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Expansão

Logimed vai abrir centro de distribuição em Minas Gerais

Empresa do grupo mineiro Andrade Gutierrez investirá R$ 35 milhões em instalação no Estado

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Presidente da Logimed, Alexandre Dib, prospecta novos contratos em Minas
Presidente da Logimed, Alexandre Dib, prospecta novos contratos em Minas
PUBLICADO EM 14/07/13 - 03h00

A Santa Casa de São Paulo deixou de gastar R$ 115 milhões em três anos. A proeza, ou melhor, a organização foi da Logimed, empresa do grupo mineiro Andrade Gutierrez, que é pioneira no Brasil em planejamento, gestão e logística da cadeia hospitalar de suprimentos. “Foi uma redução de 50% do estoque em valor financeiro. Quando chegamos, a Santa Casa tinha 13 unidades e R$ 12 milhões em estoque, e, hoje, eles têm 40 unidades com uma média de R$ 6 milhões a R$ 7 milhões de estoque. Liberamos espaço para o hospital fazer a atividade-fim”, conta o presidente da Logimed, o engenheiro Alexandre Dib, 45. Em 2014, a empresa vai abrir um centro de distribuição em Minas Gerais.


A localização do novo centro, que custará R$ 35 milhões, ainda não está definida, vai depender da expansão da companhia no Estado. “Vai ser o segundo centro de distribuição em Minas Gerais, em função dos contratos que estamos prospectando”, informa Dib. A Logimed já tem propostas em andamento feitas a sete hospitais privados.

Com 50 unidades de saúde atendidas em São Paulo – 15 delas hospitais –, agora, a Logimed chega a Minas Gerais, onde fechou contrato com o hospital Lifecenter, com 164 leitos, e o hospital metropolitano do Barreiro, ainda em construção, ambos em Belo Horizonte. Quando as obras da unidade Barreiro terminarem, no fim de 2014, serão mais 400 leitos para a gestão.

De acordo com Dib, o Lifecenter gasta R$ 10 milhões por ano, e, com as adequações, a expectativa da Logimed é a de fazer uma economia de 12% a 15% por ano para o hospital. “Estamos readequando todos os espaços de farmácia e almoxarifado. Vamos fazer uma readequação física”.

Todo o material que é comprado pela Logimed – importado e nacional como os medicamentos das grandes redes da indústria farmacêutica – fica em 4.000 m² no centro de distribuição de São Paulo incluindo itens básicos como um clip até suporte para uma obra no hospital. A empresa gerencia R$ 150 milhões por ano em compras.

“A gente gerencia todo esse pacote de consumo do hospital. Chegamos a comprar ativo fixo como um tomógrafo e ressonância magnética para o hospital”. No mercado, cada hospital tem a estrutura de compras negociando com os diversos distribuidores isoladamente. “Somos inovadores. Conseguimos agregar os serviços necessários numa estrutura única”.

 

Porte

20% a 30% é a queda no custo de aquisição de material hospitalar com a Logimed

20 mil itens disponíveis para compra tem a Logimed; são 4.000 itens em estoque

R$ 0,10 é o preço de uma aspirina. Logimed tem de comprimido a marcapasso de R$ 50 mil

 

 

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