dois tipos de estradas. Caso o veículo rode com muito mais frequência em via asfaltada ou em estrada de chão, é válido investir no tipo de pneu indicado para cada estrada.

Além da caracterização pelo tipo de pista em que o veículo trafega, os pneus também se distinguem pelo material que os compõem, o qual garante a sustentação da peça. Os pneus, de acordo com a sua base, podem ser diagonais ou radiais.

Pneus radiais são constituídos por cordéis de nylon, ou seja, por fibras têxteis entrecruzadas. Já nos pneus diagonais, vê-se uma constituição por cordas de aço, que sustentam a base perpendicularmente e, por isso, garantem maior resistência do acessório em relação ao pneu diagonal.

Independentemente do tipo de pneu utilizado, é importante que essa parte do veículo esteja sempre em boas condições de uso, isto é, sem apresentar desgaste na superfície estriada ou deterioração causada por rasgos ou quebras.

O pneu desgastado ou em mau estado de conservação, além de comprometer a segurança, gerando riscos de acidentes, é considerado infração de trânsito.

O Código de Trânsito Brasileiro aponta como sendo infração o ato de trafegar utilizando um veículo em mau estado de conservação. No Artigo 230, inciso XVIII do CTB, a indicação de infração por má conservação não se refere diretamente às condições dos pneus do veículo. Contudo, ao ser abordado e a autoridade de trânsito identificar que o veículo está transitando com os pneus carecas ou com outro tipo de dano que prejudique a segurança, o condutor será penalizado por cometer uma infração de trânsito.

No caso de infração por pneus em más condições, quem deve arcar com as penalidades decorrentes da infração é o proprietário ou o responsável pelo veículo, já que a infração está relacionada ao veículo e não a uma má postura do condutor. Assim, o condutor que tem responsabilidade pelo carro deverá pagar um valor em multa e terá, além da multa, pontos adicionados em sua CNH.

A infração por trafegar com veículo em mau estado de conservação é de classificação grave e, por isso, o valor a ser pago em multa é de R$195,23. O número de pontos a ser adicionado à CNH, que também varia de acordo com o nível de gravidade da multa, para infrações graves, equivale a cinco.

Quando identificado com os pneus em mau estado de conservação, além do valor em multa e dos pontos adicionados à carteira de habilitação do condutor responsável pelo veículo, o carro ainda é retido pelas autoridades até que possa ser levado para a manutenção. 

Por isso, utilizar o pneu certo para cada tipo de via em que o veículo trafega é importante para que não haja o desgaste precoce da peça. Pneus desgastados comprometem a segurança de motoristas e passageiros e ainda podem gerar multa ao condutor. Na hora de escolher o pneu para o veículo, portanto, o ideal é que se faça uma boa avaliação quanto a que tipo de via será mais percorrida pelo carro.

Caso esse conteúdo tenha ajudado você a conhecer os tipos de pneus e a saber quando deve utilizar cada um deles, compartilhe com seus amigos. E, se tiver maiores dúvidas sobre qual tipo de pneu utilizar ou sobre multas por trafegar com pneus em más condições, acesse www.doutormultas.com.br.

21 de Janeiro - Segunda-feira - 16:33

Infrações de trânsito

Em meio à era da tecnologia, aplicativos têm sido constantemente criados para as mais diversas funções, em geral para facilitar a vida cotidiana. Há uma novidade que ainda muitas pessoas desconhecem.

 

Em meio à era da tecnologia, aplicativos têm sido constantemente criados para as mais diversas funções, em geral para facilitar a vida cotidiana. Há uma novidade que ainda muitas pessoas desconhecem: aplicativos para denunciar infrações de trânsito. Mas será que tal conduta é permitida por lei? O condutor denunciado pode ser multado? Acompanhe a leitura deste artigo e entenda melhor sobre este assunto.

Aplicativos de denúncia de infrações

Uma empresa israelense desenvolveu o aplicativo Capester, que permite registrar e enviar, aos órgãos fiscalizadores, vídeos de condutores cometendo infrações de trânsito. O objetivo do app é funcionar como uma ferramenta para a educação no trânsito, reduzindo o número de infrações e melhorando a mobilidade urbana.

No Brasil, Porto Alegre (RS) foi a primeira cidade a adotar o aplicativo, que já é usado por lá desde o início de 2017. Com o apoio da prefeitura local, o resultado foi de 20 mil usuários já no primeiro trimestre. Quem analisa as denúncias recebidas na cidade é a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).

Em outras cidades, o próprio WhatsApp, aplicativo já usado pela maioria massiva de brasileiros, tem sido a ferramenta de denúncia de infrações de trânsito. Em Sorocaba (SP), a estratégia foi adotada pela prefeitura, e as denúncias têm sido recebidas e analisadas pelo Centro de Controle Operacional (CCO) da Urbes (Empresa de Desenvolvimento Urbano e Social de Sorocaba). O resultado, segundo notícias locais, foi de 235 denúncias já na primeira semana.

Você talvez esteja se perguntando qual foi o impacto sobre os condutores que cometeram as infrações nestas cidades. Pois bem, em alguns casos, o resultado foi de aplicação da penalidade conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), como multa e até remoção de veículo, após flagrante presencial ou pelas câmeras de monitoramento. Porém, em muitos casos, a única penalidade aplicada foi uma carta de advertência, servindo como estratégia para conscientização e prevenção para que tal conduta não volte a ser repetida.

E o que será que os condutores estão achando disso? Acredite, muitos motoristas destas duas cidades acharam a medida positiva. Eles afirmam que a aplicação da advertência é uma estratégia mais eficaz em inibir uma conduta do que a multa. Além de Sorocaba e Porto Alegre, cidades como Teresina (PI), Belo Horizonte (MG) e Cuiabá (MT) também adotaram o sistema de denúncias feitas pela própria população. Mas, ao invés de aplicativo, algumas estão usando as ligações telefônicas como meio para as denúncias, como é o caso de Teresina.

Este tipo de denúncia é legal?

É possível que, neste ponto, você esteja se questionando sobre a legitimidade de uma pessoa comum (ou seja, que não é um agente de trânsito) denunciar uma infração de trânsito, que deve ser fiscalizada pelos órgãos responsáveis.

É importante dizer que, nos casos das cidades citadas, nenhuma infração é aplicada apenas mediante a denúncia feita. Com base nela, o órgão responsável busca provas dentro de seus recursos legais disponíveis para aplicar ou não uma penalidade: seja por meio de câmeras distribuídas pela cidade ou enviando um agente mais próximo até o local para flagrante.

As infrações mais comuns são veículos estacionados em vagas preferenciais para pessoas com deficiência ou idosos, em locais proibidos ou em fila dupla.

Algumas pessoas podem questionar se a conduta de quem denuncia não é configurada como um crime. O que o Código Penal prevê, no art.238, é que:

“Art. 328 – Usurpar o exercício de função pública:

Pena – detenção, de três meses a dois anos, e multa.

Parágrafo único – Se do fato o agente aufere vantagem:

Pena – reclusão, de dois a cinco anos, e multa.”

No entanto, essa questão gera controvérsias. Via de regra, esse crime não se aplica às denúncias descritas aqui, sejam elas feitas via aplicativo, telefone ou qualquer outro meio, pois cabe ao agente responsável analisar, dentro dos ditames legais, conforme legislação vigente, se houve de fato ocorrência de infração.

Para este tipo de conduta, não há nenhum dispositivo legal que seja impeditivo. Por isso, denunciar infrações de trânsito através de aplicativos não é caracterizado como conduta ilícita, pelo contrário: é uma ferramenta para a melhoria da segurança no trânsito e na mobilidade urbana.

Recebeu multa indevida? Recorra!

Foi autuado indevidamente? Exerça seus direitos! Você pode recorrer de qualquer penalidade de trânsito recebida, com três chances de sucesso.

Para isso, basta reunir elementos que comprovem a irregularidade e elaborar um recurso bem escrito e embasado. Outro ponto importante é respeitar o prazo para a primeira etapa de recurso, a defesa prévia. Tal prazo é apresentado na notificação de autuação: documento recebido, em geral, no endereço cadastrado referente à CNH. Na notificação, constará toda a orientação necessária para iniciar seu recurso.

Caso o pedido seja indeferido na defesa prévia, o condutor ainda tem direito a recorrer em mais duas etapas: à JARI (Junta Administrativa de Recursos de Infrações) em primeira instância e ao CETRAN (Conselho Estadual de Trânsito), em segunda e última instância.

18 de Janeiro - Sexta-feira - 11:09

CNH

Recorrer de multas de trânsito é um direito garantido pela Constituição Federal, e o recurso também pode ser utilizado para os casos de suspensão da CNH.

Recorrer de multas de trânsito é um direito garantido pela Constituição Federal, e o recurso também pode ser utilizado para os casos de suspensão da CNH. Mas você sabe o que significa ter a habilitação suspensa? Para entender melhor e conhecer as vantagens de recorrer deste tipo de penalidade, confira a leitura deste artigo!

Suspensão da CNH

Ter a CNH suspensa pode ser um grande transtorno no dia a dia de qualquer pessoa que utilize seu carro para ir e vir, especialmente para aqueles que dependem da CNH para trabalhar. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), pode haver suspensão do direito de dirigir em duas situações: ao acumular 20 pontos na CNH em 12 meses ou ao cometer infração autossuspensiva, conforme o Art. 261.

Caso você tenha dúvidas se de fato vale a pena recorrer da suspensão da CNH, confira as vantagens apresentadas a seguir e tire suas conclusões.

1 - Anular o processo de suspensão e garantir o direito de continuar dirigindo

A suspensão da CNH é o impedimento do direito de dirigir temporariamente, que pode variar de 2 a 8 meses ou chegar a até 18 meses em caso de reincidência, como apresentado no parágrafo 1º do artigo 261 do CTB.

Porém, se o condutor recorre do processo de suspensão e é bem-sucedido, garante seu direito de continuar dirigindo, sem sofrer a penalidade. Dependendo do caso, como taxistas, motoristas de aplicativo, caminhoneiros ou representantes comerciais, o cancelamento da suspensão da CNH significa também garantir o direito de continuar trabalhando.

2 -Possibilidade de renovação da CNH garantida

Caso a habilitação esteja suspensa durante o período de vencimento da validade, não poderá ser renovada. Caso o condutor decida por recorrer da penalidade, ela não poderá ser aplicada até o final do processo. Isso significa que, em caso de vencimento da CNH durante o período de recurso da suspensão, o condutor poderá fazer a renovação normalmente.

3 - Direito de dirigir garantido durante processo recursal

Como falamos anteriormente, nenhuma infração poderá ser aplicada enquanto o condutor estiver em processo de recurso.

Os recursos administrativos podem ser feitos em três etapas diferentes: por meio da defesa prévia, junto ao órgão aplicador da penalidade, em primeira instância pela JARI (Junta Administrativa de Recursos de Infração) e em segunda instância pelo CETRAN (Conselho Estadual de Trânsito).

Caso o recurso seja indeferido em uma etapa, o motorista pode recorrer à etapa seguinte. Todo o processo pode ser demorado, mas vale ressaltar que a suspensão não poderá ser aplicada durante este período, ou seja, o condutor terá o direito de continuar dirigindo.

4 – Ser abordado em blitz sem ter a CNH bloqueada

Se o condutor for abordado em blitz durante o processo de recurso da suspensão da CNH, não terá problemas, já que a penalidade só poderá ser aplicada ao término do recurso caso o pedido de cancelamento seja indeferido.

Por outro lado, não recorrer e ter a suspensão da CNH aplicada impedirá o motorista de dirigir temporariamente. O Art. 263 do CTB descreve a penalidade para o condutor que for pego dirigindo com a habilitação suspensa:

“Art. 263. A cassação do documento de habilitação dar-se-á:

 I - quando, suspenso o direito de dirigir, o infrator conduzir qualquer veículo;”

A cassação da CNH é uma penalidade ainda mais grave, pois o motorista perderá o direito de dirigir por dois anos. Após este período, caso deseje voltar a dirigir, deverá recorrer ao mesmo processo utilizado para adquirir a primeira CNH: ser submetido a exames médico e psicológico, fazer aulas teóricas e práticas e ser aprovado nas respectivas provas.

5 – Economizar tempo e dinheiro com aulas de reciclagem

Além da perda temporária do direito de dirigir, decorrido o prazo de suspensão da CNH, o condutor só poderá voltar a dirigir após passar por curso de reciclagem, como prevê o parágrafo 2º do Art. 261.

Evidentemente, o custeio do curso fica por conta do condutor, que deverá dedicar o tempo necessário para passar pelas aulas teóricas.

Porém, caso seja bem sucedido em anular a aplicação da suspensão da CNH por meio do recurso administrativo, o condutor estará isento de passar pela reciclagem.

6 – Evitar sofrer penas mais graves por reincidência de penalidade

Como já falamos anteriormente, a cassação da CNH é uma penalidade ainda mais grave que a suspensão.

Conforme o Art. 263 do CTB, a cassação é aplicada em determinadas situações, como a já apresentada anteriormente: caso o condutor com a CNH suspensa seja flagrado dirigindo.

Outra situação que causa a cassação da CNH é a reincidência de infrações autossuspensivas em um prazo de 12 meses.

Caso o condutor recorra da suspensão da CNH e seja bem sucedido em seu cancelamento, a penalidade não será aplicada, o que irá prevenir o risco de reincidência e, consequentemente, penas mais graves.

7 – Não é necessário comparecer a audiências

Por falta de conhecimento de como funciona o recurso administrativo, algumas pessoas desistem de tentar. Mas saiba que o processo de recurso administrativo de trânsito não exige que o condutor compareça a nenhum tipo de audiência. Para isso, basta reunir os documentos necessários e apresentá-los presencialmente ou enviá-los por correspondência.

Muitas vantagens em recorrer

Como você viu neste artigo, recorrer da suspensão da CNH é seu direito e apresenta diversas vantagens. Caso decida por recorrer e deseje auxílio profissional, nós do Doutor Multas podemos orientá-lo. Envie-nos seu caso para fazermos uma análise gratuita. Entre em contato pelo doutormultas@doutormultas.com.br ou 0800 6021 543.

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14 de Janeiro - Segunda-feira - 17:14

Direção segura

A Lei Seca tem mais de 10 anos no Brasil. Com ela, qualquer quantidade de álcool no organismo já configura em infração.

A relação entre consumo de bebidas alcoólicas e volante sempre foi um assunto preocupante no Brasil, já que esse consumo acaba sendo um dos principais motivos de acidentes no trânsito pelo país.

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) passa por atualizações de tempos em tempos na tentativa de adaptar normas a fim de tentar diminuir os problemas no trânsito. Por essa razão, desde 2008, o país passou a adotar intolerância ao consumo de bebidas alcoólicas por quem está dirigindo, colocando em vigor a famosa Lei Seca.

A Lei Seca tem mais de 10 anos no Brasil. Com ela, qualquer quantidade de álcool no organismo já configura em infração. Ainda assim, os dados sobre álcool e volante continuam preocupantes, como mostra uma pesquisa do Doutor Multas, realizada no ano passado, a qual evidencia que mais da metade dos entrevistados admitiu dirigir após beber, mesmo com a intensificação das normas.

Neste artigo, falamos mais sobre essa pesquisa, sobre a Lei Seca e sobre o que fazer se receber uma Notificação de Autuação. Quais são as consequências para quem for flagrado dirigindo após beber? É possível recorrer? Confira as respostas aqui!

Em pesquisa, mais da metade dos motoristas admite dirigir depois de beber

Em julho de 2018, ano em que a Lei Seca completou 10 anos de vigor, o Doutor Multas realizou uma pesquisa com 3.428 pessoas sobre alguns costumes, incluindo o hábito de dirigir após ingerir algum tipo de bebida alcoólica.

Quando questionadas sobre dirigirem mesmo depois de beber (ou se optariam pela carona de amigos ou por algum tipo de transporte público), mais da metade das pessoas entrevistadas (50,3%) admitiu dirigir.

Esses dados bastante preocupantes da nossa pesquisa são similares aos dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), realizada pelo Ministério da Saúde. Segundo essa pesquisa, 6,7% dos moradores das capitais brasileiras admitem que mantêm a prática de dirigir alcoolizados ou já fizeram isso pelo menos uma vez.

Tanto os resultados da pesquisa do Doutor Multas quanto os números do Ministério estão relacionados a uma situação preocupante: no Brasil, a combinação álcool-volante ainda está presente na vida de muitos condutores, mesmo após a Lei Seca, da qual falaremos melhor no tópico seguinte.

O que o CTB diz sobre dirigir alcoolizado?

Como eu disse no começo deste artigo, hoje, no Brasil, está em vigor a chamada Lei Seca, que estabeleceu intolerância a qualquer quantidade de álcool no organismo de condutores. A Lei Seca é o nome popular pelo qual ficou conhecida a Lei Nº 11.705/2008, que alterou os Artigos 165 e 276 do CTB. Vejamos:

“Art. 1o   - Esta Lei altera dispositivos da Lei no 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, com a finalidade de estabelecer alcoolemia 0 (zero) e de impor penalidades mais severas para o condutor que dirigir sob a influência do álcool (...)”.

Com as modificações trazidas pela Lei Seca, as penalidades para quem dirigir alcoolizado também se tornaram mais duras. Atualmente, dirigir sob influência de álcool (ou de qualquer outra substância com efeito psicoativo) é uma infração gravíssima prevista no art. 165.

Além da multa (com fator multiplicador), o condutor poderá ser penalizado com suspensão do direito de dirigir por um ano. Como medida administrativa, está prevista a retenção do veículo até que outro condutor habilitado possa se apresentar e também o recolhimento da CNH.

Sobre a quantidade de álcool no organismo, está em vigor a seguinte norma:

‘Art. 276.  Qualquer concentração de álcool por litro de sangue sujeita o condutor às penalidades previstas no art. 165 deste Código.

 Parágrafo único.  Órgão do Poder Executivo federal disciplinará as margens de tolerância para casos específicos.”

O que fazer ao receber uma notificação de autuação por infração de trânsito?

Todas as infrações de trânsito são consideradas condutas ilícitas por apresentarem algum tipo de risco para o condutor e para os demais que circulam nas vias. No caso da infração por dirigir sob influência de álcool, o risco é grande, já que, devido a essa influência, o condutor pode perder sua capacidade de dirigir de forma prudente. Sendo assim, o melhor a fazer é NÃO dirigir após beber.

Mas o que fazer se chegar uma notificação de autuação em seu endereço? Essa notificação informa que um processo administrativo será aberto contra o condutor devido ao flagrante de alguma infração.

O primeiro passo é estar atento quanto aos prazos, já que, para apresentar a Defesa Prévia, bem como para entrar com recursos na JARI e no CETRAN, existe um prazo estabelecido por lei.

Também é preciso estar ciente de que cada uma das etapas para apresentar a defesa e/ou entrar com recursos tem especificidades, o que faz com que a orientação de profissionais especialistas seja um grande diferencial.

Eu posso ajudar!

Se você ainda tem dúvidas sobre a Lei Seca, confira outro artigo que fiz sobre esse tema. Foi autuado? Exerça o seu direito de entrar com recurso. Conte com nossa equipe de especialistas em todo o processo. Fale com a gente através do telefone 0800 6021 543 ou envie a sua notificação para o e-mail doutormultas@doutormultas.com.br. Farei uma análise gratuita de sua situação.

09 de Janeiro - Quarta-feira - 15:31

Primeira habilitação

Neste artigo, respondemos a essas perguntas, trazemos outras explicações sobre a primeira habilitação e, ainda, listamos algumas dicas para passar nas provas. Confira!

Para dirigir veículos no Brasil, é obrigatório ser um condutor habilitado, ou seja, ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em dia. O processo para tirar esse documento é feito em várias etapas, que incluem o pagamento de taxas, avaliações médicas, provas teóricas, treinamento prático e avaliação da prática de dirigir.

Conseguir a primeira habilitação é o sonho de muita gente. Afinal, com a CNH em mãos, será possível trafegar sem depender de transporte público ou da boa vontade de amigos para conseguir uma carona.

Como é o processo para tirar a primeira habilitação? Quais são os valores e como fazer o pagamento das taxas?

Neste artigo, respondemos a essas perguntas, trazemos outras explicações sobre a primeira habilitação e, ainda, listamos algumas dicas para passar nas provas. Confira!

O que fazer para conseguir a primeira habilitação?

Às vezes, ao deparar-se com muitos detalhes burocráticos, as pessoas que querem tirar a primeira habilitação acabam se assustando, mas a verdade é que o processo, embora extenso, não é tão complexo quanto parece ser.

É importante lembrar que, aqui no Brasil, é preciso ter 18 anos ou mais e ser alfabetizado para poder tirar a CNH.

Vou explicar, passo a passo, como tirar a primeira habilitação.

1. O primeiro passo é ir até um Centro de Formação de Condutores (CFC) credenciado pelo DETRAN e apresentar seus documentos para dar entrada no processo de habilitação. Os documentos pedidos nesta etapa são: RG, CPF e comprovante de residência.

2. Com tudo isso em mãos, e já no CFC de sua preferência, chega o momento de emitir a guia (o DAE) para pagar a taxa inicial no DETRAN. O pagamento dessa taxa é pré-requisito para passar às outras etapas do processo de habilitação.

3. Depois de efetuar o pagamento, será necessário agendar os exames de aptidão física e mental ou, em outras palavras, os exames médicos (físicos e psicológicos). Geralmente, é o próprio CFC que agenda esses procedimentos no médico credenciado.

Nesses testes, os médicos credenciados pelo DETRAN realizam a avaliação física, identificando, por exemplo, se você precisa usar óculos ou lentes ao dirigir. Além disso, é feita a avaliação psicotécnica para identificar se você é apto ou não a conduzir veículos em vias públicas.

4. Após ser aprovado nos exames, será o momento de dar início ao curso teórico, também chamado de “legislação”. Hoje, é exigido um total de 45 horas/aula para finalizar esse curso. Ao final, você passará pelo exame teórico, que é uma prova de múltipla escolha, composta por 30 questões sobre vários temas relacionados ao trânsito. Para ser aprovado, você precisará acertar, no mínimo, 21 questões. Se for reprovado, poderá realizar esse exame novamente.

5. Com a aprovação na prova teórica, passa-se ao treinamento da prática da direção. Primeiramente, será preciso passar por cinco horas/aula de simulador, vivenciando situações comuns no dia a dia do trânsito.

6. A etapa 6 é a da prática veicular. Acompanhado por um instrutor ou instrutora credenciado(a), o candidato deverá passar por 20 horas/aula de treinamento, em que poderá, enfim, dirigir um veículo – com a supervisão do instrutor.

7. A etapa final é a que desperta mais expectativa (e medo) nos candidatos: a avaliação prática, ou o famoso “exame de rua”. Nesse último passo, em horário e dia previamente agendados, o candidato passa pela avaliação de um dos avaliadores do DETRAN, realizando alguns procedimentos, como baliza, marcha ré, controle de embreagem, entre outros.

8. Se lograr a aprovação na prova de rua, basta ir ao CFC e solicitar a emissão do documento de habilitação (que, nesse momento, é a PPD – Permissão Para Dirigir) e realizar o pagamento da taxa final, determinada pelo DETRAN.

A PPD tem algumas regras diferentes da CNH. Por isso, é fundamental conhecer as normas vigentes e saber como evitar a cassação da PPD. Se não houver nenhum problema, o candidato receberá a CNH após um ano.

Tirar a CNH é caro? Todas as etapas das quais falamos anteriormente envolvem o pagamento de taxas e os custos com a autoescola. Esses últimos, especificamente, podem variar de autoescola para autoescola, em diferentes regiões do país.

Dicas para passar nas provas

A principal dica é manter a serenidade e não se assustar ao deparar-se com vários detalhes e etapas burocráticas. Com isso, você mantém a organização necessária para realizar todos os procedimentos sem maiores problemas.

Na etapa dos cursos teóricos, é essencial não subestimar a importância de todo o aprendizado teórico que chegará até você. Afinal, tudo o que você aprende nessas 45 horas de treinamento não será útil apenas para a prova do DETRAN, mas, futuramente, quando você já tiver conseguido a sua habilitação, será um diferencial conseguir aplicar tudo o que aprendeu.

Para as provas de rua, o fator psicológico costuma ser determinante. Muitas pessoas acabam sendo reprovadas devido ao nervosismo que sentem e que prejudica a realização dos procedimentos solicitados pelo avaliador. A melhor forma de lidar com o nervosismo é se preparando, tirando todas as dúvidas e aproveitando, ao máximo, o tempo com o seu instrutor. Com isso, a segurança de que você, de fato, aprendeu a dirigir fará com que dominar o nervosismo se torne muito mais fácil.

 

Espero que todas as suas dúvidas sobre a primeira habilitação tenham sido resolvidas. Se você ainda quer saber sobre algum tema não abordado neste artigo, entre em contato com a nossa equipe de especialistas! Nosso e-mail é: doutormultas@doutormultas.com.br.

 

03 de Janeiro - Quinta-feira - 22:43

Placas

Como você já deve saber, no Brasil há placas de diferentes cores para veículos, cada uma destinada a um grupo específico. Neste artigo, você conhecerá cada uma delas, além de receber maiores informações sobre a placa vermelha, tão comumente encontrada nas vias públicas diariamente. Falaremos também sobre algumas infrações e recursos de multas. Para saber mais, acompanhe a leitura deste artigo.

 

Como você já deve saber, no Brasil há placas de diferentes cores para veículos, cada uma destinada a um grupo específico. Neste artigo, você conhecerá cada uma delas, além de receber maiores informações sobre a placa vermelha, tão comumente encontrada nas vias públicas diariamente. Falaremos também sobre algumas infrações e recursos de multas. Para saber mais, acompanhe a leitura deste artigo.

História da placa de veículos no Brasil

As placas veiculares possuem um importante papel para a organização do trânsito. Por sua cor, é possível identificar a função de determinado veículo.

O emplacamento no Brasil começou em 1901, mas de maneira bastante diferente da atual. Naquela época, as placas eram de responsabilidade dos municípios, identificadas por uma sequência numérica antecedida pela letra P (particular) ou A (aluguel). Já as cores das placas eram duas: preta ou vermelha, com caracteres brancos.

Foi apenas em 1941 que houve a ampliação do número de cores para diferenciar as funções dos automóveis. Às cores usadas foram incluídas as placas brancas, amarelas e laranja.

Com o aumento do número de veículos registrados, em 1969 a combinação para o emplacamento de um veículo passou a ser de duas letras e quatro números. Por todo esse período, contudo, era um transtorno quando o proprietário do veículo precisava mudar de cidade, pois necessitava providenciar uma placa com nova combinação alfanumérica, de acordo com o novo município.

Foi em 1990 que o padrão utilizado hoje, de três letras e quatro números, passou a ser utilizado, junto à implementação do RENAVAM (Registro Nacional de Veículos). A partir desse momento, a abrangência da identificação alfanumérica da placa de um veículo passou a ter abrangência nacional.

Com o novo modelo, a placa do veículo passou a ser única e imutável, desde que sai da concessionária. Mesmo que o veículo já tenha recebido baixa, aquela sequência não poderá ser repetida em outro.

Cores de placas e seus significados

No Brasil, é de responsabilidade do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) regulamentar as cores das placas dos automóveis. As especificações são encontradas na Resolução 241.

Segundo ela, os veículos particulares devem conter placas cinza com caracteres em preto. Os veículos que ainda estão em fase de teste pelo fabricante devem receber placa verde com caracteres em branco. Para os táxis, veículos de aluguel e veículos de transporte urbano, a placa é de cor vermelha com caracteres brancos.

 

Veículos de autoescola, destinados à aprendizagem, devem conter placa branca com caracteres em vermelho. Automóveis de colecionadores devem receber placa preta com caracteres em cinza.

Veículos oficiais são emplacados em branco com caracteres pretos. Veículos de missão diplomática, corpo diplomático, organismo internacional e de acordo de cooperação internacional recebem placas de fundo azul e caracteres brancos. As placas pretas com caracteres dourados pertencem a veículos de representação do poder público.

A Resolução 241, contudo, tem data marcada para ser revogada. A partir de 1º de janeiro de 2024, todas as placas do país deverão se adequar ao acordo do MERCOSUL, conforme Resoluções 729 e 748 do CONTRAN. Por enquanto, as placas MERCOSUL são obrigatórias apenas para veículos que tenham que alterar a placa por mudança de município ou por emplacamento de veículos novos.

Placas vermelhas e infrações

A segunda placa mais comum de ser vista em circulação é a placa vermelha, de carros de aluguel, táxis e transporte público.

Por ser utilizada para o transporte de maior número de pessoas, os órgãos fiscalizadores são rígidos quanto a cumprir a legislação, especialmente pela segurança dos passageiros.

Em ônibus de transporte urbano, por exemplo, não há cinto de segurança para os passageiros. Além disso, é possível que alguns viajem em pé. Existe regulamentação sobre quantas pessoas podem viajar em pé, dependendo do tamanho do ônibus. Um ônibus com corredor de 10 a 12 metros, por exemplo, deveria transportar no máximo 16 passageiros em pé.

Desrespeitar as normas de trânsito pode gerar penalização ao motorista. O desrespeito ao limite máximo de passageiros em pé, conforme art. nº 231 – VII do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é infração média, com multa de R$ 130,16, quatro pontos na CNH e retenção do veículo.

O que pode ocorrer também é o transporte clandestino, ou seja, motorista executando serviço de transporte remunerado sem a devida autorização do órgão responsável. Tal conduta é também passível de penalização. O art. nº 231 – VI prevê que tal ato é infração grave, com multa de R$ 195,23, cinco pontos na CNH e remoção do veículo.

Não seguir as normas de segurança, como o uso de capacete em mototáxi ou cinto de segurança em táxi, é também infração de trânsito. De acordo com o art. nº 244 do CTB, transportar passageiro sem capacete na moto é infração gravíssima, com multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH, suspensão do direito de dirigir e recolhimento da CNH. Já a falta do cinto de segurança, conforme art. nº 167, é infração grave, com multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH.

 

 

Recurso de multas

Nem todo motorista sabe, mas, se alguma norma for desrespeitada pelo órgão aplicador de uma infração de trânsito, pode ser anulada. Há casos também em que o condutor sente-se injustiçado com a penalidade recebida, por diferentes motivos.

A boa notícia é que existe o direito de defesa. Toda multa de trânsito pode ser recorrida em até três etapas diferentes. Para a defesa, o condutor pode realizar todo o procedimento sozinho, mas há quem escolha buscar auxílio profissional na tentativa de argumentar de forma mais embasada e aumentar as chances de sucesso em anular a multa.

Se este for o seu caso, saiba que pode contar conosco da Doutor Multas. Somos especialistas em recursos administrativos de multas de trânsito e podemos fazer uma análise gratuita de seu caso. Entre em contato: doutormultas@doutormultas.com.br / 0800 6021 543.

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02 de Janeiro - Quarta-feira - 16:07

Calculadoras Automotivas Online

A tecnologia está cada vez mais presente na nossa rotina e, por conta disso, já é possível encontrar aplicativos para uma infinidade de funções.

A tecnologia está cada vez mais presente na nossa rotina e, por conta disso, já é possível encontrar aplicativos para uma infinidade de funções.


 Consulta de valores de veículos novos e seminovos

O ano de 2018 foi movimentado nas vendas de veículos. De acordo com a Fenabrave, o número já ultrapassou os 2 milhões de unidades, entre carros e motos, superando as vendas do ano anterior.

Se você quer entrar para a lista de compradores ou até se pensa em vender o seu usado, é importante conhecer o preço de mercado. Desta forma, o comprador se previne de pagar um preço exorbitante por um automóvel. Na hora de vender, também é importante conhecer os valores do mercado para não ficar no prejuízo.

Em geral, o valor base de um veículo é consultado na Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). Através do site do Doutor Multas, é possível realizar uma consulta na tabela de forma rápida, contendo os valores de carros, motos e caminhões. Basta clicar no link abaixo e selecionar a marca, modelo e ano do veículo que deseja consultar.

https://doutormultas.com.br/fipe/

Quais custos estão inclusos no financiamento de veículo?

Agora que você já consultou quanto custa o modelo que quer comprar, já sabe como vai pagar? Segundo a B3, no Brasil, 80% dos veículos vendidos são financiados. Se você faz parte deste número, saiba que é importante buscar informações sobre o que está pagando, pois há outras cobranças além da taxa de juros, como impostos e tarifas.

Ter em mente o que se está pagando é fundamental. Muitas vezes, o comprador age por impulso e entra em um financiamento sem saber quanto pagará no total ou sem ao menos ter certeza de que o valor da parcela caberá em seu orçamento, o que pode culminar em inadimplência e perda do veículo.

Por isso, antes de fechar o financiamento, coloque tudo na ponta do lápis e busque o auxílio de nossa calculadora online. Clique no link abaixo e consulte o valor da parcela, o valor do financiamento, a taxa de juros ou o prazo do financiamento.

https://doutormultas.com.br/calculadora-financiamento/

 

 

Quanto custa manter seu veículo?

É sempre recomendado que haja planejamento antes de adquirir um veículo, especialmente se a aquisição for feita mediante financiamento, pois é comum que o comprador não calcule todos os gastos que terá com o veículo. Além das parcelas do financiamento (se for o caso), ainda há diversos gastos: seguro, licenciamento, IPVA, combustível, estacionamento, revisões regulares, lava-rápido, entre outros. Além dos gastos possíveis de ser previstos, há ainda a chance de sofrer multas e necessitar de manutenção no veículo.

Se você já possui um automóvel, conhece seu gasto com ele? Para auxiliar a fazer este cálculo, o Doutor Multas criou uma ferramenta para facilitar a contabilização das despesas veiculares. Clique no link abaixo e preencha os dados solicitados. Assim, ficará mais fácil ter o controle do orçamento e continuar usufruindo do veículo.

https://doutormultas.com.br/calcdespesas/

O que vale mais a pena: abastecer com álcool ou gasolina?

A oscilação constante dos preços dos combustíveis tem sido fonte de dor de cabeça para o brasileiro. Após oito aumentos consecutivos, os preços começaram a cair, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), mas a mudança ainda não tem chegado a todos os postos de gasolina.

Como forma de permitir ao brasileiro escolher com qual combustível abastecer, muitos modelos de automóveis têm sido fabricados na função flex, ou seja, circulam com álcool ou gasolina. Porém, como saber qual dos dois combustíveis está com o melhor custo-benefício?

Para fazer o cálculo, é preciso ter em mente que o álcool é mais barato, mas também faz menor quilometragem. Para cada 10 km rodados com gasolina, o carro a álcool faz 7 km. Por isso, para que o álcool seja mais vantajoso, ele deve custar até 70% do valor da gasolina.

Parece confuso? Então, na dúvida, recorra à calculadora do Doutor Multas. Clique no link abaixo e preencha com o valor da gasolina e do álcool e veja o resultado de qual está valendo mais a pena.

https://doutormultas.com.br/calculadora-alcool-x-gasolina/

Financiamento ou consórcio: qual escolher?

Se você está pensando em adquirir um veículo e não tem dinheiro para fazer a compra à vista, talvez esteja pensando no que vale mais a pena: financiar ou entrar em um consórcio. Ambos têm suas vantagens e desvantagens. No financiamento, paga-se mais caro, mas o cliente pode usufruir imediatamente do bem. Por outro lado, o consórcio tem taxas bem mais atraentes, mas o cliente pode demorar a ser contemplado e ter acesso ao seu veículo.

Para auxiliá-lo nesta decisão, o Doutor Multas criou uma ferramenta online que pode ser acessada no link abaixo.

https://doutormultas.com.br/financiamento-ou-consorcio/

Aproveite as ferramentas online do Doutor Multas

Espero que estas dicas sejam úteis para você. Lembre-se de que nós podemos também orientá-lo a respeito de recursos de multas de trânsito. Fundada há 9 anos, a Doutor Multas já ajudou mais de 5.200 clientes a não perderem sua habilitação com recursos de multas personalizados. Se você quiser fazer uma análise gratuita de seu caso, entre com contato conosco pelo doutormultas@doutormultas.com.br ou 0800 6021 543.

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25 de Dezembro - Terça-feira - 14:25

CNH

O sistema de pontos na CNH é um dos assuntos mais importantes, já que, para diversas infrações de trânsito, são gerados pontos na Carteira Nacional de Habilitação como penalidade.

 

Conhecer as regras de trânsito é a maneira mais eficaz de trafegar em segurança e, ao mesmo tempo, evitar multas e outros tipos de penalidades. Da mesma forma, entender os funcionamentos básicos da legislação brasileira é essencial para todo condutor.

Nesse sentido, o sistema de pontos na CNH é um dos assuntos mais importantes, já que, para diversas infrações de trânsito, são gerados pontos na Carteira Nacional de Habilitação como penalidade. O acúmulo de pontos na CNH traz consequências sérias que podem levar, até mesmo, à suspensão do direito de dirigir por um período de tempo.

Neste artigo, explicamos um pouco mais como funciona o sistema de pontos na CNH atualmente, quais são as infrações que geram pontos na carteira e o que acontece se você acumular 20 pontos ou mais em menos de um ano.

O que o CTB diz sobre o sistema de pontos na CNH?

Como dissemos no começo deste artigo, o Código de Trânsito Brasileiro estabelece uma série de penalidades referentes às infrações de trânsito, que são condutas consideradas ilegais por colocarem em risco a segurança de quem trafega nas vias públicas.

Entre as penalidades de trânsito, estão, por exemplo: a advertência por escrito, que é uma penalidade educativa; os pontos na CNH; a suspensão da CNH; a cassação da CNH; e as multas. Essas últimas, as multas, “acompanham” todas as outras penalidades, com exceção da advertência por escrito.

As infrações de trânsito são divididas em quatro categorias: leves, médias, graves e gravíssimas. Para definir quantos pontos serão contabilizados na CNH, é levado em consideração o tipo de infração cometida. A tabela de pontos atualizada é a exposta a seguir.  

- Infração leve: 3 pontos na CNH, além de uma multa no valor de R$ 88,38.

Estacionar o veículo na faixa de pedestres (art. 182 do CTB); buzinar em lugares e/ou horários proibidos (art. 227 do CTB); dirigir sem atenção ou sem tomar cuidados básicos com a segurança (art. 169); e estacionar veículos em acostamentos (definido pelo art. 181 do CTB) são alguns exemplos de infrações dessa categoria.

- Infração média: 4 pontos na carteira, além de multa no valor de R$ 130,16.

Como exemplos desse tipo de infrações médias, podemos destacar: jogar substâncias e/ou objetos pela janela do veículo (art. 172); com o veículo, arremessar água nos pedestres (art. 171 do CTB); e estacionar o veículo na contramão da direção (art. 181 do CTB).

- Infração grave: 5 pontos na carteira e multas no valor de R$ 195,23.

Algumas infrações graves são: não usar o cinto de segurança (art. 167 do CTB); estacionar veículos em viadutos; pontes ou túneis (art. 181 do CTB); conduzir veículo com as características básicas alteradas (definido pelo art. 230 do CTB).

- Infrações gravíssimas: 7 pontos na carteira, além de multa no valor de R$ 295,47 multiplicado pelo fator multiplicador, quando houver.  

As infrações gravíssimas, pelo alto risco que apresentam, são aquelas cujas penalidades têm muito rigor. Como exemplos de infrações desse tipo, podemos citar: trafegar em velocidade que exceda em 50% (ou mais) o limite permitido na via em questão (art. 218); dirigir com Carteira de Habilitação suspensa ou cassada; e disputar e/ou organizar rachas (art. 173).

A melhor forma de evitar cometer uma infração é saber quais condutas são consideradas ilegais pelo CTB. Informe-se mais sobre infrações de trânsito!

Como funciona o sistema de pontos na CNH?

Ao analisarmos a tabela da qual falamos no tópico anterior, vemos que gerar pontos na carteira é uma penalidade bastante comum, aplicada em diversos tipos de infrações. Hoje, a legislação brasileira permite que o condutor acumule 19 pontos na sua CNH em um período de até um ano. Depois disso, terá seu direito de dirigir suspenso.

Em outras palavras, o condutor que acumular 20 pontos ou mais de 20 pontos em sua CNH num período igual ou menor a 12 meses terá suspensa a sua Carteira Nacional de Habilitação. Quando é assim, esse condutor terá que cumprir o prazo de suspensão estabelecido pelas autoridades e, depois disso, passar pelo Curso de Reciclagem.

Os pontos gerados na CNH permanecem contabilizados por um ano. Passados 12 meses, os pontos expiram e uma nova contagem é aberta.

É possível recorrer?

As consequências para o acúmulo de pontos na CNH podem ser bem sérias, como vimos anteriormente. Por isso, é importante ressaltar que o condutor tem direito de recorrer dessas penalidades.

Quando a infração cometida se enquadra na categoria “leve” ou “média”, o condutor autuado pode solicitar que os pontos sejam convertidos em uma advertência por escrito. Se essa solicitação é aceita, não serão computados pontos na CNH.

Para os outros casos (em que não for possível solicitar a conversão em advertência ou se essa conversão for negada pelas autoridades), ainda é possível recorrer.

O primeiro passo desse processo é apresentar a Defesa Prévia, primeira etapa de recurso de multa. Se a Defesa Prévia é indeferida, há, ainda, outras duas instâncias nas quais é possível apresentar recurso: na JARI e no CETRAN.

Para ser bem-sucedido nesse processo, a orientação de profissionais capacitados é um enorme diferencial. No Doutor Multas, nossa equipe de especialistas pode ajudar o seu caso. Fale com a gente!

Nossos contatos são:

– E-mail – doutormultas@doutormultas.com.br

– Telefone – 0800 6021 543

 

 

 

22 de Dezembro - Sábado - 14:35

Baliza

As balizas são algumas das manobras mais temidas pelos novos condutores e por quem ainda está em processo para tirar a Carteira Nacional de Habilitação. Por muitas razões, estacionar nem sempre é fácil, até mesmo para quem tem prática ao volante.

 

As balizas são algumas das manobras mais temidas pelos novos condutores e por quem ainda está em processo para tirar a Carteira Nacional de Habilitação. Por muitas razões, estacionar nem sempre é fácil, até mesmo para quem tem prática ao volante.

No Brasil, o processo para se tornar um condutor habilitado é extenso. São exigidas 20 horas/aulas teóricas e 45 horas/aulas sobre a prática da direção. Depois de tudo isso (e de passar pelo pagamento de taxas e pelos exames médicos), ainda será necessário passar pelas provas, tanto a teórica quanto a prática.

No exame prático, ou prova de rua, fazer uma baliza é um dos procedimentos obrigatórios. Geralmente, o candidato tem até três chances de fazer a baliza corretamente. Se não conseguir, será reprovado no exame e terá que prestar uma nova prova outra vez.

Sabendo que as balizas geram medo e dúvidas, fizemos este artigo com algumas dicas sobre como fazê-la. Confira!

Afinal, o que é uma baliza?

Quem está começando o processo de habilitação pode confundir balizas com outras formas de estacionar. No entanto, o termo se refere apenas à manobra de estacionar (de ré) entre dois veículos ou entre dois objetos, num espaço bastante reduzido.

No dia a dia, essa prática acaba sendo muito comum, já que a disputa por vagas em estacionamentos é cada vez mais acirrada, sabendo que o número de veículos cresce significativamente no Brasil.

Na prova de rua (ou exame de direção), o teste da baliza pode acontecer de duas formas: em algumas cidades, nas quais o exame acontece na rua, em meio ao movimento normal de outros veículos, as balizas são feitas entre carros, reproduzindo uma situação comum no cotidiano dos futuros condutores habilitados. Em outros lugares, no entanto, são usados cones ou outros objetos para simular a delimitação do espaço.

De uma forma ou de outra, o candidato deve saber estacionar com balizas de forma correta. Você terá que passar pelo exame de rua em breve? Saiba o que NÃO fazer durante a avaliação.

Como fazer uma baliza? Veja o passo a passo!

Dirigir bem é uma habilidade adquirida, sobretudo, com a prática. No caso das balizas, conhecer algumas técnicas pode simplificar (e muito) o processo. Por isso, fizemos um passo a passo sobre como fazer essas manobras sem maiores problemas.

1. Alinhando o seu carro: a forma correta (e mais simples) de alinhar o carro para uma baliza entre dois veículos é alinhando ao meio fio, de forma que sua posição fique paralela ao veículo da frente.

Esse passo inicial é muito importante, já que dele dependem todos os passos seguintes. É fundamental lembrar-se de acionar a seta do veículo, indicando, para os outros condutores, que você entrará na vaga.

2. Regulando os espelhos do seu carro: verifique se os retrovisores de ambos os veículos se alinham entre si. Quando estiverem bem próximos e lado a lado, é hora de mover um pouco o seu carro para frente.

3. Girando o volante: neste passo, o único procedimento a ser feito é girar todo o volante no sentido da vaga, ou seja, do espaço no qual você pretende estacioná-lo. Em outras palavras, se você quer estacionar o seu carro do lado direito da via, o volante deve ser girado para a direita. Simples, não é?

4. Entrando na vaga: para entrar na vaga, será preciso engatar a marcha à ré, movendo o veículo para trás (apenas um pouco). O seu carro deve estar posicionado de um modo que o farol dianteiro esteja paralelo à traseira do carro que está estacionado em frente.

Para saber se você conseguiu esse posicionamento, identifique se pode enxergar, pelo retrovisor da direita, o farol dianteiro do carro que está estacionado atrás. Se você o ver é porque o seu carro está na posição ideal.

5. Desvirando o volante e o ajustando à vaga: nesse passo, é hora de girar completamente o volante do seu carro para o lado oposto e mover o seu veículo em marcha à ré até que ele, de fato, entre na vaga. Depois disso, é só deslizar sutilmente o seu carro, ajustando à vaga. É importante lembrar que a distância ideal entre um carro e outro deve ser de aproximadamente 20 centímetros.

Se ficou difícil entender cada um dos passos que citamos acima, assista ao nosso vídeo. Com ele será muito mais fácil entender como fazer uma baliza.

 

Agora que você já sabe como fazer uma baliza, é hora de colocar em prática tudo o que aprendeu. Se fizer o seu exame de rua em seguida, lembre-se de procurar manter a calma. Com a mente tranquila, será muito mais fácil realizar as manobras e tudo o que for solicitado pelo seu avaliador.

Ainda tem dúvidas? Fale com o Doutor Multas através do e-mail doutormultas@doutormultas.com.br.