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Crime

Morte de Marielle faz dois meses, e Anistia quer solução

Organização divulgou comunicado pressionando autoridades

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Marielle Franco
Imagem da vereadora Marielle Franco foi pintada em estação de metrô
PUBLICADO EM 14/05/18 - 03h00

RIO DE JANEIRO. Para marcar os dois meses do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e seu motorista Anderson Gomes (em 14 de março), nesta segunda-feira (14), a Anistia Internacional divulgou um comunicado em que renova a pressão sobre as autoridades de segurança para que o caso seja solucionado. 

O comunicado traz declarações da diretora-executiva da Anistia Internacional no Brasil, Jurema Werneck, mas também dos pais e da irmã da vereadora. 

“A cada dia que se passa as chances de que um caso de homicídio seja resolvido diminui. Não podemos deixar que o assassinato de Marielle fique sem resposta porque a impunidade alimenta o ciclo de violência. É muito importante que a mobilização das pessoas seja cada vez maior. Isso é fundamental para a resolução deste caso”, disse Jurema Werneck. 

“Acreditamos na seriedade do trabalho que tem sido feito na investigação, e esperamos que isso permaneça até obtermos uma resposta concreta. Não é uma resposta para família somente, mas para o mundo inteiro. E a luta tem que continuar”, afirmou Marinete da Silva, mãe de Marielle.

“Sem pressão, não haverá solução. A mobilização das pessoas foi fundamental para que o mundo tomasse conhecimento da execução de Marielle, que chocou a todos e ainda causa dor todos os dias. Mas precisamos continuar cobrando os responsáveis pela investigação do crime”, disse Jurema. 

“Quem matou e quem mandou matar Marielle Franco? Estas perguntas não podem ficar sem respostas”, defende a diretora-executiva da Anistia. Marielle era defensora de direitos humanos, ativista dos movimentos LGBTI e das favelas, negra e bissexual.

‘Caso está chegando a sua etapa final’

Na quinta-feira, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou que, entre os investigados no caso, estão um vereador, um policial militar e um ex-PM – preso acusado de chefiar uma milícia.

“O que eu posso dizer é que esses e outros são investigados e que a investigação do caso Marielle está chegando a sua etapa final, e eu acredito que em breve nós devemos ter resultados”.

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