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Economia

Menos tempo, mais zelo

Feirão possibilita mais agilidade nas compras, mas é preciso que os clientes já estejam instruídos

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Ao optar por comprar um imóvel ocupado, é fundamental ter assessoria jurídica
PUBLICADO EM 18/05/18 - 03h00

Se tempo é dinheiro, o Feirão da Caixa, ao longo dos anos, tem contribuído para que negócios sejam feitos com mais facilidade, afinal, é capaz de concentrar diversas oportunidades em um só local. Diante disso, a presença de um grande número de pessoas no evento é algo marcante, e, de acordo com especialistas, o encontro pode realmente poupar bastante trabalho. 

“A Caixa contribui com a melhora do mercado ao concentrar no Feirão boas opções de negócios, como o auxílio de uma grande equipe de corretores, construtores e funcionários para viabilizar o financiamento de forma descomplicada”, lembra Kênio Pereira, presidente da comissão de direito imobiliário da Ordem dos Advogados do Brasil Seção Minas Gerais (OAB-MG) e diretor da Caixa Imobiliária Netimóveis.

Conforme o profissional destaca, é comum, no dia a dia, que o pretendente à compra tenha que buscar uma série de locais e imobiliárias para encontrar um imóvel que se encaixe naquilo que ele verdadeiramente quer. Esse processo pode ser bastante longo e durar, em média, de seis a 18 meses. Há um grande tempo gasto, frisa ele, com diversas conversas e com várias pessoas. 

“O feirão possibilita fechar o negócio com maior celeridade, pois oferece em um mesmo local grande oferta de imóveis, sendo que os pretendentes à aquisição podem contar com as diversas facilidades que são oferecidas pela Caixa”, diz.

Cuidados. Mas, para que tudo dê certo, alguns cuidados em relação à área jurídica também são fundamentais. Um deles diz respeito aos imóveis vendidos em leilões e que podem estar ocupados pelo ex-mutuário ou por terceiros. 

“Cabe ao adquirente contratar um advogado especializado para promover a imissão na posse, ou seja, retirar o ocupante por meio de um processo judicial. Ao optar por comprar o imóvel ocupado, é fundamental ter assessoria jurídica, sendo que o custo com os honorários advocatícios e as custas judiciais, bem como a probabilidade de ter que fazer reparos e reforma ao tomar a posse, devem ser computados para fazer a oferta de compra”, destaca Pereira.

Além disso, é importante também, segundo o profissional, ao verificar o imóvel, sobretudo nesses casos em que estão ocupados, consultar no Tribunal de Justiça se há algum processo judicial questionando sua perda por inadimplência para banco que tenha realizado o financiamento anterior. “Se existir processo, é bom verificar o risco de ele vir futuramente a ser julgado procedente e assim anular a nova aquisição”, afirma o advogado (leia mais AQUI).

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