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Confrontos deixam pelo menos uma pessoa morta em Honduras

Simpatizantes de Manuel Zelaya se dirigiam ao aeroporto para receber o presidente deposto e foram reprimidos por forças policiais

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Confrontos deixam pelo menos uma pessoa morta em Honduras
Simpatizantes de Manuel Zelaya se dirigiam ao aeroporto para receber o presidente deposto e foram reprimidos por forças policiais
PUBLICADO EM 05/07/09 - 21h12

Pelo menos um manifestante morreu em Tegucigalpa neste domingo durante protestos pela volta do presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, que se dirigia para o aeroporto da cidade em um avião que partiu dos Estados Unidos. Os manifestantes foram impedidos de se aproximarem do aeroporto da cidade por tropas simpáticas ao golpe que depôs Zelaya, há oito dias.

Três outros manifestantes ficaram feridos com gravidade, segundo informações de agências internacionais. Zelaya embarcou de Washington na tarde deste domingo com destino a Tegucigalpa, mesmo com a ordem emitida pelo governo interino de que o pouso não seria permitido. Com ele, estava o presidente da Assembleia Geral da ONU, Miguel D´Escotto. Soldados do exército hondurenho colocaram caminhões na pista de pouso e fizeram barricadas para impedir a descida do avião.

Ainda a bordo da aeronave, Manuel Zelaya falou a um canal de televisão e informou que o voo seria desviado para El Salvador. O presidente deposto parece ter assumido a derrota ao dar sinais de que não tentará voltar à força a seu país. Horas depois, o avião de Zelaya pousou na Nicarágua

Repressão

Os milhares de manifestantes que seguiam pelas ruas de Tegucigalpa foram reprimidos com violência por tropas do governo interino. Houve confrontos e um dos manifestantes teria sido atingido na cabeça por um tiro. Uma loja foi incendiada e dois canais de TV foram tirados do ar pelo governo interino, porque tentavam transmitir uimagens do confronto entre militares e civis.

Negociação

O presidente interino de Honduras, Roberto Micheletti, havia acusado, mais cedo, a Nicarágua de ter enviado tropas para a fronteira com seu país. A informação foi desmentida pelo governo nicaraguense. Micheletti reforçou a posição de que a volta de Zelaya ao país não será permitida e nem mesmo negociada, mas disse que aceita receber uma comissão de membros da Organização dos Estados Americanos (OEA). No sábado, a OEA suspendeu Hondurasda organização por causa do golpe que depôs o governo do país.

Com agências internacionais

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