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Governo vai subsidiar voos  para 12 cidades do interior

Se aeronave fretada não estiver com nove passageiros, Codemig vai pagar custos da companhia

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Interior. Entre os 12 terminais contemplados, o aeroporto de Divinópolis terá oito voos semanais de ida e volta para Belo Horizonte
PUBLICADO EM 02/08/16 - 03h00
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A partir do dia 17 de agosto, Belo Horizonte estará a 22 minutos de Divinópolis, a 27 minutos de Curvelo, a 46 minutos de Juiz de Fora e a menos de uma hora de mais nove municípios do interior mineiro. Em 15 dias, começam os voos fretados para 12 cidades, saindo e chegando no aeroporto da Pampulha, do Programa de Integração Regional de Minas Gerais – Modal Aéreo (Pirma). Serão 60 voos semanais, com custo máximo de R$ 870 mil por mês. A Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) vai subsidiar as passagens, que custarão R$ 300. A ideia é de um modelo autosustentável, onde os próprios usuários financiem a operação. O aporte anual pode chegar a R$ 20 milhões.

A diretora de fomento à indústria criativa Fernanda Machado explica que cada hora de voo custa R$ 2.900. São aviões modelo Cessna Grand Caravan 208 B, com capacidade para nove passageiros. Se todos os voos fossem lotados, a receita seria de R$ 870 mil. Mas, como não há certeza de que todas as passagens serão vendidas sempre, a Codemig garantirá a prestação dos serviços, pagando pelo menos o custo fixo da hora, de R$ 1.595 que dará R$ 478,5 mil por mês. A empresa que operará os voos é a Two Flex, que venceu licitação.

“A Codemig comprou 300 horas de voo, que serão vendidas aos usuários por meio de vouchers. Se não houver demanda para alguma rota, ela poderá ser cancelada ou remanejada. A companhia garante o mínimo, para manter o serviço, e toda a receita gerada voltará para o financiamento do programa, que tem o objetivo de colocar essas cidades em uma plataforma mais competitiva para atração de investimentos”, diz Fernanda.

Para o coordenador dos cursos de Economia e de Logística da Newton Paiva, Leonardo Bastos Ávila, a iniciativa é acertada e, quando estiver consolidada, tende a atrair a atenção das companhias que fazem voos comerciais. “É mais barato investir no modal aéreo do que no rodoviário, por exemplo.

Segundo a Codemig, as 12 cidades foram escolhidas a partir de pesquisas de demanda com a população e a partir das condições dos aeroportos. “É inteligente porque não há necessidade de fazer novos investimentos, pois os terminais já estão prontos”, observa Ávila.

O secretário de desenvolvimento econômico da prefeitura de Divinópolis, Paulo César dos Santos, acredita que os R$ 15 milhões investidos no terminal Brigadeiro Cabral, em 2010, foram determinantes para a confirmação desses voos para a Pampulha.

O assessor de assuntos estratégicos da prefeitura de Curvelo, Danton Canabrava, destaca que a vinda de voos diários será muito importante para a economia da cidade. “Além dos voos de passageiros, que vão permitir ir e voltar da capital rapidamente, temos grandes expectativas com os voos de cargas”, afirma.

Segundo Fernanda, o transporte aéreo de cargas é uma segunda fase do programa. Para o secretário de desenvolvimento econômico de Minas, Fábio Cherem, a integração aérea dos polos regionais pode gerar oportunidades e renda longe dos grandes centros. A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), destaca, via assessoria de imprensa, que toda iniciativa para aquecer as atividades no aeroporto da Pampulha são bem vindas. O terminal, que tem capacidade para receber 2,2 milhões de passageiros ao ano, tem recebido menos da metade.

Projeto antigo

Lento. Em 2012, o governo federal lançou um plano de aviação regional que previa R$ 815 milhões para 33 aeroportos mineiros. Quatro anos depois, oito estão em fase de anteprojeto.

Concessão

Terminal de Ipatinga será licitado hoje

O novo operador do aeroporto do Vale do Aço será conhecido hoje. Às 14h, a Secretaria de Transportes e Obras Públicas (Setop) vai abrir os envelopes com as propostas para concessão patrocinada. Até março deste ano, a Usiminas operava o terminal localizado em Santana do Paraíso, atendendo à Ipatinga e região. A siderúrgica entregou a gestão e alegou que, somente nos últimos cinco anos, o aeródromo representou para a empresa despesas 220% acima das receitas. Na ocasião, o governo do Estado fez um contrato em regime emergencial com a empresa Socicam, com vencimento em setembro ou assim que a licitação for homologada. Hoje, o terminal recebe cerca de 143 mil passageiros ao ano. (QA)

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