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No Rio Grande do Sul

Vinícolas são investigadas pelo Ministério da Agricultura

Suspeita é que vinhos tenham sido adulterados com antibióticos, substância que é autorizada no uso em capas de queijos e salames

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Adega da vinícola Concha y Toro
Vinícolas gaúchas são investigadas por adulterar vinhos com antibióticos
PUBLICADO EM 02/05/14 - 22h47

Treze vinícolas são investigadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento por adulterar vinhos com antibióticos no Rio Grande do Sul. O fungicida natamicina era usado como conservante, o que é ilegal. Segundo José Fernando Werland, chefe do Serviço de Inspeção de Alimentos de Origem Vegetal do ministério no estado, a substância é autorizada para uso em capas de queijos e salames. A adulteração foi detectada por testes realizados por laboratórios do Ministério da Agricultura em 2013.

De 54 empresas testadas, foram detectadas alterações em vinhos da Gilioli, Casa Motter, Indústria e Comércio de Bebidas Del Colono, São Luiz, Vinhos Bampi, VT Vinhos, Cooperativa Vitivinicola, Vinícola Victor Emanuel, Santini, Capelleti, Adega Silvestri. I.A Sandi e Indústria de Comércio de Bebidas CMS. No total, existem 680 indústrias de vinho no Rio Grande do Sul.

A presença do antibiótico foi constatada em lotes de vinhos de mesa suaves. Procurada, a Associação Gaúcha de Vinicultores (Agavi) informou que condena a ação das empresas. O diretor da entidade, Darci Dani, disse que é do interesse do setor identificar os envolvidos e as falhas no processo de produção.

Com Agência Brasil 

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