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Ricardo Salles

Futuro ministro do Meio Ambiente é acusado de favorecer mineradora

Ele é alvo de ação civil pública movida pelo Ministério Público de São Paulo; caso ainda não foi julgado pela Justiça

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O assessor do governador Geraldo Alckmin presidente do Movimento Endireita Brasil, Ricardo Salles, durante entrevista no posto de gasolina que vende o produto sem o custo de impostos.
Nos casos das mineradoras, o ministro afirmou ser necessário cobrar das empresas substituição de barragens pelo modelo 'seco'
PUBLICADO EM 09/12/18 - 15h52

Último nome a compor a equipe ministerial do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), o advogado Ricardo Salles é investigado por improbidade administrativa. Escolhido para chefiar a pasta do Meio Ambiente, Salles é alvo de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público de São Paulo. O caso ainda não foi julgado pela Justiça. 

Ele responde pela acusação de favorecer empresas de mineração na escolha do mapa a de zoneamento do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Tietê, o que teria prejudicado o meio-ambiente na avaliação do Ministério Público. Na época, ele era secretário estadual de Meio Ambiente de São Paulo, na gestão do tucano Geraldo Alckmin. O novo ministro nega as denúncias.

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